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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 27


Escrita por:


Notas do Autor


inhauuuu, boa madrugada para vocês.

Trago aqui o último capítulo de "O Prisioneiro de Azkaban".

espero que gostem

Boa Leitura!!

Capítulo 27 - Vira Tempo


E terminamos aqui. Sirius Black havia sido levado e agora estava preso, até o dia terminar ele já estaria morto pelos dementadores.

Enquanto nós, Harry continuava desacordado e Rony com a perna quebrada. Eu bem, como havia presumido meu braço quebrou e Hermione estava com a mão enfaixada. Estávamos conversando sobre o que havia ocorrido.

Meu pai anteriormente havia me dado uma bela de uma broca na frente deles, porém fazer o que?

Olhamos Harry se mexer na cama e nós aproximamos.

— Harry?— Hermione o chama
— Eu vi o meu pai— responde
— Do que você está falando?— pergunto
— Eu vi o meu pai, ele espantou os dementadores.
— O que?
— Na outra margem do rio.
— Olha Harry eles pegaram o Sirius— diz Hermione— eles vão dar o beijo a qualquer instante.
— Então eles vão mata-lo— Harry sai da cama e Hermione o segura
— Não, pior ainda, muito pior. Os dementadores vão sugar a alma dele.

Ouvimos a porta da sala hospitalar ser aberto. Era o diretor.

— Diretor o senhor tem que impedir— Hermione se aproxima dele
— Pegaram o homem errado— falo
— É verdade senhor— Harry confirma— Sirius é inocente.
— Foi o Perebas que fez isso— diz Rony logo atrás de nós
— O Perebas?— professor Dumbledore pergunta
— É o meu rato senhor, ele não é bem um rato. Ele era um rato do meu irmão Percy, mas ele ganhou uma coruja...
— A questão é que sabemos a verdade— diz Hermione— acredite em nós.
— Acredito muito senhorita Hermione, mas permito me dizer, eu duvido que a palavra de quatro crianças bruxas irá convencer a bem poucos— caminha até o Rony— a palavra de uma criança, embora honesta e verdadeira— vejamos Rony resmungar ao professor tocar em sua perna— tem pouco valor, para aqueles que não sabem mais ouvir.

Ouvimos a badalar do relógio, que marcava mais uma hora cheia. Dumbledore caminhou até a porta, parecia pensativo.

— Como é misterioso o tempo— ele olhava para o corredor— poderoso e quando interferindo perigoso. Sirius Black está na cela mais alta da torre oeste— vira-se mais uma vez— conhece as leis senhorita Hermione, não podem ser vistos. E vocês vão conseguir eu sei, retornar antes da uma última badalada— olho para Hermione sem entender— se não as consequências serão terríveis, inimagináveis. Se tudo der certo, mais de uma vida inocente será poupada. Três voltas devem passar eu acho— antes de fechar a porta ele volta— a propósito, na dúvida. Acho que reconstituir meus passos é uma boa maneira de se começar.

Vejamos ele fechar a porta e permanecemos apenas nós quatro novamente.

— E agora?— pergunto
— Mais que maluquice foi essa que ele acabou de falar?— Rony pergunta
— Lamento Rony, mas já que não pode andar— vemos Hermione retirar um tipo de relógio que se assemelha mais a uma ampulheta em um colar— ao número de horas uma volta no tempo— passa o cordão em volta de nosso pescoços— vamos voltar no tempo.

Harry havia segurado a ampulheta, mas logo Hermione da um tapa em sua mão fazendo com que não tocasse. A mesma pega e gira a pequena bolinha que havia, dando um número de voltas preciso que logo começou a girar sozinha.

Ficamos olhando tudo ao nosso redor mudar, até mesmo as pessoas que entravam.

— Cadê o Rony?— Harry pergunta
— O que foi isso?— pergunto analisando
— São sete e meia— diz Hermione— aonde estávamos as sete e meia?— pergunta
— Eu acho que no Hagrid— respondo
— Vamos, não podemos perder tempo— corremos pelos corredores do castelo até sairmos.

Havíamos novamente voltado ao fim da ponte, aonde até então Hermione havia dado um soco em Draco.

— Mas, somos nós— diz Harry— como? Não é normal— Hermione puxa nós dois e mostra novamente o que guardava
— Isso é um vira tempo. A Minerva me deu no início das aulas é assim que eu tenho assistido todas as aulas esse ano.
— Então agente realmente voltou no tempo?
— Exato. O Dumbledore deveria querer que a gente volta-se a esse momento. Aconteceu alguma coisa que ele quer que a gente mude.
— Lindo soco.
— Obrigado.

Ficamos de longe olhando novamente aquela cena de repetir e quando vimos que Draco já estava voltando, corremos para nós esconder.

— É claro— ficamos olhando os nossos eus do passado entrarem na cabana— lembram do que o Dumbledore disse? Mais de uma vida será poupada. É o bicuço.

Logo após, descemos devagar indo em direcao ao canteiro de abóboras. Nos escondemos logo atrás e analisamos o que ocorria pela a janela da cabana de Hagrid.

Ficamos observando o professor Dumbledore junto do ministro descerem a trilha até a cabana.

— Vamos, eles estão vindo— Harry diz
— Para— Hermione pede— o ministro precisa ver o bicuço antes, para não achar que foi o Hagrid.
— É o Pettigrew— diz ao ver Hagrid entregar Perebas a Rony
— Harry você não pode— falo
— Esse homem matou os meus pais, a nossa mãe Serena. Eu não vou ficar parado.
— Vai sim!— Hermione diz— vai ficar aqui— puxa ele. Harry você está na cabana do Hagrid agora, se entrar vai achar que está louco e coisas horríveis aconteceram com bruxos que mexeram com o tempo, não podemos ser vistos.
— Eles estão chegando— falo e corremos para nos esconder atrás das abóboras novamente

Hermione pega uma pedra e agora pela janela de Hagrid e logo após ouvimos algo ser quebrado. Era isso então.

— Ficou louca?— Harry pergunta

Pego mais uma pedra e atiro pela janela, mas dessa vez acertando Harry.

— Aí!— diz
— Desculpe— peço

Nos escondemos entre as árvores após perceber que já estávamos se aproximando de nós.

— Quando eu estou de costas é assim que fica meu cabelo?— Hermione pergunta

O meu eu do passado e a Hermione estavam a olhar para atrás desconfiadas, como se soubessem que algo estava as observar. Agora tudo faz sentindo.

Os quatro vai embora e então corremos até o bicuço, Harry havia tentado puxar pelas correntes, mas o mesmo parecia não obedecer.

Até que Hermione pega algumas fininhas que agora estava mortas, provavelmente eram para alimenta-los.

— Que nojo!— falo
— Aahh vem me ajuda Serena— seguro pelo o rabo um dos animais mortos
— Bicuço!— Hermione sacode a doninha— vem aqui pegar!— joga para cima e bicuço pega

Harry vinha o guiando pela corrente, enquanto eu e Hermione chamávamos sua tenção sacudindo as doninhas.

Paralisamos todos ao perceber que todos haviam saído da cabana, ficamos olhando até percebermos que estavam distraídos.

Puxamos todos a corrente que estava em volta de bicuço e o mesmo corresponde, vindo atrás de nós e entrando dentro da floresta.

Corremos o mais rápido possível e quando já achávamos que estava mais distante deixamos bicuço sozinhos e fomos até proximo o Salgueiro lutador salvar Sirius.

Havíamos todos entrado no Salgueiro, então nos sentamos perto das árvores e esperamos. Bicuço estava logo atrás de nós brincando com alguns morcegos que sobrevoavam entre nós.

— Pelo menos alguém está se divertindo— diz Hermione
— Hermione, Serena— escutamos Harry dizer— antes, quando eu estava com Sirius eu realmente vi alguém no lago e esse alguém espantou os dementadores.
— Com um patrono— diz Hermione— Snape contou a Dumbledore. Só um bruxo poderoso pode conjurar o patrono.
— Foi o meu pai— Harry sorria— foi o meu pai que conjurou o patrono.
— Mas Harry seu pai está...— eu e Hermione nos olhamos após percebemos que havíamos falado junto
— Morto, é eu sei— Harry responde— só tô contando o que eu vi.

Ficamos quietos esperando o momento em que saímos do Salgueiro.
Logo vi, Pettigrew tentando nos convencer que não deixem fazer nada conosco.

— Estamos vindo— levantamos
— Estão vendo o Sirius falando comigo?— Harry aponta— ele está me chamando para ir morar com ele.
— Isso é sério?— pergunto
— Sim, quando ele estiver livre, não vou precisar mais voltar para a casa dos Durley's, só vai ser eu e ele. Podemos morar no campo em algum lugar que de para ver o céu. Ele vai gostar depois de tanto tempo em Azkaban.

E novamente havia acontecido o ataque. Fomos todos correndo atrás de Harry, que segurava minha mão me puxando para as margens do lago, porém paramos antes observando do outro lado Sirius e Remus brigaram.

— Harry! Calma!— peço
— Não temos tempo— responde
— Aaauu!— Harry tampa a boca de Hermione com as mãos
— Enlouqueceu Hermione?— pergunto
— Vamos atrai-lo. Assim Sirius poderá tentar fugir.

Logo o lobisomem parou e começou a correr entre as vegetações em nossa direção.

— Ele está vindo para cá...— ouço o braço de Harry
— Não pensei nisso. Corram!— Hermione diz

Continuamos correndo pela floresta e parecia cada vez mais, que ele estava se aproximando de nós. Nos escondemos atrás de uma árvore abaixados, enquanto tentávamos segurar nossa respiração para que nos ouvisse.

Começamos a dar a volta pela árvore, tentando não deixar com que nos veja, mas paro ao sentir que havia alguém atrás de mim.

Me encolho ao vê-lo em minha frente já esperando o pior acontecer, mas algo surgiu junto de um vento forte, era bicuço que agora estava a nós defender, fazendo Remus correr.

— Eu achei que iria morrer— falo
— Eu fiquei com tanto medo— Hermione diz abraçando Harry
— O professor Lupin está tendo uma noite difícil.

Sentimos logo um vento gelado nós atravessar e com isso tudo ao nosso redor se tornar sem emoção, olhamos todos para o céu e haviam milhares de dementadores sobrevoando.

— Sirius!— diz Harry

Havíamos chegado as margens do rio, no qual ficamos afastados para que ninguém nos visse.

Harry estava ajoelhado ao lado de Sirius do outro lado e assim vários dementadores surgiam os rodeando.

— Fiquem tranquilos o meu pai já vai chegar— diz ele olhando para o que acontecia do outro lado— e vai conjurar o patrono.
— Harry...— o olho preocupada
— A qualquer instante— diz
— Vocês vão morrer Harry!— diz Hermione
— Ele vai vim!
— Harry me escuta não vem ninguem— pede
— Esperem só mais um pouco.
— Harry!

Vemos o mesmo correr para mais perto do rio e logo dizer o feitiço.

— Expectro Patronoum!

Uma intensa luz brilhante surge de sua varinha, empurrando todos os dementadores.

Havíamos conseguido e agora precisávamos terminar o mais rápido possível. Usamos bicuço como um meio de nós locomovermos mais rápido até o castelo.

Então era o próprio Harry que havia conjurado o patrono, não o pai dele.

Descemos na torre aonde estava Sirius, Hermione ajudou dizendo o feitiço para abrir a cela.

Havíamos parado no pátio, havia sido algo muito emocionante. O padrinho de Harry parecia estar extremamente feliz.

— Eu serei eternamente grato aos três— Sirius diz
— Eu quero ir com você— diz Harry
— Um dia talvez Harry, por enquanto minha vida vai ser meio imprevisível.

Puxo Hermione para atrás, deixar os dois conversar um pouco, Harry precisa disso.

Sirius logo volta até Bicuço, montando em cima do mesmo, era hora do adeus.

— Mocinhas— nos chamas— você até que é uma bruxa inteligente para as garotas de sua idade— diz olhando para Hermione que agradece retribuindo um sorriso— e você— me encara— cuide dele enquanto eu não estiver por perto, não deixe se meter em tantas confusões.
— Vou tentar não contribuir com as loucuras dele, okay?— pergunto

Vemos o mesmo desaparecer no céu entre as vagas nuvens que eram absorvidas pela luz do luar.

Ouvimos o badalar do relógio, nos olhamos assustados e corremos todos para dentro do castelo tentando chegar na sala hospitalar o mais rápido possível.

Na entrada estava Dumbledore fechando a porta, corremos até o mesmo e paramos em sua frente.

— Conseguimos— diz Harry
— Conseguiram o que?— pergunta— boa noite?— sorrir

Entramos na sala hospitalar e lá estávamos nós, porém evaporando no ar.

— Como fizeram isso?— Rony pergunta— vocês estavam aqui e agora estão aí?
— Do que ele está falando pessoal?— Hermione pergunta
— Acho que na hora que Sirius te arrastou até o Salgueiro, sua cabeça deve ter batido em algum lugar— respondo e novamente me sento sobre a cama ao seu lado— não fomos a ligar nenhum.

No dia seguinte, já estávamos de volta às aulas. Muitos me perguntavam o que havia acontecido, claro eu precisava mentir, apenas Charlotte e Arabella sabiam o que fizemos e as duas ficaram bravas comigo.

Papai havia me colocado de castigo o que já era de se esperar, ele disse que já estou dando muito trabalho a ele, porém se não fosse esse trabalho todo vidas inocentes haveriam sido perdidas.

— Então ele vai ir embora mesmo?— pergunto
— Sim, infelizmente, mas o professor Lupin disse que é melhor assim.
— Aahh pelos menos estamos todos bem, não é mesmo?
— Você tem razão— paramos em frente às escadas— eu preciso ir, tenho treino hoje.
— Tudo bem, eu tenho algo importante agora— caminho andando de costas— cumprir meu castigo com o senhor Snape me colocando para arrumar seu estoque.
— Sinto muito por isso Serena— pede
— Não se preocupe, é por algo maior.
— Boa-sorte.

Entro na sala de meu pai e desço as escadas correndo, ele estava arrumando algo no estoque e obviamente fui direto encontra-lo.

— Boa tarde Serena.
— Olá papai— pego a minha varinha
— Pode guardar isso— diz
— Mais, por que?— pergunto
— Sem mágia.
— Aahh não papai, vai demorar muito— resmungo
— Então, se eu fosse você começava o mais rápido possível e pode esquecer de ficar ao lado de fora. Vai ficar aqui estudando.
— Mais é final de semana.
— E eu sei disso. Agora vá.

Fiquei a tarde arrumando as coisas, limpando outras, colocando em ordem alguns papéis que ele havia deixado jogado pela sala. Até que sento um pouco para descansar, ele havia saído para resolver algum problema e sem perceber, acabo dormindo sobre sua mesa.


Notas Finais


espero que tenham gostado.

e vamos começar com o cálice de fogo, até a próxima ♥️🦁


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