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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 26


Escrita por:


Notas do Autor


olá, olá, boa tarde pessoas

penúltimo, eu espero que gostem.

Boa Leitura!!

Capítulo 26 - Pettigrew


O lado de fora do Castelo estava um completo silêncio estranho. Enquanto caminhávamos para ir até a cabana de Hagrid, um homem encapuzado mais parecido com a morte, estava sentado afiando sua foice.

— Eu não acredito que eles vão matar o bicuço— diz Hermione— isso não tem como ficar pior.

Não paramos para ficar olhando, apressamos os passos e seguimos em direção a ponte. Haviam muitos corvos rodeando e para a nossa péssima sorte, Draco estava com seus amigos vendo bicuço preso.

— Acaba de ficar pior— diz Rony ao ver Draco

Ficamos parados antes de prosseguimos pelas escadas, ouvindo Draco, uma excelente ideia se queríamos ficar nervosos.

— Papai disse que eu posso ficar com a cabeça do hipogrifo— riam enquanto esperávamos a desgraça acontecer

Hermione havia ganhado um leve rubor em seu rosto, junto de uma expressão seria, mais para alguém que está prestes a matar outro. A vemos seguir em direção a Draco e logo a acompanho.

— Olha só quem está aqui— diz Draco sorrindo— sahh vieram ver o show?— pergunta
— Você— Hermione aponta— sua barata nojenta e asquerosa— ameaça Draco com sua varinha

Ele estava sendo encurralado em uma pedra pela mesma. Eu assistia aquela cena rindo, enquanto Draco parecia não duvidar do que a mesma era capaz.

— Hermione não vale a pena— diz Rony
— Aahh vale sim— espero ansiosa para que ela faça algo
— Serena, quer parar com isso?— Harry puxa meu braço e o encaro desapontada

Hermione abaixa sua varinha e da alguns passos para atrás. Eu havia ficado chateada por ela ter apenas o ameaçado, mas para a minha alegria e surpresa de Harry e Rony. Hermione volta e rapidamente, fecha seu punho direito atingindo o rosto de Draco com um soco.

— Hermione você é incrível— falo impressionada

Draco e seus amigos saíram correndo de volta para a ponte, enquanto os meninos continuavam a olhando sem saber o que dizer.

Foi possível escutar Draco dizendo para que Crabbe e Goyle, não contassem a absolutamente ninguém o que havia ocorrido.

— Essa foi boa— diz sorrindo
— Boa não— olhamos para Rony— foi brilhante.
— Você fez o que eu sempre quis fazer durante esses três anos— Harry diz espontâneo

Continuamos a descer aquela colina até a cabana de Hagrid, onde o mesmo nós convidou para entrar e tomar um chá.

Bicuço estava ao lado de fora acorrentado. Ele estava triste e Harry tentava sugeri que o soltasse para fugir, mas sabíamos que isso traria problemas para ele e para Dumbledore.

— Ele disse que estar a comigo quando chegar a hora— diz Hagrid olhando pela janela— grande homem o Dumbledore. Grande homem— sussurra por final
— Vamos ficar também Hagrid— diz Hermione
— Vocês não vão fazer isso— diz apontando para nós quatro— acham que eu quero que vejam uma coisa dessas?— pergunta e concordamos— não. Vai beber o chá e irão embora— olho para Harry que parecia estar pensando em algo— antes de irem, Rony...— caminha até o balcão aonde abri um pote— quero devolver isso— ele estava com um rato em suas mãos
— Perebas— diz Rony feliz— ele está vivo— pega o roedor em mãos
— Cuide melhor de seus bichinho Rony— Hagrid aconselha
— Acho que pede desculpas a alguém— Hermione para em sua frente de braços cruzados
— Está bem— suspira— quando encontrar o bichento, eu pedirei desculpas.
— Você tem que pedir desculpas a mim— Hermione aponta para si mesma

Enquanto prestavamos atenção, nosso foco foi desviado para um pote que havia quebrado do nada.

— Puxa o que foi isso?— Hagrid pergunta

Hermione e eu nos aproximamos do pote agora quebrado e havia uma pedra. A pega na mão e logo olhamos para Harry que havia reclamado de algo após ser atingido também por uma pedra.

Harry olha pela a janela e logo chama Hagrid.

— Caramba...— sussurra— está tarde, já vai anoitecer. Não deveriam estar aqui— caminha em direção a porta que ficava no fundo da cabana— se pegarem vocês aqui a essa hora fora do castelo, estariam em uma grande confusão. Principalmente vocês dois— aponta para mim e Harry

— Já estou indo— ouvimos alguém bater na porta

Corremos todos para a porta dos fundos, antes que nos vissem e ficamos por um tempo agachados ao lado de fora.

Ficamos observando o professor Dumbledore, junto do ministro e do cara sinistro que havíamos visto mais cedo com uma foice entrarem na cabana de Hagrid.

Harry me puxa e corremos até o canteiro de abóboras que havia perto, nós escondemos atrás e ficamos observando a conversa que acontecia dentro da cabana.

Ouço algo cair próximo a mim e eu Hermione nós viramos para atrás bruscamente, encarando as árvores da floresta.

— O que foi?— Harry pergunta
— Achei que tinha ouvido alguém— Hermione responde— nada, deixa pra lá

Continuo a encarar estranhamente, parecia que estávamos senso observados, mas logo volto a prestar atenção a minha frente.

— Vamos embora— diz Rony

Subimos correndo pela trilha até que paramos na mesma pedra no qual alguns minutos atrás Draco havia levado um soco.

Ficamos observando do alto o que acontecia lá embaixo, Bicuço estava prestes a ser executado.

Me aproximo de Harry e viro meu rosto enquanto eu apertava seu braço. Hermione abraçara Rony que agora caia no choro com a cena que acabara de presenciar.

— Aí!— ouvimos Rony dizer— ele me mordeu— vejo seu dedo que agora estava ensanguentado

Rony havia soltado perebas que agora fugirá o mesmo correrá atrás dele e o seguimos.

— Rony! Espere!— Harry grita

Saímos todos correndo atrás se Rony que agora estava a seguir em direção ao Salgueiro lutador atrás de seu rato.

Paramos ao ver que Rony estava em frente ao Salgueiro.

— Harry você sabe que árvore é essa— diz Hermione
— Sim— responde— Rony! Saia daí! Corra!— grita, mas Rony parecia estar apavorado com outra coisa
— Harry! Serena! Hermione! Corram!— aponta para algo atrás de nós

Nos viramos para saber do que se tratava e para a nossa grande surpresa mais uma vez, era um cachorro? Ou um lobo muito grande? Não sabia ao certo, mas era assustador. Seu pelo eram bem escuros e seus olhos extremamente negros. Dou alguns passos para atrás morrendo de medo enquanto puxo a manga da blusa de Harry.

— É o sinistro!— Rony grita

O lobo parecia estar se preparando para avançar, paraliso na mesma hora, mas o lobo acaba desviando de nós e avançando em direção a Rony.

— Harry!— vemos o lobo puxar Rony pela a perna
— Rony!— corremos na direção do mesmo na intenção de impedir

O lobo estava puxando Rony para uma passagem que havia na raiz da árvore. Harry se joga no chão tentando alcançar a mão de Rony, mas já era tarde.

Ficamos parados em frente a árvore assustados e incrédulos com o que havia acontecido.

Surpreendentemente vejo um galho se aproximar de nós três, tento correr, mas sou empurrado pelo mesmo caindo para longe.

— Aí...— reclamo
— Vocês estão bem?— Harry pergunta
— Sim...Vamos— Hermione diz

Tentamos entrar pelo o mesmo lugar aonde Rony será levado, mas a arvore parecia estar ficando mais agressiva. Hermione havia se pendurado em um dos galhos, enquanto eu havia sido atingida novamente por um dos galhos e ainda estava tentando me recuperar o que não foi preciso muito tempo. A árvore tentou me atacar novamente e levantei rapidamente correndo novamente até a passagem, me jogo dentro daquele buraco e acabo caindo sem jeito parando em um lugar escuro.

Fico sentada por um tempo, mas até ser atingida anoitecendo a queda de mais duas pessoas.

— Saiam de cima de mim— peço enquanto resmungo
— Me desculpe Harry— Hermione pede
— Sem problemas— Harry diz
— Ei! Eu ainda estou aqui— falo
— Desculpe Serena— me ajuda a levantar
— Aonde será que isso vai dar?— Hermione pergunta

Observo bem o local e o túnel que havia. O tanto de inseto que deve ter nesse lugar pode chegar a ser assustador, tenho certeza.

— Eu tenho um palpite, mas tomar que eu esteja errado— diz Harry passando na frente

Seguro no braço de Hermione seguindo Harry. Havíamos chegado em algum lugar parecido com um sótão, não se sabia ao certo. Ficamos olhando ao redor e eu desconhecia aquele lugar. Era uma casa.

— Estamos na casa dos gritos— diz Hermione— não estamos?— pergunta
— É o que?— olho para ela

Continuamos juntos até começarmos subir as escadas e ouvir os gritos de Rony vindo do andar de cima. Corremos até um dos cômodas e entramos na que a porta estava aberta.

Rony estava sentado sobre ao que parecia ser uma cama, com Perebas em mãos e tremendo de medo.

— Harry é uma armadilha— aponta para a porta— não é um cão é um animago.

Olhamos para o chão seguindo as pegadas e dando de cara com uma face no qual já conhecíamos muito bem.

Era Sirius Black em nossa frente. Nesse momento, mentalmente já estava pedindo desculpas ao meu pai por ter o desobedecido.

Eu e Hermione passamos na frente de Harry e ficamos cara a cara com Black.

— Se você quiser matar o Harry, terá que matar a gente— Hermione diz
— Eu tenho uma sugestão melhor— falo— senhor não mate nenhum de nós— peço
— Não— diz Black— só uma pessoa vai morrer hoje.
— Então vai ser você!— Harry empurra nós duas
— Não Harry!— gritamos

Harry estava a brigar com Sirius até que o consegue derruba-lo o ameaçando com sua varinha.

— Você vai me matar Harry?— pergunta rindo
— Experlliarmus!— ouvimos alguém entrar pela a porta

Era o professor Lupin. A varinha de Harry havia voado para o outro lado daquele quarto. Ficamos todos sem entender o que estava acontecendo, não podia ser possível que o professor estava acobertando Sirius até então não.

— Ora, Ora Sirius. Você está meio acabado não estar?— Lupin pergunta— finalmente o corpo reflete a loucura interior— continuava apontar sua varinha para Black caído no chão
— E você entende muito bem da loucura interior não é Remu?— pergunta

Lupim abaixa a sua varinha e ajuda Black a levantar do chão. Os dois trocam abraços como se estivessem se reencontrando. Trocamos olhares pensando, agora estamos morto e o que está acontecendo aqui?

— Eu o achei— diz Black a Lupin— vamos mata-lo.
— Não!— Hermione grita
— Não vamos deixar que você mate meu irmão– falo
— Eu confiei no senhor— Hermione diz enfurecida— e esse tempo todo tem sido amigo dele. Ele é um lobisomem, por isso não tem dado aula.
— A quanto tempo você sabe?— caminha em direção a Hermione
— Desde que o professor Snape pediu a redação— responde
— Para as bruxas da sua idade até que você é a mais inteligente que já conheci Hermione.
— A chega de conversa Remus— Black logo atrás grita— vamos mata-lo.
— Espere— pede
— Eu já esperei muito! Doze anos de espera! Em Azkaban!— Remus volta a olhar para nós
— Está bem, mate‐o— entrega a sua varinha a Black— mas, espere mais um minuto. Harry tem o direito de saber o porquê.
— Eu já sei o porquê!— responde— você traiu meus pais, por sua causa eles estão mortos— diz o óbvio
— Não Harry, não foi ele— Lupin responde— alguém traiu seus pais, mas não foi ele. Foi alguém que até recentemente eu achava que estava morto.
— Então foi quem?— pergunto
— Pedro Pettigrew!— Black responde— e ele está neste quarto agora. Venha apareça Pedro! Vamos brincar!
— Experlliarmus!— ouço a voz de meu pai
— Papai?— falo ao vê-lo
— Aahh como é doce a vingança— apontava sua varinha na direção dos dois— sonhei tanto que fosse eu a encontrá-lo.
— Severo...— Lupin da alguns passos para atrás após meu pai aponta-lo para ele
— Eu disse a Dumbledore que estava ajudando seu amigo a entrar no castelo e agora eis a prova.
— Brilhante Snape— diz Black— mais uma vez você usou sua mente aguçada para funcionar e como sempre chegou a conclusão errada. Agora se nos da licença! Eu e Remus temos um assunto inacabável para resolver!
— Me de um motivo— coloca sua varinha sobre a pescoço de Black— eu imploro.
— Severo não seja tolo— Lupin pede
— Ele não pode evitar já que não há...
— Sirius cale a boca— Lupin pede
— Aahh cale a boca você!— responde
— Olhem só para os dois, brigando como um casal de velhos— meu pai diz
— Por que não vai embora brincar com o seu kit de química, hein?— pergunta
— Você sabia que podia mata-la— olho para Harry— mas por que negar isso aos dementadores? Eles estão tão ansiosos para ver você. Estou detectando um sinal de medo? Estou sim. Um beijo de um dementador, dizem que é quase Insulportavel de se presenciar, mas vou fazer um esforço.

Continuávamos a assistir tudo o que diziam, até que sinto algo escapar de meu bolso, olho para atrás e vejo que minha varinha já não estava mais lá.

— Severo, por-favor?— Lupin pede
— Vá na frente— diz meu pai
— Experlliarmus!— Harry atingi meu pai
— A minha varinha!— falo
— Desculpe, mas preciso agora. Me fale sobre esse Pedro Petrigrew— Harry aponta para Lupin
— Harry o que foi que você fez?— Rony pergunta
— Atacou um professor— Hermione dizia assustada
— Harry ele é meu pai sabia?— pergunto
— Falem!— grita
— Ele estudou com a gente, achávamos que ele era nosso amigo— Lupin responde
— Não— Harry discorda— eles está morto. Você o matou!— aponta para Black
— Ainda não— Lupin passa na frente de Harry— eu também achava isso, até que vi Pettigrew no mapa.
— O mapa nunca mente!— Black aponta para o Perebas— Pettigrew está vivo e está bem ali!
— Eu?— Rony pergunta— ele é maluco?
— Você não seu tolo, o seu rato!
— O Perebas está na minha família a anos— Harry diz acariciando o rato
— Doze anos? Uma vida muito longa de um rato comum como este, ele tem um dedinho faltando não tem?— pergunta
— E daí?— perguntou
— Só o que acharam de Pettigrew foi o seu...— Harry responde
— Seu dedo, esse ficar de cortou o dedo para que todos pensassem que estava morto, e depois ele se transformou em um rato.
— Quero ver— Harry diz
— Prove— falo— Rony entrega o rato— Sisirus se aproxima para pega-lo
— Mas o que está tentando fazer com ele?— Rony pergunta quase chorando
— Entregue— Harry diz
— Perebas!— Rony grita

Sirius pega o rato e coloca em cima do piano, mas o roedor sai correndo enquanto tenta acerta-lo com o feitiço. No momento em que ele passaria pela brecha da parede o feitiço o acerta. Como confirmação, não se tratava de um rato.

Lupin e Black o tiraram da parede colocando no meio entre todos nós.

— Remus é o Sirius— eu não sei atuar bem, mas ele supera— meus velhos amigos— tenta fugir, mas acabam o segurando— Harry— se aproxima— se parece tanto com seu pai, igual ao Tiago, nós éramos grandes amigos.
— Como se atreve a falar com Harry, como se atreve a falar do Tiago na frente dele!!!— Black o havia afastado
— Você entregou Tiago e Lilian a Voldemort não foi?— Lupin e Black o encurralam

Sinto uma tensão pairar sobre mim ao ouvir o nome de minha mãe surgir em uma das perguntas.

— Eu não queria os entregar— Pettigrew estava fingindo chorar— o Lord das trevas, não tem ideia das armas que ele possui. Diga você Sirius— aponta para o mesmo— o que você teria feito? O que você teria feito?
— Eu morreria! Eu preferia morrer a trair os meus amigos!

Vejamos Pettigrew passar por baixo do velho piano e logo em seguida segurar Harry.

— Harry o Tiago não iria querer que tivessem me matado. Seu pai, ele teria me polpado— o empurro
— Tire as mãos dele!— grito
— Ele teria piedade...— Lupin e Black puxam para atrás
— Você quer saber Pedro?— Black pergunta— se Voldermot não o tivesse matado, nós o mataria.
— Não!— olho para o Harry
— Harry este homem...
— Eu sei o que ele é— Harry diz se juntando aos três— mas, nós vamos levá-lo para o castelo.
— Deus te abençoe garoto, Deus te abençoe— se ajoelha aos pés de Harry
— Não me toque!— Harry ordena— nós vamos leva-lo a castelo, os dementadores vão cuidar de você.

Aquele baixinho, monstruoso e horrendo, agora levará suas mãos a boca e roera suas unhas, enquanto suplica piedade.

Corro em direção aos escombros aonde estava meu pai.

— Ele acordara Serena— Harry diz— lembre-se é o Professor Snape, ele não está morto.
— Eu sei, tudo bem— respondo— depois eu aguento a bronca mais o castigo que vou levar.
— Ele é seu pai?— Black pergunta e eu apenas concordo— você é parecida com alguém.
— Todos dizem isso— falo

Saímos todos da casa dos gritos, Harry e Black ajudavam Rony que estava mancando.

Ao saímos nos aproximamos de Rony que estava machucado. Vejamos Sirius andar alguns metros.

— Vá com ele Harry— falo
— Não, tudo bem eu vou ficar aqui.
— Vá Harry— Hermione diz— Está doendo muito?– pergunta
— Sim— Rony afirma— talvez tenham que amputar.
— Não é pra tanto.

Pettigrew e Lupin haviam saído e agora estava a tentar convencer Rony de ajudá-lo.

— Rony por-favor?— súplicava— eu não fui um bom bichinho?— pergunta— não me entregue para os dementadores. Eu fui seu rato.
— Menina meiga, menina inteligente— toca em Hermione
— Fique longe dela!— Lupin o puxa brutalmente

Olhamos para o professor Lupin, que agora estava paralisado olhando para a lua, que se revelava entre as nuvens.

— Harry!— Hermione o chama

Lupin estava se transformando, todos nós levantamos. Ele era diferente pelo o que entendi, se é um lobisomem, então perde a consciência total quando se transforma.

— Você não tomou pocão está noite?— Black pergunta

Sirius tentava fazer com que seu amigo não se transforma-se, mas era tarde demais. Pettigrew havia voltado a ser um rato e fugido e nós quatro estávamos parados sem poder fazer nada.

Lupin já não estava mais, agora se aperfeiçoava em sua nova forma. Hermione deu alguns passos, enquanto tentávamos entender a missão suicida que ela estava se colocando.

— Não Hermione— falo
— Esperem— pede— professor?— chama
— Péssima ideia, péssima ideia...— Rony sussurrava

Por um segundo o lobisomem parecia ter entendido, mas logo em seguida soltou um uivo, fazendo com que todos nós andassemos para atrás assustados.

Meu pai apareceu saindo da árvore e empurrou todos nós, ficando a nossa frente.

— Potter você está aqui?— meu pai pergunta
— Sim estou— Harry diz

Não entendi muito bem essa pergunta, por que ele só perguntou do Harry se estamos em quatro?

O lobisomem se aproximava de nós, não havia o que fazer até que fomos todos atacados caindo no chão.

Black que havia sumido agora aparecerá novamente como o cão negro de antes e atacara Lupin. Os dois brigavam em nossa frente, enquanto meu pai tentava não deixar que chegassem perto se nós.

Os dois haviam se afastado e Harry havia corrido atrás dos dois.

— Volte aqui Potter!— meu pai grita

Dessa vez eu não conseguia dizer que não foi uma atitude prepotente feita pelo o meu irmão.

— Harry não!— meu pai segura meu braço
— Serena!— grita
— Mas o Harry...
— Eu vou cuidar disso, agora fique quieta!— vejo meu pai correr na mesma direção aonde estava Harry e sumir

E logo um clarão se forma logo abaixo. Eu não sabia dizer o que estava acontecendo, mas acabei desfocando ao sentir meu braço doer e muito.

Vejo que havia algo de errado, pois eu não conseguia mexe-lo.

— Acho que quebrei o braço— falo 


Notas Finais


espero que tenham gostado.

Até a próxima ♥️🦁


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