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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


boa madrugada para quem chega agora, bom dia, boa tarde e boa noite.


olha só, chegando ao final de "A Câmara Secreta" aqui e eu chegando ao final de escrever a parte do "O Prisioneiro de Azkaban". Tenho a leve impressão que rendeu mais do que essa primeira parte.

espero que gostem.

Capítulo 14 - Um dia depois


Harry havia entrado correndo e logo atrás Rony e Gina também.

— Você está bem?— pergunta
— Pareço mal para você?— pergunto
— Não, ainda bem que nada aconteceu— se senta ao meu lado sobre a cama
— Olá Rony! Oi Gina como se sente?— pergunto
— Eu acho que estou bem— diz
— Te trouxemos até a enfermaria a um dia atrás, logo após Harry matar o basilisco e conseguir acabar com a lembrança de Tom Riddle— Rony diz respondendo uma de minhas dúvidas
— Como conseguiram?— pergunto eufórica

Ficamos por um tempo conversando, enquanto eu escutava os acontecimentos daquela noite até que Rony e Gina, nos deixaram sozinhos. Harry parecia ainda preocupado com algo.

— Quer conversar sobre algo?— pergunto
— Eu contei ao professor Dumbledore sobre você sabe, eu falar com as cobras.
— O que ele disse a você?
— Que na noite em que ele matou os meus pais e tentou me matar, alguns poderes dele foram transferidos para mim, mas claro não foi intencionalmente, mas transferiu. Eu acredito então que o chapéu seletor estava certo, eu deveria estar na sonserina, porém eu pedi para ele me colocar na Grifinoria o que me tornou diferente de você sabe quem.
— Isso é impressionante— seguro sua mão— não se preocupe Harry, tenho certeza que agora não acontecerá nada, quer dizer não tão cedo, certo?— pergunto
— Encontrei o pai de Draco hoje.
— Quando isso?— me explica a conversa que tiveram na sala de Dumbledore e de como ele livrou um elfo da família Malfoy
— Isso explica o porquê de Draco ser desse jeito— Harry diz
— Olha, eu não acho que seja assim. Quer dizer eu sinto que ele só é uma pessoa incompreendida.
— Não acredito que você está defendendo ele.
— Não é defendendo Harry, mas sim reconhecendo que algumas coisas não fazemos porque queremos.
— O que você quer dizer com isso?
— É complicado— respondo— como está a escola agora? Os alunos? Muitas falas sobre termos entrado na Câmara?— pergunto
— A todo momento— revira os olhos— isso é só mais um fato, para o professor Snape jogar na minha cara.
— Eu sinto muito por isso Harry, sendo sincera eu não compreendo essa birra que ele tem com você.
— Eu também não, mas não tem o que fazer— sorrio— eu fiquei um pouco mal em saber que você havia se machucado por minha causa.
— Por sua causa?— pergunto
— Se eu não tivesse deixado você ir comigo até a câmara...
— Eu teria ficado fora e talvez o basilisco tivesse me matado— respondo— Harry isso é sério? Eu fui porque queria te ajudar, você é meu irmão— segura a minha mão
— Não queria mais que se sacrificassem por mim.
— Não foi sacrifício, eu só fiz o que eu deveria fazer.
— Obrigado Serena— aquele momento parecia ser tão irrealista— fico feliz por ter você ao meu lado.
— Se você soubesse o quanto eu queria te conhecer. Sei o quanto foi difícil para você e ainda é.
— É até difícil de acreditar que você realmente existe.
— É eu sei, supostamente eu fui um grande erro.
— Acho que todos erramos, mas algumas coisas não tem explicação, precisamos apenas nos apoiar.

Sou reconfortada em um braço no qual fui pega de surpresa. Me sinto um pouco estranha em estar com ele aqui, eu não esperava que ele fosse sw acostumar tão rápido com a situação. Sinto algumas partes nos quais ele estava apertando doerem, lembrando que eu estava machucada.

— Harry...eu ainda estou dolorida— se afasta
— Ahh me desculpe— sorrio e arrumo seu cabelo que estava todo bagunçado— eu acho que já vou. Tenho certeza que seus amigos estão te esperando.
— Certo— respondo
— Depois eu venho aqui— o vejo sair

Eu não havia ficado muito tempo sozinha. Assim que Harry havia saído, Charlotte, Arabella, Draco e Tobias vieram saber se eu estava bem.

Não vou mentir fiquei feliz em ver o Draco, quer dizer talvez, ele tenha como tomar um pouco de juízo.

Ficamos conversando, eu contei para eles como foi a minha experiência quase traumática. Vendo agora eu poderia realmente ter morrido e ainda sim não é esse o fato que me intriga.

— Pessoal vamos deixar a Serena— Charlotte diz ao perceber que havia alguém se aproximando
— Sim...— Draco me olha com o mesmo sorriso cínico— até mais senhorita confusão.
— Até logo senhor arrogância...

Papai havia voltado, pelo o jeito terei companhia até eu dormir de novo. Ele trazia uma taça consigo.

— Como foi hoje?— pergunto
— Você já sabe. O mesmo de sempre. Tentando ensinar um bando de crianças incoerentes que hoje estavam mais agitadas do que o normal.
— Por causa do que aconteceu?
— Exatamente— se senta ao meu lado— você o Potter e companhia, causaram uma grande repercussão. Se por acaso queria ficar famosa igual o Potter conseguiu.
— Eu não fiz porque eu quis, mas porque era preciso— me entrega a taça
— Serena, você não tem que colocar a sua vida em risco por causa...
— Do Harry? Pai o senhor sabe o que penso a respeito dele e sim vou defende-lo até o fim.
— Eu não sei o que faço com você.
— Não faça nada— sorrio e tomo o suco de abóbora— eu não sou mais uma criança papai.
— Serena você tem onze anos— joga meu cabelo para atrás
— Exatamente— sorrio
— Se você não é mais uma criança, me diz esse dente de leite em sua boca?— cruzo os braços
— Para com isso. Falta apenas esse a cair.
— Me disseram que amanhã de manhã você já pode voltar para a sala comunal.
— Sério?— pergunto— eu acho que não estou bem, olha que interessante meu estômago está doendo.
— Sem isso mocinha, precisa voltar para as provas finais. Quero boas notas suas e em breve já será Natal— pega a taça que estava em minhas mãos e coloca ao lado na mesinha— está cansada?— pergunta
— Um pouquinho. Ainda estou sentindo dor na costela. Eu passei a tarde tentando lembrar como foi que eu me machuquei assim, mas não lembro, apenas de Tom Riddle lançando o feitiço, mas...
— Não se esforce tanto, além do mais já passou. Eu vou ficar aqui com você até dormir...

Ficamos conversando enquanto eu tentava dormir, ele me perguntou sobre como era a câmara e eu o expliquei o quão estranha era e sem iluminação. Falei sobre Tom Riddle e como o ataquei, fui elogiada pelo o feitiço, porém não havia dado certo.

Eu me entreguei ao sono que vinha devagar, enquanto aproveitava que o mesmo acariciava meu rosto devagar, lembrando das vezes nos quais ele havia me colocado para dormir, quando mais nova. E assim que amanhecia, ele já não estava mais lá.
Tinha que aproveitar antes de voltar a lidar com o senhor Snape das salas de aula.



Notas Finais


espero que tenham gostado.

Até a próxima ♥️⚔


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