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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 56


Escrita por:


Notas do Autor


Inhaauuu boa tarde

Capítulo pra distrair um pouquinho, fora do contexto. Este capítulo tem citações do livro, então talvez você acabem identificando.

Espero que gostem e boa leitura.

Capítulo 56 - De Volta À Um Lugar Não Tão Memorável Mais


O sonho de Harry, era uma visão no qual ele viu o Senhor Weasley ser atacado ao de provavelmente seja uma parte do ministério. Se não fosse Harry, ele estaria morto.

Esse anos todos os seus filhos voltariam para passar o Natal junto a ele, pelo o que fiquei sabendo eles estão na ordem e Harry iria junto, para passar o Natal com Sirius e claro Hermione. Eu gostaria muito de vê-lo, mas preferi ficar com meu pai. Ele disse que me levaria até para sua cada aonde ficava durante as férias de Hogwarts, me disseram que já fui algumas vezes, porém não me lembro do lugar por ser muito nova, apenas me lembro de uma prateleira de livros, se é que ainda existe.

— Papai é só um dia. O que tem demais?— pergunto
— Desde quando eu disse que estava a favor de vocês dois?— pergunta
— Papai, mas já faz tanto tempo. Eu achei que o Senhor já não se importava mais.
— Eu disse a você que não iria falar mais de duas vezes, deixei avisado não foi?— continuo emburrada
— E mesmo assim, não deu certo.
— Não deu certo, porque você acha que pode passar por cima das minhas ordens.
— Papai, por acaso algo mudou desde que comecei a namorar?— pergunto
— Sim, ficou mais rebelde e insolente.
— Por que o senhor é tão implicante?— passávamos por um beco
— Estou apenas te protegendo.
— Papai, não há com o que se preocupar.
— Serena, da última vez que você me disse que não havia com o que se preocupar, você e Potter se enfiaram dentro da câmara secreta e quase morreram. Depois claro, sumiram em uma tarde, entraram dentro do Salgueiro lutador e mais uma vez, quase foram mortos por Lupin. Acha mesmo que eu não tenho com o que me preocupar?
— Aahh— eu não sabia o que dizer, porque até então, nesta parte ele estava certo— eu não consigo evitar.
— Óbvio, passa os dias grudada no Potter, como não evitará confusão?— abri a porta

Estávamos na Rua da Fiação, era aqui que meu pai cresceu, um feio subúrbio de Cokeworth, admito, mas não posso julgar. Papai, não me falou muito sobre como era viver aqui, ele apenas me disse que não era tão interessante assim.

Essa área da cidade era localizada perto de um rio sujo e era cheia de casas de tijolos aparentes, muito parecidas com fábricas abandonadas e lampiões de rua quebrados. Enquanto nós aproximavamos, percebi que haviam crianças brincando na rua, mas claro andávamos um pouco mais rápidos, para não chamar tanta atenção.

Mesmo não havendo mais ninguém aqui, ele continuou a voltar enquanto não estava na escola, no caso durante as férias de ano letivo.

Lado a lado, paramos, enquanto eu examinava na escuridão as fileiras de casas de tijolos aparentes, em ruínas, as janelas opacas e sem luz.

Estava frio por conta da névoa gelada que flutuava sobre o rio sujo que serpeava entre barrancos cobertos de mato e lixo. Uma enorme chaminé, relíquia de uma fábrica fechada, erguia-se sombria e agourenta. O silêncio total era quebrado apenas pelo rumorejo da água escura, e não havia vestígio de vida exceto por uma raposa esquelética que descera até o barranco na esperança de farejar um saco de peixe com fritas descartado no capim alto.

— Está com frio?— pergunto e concordo— entre.

Tinhamos entrado diretamente em uma pequena sala de visitas, que dava a impressão de uma cela acolchoada e escura. As paredes eram inteiramente cobertas de livros, algo que eu gosto e fui assim que eu vi. A maioria encadernada em couro preto ou castanho; um sofá puído, uma poltrona aparentemente não tão nova e uma mesa bamba estavam agrupados no círculo de luz projetado por um candeeiro preso no teto. O lugar tinha um pouquinho de ar de abandono, como se não fosse normalmente habitado. Imagino que pelo o fato de passar a maior parte do ano em Hogwarts.

Percebo que havia uma porta escondida entre a parede de livros, me aproximo e revelava uma escada estreita.

— O que é aqui?— pergunto me aproximando da outra porta
— Quer explorar aqui pode ir, não diria que é algo no qual você está acostumada, pois não é tão grande assim, mas...
— Papai, me sinto estranha com o senhor falando desse jeito— abro a porta
— Você não foi criada aqui Serena— responde

E entro era uma adega, haviam vários vinhos de elfos guardados. Não me lembro dele apreciar isso.

— Papai?— o chamo
— Fale Serena— o ouço responder
— Posso perguntar algo?
— Você já perguntou— reviro os olhos— mas, faça.
— O senhor morou aqui quando mais novo não é?
— Sim...
— Mas, o senhor nunca me disse como era viver aqui. Quer dizer, acho que o Senhor nunca me falou sobre algo referente aqui— me jogo sobre o sofá
— Eu não gosto muito de lembrar dessa época— me deito em seu colo
— Foi tão ruim assim?— pergunto e o mesmo desliza sua mão pelos meus cabelos
— Sinceramente? Foi horrível. Meus pais, eles não tinham uma boa relação e depois que eu conheci sua mãe, eu encontrei uma maneira de ficar longe daqui por algumas horas.
— Mamãe sabia?— pergunto
— Eu contei a ela, que eles brigavam frequentemente— eu ouvia atenciosamente cada palavra, porém por mais que ele não esbolce tanto suas emoções, ele parecia um pouco triste— Tobias Snape, meu pai ele não era um homem muito simpático, sempre de cara fechada, muito negligente e a todo momento arranjando uma briga.
— De cara fechada?— pergunto sorrindo
— Não Serena— o vejo sorrir
— Prossiga— peço
— Infelizmente, eu não tive uma boa relação com ele, assim como minha mãe. Hoje em dia consigo encontrar as palavras certas para descrever. Fisicamente e verbalmente abusivo com, ele me batia e eu chorava sempre de canto— era nítido o desprezo em sua voz

Eu não conseguia imaginar, uma cena dessas acontecer, acho que eu poderia ter passado essa história, talvez nem ele esteja se sentindo bem me contando isso.

Sinto uma lágrima escorrer em meu rosto. Meu lado sensível me deixando altamente triste e compreensiva.

— Por que esta chorando Serena?— pergunta ao perceber
— Eu não estou chorando— limpo meu rosto
— Não é possível que você esteja chorando pelo o que acabei de te contar. Não faça isso— seguro sua mão
— O senhor nunca me contou nada disto, mas agora eu não consigo nem imaginar como era isso.
— Acho que está bom. Não quero deixar você não com meu passado— me levanto e o abraço
— Ela também tinha um jeito extraordinariamente gentil, com o hábito de ver o melhor nos outros, mesmo quando eles não podiam ver por si próprios— eu sabia de quem ele estava falando e me apoio em seu ombro
— Sempre acho que Harry está mais ligado a ela.
— Vocês dois estão, eu não nego, mas você tem um problema igual a ela mocinha.
— O que?— me afasto e olho em seus olhos
— Não sabe a hora de se manter quieta, sem medo de enfrentar alguém e sempre defende seus princípios morais— reviro os olhos
— Eu não vejo isso como um problema então.




Existem citações dos livros


Notas Finais


Espero que tenham gostado e até a próxima!!♥️🦁


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