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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 93


Escrita por:


Notas do Autor


Eaeeee pessoas???? Boa noite pra vocês.

Como estão???

Então, vamos lá. GOSTARIA DE DEIXAR EXPLICADO ALGO SOBRE ESTE CAPÍTULO.

Como todos sabem no filme não existem as cenas do funeral do professor Dumbledore. Então neste capítulo a maior parte dele é baseada no livro, até o próprio nome deste capítulo e do próximo também, eu dividi em duas partes por ser muito grande.

Eu achei que seria melhor colocar a cena do funeral antes de entrarmos em "Relíquias da Morte" e claro deixar igual descrito no livro. Então, sim, há citações do livro aqui até mesmo algumas falas ditas pelos personagens.

Espero que gostem e sorry por fazer vocês chorarem.

Capítulo 93 - O Túmulo Branco


Eu me sentia tão mal, não consegui nem ao menos dormir está noite. Harry então, passou a noite na torre de Astronomia que agora se tornará o lugar que mais me traz medo.

— Deixaremos então aos seus cuidados e de sua mãe Tonks— professora McGonagall diz— poderá ir quando quiser Serena, sem problemas.
— Obrigado professora— peço e a vejo sair
— Serena— a mesma se senta ao meu lado— eu precisarei voltar por conta da ordem, mas prometo que após o enterro te levarei. Tudo bem?— pergunta e concordo— você ficará bem.
— Eu não sei...
— Você triste é deixar todos nós tristes também, prefiro vê-la sorrindo.
— No momento não tenho motivos para sorrir— se afasta
— Eu entendo, mas lembre-se que você tem pessoas maravilhosas por perto e que amam você muito, eu sou uma delas e quero te ver bem. Harry, minha mãe, seus amigos. Todos eles.
— Eu sei disso— olho em seus olhos— um dia alguém me disse que "A felicidade pode ser encontrada mesmo nas horas mais difíceis, se você lembrar de acender a luz." Mas, agora já não está mais entre nós.
— Ou Serena...— a abraço novamente

Eu parecia uma criança no qual acabará de se machucar brincando e precisa de colo. Não estava sendo fácil ainda aceitar essa situação, parecia tão mentira.

Todas as aulas estavam suspensas, todas as provas adiadas. Alguns alunos foram levados de Hogwarts
por seus pais nos dias seguintes - as gêmeas Patil já tinham ido antes do café da manhã após a morte de
Dumbledore e Zacarias Smith foi acompanhado do castelo por seu arrogante pai. Simas Finnigan, por
outro lado, bateu o pé que não queria ir para casa com sua mãe; eles tiveram uma discussão no hall de
entrada que só terminou quando ela deixou que ele ficasse para o funeral. Ela achou a muito custo um
leito em Hogsmeade, Simas contou a Harry e Rony, já que estavam chovendo magos e bruxas na vila,
preparando-se para dar seu adeus a Dumbledore.
Arabella e Tobias também foram embora, ambos não acreditavam no que eu havia dito, mas não tinha outra explicação. Me prometeram antes de irem com seus pais que fariam de tudo para me ver, claro eu apenas concordei sem dizer muito.

Alguns alunos mais novos, que nunca tinham visto algo semelhante, ficaram um tanto exaltados
quando uma carruagem azul do tamanho de uma casa, puxada por uma dúzia de cavalos alados
gigantes, surgiu dos céus de tardinha antes do funeral e aterrissou na borda da floresta. Harry e eu observamos
da janela enquanto uma linda morena gigante desceu os degraus da carruagem e se jogou nos braços de
Hagrid. Enquanto isso uma delegação de oficiais do ministério da magia, incluindo o próprio Ministro
da Magia, estava sendo acomodada no castelo. Harry estava deliberadamente evitando contato com
qualquer um deles e inclusive eu; tinha certeza de que, mais cedo ou mais tarde, pedir-lhe-iam que contasse sobre a
última excursão de Dumbledore além dos limites do castelo e eu bom, haveria aquele interrogatório pois acredito que a professor McGonagall ou alguém da Ordem da Fênix que viu o que ocorreu na torre de Astronomia que contaria.
Estavamos juntos o tempo todo. Não desfrutamos se quer um minuto. O tempo bom parecia debochar deles;
Harry imaginava como teria sido se Dumbledore não tivesse morrido, e eles tivessem algum tempo
juntos no finalzinho do ano, as minhas provas e de Gina tinham acabado, o peso do dever de casa tinha
acabado, pelos menos isso...

Estavamos visitando a enfermaria duas vezes por dia: Neville já tinha tido alta, mas Gui ainda estava sob os
cuidados de Madame Pomfrey. Suas cicatrizes estavam ainda muito ruins; na verdade, ele agora
lembrava um pouco Olho-Tonto Moddy, embora graças a deus com olhos e pernas, mas em
personalidade ele ainda era o mesmo de sempre.

- Que bomm que êle vai se casarrr comigo. - disse Fleur contente, arrumando os travesseiros de Gui, -
porrrque as brrritânicas cozinhamm demais a carrrne, eu semprre disse.— era estranho ainda saber que eles se casariam, mesmo com todo o caos instalados sobre nosso mundo. Gina não aceitará ainda essa situação bem, pois a mesma não gosta muito de Fleur.

Andávamos pelos corredores, enquanto Hermione estava lendo o jornal. Ainda sim havia uma enorme cicatriz em mim.
- Mais alguém que conhecemos morreu? - Rony perguntou a Hermione, que estava folheando o Profeta
Vespertino.
- Não, - respondeu, dobrando o jornal. - ainda estão procurando Snape, mas nem sinal— tento não desabar
- Claro que não, - ouço meu irmão dizer, que ficava irado cada vez que o assunto surgia. - não vão encontrar
Snape enquanto não encontrarem Voldemort, e se eles não o acharam em dezesseis anos.
- Eu vou dormir - disse Gina. - Não tenho dormido bem desde... bem... dormir um pouco me faria bem— a vemos beijar Gina e Rony desviar seu olhar

Agora estamos tentando focar em outros assunto como, encontrar as Horcruxes. Para Harry isso estava doloroso, pelo o fato de que era um caminho no qual ele e Dumbledore planejavam, mas agora é apenas ele.

Pelo o que sabia, havia ainda pelo menos quatro Horcruxes em algum lugar e cada uma deveria ser encontrada e eliminada antes de haver sequer uma possibilidade de Voldemort ser
morto. Ele continuava recitando nomes para si mesmo, como se os listando ele pudesse pô-los a seu
alcance: "o pingente.., a copa... a cobra... algo sobre Grifinória ou Corvinal... o pingente... a taça... a
cobra...coisas que estão agora martelando em sua mente.

– Eu tenho tentado, Harry, mas não achei nada... há vários bruxos
conhecidos com essas iniciais: Rosalind Antigone Bungs... Rupert "Axebanger" Brookstanton... mas
eles não parece se encaixar. Julgando pela nota nota, a pessoa que roubou a Horcrux conhecia
Voldemort, e eu não acho indício algum de qualquer um dos dois ter tido algo a ver com ele... não, na
verdade, é... bem, Snape— agora eu passaria a prestar mais atenção na conversa
- O que tem ele? - perguntou Harry
— Bem, eu estava certa sobre a história do Príncipe Mestiço.
- Precisa esfregar, Hermione? Como você acha que estou me sentindo agora?— ele havia se alterado, talvez falar sobre meu pai agora era lhe causar raiva
- Não, não, Harry, eu não quis dizer isso. - ela acrescentou rapidamente, checando ao redor se não
estavam sendo ouvidos. - Eu estava certa sobre Eileen Prince ter tido o livro. Você sabe, ela era a mãe sua avó, certo Serena?— pergunta e apenas concordo— Eu achava que ela não era lá uma observadora. - disse Rony é simplesmente Hermione o ignorou.
- Eu estava olhando o resto do Profeta e havia um anúncio minúsculo sobre Eileen Prince se casando
com um homem chamado Tobias Snape, e depois algo dizendo que ela tinha dado à luz um...
— Calma, Tobias Snape é meu avô.
— Assassino. - cuspiu Harry e desvio o olhar sem dizer nada
- Bem... sim. - disse Hermione. - Então... eu estava certa. Snape deve ter tido orgulho de ter sido "meiopríncipe",
entende? Tobias Snape era um trouxa pelo que li.
- É, faz sentido, - disse Harry - ele interpretava o puro-sangue para se dar bem com Lucio Malfoy e o
resto deles... ele é justamente como Voldemort. Mãe bruxa, pai trouxa... envergonhado de seus pais,
tentando se fazer temido usando as Artes das Trevas, deu a si mesmo um nome forte - Lorde Voldemort
- o príncipe mestiço - como Dumbledore não percebeu?
— Calma ai— me levanto ficando de frente para os três— olha pessoal, eu posso não ter passado a minha vida inteira com meu pai, nem ao menos ter conhecido metade da história dele e de seus segredos, mas posso afirmar que em parte a está questão, algumas coisas não fazem sentindo com o que eu sei.
— E quem garante que ele não mentiu para você?— Harry pergunta e eu sem ao menos saber o que dizer me afasto sem graça com a situação
- Eu ainda não entendi por que ele não te castigou por usar o livro. - disse Rony. - Ele devia saber de
onde você estava tirando aquilo tudo.
- Ele sabia, - disse Harry amargamente. - ele sabia quando eu usei Sectumsempra. Ele não precisava de
Legilimância... ele já devia ter sabido até antes, com Slughom contando como eu era bom e Poções...
não devia ver deixado seu livro velho na parte mais baixa do armário, não é?
- Mas por que não te castigou?
- Eu não acredito que ele quisesse ser associado àquele livro. - disse Hermione. - Eu não acho que
Dumbledore teria gostado de saber. E mesmo que Snape fingisse que não era dele, Slughom teria
reconhecido a letra dele. De qualquer maneira, o livro foi deixado na sala de aula antiga do Snape, e eu
aposto que Dumbledore sabia que a mãe dele era chamada "Prince".
- Eu devia ter mostrado o livro a Dumbledore. - disse Harry. - Todo esse tempo ele vinha me mostrando
como Voldemort era maligno quando estava na escola, e eu tinha provas de que Snape era, também - ouvir tudo aquilo estava ainda mais me machucando, parecia ser apenas cutucar a ferida ainda não cicatrizadas
- Maligno é uma palavra forte. - ouco Hermione dizer enquanto eu olhava pela janela
- Você foi quem não parava de me dizer que o livro era perigoso!
- Eu estou dizendo, Harry, que você está se culpando demais. Eu achava que Príncipe tinha um senso de
humor um pouco estranho, mas nunca teria imaginado que ele era um assassino em potencial.
- Nenhum de nós teria imaginado que Snape iria... você sabe. - disse Rony.

O silêncio caiu entre o local, quando me deparei todos estavam olhando para mim.

— O que foi?— pergunto
— Me perdoa?— Harry diz
— Está tudo bem, eu preciso enfrentar a realidade, não é mesmo?— caminho em direção contrária deles me afastando

Não acho que agora seria o momento para eu escutar teorias, suposições e acusações. Querendo ou não ainda estou passando por um momento de fragilidade.

O Expresso de Hogwarts sairia uma hora após o funeral. No andar de baixo era possível encontrar um no hall um pouco para baixo. Todos vestiam seus robes e
ninguém parecia ter fome. Professora McGonagall tinha deixado a cadeira no meio da mesa dos
professores vazia. Na cadeira de Hagrid também não havia ninguém, mas o lugar de meu pai tinha sido preenchido por
Rufus Scrimgeour.
Na mesa da Sonserina, Crabbe e Goyle estavam cochichando juntos. Eles eram garotos desajeitos e
pareciam estranhamente sozinhos sem a pálida e grande presença de Draco em volta deles, mandando
em tudo à sua volta, sorrindo e acenando ao meu ver.

Eu jamais acreditaria que Draco mataria professor Dumbledore, e foi exatamente isso que aconteceu na torre de Astronomia. Ele estava em pânico, eu conseguia vê-lo tremer, conseguia sentir dó dele, Lucius é o desprezível da história.
— Está quase na hora— ouvimos a professora McGonagall dizer— Por favor, sigam os seus Chefes das Casas até os jardins. Grifinória,
comigo por favor.

Minha casa havia sido guiada por Slughorn, no qual eu permanecia de frente e seu olhar claramente perceberá que meu semblante estava cinza e agora sem emoção. Ele estava vestindo um manto magnífico de longas
esmeraldas verdes bordadas com prata. Do outro lado a Professora Sprout, Chefe da Casa Lufa-
Lufa, parecer tão pura; não havia um simples remendo no seu chapéu, e quando eles alcançaram o
Salão de Entrada, eles encontraram Madame Pince ao lado de Filch, ela em um grosso véu preto que
descia até seus joelhos, ele em um antigo terno e de gravata, causando a impressão de um cabide.

O calor do sol acariciava meu rosto enquanto em silêncio caminhavamos para um local onde centenas de cadeiras haviam sido colocadas em fileiras. Um corredor
levava ao centro delas: havia uma mesa de mármore posta na frente, todas as cadeiras direcionadas à
ela. Era o dia mais bonito do verão.
Uma extraordinária diversidade de pessoas já estavam acomodadas em metade das cadeiras: pobres e
sábios, velhos e novos....


Notas Finais


Espero que tenham gostado e até a próxima!!😔✊🏼♥️🦁


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