História Meu Meio Irmão - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Bts, Incesto, Irmãos, Jimin, Parkjimin
Visualizações 20
Palavras 724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Pov.s Rubi


Jimin estava sentado na cama e me olhava serio.


 - Precisamos conversar.  - fala serio e me olhando profundamente nos olhos.


Ferrou.

Pov.s Jimin.


— Deixemos esta conversa para depois, ok? — ela falou de costas com sua voz trêmula. — Eu preciso de um copo com água urgente. — Engoliu forte.


Eu não estava suportando permanecer longe dela, seu perfume ganhou todo o ambiente, sem resistir me levantei e quando me aproximei minhas mãos acariciaram seus ombros, por alguns instantes. Sua respiração acelerou e sua cabeça arqueou levemente à medida que minhas mãos tocaram em sua pele quente e macia.


— Sua pele é tão gostosa — murmurei em seu ouvido arrancando um gemido profundo de seus lábios. Com as pontas dos meus dedos desci riscando seus braços até suas mãos, vendo-a se arrepiar toda. Entrelacei as minhas mãos nas dela e apertei trazendo-a para mais perto e encaixei meu pau querendo explodir para fora, em sua bunda. — Você me deixa louco… — Respirei em seu ouvido, eu não me aguentava mais, eu precisava dela urgentemente, entender aquele domínio que ela exercia sobre mim. Por causa dela abandonei uma noite promissora, com muitas mulheres ao meu dispor. Eu só a queria…


— Por favor, Jimin-ah… Nós não podemos — murmurou ela jogando a cabeça para trás até encostar em meu peito. Meu coração parecia querer quebrar minhas costelas de tão forte que batia.

 E ela não estava diferente.


— Por que não? Somos crescidos e nos desejamos… — Agarrado às mãos dela dei a volta em sua cintura, roçando-me nela e ganhando seus gemidos de tesão. Aquela entrega já era o suficiente para me encorajar. — Eu quero você, Rub… eu preciso de você. — Soltei uma das mãos deslizando lentamente de forma sensual pela lateral de seu corpo até a barra da sua blusa, ela tremia toda com o meu toque e comigo não era diferente. Apertei sua perna e fiz o caminho de volta por debaixo da roupa, deleitando-me ao percorrer sua pele macia e quente, trilhando caminho interno de sua coxa até alcançar sua virilha sem nenhuma recusa. Apenas arrancando gemidos dela, todo instante.


— Céus, Minnie… — meu nome em sua boca soou como um mel e me deliciei com aquilo, tiro seu short, pressionando-a com meu pau, minhas mãos ficaram agitadas sentindo o contorno da pequena calcinha. Quando descobri que ela estava vestida com um espartilho, nossa, aquilo aumentou o meu fogo. 


Com as mãos abertas descobria cada parte do seu corpo por cima do tecido macio de renda, provocando-a.


Subi até seus seios apalpando-os com força sem machucá-la, e então desci pelo centro do seu abdômen até sentir a pele macia de sua coxa e toquei gentilmente a área quente entre suas pernas.


— Ah… — Seus lábios se abriram à medida que ela virava o rosto para me beijar, eu a queria totalmente entregue, e estava conseguindo deixá-la vulnerável. Era até estranho vê-la tão frágil ali em meus braços, totalmente entregue, ela que era tão arisca… Fugindo de sua boca implorando pela minha, segui rumo à pele cheirosa de seu pescoço.


A minha Rubi…


Agora podia chamá-la assim, estava totalmente arrepiada, e eu pude sentir sua respiração ficar mais ofegante no momento em que meus dedos atravessaram o elástico da calcinha na altura de sua virilha e tocaram-lhe a vagina que, por sua vez, já se encontrava deliciosamente úmida e quente e, em seguida, movia em seu clitóris, acariciando lhe rápido e forte.


Meu pau doía de tão duro que estava ainda preso na calça, abri o botão e desci o zíper, e abaixei-a o suficiente para dar liberdade a ele pedindo para respirar.


— Me deixa sentir você, Baby, por favor — implorei ao seu ouvido, enfiei a língua e dei-lhe um beijo que a senti estremecer.


— Deixo — autorizou com a voz embargada.


— Sério? — murmurei em seu ouvido.


Ela assentiu com a mão para trás em minha bunda pressionando meu quadril ao dela.


Agarrado a sua cintura, beijava seu pescoço com ardor. Levantei seu vestido, ela afastou o elástico da calcinha me oferecendo tudo aquilo, e coloquei bem em seu meio, deslizando em seu líquido deliciosamente quente e escorregadio, deixando-a sentir meu membro quente e louco para sentir o seu calor interno.


— Que delícia… — ela repetia muito esta frase, rebolando em mim, me deixando ainda mais alucinado.


A estocava com força ate chegarmos a o ápice juntos.





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