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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 9


Escrita por:


Notas do Autor


bom dia, boa tarde, boa noite

essa era a minha cena favorita no filme.

beijos

Capítulo 9 - Ofdioglota


Assim como havíamos marcado, fui direto encontrar Harry, Hermione e Rony. Arabella e Charlotte tiveram alguns problemas, nos quais elas disseram que mais tarde me encontrariam.

Já na biblioteca, Hermione nós mostrava um livro no qual ela havia conseguido encontrar. Tentávamos falar baixo, pois haviam outros alunos estudando.

— Porção Polissuco, permite temporariamente a quem a toma que se transforme na forma física de outro— Hermione lê o que estava escrito em uma das páginas
— Então, eu e Harry tomamos esse negócio e nos tornamos Crabbe e Goyle— Rony afirma— incrível! Ele vai nos contar tudo.
— Extamente— respondo
— Mas é perigo. Eu nunca vi uma porção tão complicada— Hermione diz analisando o livro
— Quanto tempo para preparar?— Harry pergunta
— Um mês— Hermione responde
— Mas Hermione, se Malfoy é o herdeiro de Sonserina, ele vai atacar metade dos nascidos trouxas da escola até lá.
— Eu sei— responde— mas, é o único plano que temos.
— Deixe-me ver isso— pego o livro— se tem algo que eu entendo é de porções— analiso a receita
— Claro— Rony revira os olhos— seu pai é o Professor de porções.
— Exatamente— respondo— vamos dizer que eu tenho uma facilidade, em acesso a algumas coisinhas agora.

Durante a tarde estava acontecendo o torneio de quadribol. Sonserina versos a Grifinoria. Nunca entendi muito, mas estava sendo até que legal ver Harry jogando e claro, não era de se deixar de notar no novo apanhados da Sonserina. Draco. O balanço estava a perseguir Harry e com isso fazendo um estrago, até parecia que era para distraí-lo.

E assim com o resultado final, Grifinoria venceu após Harry ter conseguido pegar o pomo de ouro, porém junto de um imprevisto. Ele havia quebrado o braço na queda e assim em uma tentativa de Lockhart de ajudá-lo, acabou com todos os ossos de seu braço.

Nós acompanhamos até a enfermaria, local aonde ele ficaria, até seus ossos crescerem novamente.

— Você vai ficar bem aqui sozinho?— pergunto
— Não se preocupem— madame Pomfrey diz— não será uma noite fácil, mas ele ficará bem.

Voltamos todos e logo fui me encontrar com as meninas, jantariamos em alguns minutos.

— Tobias?— o chamo
— Oi Serena— sorrir
— O que está lendo?— pergunto
— É um livro sobre criaturas mágicas— responde
— Que interessante.
— E você? Foi ver seu irmão nocauteado?— pergunta
— Sim, ele aparentemente ficará bem— responde— nossa, parece que isso já não é mais segredo para ninguém— me refiro sobre ser irmã dele
— Aqui as notícias correm rápido— responde— mas, até que deve ser legal ter um irmão.
— Olha, eu esperava mais para ser sincera, porém até que é normal— sorrimos— bom, acho melhor ir para o salão principal.
— Eu te acompanho— levanta junto comigo
— Obrigado— respondo

Enquanto estávamos sentados sobre a mesa conversando, eu tentava ignorar ao fato de Draco está tentando chamar atenção certamente, porque tenho o ignorado com razão.

— Serena pode me passar o suco?— o ouço dizer e acabo o ignorando— Serena? Pare de me ignorar?— diz e Charlotte o entrega— obrigado Charlotte— ouço o tom de ironia em sua voz

Antes de voltar para a sala comunal passo na sala de meu pai, apenas para dizer como foram as coisas e desejar boa noite, igual combinamos de sempre fazer já que temos agora um ano inteiro pela frente.

Já estava voltando para a saída, quando vejo Draco sentado na ponta da escada do dormitório feminino.

— Serena espera— o ouço dizer
— Podemos conversa?— pergunta e apenas me viro seria sem dizer nada— eu queria me desculpar com você, sabe sobre aquilo que eu falei para você.
— Acha que isso muda algo?— pergunto
— Não, mas estou tentando me redimir com você, pelo o que fiz. Sei que não é fácil, além do mais é seu "irmão"— sinto que a última palavra havia sido enfatizada— prometo, que nunca mais direi algo como aquilo a você.
— Isso é sério?— pergunto

Não era de se ver uma atitude como essa vindo de Draco, além do mais é só um menino mimadinho e metido. Porém, ele parece estar sendo sincero e quantos vezes viram o Draco agir desse jeito? Tenho certeza que pouquíssimas.

— Estou falando a verdade— diz
— Certo— estendo minha mão— eu te desculpo— a aperta
— Amigos?— pergunta
— Amigos...— sorrio

Mais cedo Hermione havia me chamado durante o café, para ir com ela até o banheiro feminino do segundo andar. Simplesmente eu havia estranhado o fato de Harry e Rony estarem juntos com nós também.

Enquanto eu ajudava Hermione a preparar a porção. Harry e Rony criavam teorias do possível herdeiro.

— É claro Lucio Malfoy deve ter aberto a Câmara enquanto estudava aqui— diz Rony que parecia estar satisfeito com seu pensamento— e agora contou lara o filho, como fazer.
— Pode ser— Hermione concorda
— Mas, precisamos esperar a porção polissuco, para termos certeza— jogo um pouco da pele de ararambóia no Caldeirão
— Então me explica, por que preparamos
a porção no banheiro feminino? E em plena luz do dia?— Rony pergunta— não acha que podem nos pegar aqui?
— Não— Hermione responde— não mesmo? Ninguém vem aqui.
— E por que?— pergunto
— A murta que geme— responde e todos a encaramos sem entender— a murta
que geme— Hermione agora dizia mais alto
— Quem é murta que geme?— Rony pergunta

Automaticamente sinto um arrepio é logo olho para atrás, vendo um fantasma em uma das cabines. Agora eu entendi.

Uma garota de maria chiquinha, estava logo atrás de Rony o analisando.

— Eu sou a murta que geme!— responde alto fazendo com que Rony de alguns passos para atrás, assustado

Harry e eu olhávamos para a mesma que agora sobrevoava pelo o banheiro.

— Eu não diria esperar que vocês me conhecessem— ela estava sobre um dos lavatórios— quem iria falar de uma murta feia, chorona e que geme?— pergunta e logo em seguida abrindo um berreiro de seu choro e voltando para uma das cabines
— Ela é meio sensível— diz Hermione

Mais tarde havíamos todos se reunido na sala de D.C.A.T, para uma aula do Lockhart. Aparentemente, meu pai havia sido convidado para participar.

Estávamos todos em volta de uma grande mesa, com algumas gravuras das fases das luas sobre e agora se tornava palco para exibição de Lockhart. Enquanto eu esperava que parece de ser tão exibido e incoerente e começasse a aula logo, eu prosseguia conversando com Tobias.

— Estão todo me ouvindo?— Lockhart pergunta Enquanto desfilava sobre a imensa passarela— excelente!— todos estavam quietos— devido aos acontecimentos das últimas semanas. O professor Dumbledore me deu permissão para começar um pequeno clube de duelos, para treinar vocês caso um dia precisem se defender. Como eu mesmo já fiz em inúmeras ocasiões— para jogando seu cabelo para atrás, causando os suspiros de algumas garotas. Nojento— para mais detalhes, leiam minhas obras publicadas— vejamos retirar sua capa e em seguida jogar entre as alunas que agora brigavam para ver conseguiria ficar. Que vergonha dele— deixem, me apresente o meu assistente— aponta para o outro lado da sala— o professor Snape.

Vejo meu pai, em cima daquela palco improvisado. Sua expressão quase nunca muda, mas pelo o jeito ser chamado de assistente não o deixou contente.

— Ele concordou de bom grado, me ajudar com uma pequena demonstração— meu pai se aproxima de Lockhart que parecia não estar prestando atenção— não se preocupem pessoal, vocês terem seu professor de porções logo depois que eu o derrota-lo.

Não consigo evitar e acabo revirando os olhos com a tamanha soberbidade, como eu havia dito nojento.

— Fiquem tranquilos— caminha em direção a papai

Os dois se cumprimentam e em seguida viram as costas e caminham nas direções opostas. Lockhart se posiciona e meu pai sem perde tempo lança seu primeiro feitiço.

— Expelliarmus!— um fleche surge e assim jogando Lockhart para longe

A maioria de nós começamos a rir, com as expressões feitas por Lockhart, ele nem ao menos tentou se defender. Meu pai permanecia sério, mas não deixou de olhar para ele e sorrir.

— Será que ele está bem?— ouço Hermione pergunta do outro lado
— Quem se importa?— Rony pergunta

Lockhart com um pouco de dificuldade levanta se recompondo e claro voltando a pose de metido.

— Um excelente ideia professor, mostrar isso a eles— ele caminhava em direção a meu pai— mas, se permite dizer era muito óbvio o que o senhor iria fazer e se eu quisesse tê-lo o impedido eu teria sido extremamente fácil.
— Não teria sido mais prudente, ter ensinado aos alunos a bloquear feitiços hostis professor?— com toda calma ouvimos meu pai perguntar que termina com um sorrisinho irônico
— Excelente professor Snape— volta a caminhar dando de costas ao que meu pai acabará de dizer— preciso de dois voluntários aqui— Lockhart para de andar apontando para Harry— Potter e Weasley venha aqui.
— A varinha do senhor Weasley, causa devastação até com feitios mais simples. Potter acabaria indo para  a enfermaria em uma caixa de fósforos— meu pai o interrompe

Eu achei um pouquinho rude, mas nada que já não seja comum para os alunos daqui.

— Posso sugerir alguém de minha própria casa?— pergunta e logo em seguida abaixo a cabeça me encolhendo— a senhorita Snape ou o Senhor Malfoy?— pergunta
— Draco...— sussurro— você quer ir— pergunto
— Tudo bem— responde e vejo um sorriso sinico em seu rosto— está me devendo essa e será um prazer acabar com o seu irmão— reviro os olhos em desaprovação

Observamos atentamente, enquanto Draco provoca Harry que parecia não se intimidar com suas palavras. Lockhart dizia algumas das regras e dicas, enquanto os dois se preparavam e antes que Lockhart, terminasse de contar o que já era de se esperar, ele lança o feitiço antes que o professor dissesse que já poderiam começar.

Vendo agora, eu preferia ter duelado com Harry. Alguns diziam que havia sido trapaça e foi de fato enquanto outros da Sonserina se vaglorizavam por Draco ter atacado Harry.

Harry logo o ataca de surpresa fazendo com que Draco fosse jogado lara longe e meu pai o levantasse rapidamente o empurrando de volta para ataque.

Draco fizera uma cobra surgi e meu pai passa na frente dele se aproximando de Harry.

— Não se mecha Potter, vou acabar com ela para você— era o meu pai mesmo?
— Permita-me professor Snape— Lockhart passa na frente do meu pai o interrompendo, mas o exibido acabou que não fazendo absolutamente nada útil. Essa calma eu não tenho.

Harry estava estranho, olhava fixamente para a cobra, trazendo a atenção de todos enquanto caminhava em direção a serpente. Logo o ouvimos falar em uma língua totalmente estranha, deixando todos impressionados e outros assustados. A cobra parecia estar obedecendo a Harry, mas que logo é interrompido a meu pai destrui-la com um feitiço.

Fomos dispensados todos após este ocorrido que deixou a maioria impressionado, mas se eu não me engano isso se chama ofidioglota, não é um dom muito comum é extremamente raro. Porém se eu não me engano, não é tão bom assim se tratando do Harry. O último ofdioglota que fiquei sabendo foi Salazar Sonserina, mas e se na verdade for o Harry a ser o herdeiro? Eu não consigo ver isso como acaso.

As pessoas estavam a passar a encara Harry, acho que por estarem associando ele ao herdeiro, aos acontecimentos recentes e tudo mais.


Notas Finais


espero que tenham gostado

até a próxima 💛⚔


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