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História Meu mistério Karla. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Primeira história original.

Capítulo 1 - Epílogo


Fanfic / Fanfiction Meu mistério Karla. - Capítulo 1 - Epílogo

O dia como todos os outros na cidade de Aylia Viscconse estava nublado, Karla olhava para o céu depois de mais uma tragada em seu cigarro do parapeito de seu apartamento, esperando o momento em que as gotas de chuvas começassem a cair. Após sua última e derradeira tragada jogou o cigarro de onde estava, sentiu uma gota de chuva em seu rosto e voltou para dentro.
Seu apartamento era dividido em três divisórias, seu quarto que ficava de frente a sua mini cozinha e tinha o banheiro, não era grande mas perfeito para ela. Seguiu para sua cozinha e colocou um pouco de café em sua caneca, voltou para sua cama e ligou o notebook, verificou seu e-mail e viu uma mensagem de seu chefe de departamento.
“Não se atrase Karla você precisa está aqui as três e ponto, essa é sua ultima chance”
Ela riu, pensava se por acaso ele ainda não sabia usar um meio de comunicação mais adequado, ela quase nunca lia seus e-mails, se acontecesse dela não abrir aquele dia provavelmente estaria ferrada.
Olhou as horas e viu que já eram quase duas, suspirou, deu um ultimo gole de café e saiu de sua cama direto para o banheiro.
Assim que Karla tinha terminado de se organizar, saiu do apartamento.
- Não atrase seu aluguel dessa vez Karla – O proprietário disse assim que a viu passar.
- Não me amole Juan – Respondeu e saiu da vista de 8seu credor.
A chuva aquela altura estava só em um sereno fino, cobriu sua cabeça com o capuz e foi em direção ao seu carro as pressas, entrou pegando suas chaves na mochila para então começar a dirigir.
Chegou no departamento de investigação as duas e quarenta e cinco, Karla estacionou e entrou no prédio, como ela esperava o clima em todo o local ainda estava tenso desde o ocorrido que lhe ocasionou duas semanas de suspensão, Karla passou reto indo direto para a sala de seu superior, deu duas batidas e entrou.
- Chegou antes do horário dessa vez Karla – Michael disse a Karla que se colocou em sua frente.
- Sim, então o que decidiram? – Karla estava ansiosa, sabia que o que estava por vim seria uma bomba.
- Antes me diga Karla, o que você fez de errado, apenas me recorde, então chegarei a minha conclusão – Disse Michael sério.
- Reabrir um caso sem permissão e coloquei a vida do meu colega Jodan em perigo – Ela respondeu ainda firme e Michael deu uma risada.
- Você fez parecer tão simples Karla – Ele se levantou e pegou uma pasta de dentro do armário e jogou na mesa em frente de Karla – Sabe o que é isso? – Karla se aproximou e viu que era um relatório do caso, pegou e o analisou.
- O que é isso? Não foi isso que aconteceu! – Karla olhou para Michael incrédula, todo os detalhes do ocorrido estavam alterados.
- Você agiu sem nenhuma permissão superior, fez tudo por conta própria, queria o quê? Que eles colocassem que nossa inspetora trabalhou sozinha sem o conhecimento policial do caso? – Indagou Michael a Karla que estava começando a ficar irritada.
- Mas eu resolvi o caso não resolvi? Além do mais, eu tinha solicitado permissão para continuar a investigação várias e várias vezes! Para que eu sou inspetora policial se não posso usar de minha autoridade? – Jogou a pasta sobre a mesa já com raiva – Isso é um absurdo – Pegou um cigarro no bolso acendendo e começou a fumar.
- Olha Karla reconhecemos que você é muito boa no que faz, mas as vezes seus métodos são precipitados e passam do limite! Você não pode continuar trabalhando assim, você tem uma equipe! 
Karla se encostou na janela e ficou observando o lado de fora, não estava muito movimentado hoje, suspirou e  voltou sua atenção a seu superior que a encarava com uma expressão de preocupação.
- Então? Para onde fui transferida? – Perguntou ela a Michael que suspirou e voltou a se sentar.
- Você vai para a divisão de crimes hediondos, estará sobre o comado do investigador Parkinson.
- O quê? Do Parkinson? Você sabe que ele não vai nenhum pouco com a minha cara não sabe? – Protestou Karla.
- Bem isso não foi decisão minha, enfim dessa vez você estará sobre o comando dele é bom que não faça nenhuma merda Karla, sua ficha já está tão preta que não dá pra passar mais nenhum corretivo – Michael disse e Karla passou sua mão sobre a cabeça preocupada, ele com certeza não iria facilitar pra ela, agora sim se considerava ferrada.
- Eu sei disso, e quando poderei voltar? – Karla perguntou esperançosa mas pela cara que o mais velho fez poderia já desistir dessas esperanças.
- Ficará lá até que me ordenem a te trazer de volta, já passei tudo para o Parkison ele vai te solicitar quando precisar de você, boa sorte Karla – Michael falou e Karla assentiu e saiu da sala, ela não poderia fazer mais nada já tinha saído do controle dela, era aceitar o perder seu emprego.
Mas por que de todos os departamentos tinha que ser o de James Parkinson? Ela não tinha um bom histórico com ele então sabia que não seria nada fácil.
Saiu do prédio e foi em direção aonde tinha estacionado seu carro.
- Karla espere! – Ela olhou para trás e viu seu colega de trabalho Jordan vindo em sua direção.
- O que houve? – Ela perguntou assim que ele a alcançou.
- Fiquei sabendo que vai ser transferida para outro departamento, eu sinto muito – Jordan falou e Karla negou.
- Você não teve culpa Jordan eu que devia me desculpar, fui eu quem colocou sua vida em perigo em primeiro lugar, lamento por isso.
- Foi uma escolha minha te ajudar, eu tentei explicar isso para o Michael mas não deu certo – Jordan falou com decepção.
- A escolha não é dele, mesmo assim obrigada Jordan, eu tenho que ir, a gente se vê em breve. – Karla disse dando um leve aperto no ombro de Jordan que deu um leve sorriso triste. 
- Até mais Karla – Respondeu ele a Karla que sorriu em resposta e continuou seu caminho até seu carro.
Assim que entrou seu celular começou a vibrar em seu bolso, pegou e tinha o número desconhecido, estranhou um pouco mas atendeu.
- Alô? 
- Inspetora Abrand? 
- Sim é ela, quem fala? 
- Sou o investigador Parkinson, recebi as ordens de te receber no meu departamento a partir de agora.
Karla respirou fundo, não pensava que ele fosse lhe contatar tão cedo.
- Sim, espero que a gente se de bem – Fingiu uma simpatia mas logo se arrependeu do que havia falado.
- Nos dando bem ou não espero que siga minhas ordens devidamente e não faça nenhuma gracinha senhorita Anbrad, infelizmente conheço seu péssimo abito de não seguir ordens.
Karla respirou fundo mais uma vez na tentativa de não se alterar, aquele sujeito sinceramente a tirava do sério, ainda se perguntava se conseguiria trabalhar com ele.
- Sim eu entendo investigador, farei o possível para seguir suas ordens.
- Fico feliz em ouvir isso, quero que esteja aqui amanhã as 10:00, só lembrando que não admito atrasos.
- Certo estarei aí no horário marcado.
- Então até amanhã senhorita Abrand – Ele desligou.
- Inferno! - Karla começou a distribuir socos no volante para descontar sua frustração, pensava em se demitir, mas isso não era uma opção para ela afinal – Odeio minha vida... – Sussurrou com a cabeça sobre o volante, sua única opção agora seria aguentar e aturar, mas será que teria forças para isso? 
No outro dia Karla saiu cedo para sua caminhada, passou no mercado comprou o que precisava e voltou para casa, assim que chegou deu de cara com a pessoa que com certeza não queria ter visto hoje, seu estomago embrulhou ao vê seu ex-namorado parado em frente a entrada do seu prédio.
- O que está fazendo aqui? – Karla perguntou assim que se aproximou. 
- A gente tem que conversar Karla – Disse ele e Karla sorriu em resposta.
- Você tá de brincadeira né Paulo? Olha não me enche o saco que eu tenho que ir trabalhar – Passou por ele já adentrado o prédio mas foi impedida pelo sujeito que segurou em seu braço.
- Eu estou falando sério Karla, deixa pelo menos eu explicar o que aconteceu naquele dia, não podemos terminar desse jeito! 
Karla respirou fundo e juntou o pingo de paciência que ainda lhe restava, não bastava ter que enfrentar seu novo chefe rabugento hoje agora isso.
- Tá o que cê quer falar? Duvido muito que tenha uma boa desculpa para o fato de eu ter te pegado com a língua na goela da minha amiga.
- Olha aquele dia eu e ela estávamos meios alterad-
- Já ouvir o suficiente, agora se me dê licença – Tirou a mão dele de seu braço e deu as costas a ele continuando seu caminho.
- Karla me escuta, eu realmente gosto de você, não sei o que deu em mim aquele dia mas eu não quero terminar com você! – Karla parou de andar por um momento, apertou os punhos e voltou a encarar Paulo – Mas veja bem você sempre priorizou seu trabalho, foi só uma recaída-
- Chega! Eu não quero ouvir Paulo, depois do que eu vi eu tive certeza do que eu queria e com certeza não era continuar namorando você, então me fez um favor, obrigada! – Disse lhe dando as costa mais uma vez e foi em direção as escadas não iria esperar elevador, subiu rapidamente e foi em direção ao seu apartamento, abriu e entrou trancando a porta atrás de si.
- Já começou bem – Reclamou enquanto seguia para o banheiro – Que merda!
Assim que chegou no escritório desconhecido por ela observou que tinha um grande fluxo de gente, deveria ser porquê aquele departamento era muito solicitado. Karla observou que uma mulher de aparência exótica mas ainda assim bonita caminhava em sua direção, ela parou em frente e estendeu sua mão a Karla.
- Você deve ser a Inspetora Karla Abrand! Sou Carol secretaria do senhor Parkinson prazer – Falou Carol a Karla que retribuiu o aperto de mão.
- Prazer, aonde está o senhor Parkinson? – Perguntou Karla confusa, mas estava ainda mais confusa do porquê ele tinha uma secretaria.
- Ele infelizmente não está, mas me deixou encarregada de te mostrar seu novo local de trabalho e um pouco do departamento – Carol respondeu com um sorriso simpático.
- Entendo, não sabia que ele era tão ocupado – Disse Karla sorrindo de leve.
- O senhor Parkinson tem uma agenda bem apertada, ele lamenta por não poder te dá as boas vindas pessoalmente – A garota disse e Karla tentou não sorri do que ela tinha dito, ela duvidava muito disso.
- Deve ser por isso que ele tem uma secretaria, não conheço muitos investigadores que tenham uma secretaria, normalmente é um assistente – Karla falou enquanto seguia a mulher, o barulho dos sapatos de salto fino chegavam aos seus ouvidos em um som estridente, o que ela achou extremamente irritante.
- Como eu lhe disse antes, o senhor Parkinson é bastante requisitado o que acaba lhe causando excesso de trabalho no escritório, então aqui estou eu, mas alguma pergunta Inspetora? – Carol parou de andar e se virou para Karla perguntando com um sorriso que ao vê dela estava bem forçado.
- Você é uma fã do investigador Parkinson ou coisa assim? – Karla perguntou fazendo com que Carol colocasse uma expressão em que ela não soube decifrar.
- Se não tem mais nada para falar – Apontou para uma porta ao lado dela - Essa aqui será sua nova sala, estarei lhe mostrando um pouco do departamento então quando acabarmos poderá vim aguardar o senhor Parkinson em sua sala.
A secretaria parecia irritada, será que ela tinha falado alguma coisa errada sem perceber de novo?  
- Tudo bem, vamos lá! – Disse Karla divertida, era seu primeiro dia e já tinha conseguido irritar alguém.
Aquele estava sendo um dia bem ruim para Karla e ele mal tinha começado, já tinha voltado para a sua sala depois da pequena tour com a Carol e agora estava esperando a boa vontade de seu chefe dá as cara, ouviu duas batidas em sua porta.
- Falando do diabo, deve ser ele – Sussurrou Karla e viu uma figura masculina alta e esbelta adentrar sua sala.
James Parkinson era um homem que de todos os aspectos era considerado bonito, sua altura, corpo e rosto eram os ideais de muitas mulheres e usados muitas vezes com sua arma de atração.
- Já conseguiu irritar minha bela secretária senhorita Anbrad? – Perguntou James se escorando na porta e Karla se levantou observando a expressão que conhecia bem no rosto do homem a sua frente, o qual ela odiava muito, um rosto bonito e charmoso que quando levantada sua sobrancelha direita com sarcasmos, se formava em uma expressão sexy, mas ela já era imune, já era vacinada contra aquele tipo de expressão dele.
- Não sei bem o que eu fiz, mas parece que é isso – Karla falou e Parkinson sorriu.
- Você continua a mesma, ofendendo as pessoas sem perceber – Disse James e Kate cruzou os braços.
- Vejo que o senhor também não mudou quase nada com esse seu sarcasmo arrogante – Disse Kate mas se arrependeu logo em seguida, porquê ela tinha que falar essas coisas? – Sem ofensa é claro! – Disse rapidamente – Vou respeitar suas ordens de agora em diante como devidamente meu superior.
- Bom saber que sabe em que situação se encontra, você aprontou muito pra chegar até aqui não é mesmo? – Provocou James e aquela altura Karla só queria jogar alguma coisa sólida na cabeça daquele indivíduo, ela estava arduamente tentando ter uma conversa séria, enquanto ele continuava a provocando.
- Podemos falar de quando começarei a atuar em um caso investigador? – Ela perguntou a ela que sorriu de lado e lhe lançou uma pasta que foi pego por ela.
- Aí está os detalhes do seu próximo caso, você tem um mês para concluir, estarei disponibilizando a equipe quando você começar a investigação – Karla a olhou confusa – Algum problema Inspetora? 
- Como meu superior eu não deveria atuar em caso junto a você? Ou estou equivocada? 
- Não, não está, mas eu estou lhe dando esse caso para você ficar em frente, ou acha que não é capaz? – James perguntou e Karla ficou surpresa, aquilo para ela era maravilhoso – Mas não esqueça Inspetora, você não vai trabalhar sozinha e sim em equipe – Ela voltou a observar os documentos – Eu fui claro Inspetora? – Ela voltou a olha – lo.
- Sim, bastante claro – Ela respondeu o encarando.
- Bom, muito bom, então boa sorte – Ele se virou para sair mas Karla o impediu.
- James! Quer dizer investigador Parkinson...eu preciso da minha arma e distintivo de volta – Ela falou e ele se virou para ela mais uma vez, ficou uns segundos a encarado o que deixou Karla confusa mas logo se pronunciou.
- Você não me chama pelo nome um bom tempo – Karla se sentiu desconfortável – Irei mandar alguém vim entregar logo – E saiu da sala fechando a porta atrás de si e deixando Karla sozinha, ela se deixou cair na cadeira.
- Porquê eu chamei o nome dele? 
Caso: Constane Potimaan
Detalhes do crime:
A garota de 14 anos foi encontrada morta em sua residência, com sinais de violência sexual, agressão por auto defesa, o assassino fingiu após 24 horas da denúncia feita por vizinhos que escutou gritos na casa.
Não foi constatado nenhum tipo de substâncias lícitas ou ilícitas, a autópsia mostrou sinais de estrangulamento e seus pulsos estavam inchados, vários hematomas em seu corpo e machucados e vermelhidão na região íntima da vítima.
Principais suspeito:
O principal suspeito do caso é o padrasto da garota, Cláudio Monteiro de 46 anos, no dia do ocorrido Constane estava a sós com o homem, a mãe estava fora, relatando que estava fora a trabalho, a menina não tem outros parentes além da mãe, o que tudo indica já estavam juntos a cinco anos e nunca havia feito a Constane.
Karla voltou para casa no fim da tarde já que só ia começar sua investigação pela manhã, decidiu ligar para sua mãe já que fazia um tempo que não falava com ela.
- Alô Karla? Aconteceu alguma coisa? 
- Oi mãe, não aconteceu nada só queria falar com você, como está o papai?
- Ho querida que bom, ele está melhorando, mas o custos do tratamentos estão cada vez mais autos.
- Eu entendo, olha mãe não se preocupe continuarei mandando dinheiro pro tratamento e para vocês.
- Não precisa se esforçar tanto meu amor, vamos ficar bem.
- Mãe para eu faço isso pelo papai, não tem problema nenhum para mim tudo bem? 
- Certo querida.
- Notícias do Maicon? 
- Ele está bem mas ainda não quer voltar para casa.
- Não se preocupe muito com isso mãe ele já é adulto sabe o que está fazendo.
- Eu espero que seja assim, seu irmão é uma pessoa muito difícil, tenho medo que ele possa está envolvido com coisas erradas Karla.
- Eu tenho certeza que ele irá voltar logo, vou me certificar que ele não faça nenhuma besteira.
- Se não fosse por você Karla.
- Mãe! Não chora, olha vai ficar tudo bem, escuta o papai está acordado? 
- Desculpe querida, ele já está dormindo.
- Okay amanhã ligo para falar com ele, manda um beijo por mim, irei aí logo tudo bem? 
- Certo querida, vamos está te esperando.
- Tchau mãe durma bem.
- Você também meu amor.
Karla desligou e suspirou, a situação de saúde de seu pai ainda estava bem complicadas, Karla tomou um banho, comeu alguma coisa e foi para cama, teria que está no escritório cedo dessa vez.
- Como foi no trabalho hoje? Difícil? – Perguntou o homem abraçando Karla por trás e depositando um beijo em seu pescoço.
- Não, foi de boa e o seu? – Respondeu ela se virando para ele passando as mãos por volta de sua cintura e o encarado com ternura .
- Também, Karla eu estava pensado sobre nós – Disse ele selando os lábios de Karla com um selinho.
- Sobre nós? O que tem para pensar? – Ela perguntou confusa.
- Você não acha que já está na hora de levar nosso relacionamento adiante? Digo, uma coisa mais séria.
- Mais séria do que já temos? Somos namorados, o que pode ser mais sério que isso? 
Karla parou e ficou sem palavras por um momento, o homem a observava com uma expressão séria, ela tirou as mãos que estavam ao redor do homem.
- Você quer dizer...casamento? – Perguntou com um aperto no peito.
- Sim, Karla vamos nos casar...
Karla despertou suada com o toque do seu celular, não viu quem era apenas atendeu, ainda estava atordoada pelo sonho.
- Karla está acordada? – Falou a voz do outro lado reconhecida por ela.
- Sim senhor Parkinson, o que aconteceu? – Perguntou ainda sonolenta.
- Preciso que venha ao escritório agora mesmo, houve uma alteração no seu caso.
Karla sentou confusa.
- Certo estou indo agora mesmo.
- Até depois.
- Até.

 

 

 

 

 


Notas Finais


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