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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 48


Escrita por:


Notas do Autor


hello hello?

tudo bom pessoas?

Antes de qualquer coisa, quero deixar claro que em uma parte deste capítulo, eu quis apenas uma exagerada e claro deixar mais dramático. Não me levem a mal kjkjkjkjkjk

Espero que gostem.

Boa Leitura!!

Capítulo 48 - Detenção


Após o jantar eu até evitei ficar perto dos corredores das masmorras, para assim ninguém ficar me questionando e claro evitar meu pai. Eu tenho certeza que ele não vai gostar nada de saber sobre o que ocorreu hoje mais cedo, quer dizer se a cara de sapo já não ter contado a ele.

Eu estava entrando no segundo andar quando sinto alguém me puxar pelo o braço.

— Aonde a senhorita Snape vai?— pergunta
— Muito engraçado Draco— me viro— o que está fazendo aqui?— pergunto
— Nada demais, apenas estava fazendo um favor a Umbridge.
— Bom é justamente para a sala dela que eu estou indo.
— O que houve?
— Detenção— respondo

Draco envolve seus braço envolta de minha cintura, precisávamos ser rápidos, antes de eu precisar enfrentar a cara de sapo.

— Primeiro dia com a professora nova e já está causando problemas?
— Problemas Draco? Essa mulher é louca.
— Não vou dizer que aprovei os métodos de ensino dela, mas ainda sim preciso me manter, mas ainda sim prefiro uma aula mais prática.
— Esse ano você tem o NOMS.
— Foi a primeira coisa que ela falou hoje, assim que entrou.
— Eu preciso ir— selo nossos lábios
— Te vejo depois.
— Até.

Vejo Draco se afastar e caminho até a sala de Umbridge. Eu carregava alguns materiais meus, pois eu não sabia como seria.

Bato na porta e logo ouço um entre. Me surpreendo ao perceber que o lugar estava todo na mesma cor. Gatinhos por toda parte e outras coisas cor de rosa. Isso me deixou enjoada com certeza.

— Com licença professora.
— Sente-se— faço o que pede
— Hoje você irá escrever algo para mim— coloca uma pena em minha frente.
— O que seria?— pergunto
— "Não devo ser mal-educada com os meus superiores"— faço uma cara feia após dizer

Ela queria que eu me lembre-se que engraçado, mas ainda não muda a minha opinião e muito menos a verdade.

— Quantas vezes?— pergunto
— Quantas vezes eu achar necessário.

Começo a escrever aquela frase repetidamente sobre o papel. Enquanto a mesma olhava sem tirar seus olhos tomando seu chá. Estava tudo bem até então, mas sem explicação eu comecei a sentir meu braço formigar e em seguida leves pressões sobre a minha pele, estranhei obviamente e levantei a minha manga. Meu braço estava completamente vermelho, porém precisava continuar. Com minha outra mão livre sobre o lado que agora ardia, eu prosseguia escrevendo. Isso é até o momento em que senti uma sensação forte e profunda perfuração em meu braço.

Assim em que olho vejo que algo se formava em minha pele, cortes estavam sendo feitos. Encaro desesperada enquanto vejo meu sangue escorrer.

— O que é isso?— pergunto olhando
— O que há de errado querida?— pergunta e sinto uma lágrima escorrer

Estava doendo muito e aquilo parecia não parar. Eu tentava não gritar com medo de que fizeste algo pior comigo. Assim que termina, vejo a mesma frase que estava escrevendo agora marcada em meu braço em cortes.

— Faz isso parar— peço
— Acho que já está bom. A senhorita compreendeu agora?— pergunta e concordo— crianças levadas merecem ser punidas. Pode ir, sua detenção terminou.

Me levanto rapidamente e saio correndo de sua sala. Meu braço estava doendo, eu estava nervosa, indignada e altamente chateada. No meio do corredor sem querer acabo tropeçando em alguém e para minha sorte era meu irmão.

— Serena? O que aconteceu?— pergunta sem entender— você estava chorando— apenas concordo— o que fizeram?
— Foi a Dolores— respondo
— O que aquela mulher te fez?— mostro meu braço
— Ela não foi capaz— continua andando apressado
— Harry, não— seguro seu braço— não faça nada por-favor, olha o que ela me fez.
— Eu estou indo justamente para a sala dela, por estar de detenção também. Eu não acredito que ela foi capaz, isso não pode ficar assim.
— Mas precisa ficar assim. Harry não quero te prejudicar. Por-favor não faça nada, não diga nada.
— Não farei nada— me abraça— hoje. Agora vá Serena, encontre o professor Snape, isso está muito feio.
— Eu vou— enxugo minhas lágrimas— Harry tome cuidado?— peço
— Tomarei Serena, mas agora ande.

Pelo o horário já se passava das dez da noite, então não havia nenhum aluno nós corredores, quer dizer que não fosse visto, pois alguns ficam escondidos de vez enquanto, vagando a noite fugindo das vistas de Filch.

Vejo que meu braço ainda sim escorria um pouquinho de sangue, talvez fosse por eu estar pressionando.

— Puro sangue— sussurro para a parede
— Serena?— ouço Draco

Vejo que o mesmo estava parado ao lado de meu pai vindo em minha direção. O que os dois estão fazendo juntos?

— Aconteceu alguma coisa?— nego e volto a chorar escondendo meu braço
— Por que está chorando?— meu pai pergunta

Mostro meu braço, mas algo havia acontecido e isso era, estava cicatrizado. Olho para o mesmo sem entender, mas ainda sim estava doendo.

— O que ela fez com você?— Draco pergunta
— Ela quem?— meu pai pergunta
— A professora Umbridge— respondo
— Venha comigo Serena. Draco pode ir, depois conversamos— o sigo

Entramos em sua sala e fiquei sentada sobre sua mesa. Fiquei quieta enquanto deixava fazer algo.

— Me conte o que aconteceu— pede enquanto limpava meu braço que anteriormente tinha sangue escorrendo, mas agora já estava cicatrizado?
— Serena, eu preciso saber.
— O senhor vai ficar bravo comigo.
— Eu acho que nada neste momento poderá superar a raiva que estou sentindo por quem fez isto em você.
— Hoje na aula de defesa contra as artes das trevas. Eu acabei questionando os métodos de ensino da cara de...— paro de falar ao perceber o que eu iria dizer— da professora Umbridge. Só que acabamos que discutindo, eu me alterei e ela me colocou em detenção.
— Até então você está errada.
— Papai, o senhor acha certo isso?— pergunto— sem a parte prática? Como vamos nos defender?
— Eu entendo você, mas compreenda que ela é professora e sabe, ela tem um poder maior sobre todos vocês. Então é a palavra de um aluno contra a de um educador.
— Quando fui até a sala dela depois do jantar, ela me pediu para escrever, "Não devo ser mal-educada com os meus superiores", até qhando ela achasse que estava bom, porém isso aconteceu.
— Isso é tortura Serena. Não usamos tortura como forma de castigar em alunos.
— Me sinto frustrada pelo o que aconteceu— falo
— Serena, eu irei pedir para que você evite ao máximo qualquer contato com ela, quer dizer não é um pedido é uma ordem. Não de problemas nenhum, não fale, não a interrompa. Ela está aqui por causa do ministério. Ela é um grande problema e se tornará um problema para todos nós, até mesmo a Dumbledore.
— Farei o que senhor disser— ainda sim me sinto mal
— Eu não poderei fazer muito quando se tratar dela, então eu estou ordenando não faça mais nada que a irrite— continuo quieta e chorando por me sentir tão mal com o ocorrido, frustrada, indignada e extremamente chateada
— Serena, não fique assim. Quer ficar aqui está noite?— concordo e sinto o mesmo me abraçar— as vezes eu vejo em você a mesma coragem da Lily.
— Por que eu sinto que ainda acontecerá muitas coisas?— pergunto
— Não fique pensando nisso. Já passou, não é mesmo?
— Sim...


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Até a próxima!!!♥️🦁


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