História Meu melhor amigo é uma garota - Capítulo 22


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Categorias Inuyasha
Personagens Akitoki Houjou, Ayame, Bankotsu, Hakudoushi, Inuyasha, Kaede, Kagome Higurashi, Kagura, Kanna, Kikyou, Kohaku, Kouga, Miroku, Myouga, Naraku, Onigumo, Rin, Sango, Sesshoumaru, Shippou, Souta Higurashi
Tags Colegial, Comedia, Festa, Genderbend, Hentai, Perversão, Rin, Romance, Sesshoumaru
Visualizações 291
Palavras 2.657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiii galera!!!
Eu sumi, eu sei... desculpem...
Mas aqui está um novo capítulo
Os capítulos tem bastante referência dos personagens do anime, somente quem assistiu até o fim sabe quem é Abi, a mãe dela e tal, mas espero que gostem
Boa leitura

Capítulo 22 - O fim da maldição


A aula da nova professora, Karina Nakama, rendeu muito o que falar.

As gracinhas do Kouga não pararam nem com os vários foras que a mulher deu.

Parecia uma lutadora distribuindo chutes na cara do adversário, mas aquele mala não estava nem aí.

Eu estava ansiosa, tudo que queria era que a aula acabasse logo, depois ir com Sesshomaru até a casa daquela macumbeira e desfazer essa maldição idiota.

Sim, eu estava louca para perder logo minha virgindade também, da licença?

Sou humana, uma humana adolescente e com os hormônios à flor da pele.

Depois de horas de aula sem fim, o sinal tocou e eu saí correndo feito uma louca.

Fui até a sala do conselho estudantil e troquei minhas roupas, indo de encontro com Sesshomaru que me esperava no portão do colégio.

 - Então, Ryuk, como chegaremos até lá?

 - De ônibus ué. 

 - Mas eu nem sei andar nessas coisas.-

Revirei os olhos e o puxei pela mão.

As vezes me esquecia que Sesshomaru foi criado em berço de ouro e o quanto podia ser frescurento as vezes.

 - Olha só, finalmente se assumiram é? 

 - Jaken vai fica com ciúmes.- 

Kouga e seus carrapatos zoaram.

Larguei a mão do Sesshomaru e os fuzileiros com o olhar, mas eram tão cretinos que não deram a mínima.

 - Ué, o Taisho está abrindo falência é? Está com dificuldades com a quantidade de filhos que tem que sustentar?- voltou a perguntar quando nos viu correr até o ponto de ônibus.

Estávamos tão eufóricos que só esticamos o dedo do meio na direção do moreno, mandando ele para aquele lugar.

Sesshomaru entrou no ônibus, que a essa hora estava lotado, olhando de um lado para o outro como se estivesse em uma gaiola com onças.

 - Eles não vão te morder.- brinquei.

 - Você costuma usar sempre o ônibus? 

 - As vezes, só quando quero ir para longe e meus pais não podem me levar.-

Ele seguramos o corrimão que tem na parte superior chacoalhando pra lá e pra cá, até veículo parar e mais gente entrar.

Estávamos praticamente colados ali dentro, todos grudados igual sardinha enlatada, mas era minha traseira que me preocupava.

Depois de alguns minutos naquela posição, roçando minha bunda sem querer no membro do Sesshomaru, isso teve consequência.

Me segurei ao máximo para não olhar para trás e constrangê-lo, até porque eu também estava muito constrangida de senti-lo rijo.

Se ainda estivesse vestida de Rin, mas estava de Ryuk e não entendi o porque ele estava excitado, mas depois de conviver com os meninos descobri que a cabeça de baixo não é controlada por aquela que fica em cima do pescoço. Pênis tem mente própria, e só pensa sacanagem. 

Ainda para piorar a situação, o motorista passou por algum buraco e acabou chacoalhando tudo, me espremendo ainda mais contra o corpo forte do platinado.

Senti Sesshomaru arfar quando seu pau duro foi parar entre as bandas das minha nádegas, e acabei mordendo os lábios de desejo.

Disfarçadamente, me remexi virando apenas o rosto e pedindo desculpas pelo “trombão” anterior, mas ele nem ligou.

Estava tenso, claro, devia ser vergonhoso ter uma ereção ali no meio do ônibus, e como eu estava vestido de menino poderiam dizer que éramos gays. 

Eu deveria ficar quietinha no meu canto, mas já disse que estou com um fogo no rabo que só pode ser apagada por ele, e no momento sua mangueira não está podendo fazer nada. Antes disso precisamos sim desfazer a maldição se eu não quiser levar uma pancada na cabeça.

Continuamos naquele rala e rola até chegar ao nosso destino. (Uma pena pois eu estava adorando aquilo. A carinha constrangida do Sesshoumaru era orgasmica gente).

Sesshomaru e eu descemos no ponto que ficava bem na frente da casa da tal Abi, e de cara já dava para ver o casão enorme.

Percebi que o platinado estava meio nervoso, dessa vez não era pela nossa proximidade mas talvez pelas lembranças que invadiram sua mente. 

Aquela garota com certeza o marcou ,e não foi de uma forma boa, mas sim traumatizante.

Caminhamos até a entrada da casa, passando por um caminho de pedras que tinha bem em direção à porta no meio do gramado.

Ouvi os passos do Taisho atrás de mim parar, então me virei e o encarei atônito encarando a porta como se ela fosse comê-lo.

 - Anda Sesshomaru.

 - Não. 

 - Deixa de ser bunda mole, anda! 

 - Não! Me de uma razão pra avançar.

 - Vou te dar cinco: buceta, foda, gozo.. aí!

 - O que está fazendo aí Ryuk? Anda logo!!- berrou lá da porta.

Corri para alcançar aquele safado, enquanto o mesmo apertava a campainha um milhão de vezes.

Não demorou muito para a porta ser aberta e uma criatura gótica conhecida nos assustar.

 - Kanna?!- eu e Sesshomaru exclamamos mas ela nem fizera questão de se fazer de surpresa.

 - Você mora aqui? Ué...-

Antes que a albina respondesse, outra criatura segurando uma galinha branca saiu de trás da nossa colega.

 - Deus é mais!!- Sesshomaru saltou para trás de mim como um gato assustado com uma banheira de água gelada.

A criatura não era feia, era uma garota da nossa idade e até que bonita, mas assim como a Kanna usava uma maquiagem pesada e tinha olheiras nem profundas como se não dormisse a dias.

A tal Abi olhou Sesshomaru e sorriu maligna, um sorriso que até eu me arrepiei de medo.

 - Ora, ora, se então é o Sexonmaru!

 - É SesshOUmaru.

 - Veio me fazer uma visitinha é? Olha só Mamãe, não disse que ele viria.- disse encarando a galinha que apenas cacarejou como se entendesse.

 - Mamãe? Sua mãe é uma galinha?- perguntei distraída recebendo um olhar severo da gótica.

 - É claro que não, de que planeta você veio garota? 

 - De algum que planeta que galinhas botam gente.- Kanna zombou.

 - Mas afinal, o que você está fazendo aqui Kanna?- Sesshoumaru fez a pergunta que eu também queria saber.

  - A Abi é minha prima ué, vim visitá-la.-

Agora estava explicada a aparência de ambas.

 - Você também é bruxa?

 - Ei, mais respeito comigo, seu virgem!! Bruxa é sua vovozinha.-

Sesshomaru emburrou, cruzando os braço até aquela criatura sombria se aproximar com um sorriso malicioso, tocando seu peito com a ponta do dedo.

 - Então... veio me dar aquilo que não me deu a anos atrás é?

 - Eu vim aqui te pedir para desfazer o que você fez antes que alguma mulher morra!!- 

Ela gargalhou, tão alto e sinistro como aqueles filmes de terror.

 - Você sabe o que eu quero gatão.

 - Não, eu não sei.-

A louca se aproximou ainda mais dele, ficando na ponta dos pés e sussurrando.

 - Você.-

Sesshomaru deu uma encarada na criatura, nervoso com as investidas dela, e eu fiquei só olhando com muita vontade de avançar no pescoço daquela puta. 

Quando ela se afastou, gargalhou feito uma hiena e finalmente se lembrou da educação, nos convidando para entrar.

Kanna veio junto, aliás, mais uma que acabaria descobrindo o segredo do Sesshoumaru se não intervisse.

 - Então, virjão, o que está disposto a me dar para que eu desfaça sua maldição?- disse sem nenhuma preocupação com a reputação dele.

 - Prima, porque chama o Sesshomaru de virgem? Ele não é nem um pouco virgem..- Kanna sorriu maliciosa e só agora me lembrei que ela tinha “transado” com o Sesshomaru. 

Abi fitou Sesshoumaru cheia de fúria e antes que acabasse explodindo intervi.

 - Não é nesse sentido Kanna, Abi só está querendo zoar Sesshoumaru, será que podemos conversar em particular com a sua prima?

 - Hum.. tá. Vou ali preparar uma pipoca, depois a gente se fala Sesshy.- resmungou manhosa e saiu.

Respirei fundo, tentando me controlar, mas estava difícil.

Mas pelos menos Abi conseguiu se controlar até a albina sair, depois:

 - Não acredito que você transou até com a minha prima e me rejeitou!!!

 - Eu não transei, você e sua maldição foram uma pedra no meu sapato esses anos todos.

 - Você sabe o que eu quis dizer!!!! Você ia transar com ela!!! Como pode me rejeitar pregar minha prima?

 - Não compare as coisas, afinal naquela época eu era só um garoto que nunca nem tinha beijado uma garota!!!

 - Então quer dizer que se fosse hoje você ficaria comigo?- ela foi se acalmando gradualmente e eu não gostei do rumo daquela conversa.

Sesshoumaru analisou a gótica dos pés à cabeça com os braços cruzados.

 - Hum... é, você não é ruim... estranha, mas tem um corpo bonito.- 

Os lábios pintados de roxo se alargaram com o sorriso de orelha a orelha.

 - Então tá, eu desfaço a maldição e ainda te ajudo a perder a virgindade hoje mesmo.

 - Não, não da! Eu prometi que perderia minha virgindade com outra garota.

 - Ué, não precisa falar para ela. Eu guardo mais este segredinho.-

Sesshoumaru me fitou com vontade de ceder, como se pedisse permissão para mentir para a Rin e eu até entendia seu desespero; mas não concordava. POIS EU SOU A RIN! 

 - Nem pensar!! Você me prometeu que seria a Rin, e se transar com essa aí eu vou contar para ela!

 - Ryuk, releva, se eu não fizer isso nunca vou conseguir transar...- implorou.

 - Você que sabe, ou você fica virgem, ou perde com a Rin, ou perde com essa aí e nunca mais a Rin olha na sua cara pois eu vou contar para ela!-

Sesshoumaru me encarou, depois a Abi que nos fitava com cara de tédio.

 - Credo, não sabia que você era tão moloide Sesshoumaru. Deixa pra lá, não quero mais transar com você não, não gosto de homens mandados por mulher.

  - Então vai desfazer a maldição mesmo sem eu te foder?

 - Vou, mas meu pagamento será um beijo. Um daqueles de chupão viu, desentupidor de amígdalas.-

Sesshoumaru voltou a me fitar como se eu fosse sua mãe e precisasse de sua permissão.

Não gostei da ideia, mas pelo bem da nossa relação era melhor aceitar.

Até porque, parte de mim ficou feliz que eu era tão importante para ele ao ponto dele não aceitar perder sua virgindade com ela e cumprir a promessa.

 - Está bem, se não há outro jeito.

 - Prometi que não vai contar para a Rin? 

 - Tá, tá!- dei os ombros virando o rosto.

Não demorou muito para minha curiosidade maldita me forçar a encarar aqueles dois, acompanhando cada passo que davam na direção do outro.

Sesshoumaru tocou a nuca da gótica e a puxou, beijando seus lábios roxos.

A vadia retribuiu, agarrando os cabelos platinados com vontade enquanto eu me sentia enojada com aquilo.

Seria uma cena que não sairia da minha cabeça tão cedo, mas é algo “necessário”.

Virei o rosto quando comecei a ouvir aquele som de aspirador sugando, logo em seguida veio aquele outro barulho ventosa descolando do vidro.

 - Cara, você tem gosto de canja.- Sesshoumaru reclamou, mas bem que estava gostando antes esse safado.

 - Pronto, agora que ele já fez o pagamento, desfaça a maldição.- falei encarando gótica, ainda mais bizarra como batom todo borrado e um sorriso satisfeito.

 - Tudo bem, eu cumpro com a minha palavra, vamos lá.-

Abi esfregou as mãos uma na outra, esticou os braços com as mãos espalmadas e começou a balançar os dedinhos quando proferia as palavras mágicas.

 "- Abracadabra, sim salabim. Que a varetinha do do Sesshoumaru, funcione enfim!"-

Ficamos calados, esperando pelo resto, até perceber que não tinha "resto".

 - É só isso?- ele perguntou.

 - Sim, só isso. Seja livre pequeno graveto.

 - Ei, eu não tenho um graveto, tenho uma tora, ouviu bem? 

 - Poupe-me querido.- ela zombou.

 - Espera, como vamos saber se funcionou?- indaguei desesperada.

Ele cumpriria sua promessa comigo e eu não estava nenhum pouco afim de acordar com um galo. 

 - Se ele quiser, posso testar.- ela voltou a sorrir maliciosa.

 - Não precisa, obrigado. Só pedimos que guarde segredo, por favor.- respondi empurrando o Taisho até a porta a tempo de ouvir ela berrar lá de dentro da casa.

 - Não se preocupem que a mandinga tem três meses de garantia. Qualquer coisa volte aqui.-

Bati a porta da casa e soltei o platinado, caminhando novamente até o ponto de ônibus.

Ele estava pensativo, ou seria ansioso? 

Bom, eu estava com os dois. 

 - Ryuk, será que funcionou mesmo? 

 - Não sei cara... espero que sim... 

 - É.. ei, aonde está indo?

 - Para o ponto de ônibus ué.-

Sesshoumaru corou, balançando a cabeça de um lado para o outro.

 - Não. Vamos de táxi. 

 - Mas táxi é caro! Estamos do outro lado da cidade.

 - Eu pago. Tudo, menos entrar aí!!- 

Pelo seu constrangimento percebi que não queria entrar no transporte para não ter que passar por outro vexame daqueles.

Pensar nisso me deixou constrangida também, então concordei em ir de táxi, que pelo menos não precisaríamos ficar nos esfregando a toda hora. Melhor deixar pra fazer isso quando estiver usando uma lingerie feminina.

 

Deixei Ryuk próximo a casa da Rin, pois o mesmo disse que visitaria a amiga, depois segui para minha casa.

Estava ansioso demais, cheio de esperanças de finalmente poder provar uma mulher, e não esperaria mais.

Subi até meu quarto e me joguei na cama, pegando o celular e escrevendo uma mensagem a morena dos meus sonho, porém, antes de enviar, ouvi minha porta ser arremessada contra a parede e aquele velho louco entrar berrando.

 - Encontrei!!!!

 - Encontrou o que pai?! Seu juízo?!?! Caralho, você arrombou minha porta! 

 - Encontrei sua irmã!!! Venha para a sala, reunião de família agora!!!- continuou gritando abrindo "delicadamente" a porta do quarto dos meus irmãos.

Ainda foi possível ver o Hakudoushi se masturbando, escondendo as intimidades com uma almofada quando teve sua privacidade invadida.

O mesmo saiu correndo até a cômoda com a bundona branca de fora, enquanto eu preferi ir atras do velho.

 - Cadê o Inuyasha? Aquele viado!!- resmungou procurando o caçula pela casa.

Chegamos a cozinha e lá estava ele, sentado na almofada tomando uma sopa, quando se assustou com a intervenção abrupta do papai e derrubou o prato bem no meio das coxas.

Fazia dias que não via meu irmão pular daquela maneira, nem parecia que estava com a bunda prejudicada, coitado.

 - Eu achei Inuyasha!! Achei sua irmã!!!!! É uma menina!!!!! 

 - Eu preferia que tivesse achado uma pomada contra assaduras! Isso é maneira de entrar pai?!- berrou furiosos abanando as partes.

 - Hum... que cheiro de linguiça queimada...- Haku entrou já zombando, e graças a Deus vestido.

 - Sopa de pentelhos!- completei rindo.

O mais novo me fuzilou com o olhar e eu me calei, dando atenção ao que meu pai queria dizer.

 - Que história é essa de irmã pai? Você não está impotente? 

 - Não espalha isso, moleque!! Eu estava falando da filha da Shizu. Lembram da noite que engravidei a mãe de vocês?

 - Como esquecer? Você encheu a cara de viagra e pegou quatro mulheres de uma vez, e engravidou três!! 

 - Na verdade, as quatro.- ele riu orgulhoso - Coloquei um detetive para descobrir por onde andava a Shizu, a camareira do motel que invadiu nosso quarto aquela noite, e descobri que ela tem uma filha da idade de você. Ou seja, vocês têm uma irmã!!!-

Me joguei na cadeira estarrecido.

Mais uma pra entrar pra essa família. Outra maluca para esse manicômio.

 - Tem certeza que ela é sua? 

 - Certeza só vamos ter depois do teste de DNA, mas por hora, façam as malas pois vamos para o litoral!!!- berrou animado, saindo da cozinha e atropelando a empregada.

Nunca vi meu pai tão contente. Sinceramente, não sei nem porque.

Ele vivia reclamando da gente, agora está todo babão de saber que pode ter uma filha. 

Algo me diz que vamos nos meter em mais confusões.


Notas Finais


Para quem não se lembra do ocorrido naquela noite, é só ler o capítulo 16
Até o próximo amores
Bjinhus


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