História Meu meio irmão - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Alex Pettyfer, Ashley Benson, Cody Christian, Daniel Sharman, Dianna Agron, Drew Van Acker, Personagens Originais, Phoebe Tonkin, Sasha Pieterse
Tags Amigos, Amizade, Amor, Amor De Irmãos, Briga, Califórnia, Colégio, Drama, Drogas, Estados Unidos, Família, Festas, Hospital, Hot, Incesto, Irmãos, Meio-irmão, Romance, Sexo, Songfic, Traição
Visualizações 247
Palavras 2.852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tire sua camisa e dê para mim baby

Capítulo 32 - Your Shirt


Fanfic / Fanfiction Meu meio irmão - Capítulo 32 - Your Shirt

POV Anna Belle

- Já posso sair daqui? - Pergunto passando a outra mão sobre a algema que machucava o meu braço.

- Eu devia deixar você pra sempre aqui. - Meu pai fala transpirando raiva. - Como veio parar aqui?

- Pegamos a mocinha mais dois rapazes numa briga de rua. - A oficial fala antes que eu falasse alguma coisa.

- Briga? - Meu pai pergunta sem acreditar.

- Sim. Um dos rapazes falou que eles estavam em um festa e tinham bebido demais. Por isso acabaram se alterando... - Ela fala fechando uma fixa.

- Álcool? - Meu pai pergunta mais uma vez.

- Sim. Vejo que a Anna é uma boa garota, estava apenas acompanhada de pessoas erradas. É melhor você começar a escolher melhor seus amigos. - Ela fala me soltando.

- Isso foi pra minha fixa? - Pergunto massageando meu braço que estava preso.

- Sim. Foi feito uma ocorrência sobre vocês três. - Vejo os pais do Ed passando pela porta, não podia ficar pior.

- Senhor Van Lohman e... Anna!? - O pai do Ed fala sem acreditar que estávamos ali.

- Mantenha o seu filho longe da minha filha! - Foi a única coisa que meu pai falou com raiva me puxando para fora da delegacia. - No que você tava pensando? - Ele pergunta quando estamos sozinhos caminhando rumo ao carro.

- Você não sabe o que aconteceu...

- Eu nem quero saber. Olha só o seu estado. - Ele fala abrindo os braços. - Você está acabada. - Ele fala e eu olho meu reflexo no carro, estava com a maquiagem toda borrada por causa do choro e minha roupa estava toda suja da grama e rasgada em alguns lugares.

- Pai...

- Você estava de castigo, não devia ter saído de casa pra começar.

- Pai... - Falo e ele me interrompe novamente.

- Cala a boca Anna! Eu não quero saber o que você tem pra falar, não quero saber o que aconteceu, não quero ouvir mais a sua voz até chegarmos em casa. Mas você precisa saber que sua mãe já sabe de tudo.

- O quê? Mas você disse que não contaria pra ela...

- Isso foi antes de você fugir de casa. - Ele fala e nós entramos no carro. - Agora está na sua fixa que você passou a noite na delegacia.

- A noite? - Pergunto olhando para o céu que já estava clareando.

- Se quer ser tratada como adulta é assim que você será tratada de hoje em diante. Saiba que com uma coisa dessas na fixa você não tem chances de conseguir uma bolsa de estudos em nenhuma faculdade boa?

- Pai, eu mandei mal nessa semana, mas por favor me perdoa! - Falo olhando-o, ele fica em silêncio o percurso inteiro e quando chegamos em casa meu pai volta a falar.

- Sua mãe está esperando por você na cozinha. - Caminho até a cozinha e vejo minha mãe sentada me encarando até o momento que eu sento na cadeira a sua frente.

- Você quer me contar o aconteceu?

POV Katy Waldorf

- Estamos indo pra onde? - Eu pergunto pra ele quando dobramos em um beco escuro.

- Eu não to aguentando mais. - Ele segura minha cintura e se escora na parede.

- A gente tem que ir. - Falo quando ele beija meu pescoço.

- Shhhh! - Ele fala morrendo meu lábio.

- Peter, vamos, eu tô com fome. - Falo me afastando dele.

- É sério? - Ele pergunta rindo mas logo o sorriso se desfaz quando escutamos algumas vozes vindo em nossa direção. - Vem. - Ele fala segurando minha mão e atravessamos o beco saindo em outra avenida onde passava vários carros.

- Eu não faço ideia de onde a gente tá.

- Você vai ver. - Caminhamos algumas ruas e quando eu vejo estamos em frente a nossa casa que estava com todas as luzes apagadas, nunca tinha andado por aquelas ruas.

- Você me trouxe pra casa? - Pergunto e ele me beija de uma forma inesperada. Consigo sentir o seu hálito forte por conta do Whisky que ele tinha tomado.

- Cuida! - Ele fala baixinho. - Abre logo essa porta que eu quero você toda pra mim. - Sinto meu coração acelerar na medida em que eu rodo a chave. Quando a porta se abre ele entra devagar mas logo olha pra trás e me ver parada ali olhando pra ele. - O quê foi?

- Não queria que essa fosse nossa última vez.

- Mas não vai ser. Ainda temos a desculpa do trabalho... - Ele fala tirando minha blusa e me puxando para dentro de casa. - Adorei esse sutiã. - Ele fala abrindo, tinha esquecido que ele já tinha bastante habilidade, diferente de muitos garotos. - Mas você fica bem melhor sem ele. - Ele fala descendo as alças do sutiã me deixando pelada da parte de cima. Ele sorri quando toca no meu peito e logo puxa meu corpo pra perto do dele. - Você tá com fome né? Acho melhor a gente comer alguma coisa pra termos energia o suficiente. Quero fazer amor com você o resto da noite inteira.

Corremos para a cozinha e ele me para próximo ao balcão, depois se abaixa falando "nada de roupas na cozinha" e então ele tira o resto da minha roupa e me deixa sentada em cima do balcão de pedra. Ele se encaixa entra as minhas pernas e eu tiro sua camisa mostrando mais uma vez umas manchas roxa no seu abdômen, mas antes de eu perguntar alguma coisa ele se vira e abre a geladeira. Mas suas costas estavam piores em relação aos hematomas.

- Peter. - Falo passando a mão pela sua costa e ele se vira mais uma vez só que com uma vasilha de morangos e outra com chantilly.

- Oi. - Ele fala mordendo um morango e me beijando em seguida. Pude sentir o gosto doce do morango.

- O que são essas marcas? - Pergunto passando o dedo por cima e sinto ele estremecer quando as toco.

- Não acho que vale a pena falar sobre elas. - Ele fala se virando de novo e abre a geladeira.

- De onde veio isso Peter? - Pergunto mais uma vez e desço do balcão chegando próximo dele que fazia de conta que não me escutava e olhava para dentro da geladeira sem falar nada. - Peter. - O chamo mais uma vez e ele me puxa para a sua frente, me deixando praticamente dentro da geladeira, sinto o frio dela traçando caminho pelo meu corpo totalmente nu. - Peter. - Falo mais uma vez e vejo ele se irritando cada vez mais.

Desisto da ideia de saber sobre os machucados e abro uma das tampas da porta da geladeira e puxo um saco de doce de caramelo e ponho na sua boca e o beijo.

- Eu não vou perguntar mais. - Falo e vejo seus olhos tristes por cima de mim.

- Desculpa. Mas eu perdi a vontade. - Ele fala colocando a sua camisa em mim, depois caminha para fora da cozinha e eu o acompanhei.

- Você vai embora? - Pergunto segurando minhas mãos e torcendo pra ele dizer que não.

- Não... - Ele fala entrelaçando sua mão entre as minhas duas e sorrindo. - Não, eu não posso ficar. Foi um erro vim pra cá.

- Do que você tá falando?

- Eu disse que levaria você para um encontro de verdade. Mas olha só pra onde eu trouxe você.

- Você me trouxe pra casa. - Falo acariciando seu rosto. - Foi nessa casa que a gente se conheceu, lembra da noite que eu cheguei? E como eu estava com raiva de ter vindo pra cá? E do meu pai ter se casado com uma mulher que eu não tinha conhecido e que teria uma irmão?Essa casa me deu a chance de conhecer você. - Ele sorri e me abraça por alguns segundos, sinto sua mão descendo até a minha bunda e quando no separamos ele me beija.

- Eu amo você Katy.

- Eu sei que ama. - Falo sorrindo e tiro a blusa novamente. - Sem perguntas, eu só quero o seu toque. - Seguro sua mão e o puxo para subir as escadas e irmos para o meu quarto mas ele permanece no mesmo lugar. - O que foi agora?

- Pra onde você tá indo? - Ele pergunta me olhando de cima a baixo e fixando os olhos nos meus peitos.

- Indo para o meu quarto.

- Ahh! - Ele fala desanimado. - Tenho um lugar melhor.

- No closet? - Pergunto lembrando da cena do espelho.

- Não. - Ele me puxa me fazendo descer os dois degraus que tinha subido.

- A onde então? - Pergunto e ele me levaa para onde costumava ser o seu quarto, antes dele ir embora com a mãe, no primeiro andar mesmo.

- Você me inspirou... - Ele fala rindo. - Se não fosse essa casa a gente nunca teria se conhecido. Se não fosse por aquela noite que eu tinha brigado com a Amanda e você tinha me ajudado a dormir não sei se teríamos ficado juntos. Lembra do nosso primeiro beijo? - Ele pergunta enroscando os braços na minha cintura e eu olho para onde ficava sua cama, agora o quarto estava cheio de caixas de papelão para a mudança.

- É claro que eu lembro. Fiquei tão surpresa com aquele beijo, não fazia a mínima ideia de que você sentia atração por mim. - Falo rindo.

- Tá, tá... - Ele fala concordando e rindo sem graça. - Só não começa a se achar viu?

- O quê? Eu não posso me gabar com ninguém por ter ficado com Peter Vanderwaal? - Pergunto acariciando seu cabelo.

- Chega de papo. - Ele fala beijando meu pescoço.

- A gente vai mesmo fazer entre essas caixas? - Pergunto.

- Sim. A nossa primeira vez juntos foi aqui e a nossa última vez também. Quando você for embora e eu vim morar aqui de novo quero poder deitar na minha cama e me lembrar de todos os nossos momentos. - Fico apaixonada ainda mais pela voz dele.

Ele retira os tênis e joga para o lado. Eu me sento no chão frio e vejo ele tirando a própria calça ficando apenas com uma cueca verde escuro. Sinto sua barba por fazer sendo passada na parte interna da minha coxa, isso faz com eu estremeça, mas ele segura minhas pernas para que eu não me mexa. Quando chega próximo a minha virilha ele da uma mordida de uma perna e um beijo na outra me fazendo pirar.

Em seguida sinto sua mão chegando na minha intimidade e meu corpo inteiro se enrijece, o estimulando ainda mais a movimentação dele. Logo seus dedos também entram nessa de querer estímulo e logo vejo seu rosto satisfeito ao retirar os dedos de dentro de mim completamente molhados.

Ele se levanta e retira a cueca mostrando o quanto estava excitado. Em segundos sinto ele me preenchendo por dentro e minha vagina se contrai com ele lá dentro.

- Tinha me esquecido de como você é apertadinha. - Ele fala e começa a se movimentar devagar. - Você é muito gostosa. - Ele fala aumentando a velocidade aos poucos, com o tempo as estocadas estavam ficando fortes e rápidas demais o que me fez gemer alto e tudo só o deixava mais louco.

Meu corpo estava quente e frio ao mesmo tempo por causa do chão gelado e do calor de Peter por cima de mim. Ele suga o meu peito e eu fico sem conseguir me mexer apenas gemer com cada toque. De repente ele tirou me deixando maluca, mas eu sabia exatamente o porque dele ter parado. Estava próximo de gozar e ele não gosta de camisinha, então sempre paramos antes que ele chegue a ejacular dentro de mim. Sinto uma pequena parte do seu pênis roçando minha vagina e começo a implorar mentalmente para que ele coloque de novo sem me importar com as circunstâncias. Mas ele não ponhe, então eu me sento e o beijo, em seguida me abaixo até o membro inferior e dou a ele o que ele queria.

Engulo tudo o que ele bota pra fora e depois nos deitamos novamente no chão frio.

POV Anna Belle

- Ok mãe, eu conto tudo pra senhora! - Falo coçando o braço. - Eu não sei o que deu em mim e eu sinto muito mesmo por isso.

- Ok. - Ela fala cruzando os braços indicando que eu devia continuar a falar.

- As coisas começaram a sair do controle quando eu tive que fazer a cirurgia. Depois dela o Ed sumiu e eu fiquei muito mal por causa disso. Quando ele apareceu de novo disse que queria conversar comigo, então marcamos um encontro mas ele não apareceu no restaurante. E quando eu estava no meu quarto ele bateu na janela e eu deixei que ele entrasse... - Falo analisando sua expressão para saber se devo continuar. - Quando eu me dei conta as coisas tinham esquentado e foi quando o papai chegou. - Falo com vergonha ao lembrar da cena.

- Você não tinha o direito de fazer nenhuma dessas coisas. Achei que você ia seguir a doutrina da igreja de verdade e esperar pelo casamento.

- Mãe... - Falo apertando as mãos de baixo da mesa. - A senhora já foi jovem e sabe muito bem que as vezes é muito difícil se controlar.

- A questão principal não é essa. Você não podia trazer um garoto para a nossa casa.

- Eu sei disso...

- Que história é essa de pedir para o seu pai não me contar?

- Não queria que a senhora me olhasse como o papai me olha. - Falo e ela fica em silêncio. - Daí o papai me proibiu de ver ele, e isso só me fez querer ver ele, não importando se eu precisava ou não passar por cima de vocês.

- O que aconteceu hoje a noite que fez você ir parar na delegacia?

- Tinha uma festa de uma garota da escola e eu achei que seria perfeito para me encontrar com ele.

- Você bebeu?

- Sim. - Falo e minha mãe faz sua clássica cara de reprovação para mim. - O que o Ed tinha pra me dizer era que ele tinha ficado com outra pessoa. Depois que ele me disse isso eu fiquei com tanta raiva dele e de mim por ter saído de casa mesmo estando de castigo para ouvir ele me dizer aquilo, daí eu tentei ir embora mas o Josh apareceu e depois o Ed, os dois começaram a brigar. E... - Falo sem saber se devia continuar a contar, pensei rápido e decidi que seria melhor eu não contar o que o Ed tinha falado sobre o Josh.

- E?! - Minha mãe indaga.

- E o Josh falou que a pessoa com quem o Ed tinha ficado também tinha namorado e eu não merecia passar por tudo aquilo. Daí o Ed falou que antes de mim ele tinha qualquer garota que ele quisesse sem precisar de qualquer esforço para transar com ela, aquilo me deixou com tanta raiva que eu corri na direção dele e comecei a bater nele. Não sei se foi a Amanda quem chamou a polícia ou se foi algum dos vizinhos, mas quando eles chegaram nós três estávamos brigando muito e xingando um ao outro, ai eles levaram a gente para a delegacia.

- Sabe o que isso custou pra você?

- Nada de bolsa para uma faculdade boa.

- Colocaram na sua fixa?

- Sim, a oficial disse que alguém tinha feito uma ocorrência e por isso eu estou fixada.

- Bom, você precisa saber que não é só isso que vai acontecer, certo?

- Sim... - Falo esperando pelo meu castigo.

- Você está de castigo até eu e o seu pai voltarmos a confiar em você.

- Ok. - Falo aceitando.

- Agora sobe e toma um banho que você está horrível.

Subo as escadas e vou até o meu banheiro, me olho no espelho não reconheço a imagem refletida nele. Meu rosto estava todo sujo por conta da maquiagem borrada, minha roupa estava rasgada e suja de grama. No que foi que eu me tornei? Uma adolescente causadora de problemas? O Robert nunca teve problema com isso, podia fazer o que quisesse mas sempre seria o filho de ouro dos meus pais, penso enquanto tiro a roupa. Me olho no espelho novamente e vejo agora uma marca de chupão perto do meu peito, isso me dá vontade de arrancar minha própria pele, corro para de baixo do chuveiro e tomo um banho completo.

Quando me deito na cama e olho pela janela vejo o céu claro, me enrolo e acabo pegando num sono.


Notas Finais


De 1 a 10 quanto vcs estão bolados com o Ed?

ESCUTEM ESSA MÚSICA ELA É MUITO AMORZINHO 😍❤️

Música: Your Shirt - Chelsea Cutler
https://youtu.be/U62MJixfFCo


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