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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 66


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Notas do Autor


Eae pessoas? Tudo bem com vocês? Espero que sim.

Capítulo básico para distrair antes de entrarmos naquele cima tenso. Quero deixar avisado que quando começar "O Enigma do Príncipe", a princípio os primeiros capítulos, estarei usando as cenas do próprio livro, então não será igual o começo do filme em partes e claro precisei da uma modificada por causa da Serena, porque vocês sabem, tem que adaptar.

Então, espero que gostem e boa leitura!!

Capítulo 66 - Rua da Afiação


Ja haviam se passado alguns dias desde que eu e Draco nos encontramos. Eu tentei ao máximo, parecer que não havia acontecido nada entre nós dois, mas mesmo assim minha Tia parecia sentir que havia algo de errado. Óbvio ela não me fez nenhuma pergunta, porém ela parecia presumido.

Como prometido, eu já não estava mais com ela é agora eu me encontrava na Rua da Afiação, porém desde que cheguei eu tenho sentindo algo estranho, quer dizer prestado atenção, parecia muito que alguém havia estado aqui. Quer dizer, eu prestei atenção em muitas coisas como, objetos trocados de lugar, a casa aparentemente estava mais limpa, porém até onde sei meu pai não frequentava aqui antes das férias, em momento algum. Claro, existem muitas suposições que criei sobre isso, porém nada, absolutamente nada me tira da cabeça que havia alguém aqui

Estávamos em frente a lareira, enquanto eu prestava atenção fixamente nas chamas, sentada sobre o tapete próximo e claro, assim como sempre eu sentia o olhar de meu pai pesar sobre mim, eu sabia o que ele estava pensando, e quanto mais os anos se passavam, isso em mim ficava nítido para muitos.

— Se fosse ruiva, eu poderia jurar que se tratava de outra pessoa— me viro com um sorriso no rosto
— O senhor sente falta dela não é?— pergunto
— Todos os dias.
— As vezes sinto que é meio óbvio, mas outras não sinto que eu seja tão parecida assim como as pessoas falam.

Todos diziam sempre quando as olhavam, o fato pelo qual sua genética a deixou parecida com a mãe, e claro Harry tinha os mesmos olhos que ela e apenas por isso as pessoas diziam que possivelmente ambos eram irmãos. Algumas vezes, dizem que Lilian e Tiago sempre se fizeram ausentes, por conta de nós dois, e é nesses momentos que quase nunca sei como reagir.

— Você é tão parecida, que me pergunto como pode ser minha filha?— por enquanto, era só apenas mais um momento nosso, no qual eu amava— ao contrário de mim, é gentil, corajosa o suficiente para enfrentar qualquer coisa e com um grande...
— Senso de justiça— termino o que estava dizendo— todos me falam isso, mas eu acredito que algumas coisas não vieram dela. Como por exemplo, as formas vingativos nos quais eu sempre tenho vontade de agir, o jeito rancoroso de lidar com as pessoas— reviro os olhos ao pensar na carta que havia recebido de Will— e não menos evidente, minha impecabilidade em poções, o senhor certamente não se tornou professor de poções por qualquer coisa. Não é?— pergunto
— Sim— se aproxima e passa seu braço em volta de meus ombros e deito em seu ombro— mas quadribol, esse talento não veio de nenhum de nós dois— nós dois rimos
— Me pergunto, como será agora? O senhor havia me dito que esse ano você nos ensinará Defesa Contra as Artes das Trevas.
— Não mudará nada, seguirei com as mesmas regras.
— Sabe, eu nunca contei isso ao senhor, mas já que faz um bom tempo, não vejo motivos pelos quais eu não possa dizer— me afastei— quando a Armada de Dumbledore, ainda estava em ativa. No dia em que Umbridge acabou encontrando a sala precisa, nesse mesmo dia Harry nos ensinou o feitiço do Patrono, e ele nos disse que precisávamos pensar em uma lembrança feliz, uma que fosse forte e eu pensei, quando eu deveria ter uns cinco ou seis anos, eu não me lembro direito, mas eu me recordo de o senhor ter me visitado na casa de Tia Andrômeda, e lembro que toda vez o senhor me colocava para dormir, porque se eu estivesse acordada e o visse partir, eu ficaria chorando. E claro, não havia frequência suas visitas, mas ainda sim por mais que fosse apenas uma vez no mês ou até mesmo muitos meses depois, era algo definitivamente feliz para mim.
— Eu me lembro disso, após alguns anos você já não chorava mais.
— Corrigido, na sua frente, mas continuando, eu não sei se o senhor se lembra, mas em uma dessa vezes eu fingir estar dormindo e nessa como sabemos, eu passei a chorar, não queria que fosse embora. Então passou alguns dias, eu acabei adoecendo e o senhor veio me ver, ficou comigo até que a febre passasse e propositalmente, eu dormi em seu colo.
— Já fazem dez anos que isso aconteceu, você consegue lembrar. Todas as vezes, foram horríveis ter que deixar você, pois eu sabia que não iria te ver tão cedo. Ver você chorar, todas as vezes foram um gatilho.
— Eu pensei nisso, no dia em que Harry me ensinou.
— Conseguiu conjurar seu patrono?— pergunta
— Sim, eu consegui. Harry havia dito que o patrono corpóreo, é o mais difícil, mas foi tão rápido, e o que eu queria te contar é que, meu patrono é uma corça— o encaro e o mesmo parecia estranho— eu disse algo que não gostou?— pergunto

Ele estava sem reação e aquilo me deixou assustada, até então ele parecia estar bem. Vejo uma lágrima escorrer em seu rosto, aquilo era ainda mais assustador, eu nunca o vi chorar, mas por que ele estava chorando?

— Papai?— o chamo e deslizo meu polegar devagar enxugando sua lágrima— o que houve?— pergunto
— Eu não me lembro de em algum momento, haver contado a você, mas o meu patrono é uma corça e de Lily também era.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e deixo avisado que o próximo capítulo, eu escrevi rindo demais.

Até a próxima!!♥️🦁


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