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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 90


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Notas do Autor


Eaaeee pessoas? Tudo bom?? Boa madrugada meu povo.

Atrasada sou alguns minutinhos.

Bem, queria deixar aqui como recado que o próximo capítulo já será uma parte da finalização de "Enigma do Príncipe", sim estamos chegando ao fim de mais um dos filmes. Triste, porém necessário.

Estaremos vendo no próximo capítulo, acena de dor e sofrimento após os comensais invadirem o castelo e junto disso a lutar na torre de Astronomia.

Espero que gostem e boa leitura!!!

Capítulo 90 - Horcruxes


Harry ficaria de detenção com meu pai o resto do ano, fiquei com um pouco de dó, mas bem ele quase matou o Draco. Meu pai me procurou, fez um interrogatório, perguntando se eu havia dito alguma coisa e claro que não, Harry se foi esperto o suficiente para entender que tudo o que acontecia Draco estava por perto. Ele agora está na sala hospitalar, meu pai levou ele a força para a sala dele ontem, apenas para passar o sermão, mesmo que ele não estivesse bem. Acho que já foi castigo o suficiente.

Vejo Harry descendo as escadas e parecia meio bobo talvez, com um sorriso no rosto parecendo de quem acabará de ganhar um presente extraordinário.

— O que foi?— pergunto sem entender— meu pai te elogiou?
— Não é isso— responde e me puxa pelos correderos do térreo— é bem melhor do que isso.
— Me conte— peço
— Você se lembra do livro não é?— concordo esperando sua resposta— eu contei para o pessoal o que havia acontecido com Draco, sabe aquele incidente.
— Certo, certo...
— Gina me disse que deveríamos dar um fim nesse livro, de alguma forma esconder em um lugar aonde eu não acharia. Nós fomos até a sala precisa e bem...— vejo em seus olhos que havia algo diferente— ela me beijou.
— Não acredito— sorrio surpresa— vocês dois?
— É sim, ela me pediu para fechar os olhos, enquanto escondia o caderno e me beijou e depois disse que nosso beijo também ficaria guardado na sala precisa.
— Você pretende falar com ela?— pergunto
— Eu não sei...
— Pare de ser burro— bato nele
— Talvez, talvez eu fale.
— Ótimo— me viro para o mesmo— fico muito feliz com isso Harry, sério, eu gosto muito da Gina e claro, você é meu irmão.
— Mas, eu nem sei se teremos algo, ainda tem o Dino.
— Claro que irão ter, não se preocupe— me afasto— preciso ir agora, tenho que ver alguém que precisa de mim.
— Eu sinto muito, pelo o que aconteceu Serena.
— Agora está tudo bem, só peço que não levem mais a sério as coisas que eu falo. Não era verdade quando eu pedi para que se matassem longe de mim, mas lembre-se que você ainda tem algo que precisa fazer.
— Eu ainda não sei como fazer para quebrar esse clima com Slughorn— vejo Rony surgir no final do corredor
— As vezes Harry, temos a resposta bem em nossa frente, eu mesmo tiraria grandes vantagens se por acaso tivesse a sorte guardada.
— Está sugerido...— concordo e começo a subir as escadas
— Até mais tarde?— pergunto
— Até— acena

Antes que eu entrasse no ala hospitalar, não que fosse uma surpresa, mas meu pai estava falando com Draco, fico ao lado do corredor ouvindo o que dizia antes de entrar.

— Você precisa ser mais discretos Draco, se ao menos deixa-se com que...
— Essa é a minha missão!
— Certo, apenas tente não demonstrar na frente de outros, principalmente de Potter. Eu acredito no que Serena diz, mas quando se trata do queridinho irmãos dela...
— Não se preocupe com isso— entro na sala hospitalar— as vezes me sinto ofendida por tamanha insegurança comigo— reviro os olhos e me aproximo de Draco— como se sente Malfoy?— pergunto
— Garanto que estou melhor do que quando Potter me atingiu no banheiro.
— O que estava fazendo lá? Quer dizer é o banheiro da Murta, por qual motivo?— pergunto e vejo que meu pai não havia gostado da minha pergunta— o que foi? Não é como se eu não soubesse. Vocês deveriam parar de me tratar como idiota.
— O problema não é você em si— diz Draco ficando sentado
— Eu já disse a vocês— o encaro— eu não aprovo e muito menos admiro as atitudes dos dois, acho extremamente desprezível, mas os dois não são crianças e sabem muito bem com quem se mentem. E quanto a meu irmão, eu amo ele incondicionalmente, mas também amo vocês dois. Não me peçam para escolher um lado, pois eu não vou decidir isso, apenas guardarei segredo por que não quero prejudicar ninguém aqui. Entenderam?— pergunto

Meu pai logo foi embora nos deixando sozinhos, eu sabia que ele não voltaria mais por enquanto claro e nem madame Pomfrey. Draco estava pensativo e sério, preferi não perguntar, eu estou começando a me sentir cansada com todos esses assuntos e como eu disse não colocarei na balança ninguém é muito menos escolherei, amo os três, mas não sou capaz de escolher, apenas defendo o que acho que é certo e nesse caso não é meu pai e nem meu namorado.

Me deito a seu lado sobre a cama e Draco se aproxima deitando sobre mim, eu sentia levemente sua respiração contra meu pescoço, enquanto eu deslizava meu dedos em seus cabelos loiros-platinados, provavelmente ele havia dormido e era de partir o coração saber que eu acordaria se eu saísse, ele estava cansado fisicamente e mentalmente, seria injusto da minha parte atrapalhar.

Como previsto, Harry entendeu o que eu queria dizer e usou a Félix Felicis para obter a respostas nos quais tanto queria para entregar a Dumbledore. A meia noite ele foi correndo a sala do diretor e os dois viram juntos a memória.

— Certo, vamos ver se eu entendi— falo o acompanhando após cumprir o primeiro dia de detenção com meu pai— na memória o professor Slughorn explicava a Tom Riddle o que eram "horcruxes", é isso?— pergunto
— Sim e é mágia da trevas, é um objeto no qual uma pessoa oculta parte de sua alma. A pessoa divide a alma e oculta parte dela em um objeto, fazendo isso você está protegido caso seja atacado e o seu corpo destruído. Está parte de sua alma que estão oculta, continua viva em outras palavras a pessoa não pode morrer. Só pode ser feito matando, matar rompe a alma.
— Por Salazar— falo impressionada— como professor Slughorn contou sem ao menos sentir que havia algo errado?
— Tom Riddle já demonstrava desde a princípio ser um bom manipulador, na memória aquilo só deixa mais nítido. Ele mentia bem.
— Eu não sei o que te dizer.
— Dumbledore acha que ele conseguiu fazer a Hocruxes e não foi só uma vez, mas agora é descobrir o que são.
— Imagina o que poderia ser?— pergunto
— Pode ser tudo, até o mais simples obejto. Quando eu toquei no anel que era da mãe de Tom Riddle, eu acabei vendo algumas coisas.
— Isso é estranho Harry— falo enquanto subiamos a escadaria da torre de astronomia
— Agora precisamos encontrar as outras.
— Pelo menos duas delas já foram encontrada— falo e paramos de andar ao ouvirmos vozes próximas de nós

Hoje estava tendo o torneio de quadribol, na verdade o último para saber quem levaria a taça. Eu não tenho dúvidas de que a Grifinoria ganhará hoje, eu bem deixe de assistir para ficar com Harry na sala de meu pai, apenas garantir que o mesmo não o mataria como todas as outras vezes.

— Você já parou para pensar que me pede demais?— era a voz de meu pai— que quer demais? Que você se arrisca demais?— Harry passará a minha frente e pedirá que eu faça silêncio enquanto subiamos as escadas lentamente— já passou pela sua mente brilhante que eu não queria mais fazer isso?
— O que eu penso ou deixo de pensar é irrelevante. Não vou negociar com você. Você concordo, não temos mais nada para discutir— logo vejamos meu pai se aproximar, não tínhamos nem para onde nós escondemos

O mesmo passa rapidamente por nós dois sem dizer nada, Harry segura em minha mão e me guia até Dumbledore que estava olhando pelas largas aberturas que havia na torre.

— Oh! Harry! Serena!— aperto sua mão— precisa se babear meu amigo— por mais que o mesmo estivesse disfarçando acabo sorrindo com seu comentário— sabe, as vezes esqueço como você cresceu Harry. Vocês cresceram tanto. As vezes eu ainda vejo o menininho que morava de baixo da escada— Harry parecia sem graça com sua declaração— e a garotinha que chorava toda vez que o pai precisava partir, eu ainda me lembro das vezes que presenciei.
— O tempo passou rápido— sussurro
— Perdoe-me meu sentimentalismo. Sou um homem velho.
— Ainda é o mesmo para mim senhor— Harry responde
— Exatamente como sua mãe você é muito gentil, um traço que as pessoas nunca deixam de subestimar eu acho. Ambos tem isso. Serena— o encaro— eu pedirei para que me deixe a sós com seu irmão, eu preciso conversar com ele.
— Aaahh tudo bem— me afasto— até mais tarde professor, tchau Harry— sorrio

Nessa mesma noite, Grifinoria comemora sua Vitória no quadribol e a Gina me contará o maravilhoso impulso que terá ao beijar Harry na frente de todos na sala comunal da Grifinoria. Eu gosto muito da Gina, então não há motivos para não apoiar um futuro relacionamento entre os dois.

Mas, nessa mesma noite Harry me dirá para manter em segredo que ele e Dumbledore iriam a um lugar atrás de uma das Hocruxes, mas apenas eu estava sabendo e em hipótese alguma eu poderia contar a alguém.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e até a próxima!!!🦁♥️


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