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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 45


Escrita por:


Notas do Autor


eae pessoas???

como vocês estão?

vou começar aqui com uma típica cena que todos conhecemos.

espero que gostem.

Boa Leitura!!

Capítulo 45 - Quarto Ano


Nada mais me tira da cabeça o que eu ouvi mais cedo. Eu já estava preocupada e estranhando muitas coisas e agora só está ficando pior.

Será que realmente era papai que estava aqui? Ranhoso...isso é curioso. Harry, ele parecia tão perturbado após o jantar, eram tantas coisas acontecendo de uma vez e claro medo sobre tudo.

Fui dormir no mesmo quarto em que estava Gina, ela havia mudado durante esse tempo. Estava mais confiante, parecia ter amadurecido um pouco, claramente isso chega para todos. Até as conversas haviam mudado.

No dia seguinte Harry seria levado ao ministério para sua audiência, eu estava torcendo para que tudo desse certo eu sei que daria certo.

Dora me levaria de volta para casa, me preparar para a volta às aulas. Anciosa esse ano por vários motivos e ansiosamente eu estava para ver um certo alguém. Por mais que houvessem tantos segredos, eu sentia falta de estar perto dele todos os dias.

— Você parece estranha— ouço minha Tia dizer
— É só muitas coisas em minha mente.
— Essas coisas são Harry?— pergunta
— Sim— respondo— sabe Tia, uma audiência por causa de um caso de mágia adolescente? Desde quando isso acontece? Tudo isso, eu tenho certeza que é apenas por ser o Harry. Por ele afirmar que viu você-sabe-quem.
— Eu acho o caso dele difícil mesmo— diz
— Super difícil, mas eu acredito que ele será inocentado sobre todas as acusações— termino de fechar minha mala
— Antes que Dora leve você a estação, eu vou pedir por-favor, conte a seu pai sobre o Draco Serena— suspiro e encaro— não faça essa cara querida. Você sabe muito bem como seu pai é, ele ficará extremamente bravo com você se não contar ou talvez não.
— Conhecendo meu pai, logo receberei um não sem poder nem argumentar.
— Mesmo assim fale. Se ele descobrir por si, será bem pior.
— Eu contarei tia, não se preocupe com isso.

Estávamos todos reunidos na estação, estranho andar com tantas pessoas assim. Sempre era a minha tia ou meu pai que me trazia, mas acho que pela segurança de Harry, todos vieram. Até mesmo Sirius estava aqui em sua forma animago para embarcar Harry.

Ao passarmos para estação, me despedir de todos e fui procurar Draco no meio daquela multidão de alunos.

— Se cuide querida— a Senhora Weasley diz
— Irei me cuidar sim— respondo

Draco parecia pensativo e estava em uma cabine sozinho, me sento ao seu lado e o mesmo sorrir.

— Olá Serena— diz
— Está estranho— falo
— Apenas impressão sua— se aproxima e me beija
— Sentia sua falta, como foi suas férias?— pergunto
— Foram o mesmo de todos os anos— ainda sim ele parecia estar diferente.
— Aconteceu algo?— pergunto e seguro sua mão— quer conversar?
— Acho melhor deixarmos isso para depois. Não quero estragar.
— Você que sabe, quando quiser me dizer.
— Eu direi— nos beijamos novamente, mas como sempre Crabbe atrapalha o clima
— Olá Serena, como está seu irmão?— pergunta rindo
— Eu já vou— falo
— Fique Serena— Draco me pede e olho para Crabbe
— Acho melhor não— os deixo sozinhos

Quando saímos do trem, eu, Charlotte e Arabella, caminhávamos logo atrás de Harry, Rony e Hermione. As mesmas pareciam nem empolgadas e anciosa para ouvir o que eu sabia sobre o caso do Harry.

— Draco está bem?— Charlotte pergunta
— Eu creio que sim— respondo
— Charlotte tem algo muito interessante a te contar— Arabella a empurra— não é mesmo?
— O que?— pergunto
— Tem alguém apaixonadinha!
— Pare Arabella!— pede
— Quem é?— pergunto curiosa— é alguém que eu conheça.
— No seu caso nada passa despercebido, então irei contar— Charlotte diz— eu estou gostando da Astória.
— O que?— pergunto sem acreditar— isso é sério?
— Sim— concorda— mas, por-favor não contém a ninguém. Apenass você duas e Tobias sabem.
— Claro, não contarei nada.

Harry ainda sim estava um pouco para baixo. Hermione tentava anima-lo, mas sem chances.

— Estou surpreso que o ministro deixe você livre Potter— ouço a voz do Draco doar logo atrás de mim— aproveite enquanto pode, espero que haja uma cela em Azkaban com o seu nome nela!— olho para Draco sem entender

Rapidamente Rony segura Harry por trás, impedindo que o mesmo arrebenta-se Draco.

— Vai Draco, vai embora— fico na frente do mesmo e o empurro— você não perde tempo.
— Eu não te falei? Esse cara é maluco.
— Cala a boca Draco, sai daqui.
— Fique bem longe de mim!

Sem dizer nada o vejo continuar junto de seus amigos e Harry ainda enfurecido me aproximo do mesmo.

— Harry, peço desculpas por isso— peço
— Por que esta se desculpando por ele?— pergunta— você não precisa responder por tudo o que Malfoy faz.
— Mas, ainda sim não tira o fato de que estamos envolvidos.


Harry continua a andar e volto a ficar com Arabella e Charlotte que assistiam a situação indignadas. Paramos em frente a carruagem. Luna já estava sobre ela.

— Olá Luna— sorrio
— Ah, Oi Serena!— responde— como vai?
— Vou bem, obrigado por perguntar e você?
— Estou bem, também.

Eu, Charlotte e Arabella, ficamos na carruagem atrás da que a Luna estava, assim então deixando para que Harry e seus amigos fizessem companhia para a mesma.

Chegando no castelo, eu sem querer acabei encontrando alguém no qual já não conversava mais tanto. Will, ele estava sozinho o que estranhei pois ele não desfrutava mais de Pansy.

— Olá Will— falo
— Aah é você Serena— estranho o jeito com que me responde
— Aconteceu algo? Ou quer dizer eu te fiz algo?— pergunto
— Não, me desculpe. Apenas não estou bem.
— Sinto muito se por acaso te incomodei. Então já vou— me viro e volto a caminha em direção ao salão principal

Eu ignorei Draco desde então. Ele tentava chamar a minha atenção, tentar puxar assunto, mas eu o ignorava. Eu deixei claro, que não queria e nem estava disposta a presenciar ele e meu irmão brigarem, se eles quiserem se matar, okay, mas bem longe de mim.

— Boa noite crianças!— agora o diretor começaria seus discurso de todos os anos— temos duas mudanças no corpo docente este ano— olhávamos todos para os professores, vendo dois novos rostos.

Claro era evidente e não tinha como deixar de notar a nova professora. Enquanto todos os outros, estavam vestidos de um modo mais formal, com tons escuros, ela literalmente estava da cabeça ao pés de rosa. Na ponta da mesa ao lado de meu pai, notava-se uma mulher baixa semelhante a uma grande sapo pálido. Ela tinha um rosto largo, flácido, uma grande boca frouxa e um pequeno pescoço. Por mais infantil que parece e doce, eu tenho certeza que há algo de errado com ela, em questão a primeira impressão eu nunca fui de errar.

— É um prazer ter de volta a professora Grubbly-Plank em trato de criaturas magicas. Enquanto o professor Hagrid está de licença temporária.
— Aonde está o Hagrid?— pergunto a Charlotte
— Não faço ideia— continuamos a ouvir
— Também vamos dar as boas vindas a professora de defesa contra as artes das trevas. Professora Dolores Umbridge.

Não pude deixar de notar, meu pai a olhando de uma maneira que demonstrava desprezo. Acho que ele também não foi muito com cara dela.

A todo momento sorria e parecia muito forçado, sua risadinha passou a atrapalhar Dumbledore que parecia estar de incomodando com sua interrupções.

— Sei que todos vão se juntar para desejar aos professores boa sorte. Como sempre o nosso zelador o Senhor Filch me pediu para lembrar a vocês— todos encaravamod a nova professora com cara de sapo, até mesmo os professores em desaprovação a sua falta de respeito

Até mesmo Dumbledore parecia estar perdendo a paciência e se vira para a mesma que de levanta de seu lugar e caminha em direção ao diretor. Eu já não entendia mais nada do que estava ocorrendo, apenas deixava se formar uma leve birra.

— Obrigada diretor— ela falava com uma voz estridente que era juvenil e sem fôlego, ao contrário da sua aparência— pelas doces palavras de boas vindas— seu largo sorriso e sua tendência a falar com uma voz açucarada, poderia dizer mais como o mel envenenado— como é adorável ver tantas carinhas radiantes, sorrindo para mim— olho ao meu redor e para todas as mesas e bom, não havia ninguém sorrindo e muito menos radiante— eu acredito que seremos todos, muito bons amigos.
— Até parece— fui capaz de ouvir os gêmeos dizerem a mesa ao lado
— O ministério da mágia. Sempre considerou a educação de jovens bruxos e bruxas de total importância, apesar de todo diretor ter trazido algo de novo a está escola histórica— a mesma olha para Dumbledore que apenas pede para que continue porém, era explícito seu incômodo— todo o progresso não será encorajado, vamos zelar o que deve ser preservado, aperfeiçoar o que for possível aperfeiçoar e cortar práticas que devem ser proibidas— sua risada no final deixou um ênfase, denunciando que teríamos muitos problemas ao decorrer dos semestres

Dumbledore aplaudi e fazemos o mesmo, porém não havia empolgação em nossos aplausos.

— Obrigado professora Umbridge. Foi mesmo escralecedor— isso foi péssimo
— Esclarecedor?— Arabella pergunta— quanta falta coerência.
— Eu achei uma falta de respeito mesmo— Tobias aponta o meu mesmo pensamento
— Não é por nada não, mas eu sinto que haverá muito problemas envolvendo ela.
— Isso tudo só significa uma coisa— esperávamos a explicação de Charlotte— o ministério vai intervir em Hogwarts.

Precisávamos voltar para a sala comunal. Eu estava com um pouco de pena por Harry, todos pareciam na acreditar no mesmo mais uma vez. E várias acusações começaram. Vejo que não será um ano nada fácil para ele.

Entro na sala de meu pai, desço as escadas devagar o mesmo estava sentado e estranhamente vejo que segurava o jornal do profeta diário.

— Olá Serena— o abraço— como foi termino de suas férias?
— Aahh foram legais, eu pude ir visitar o Draco e...
— Você foi sozinha?— pergunta
— Aahh sim?
— Serena, eu não acho certo que você vá encontrar um garoto sozinha.
— Mas, papai o que tem demais nisso? Ele é meu amigo.
— Amigo?— pergunta
— Sim...— abaixo a cabeça
— Por que ficou envergonhada quando perguntei Serena?
— Eu não fiquei envergonhada e não estou mentindo.
— Mentindo sobre o que?
— Aahh papai, podemos mudar de assunto? Eu não consigo entender o porquê persistir em algo tão normal, não há nada demais não tem o que questionar.
— Como queira, mas deixarei claro que não quero te ver com nenhum garoto.
— Mas papai?
— Por que? Você está envolvida com alguém? Serena, você é uma criança, está muito cedo para isso.
— Criança? Papai, em breve já farei quinze. Eu não vou ficar solteira para o resto da minha vida.
— Por mim, você ficava sim.
— Ei!?
— Serena, não. Eu não vou ter essa conversa com você novamente. Então, lembre-se que não importa quem for, minha resposta será não.
— Okay— respondo e me afasto— eu não pretendia falar nada disso para o Senhor. Eu queria conversar, porém fiquei sem vontade agora e lembre-se o Senhor não irá conseguir me proibir de ter algo com alguém, pois quando chegar o momento, ninguém, absolutamente ninguém poderá me proibir.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Até a próxima!!♥️🦁


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