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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 51


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Notas do Autor


Eae pessoas? Tudo bom com vocês? Espero que sim.

Venho lembrar que estarei aqui postando até a parte da Sala Precisa, após viu escrever uns capítulos mais lights, porque né? Precisa.

Espero que gostem e boa leitura.

Capítulo 51 - Precisamos Agir


Praticamente tudo havia se tornado proibido em Hogwarts, tudo estava sendo controlado, estavam os nos tornando robôs. Eu estava afetada de meu pai, então não tinha como falar com ele. Por incrivel que pareça ainda não superei o que houve, ele nunca encostou a mão em mim. Sinto falta de conversar com ele, mas não irei perdoar assim da noite pro dia.

Draco, bom, eu estava com receio do mesmo que estava se tornando novamente distante, toda vez me sinto insegura com isso. Ele não me fala o que acontece, me deixa no escuro e vendida e espera que eu tenha paciência com seu tempo.

Eu o encontrei pelo o corredor e nos sentamos próximos, até que o mesmo tenta me animar com seus beijos, porém sinto algo me puxar do mesmo nos afastando, olho para o lado e vejo a cara de sapo.

— Eu já disse que odeio essa mulher?— pergunto a Draco

Nesse momento eu estava tentando afastar meus pensamentos de todo esse caos. Os únicos que estavam sabendo do que havia acontecido, logicamente o Harry, Hermione, Gina, Arabella e Charlotte. Eu preferi não contar ao Draco para não motivar uma atitude precipitada, já que ultimamente parece que ele não tem pensado antes de agir o que não é típico do mesmo.

A marca na mão de Harry não era mais ta o notável, assim como no meu braço. Observamos bem o que ocorria agora na escola, Umbridge parecia que estava fazendo uma avaliação de todos os professores. No dia anterior ela menosprezo a professora Sibila de adivinhação, dizendo como se ela fosse apenas uma farsa. Outro dia foi com meu pai, no qual Rony levará um tapa após rir de como incomodado ele havia ficado com a cara de sapo ao ter interrompido sua aula para fazer um interrogatório com pergunta e do tipo "você se candidatou primeiro a defesa contra as artes das trevas". Eu espero que ela não esteja pensando em demitir ninguém, não acredito que ela tenha tanto poder assim.

Cada vez mais os alunos estavam criando uma grande raiva por ela, os gêmeos nem se fala. Ela havia proibido os produtos deles de serem vendidos na escola. Agora os alunos não podem mais ouvir música durante as horas de estudo. Boas maneiras não importando a ocasião, parecia que estávamos sendo adestrados e domados. Por que todo aluno que um dia foi da sonserina tomou o caminho errado ou se tornou alguém como ela? Quer dizer não acredito que alguém possa ser mais estressante que ela, nem meu pai.

— O que está acontecendo?— pergunto a Hermione ao perceber o grande movimento dos alunos nos corredores do térreo
— É a professora Trelawney— responde é continuamos seguindo até chegarmos a entrada principal do castelo

Todos os alunos estavam em volta do pátio, enquanto a professora de adivinhação estava com suas malas, chorando e parecia estar amedrontada. A cara de sapo havia feito algo novamente.

Senhor Filch trazia suas bagagens para fora do castelo e logo atrás a cara de sapo se aproximava. Harry fica ao nosso lado assistindo o que estava acontecendo.

— A dezesseis anos que moro aqui. Hogwarts é a minha casa. Por-favor? Não me expulse— era de partir o coração o jeito com que implorava
— Sabe que eu posso— a cara de sapo mostra um papel que estava em suas mãos

A professora Minerva logo nos pede espaço para de podesse passar e corre em direção a professora Trelawney. Vemos Minerva a abraçar enquanto chorava e Dolores? Não esbolsalva sem quer um pingo de compaixão e empatia, apenas sorria com aquela cara de sinica.

— Algo a dizer querida?— pergunta a professora Minerva
— Tem várias coisas que eu gostaria de dizer— responde firme e direta

Ouvimos a grande porta da castelo ser aberta e para nossa surpresa, professor Dumbledore aparecerá depois de tanto tempo, raramente viamos e depois de todos os questionamentos, ele apareceu.

— Professora Minerva, poderia levar Sibila para dentro do castelo, por-favor?— pergunta
— Obrigado, obrigado Albus— segura a mão do mesmo, chorando
— Será que, devo lembrar-lhe que segundo o regulamento de educação número vinte e três, prolongado pelo o ministro...
— Tem o direito de despedir professores— Dumbledore termina— entre tanto não tem autoridade para bani-los deste local. Esse poder pertence ao diretor.
— Por hora— responde
— Não deviam estar estudando?— Dumbledore pergunta

Todos os alunos voltaram para dentro do castelo e vejo Harry correr no meio da multidão, ele parecia estar querendo falar com o mesmo que o ignorava.

— Professor! Professor Dumbledore! Eu preciso falar com o senhor!— seguro seu braço
— Harry!

Paramos e ficamos olhando o mesmo sumir no meio da multidão.

— Ele deve estar me evitando, justamente por conta de toda essa confusão— diz
— Só de um tempo Harry— falo

Havíamos nós reunido em um lugar que já não entrávamos mais tanto assim, claro quem aguento ficar com um espírito a todo momento reclamando e chorando? Ninguém.

Porém, como não podemos entrar na sala comunal de outros, infelizmente tem que ser assim.

— Àquela maldita gárgula— Hermione andava de um lado para o outro nervosa
— Até quando a cara de sapo tramará contra nós?— pergunto
— Não estamos aprendendo a nos defender— diz o óbvio— e nem a passar no N.O.M.S. Ela assumiu toda a escola.
— Eu ouvi hoje no rádio o ministro dizer que os desaparecimentos recorrentes são por conta do Sirius Black, uma calúnia— diz Harry
— Vocês disseram que Sirius haviam falado com vocês?— me lembro
— Sim— Harry responde— hoje mais cedo, na sala comunal Sirius conseguiu falar conosco através da lareira.
— O que ele disse?— pergunto
— Ele veio responder a minha carta. Perguntou o que a cara de sapo tem feito conosco, claro eu contei o caos que está com ela no comando. Ele nos disse que não querem nos treinados para combate.
— Estão achando que estamos formando um exército de bruxos?— pergunto
— Bom, foi exatamente isso que eu perguntei— diz Rony
— E é exatamente o que ele pensa, acham que Dumbledore está formando um exército— Harry afirma minha pergunta— aparentemente os membro da Ordem da Fênix, não querem que eu fique sabendo do que está ocorrendo externamente, mas Sirius apenas disse que a coisa não vai nada bem. Por, fim Voldemort está agindo e ele apenas disse antes de ir embora que estamos sozinhos.

Ficamos em silêncio por um tempo, enquanto eu tentava encontrar alguma ideia, alguma resposta para isso.

— Voldemort está a solta— Hermione quebra o silêncio— nós precisamos nos defender e se Umbridge não quer nos ensinar, precisamos de alguém que nos ensine.
— Conheço alguém certo para isso— olhamos todos para Harry 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Até a próxima!!♥️🌟


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