História Meu misterioso anjo da guarda - Kim Taehyung - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Personagens Originais
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Palavras 1.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii... eu sei que disse que não ia postar agora, mas como esse já estava pronto resolvi postar.

Boa leitura❤

Capítulo 2 - Capitúlo 2




Eu estou em um campo, repleto de flores, apenas caminhando sem rumo, apreciando a linda natureza que me cerca, até que... ele aparece, no fundo da linda paisagem, o que era uma grande distância entre nós. Mesmo sendo um desconhecido, corro em sua direção, enquanto o mesmo ficou imóvel só esperando minha aproximação. Chego próxima de seu corpo - eu estava ofegante pela corrida - mas apenas ignorei esse fato. O olho por completo, e não consigo enxergar o que queria, pois metade de seu rosto estava coberto, pelo capuz do moletom que usava, pude ver apenas ver seu maxilar e seus lábios rosados e medianos, mas isso não fez com que eu o reconhecesse.


- quem é você? - e eu continuava á inssistir em saber quem era aquele ser tão misterioso. O mesmo solta um riso - acredito eu que seja de deboche - como se disse-se " é sério isso? ", enquanto isso eu apenas o observava em silêncio, com um ponto de interrogação em minha mente.


- você não precisa saber quem eu sou - ele diz, e eu percebo o quão grossa é sua voz. Ele se aproxima do meu rosto como se fosse me dar um beijo, mas logo desvia indo para meu ouvido - mas saíba que eu sei tudo sobre você... - isso me faz arrepiar por completo.


Fico estática por um momento, pensando em como isso seria possível, enquanto o mesmo se distância cada vez mais, sem minha percepção. Quando saio de meus pensamentos, vejo que ele estava indo embora.


- EI ESPERA - essa era a única maneira de faze-lo parar naquele momento, pois não estava conseguindo mexer um músculo sequer. Não sei se ele não me ouviu ou me ignorou, só continuou seguindo seu trajeto.Não tive a chance de me pronunciar novamente, porque antes mesmo disso acontecer, meu corpo pesou e eu apaguei completamente.


          •••


Me desperto com a sensação de ter saido de um desmaio, mas nada passou de mais uma noite com o mesmo sonho e a mesma pessoa.


- Foi só um sonho - sussurro.


Mesmo sabendo que dizer isso não adiantaria completamente nada, Lana repitia isso toda manhã para si mesma, pois a mesma duvidava de um sonho tão real. Desde que se conhece por gente, Lana têm tido o mesmo sonho e as mesmas sensações estranhas e confusas, mas apesar de isso acontecer frequentemente, Lana nunca se acostumou com tais sensações. E mais uma vez, a garota começa sua rotina diária.


Kim Taehyung? Bem... o garoto só admirava  a " linda jovem " - era assim que gostava de chamar Lana, mesmo não tendo a permissão para tal apelido -. Taehyung observava cada ação feita por Lana, desde o primeiro despertar até o último suspiro antes da mesma dormir, tirando o momento em que ele se senta na cama da garota e faz carícias na mesma a madrugada inteira, mas Taehyung apenas faz tal atitude porque sabe que Lana não sente e nem desconfia de sua existência... bom, isso é o que ele pensa.


Lana, já vestidq com seu uniforme, sai de seu quarto, e desce as escadas indo em direção a cozinha, onde tinha quase certeza de que encontraria seus pais e seus dois irmãos.


- bom dia! - falo para todos alí, para algumas pessoas isso não é um problema, mas para Lana seria um tanto irritante e cansativo comprimentar cada um presente no local.


- bom dia minha filha - sua mãe ao contrário da mesma não media esforços para comprimenta-lá da melhor forma possível, com um beijo na testa.


- bom dia - seu pai e seus irmãos falaram em uníssono, causando uma gargalhada na mesma, mas só ela achava aquilo engraçado, pois percebia o quanto seus irmãos e seu pai se pareciam.


- Lana, venha comer - sua mãe fala se sentando com seu pai e seus irmãos na mesa.


- desculpa omma, tenho que ir já estou atrasada- falo já saindo da cozinha.


Minha escola ficava um pouco longe de casa, mas eu não me importava, pois  os vinte minutos que levo caminhando, parecem cinco quando fico perdida em meus devaneios. Outras pessoas ficariam em seus celulares o caminho inteiro, não que eu não goste de ficar no meu, pelo contrário eu adoro meu celular, não conseguiria viver sem, apenas gosto de observar e perceber as coisas ao meu redor em ambientes diferentes. Saio de meus devaneios quando escuto passos próximos de mim, olho para trás, para os lados, e nada, passa pela minha cabeça estar sendo seguida, mas esse pensamento sai rapidamente da minha cabeça, claramente os passos estãos muito próximos, praticamente ao meu lado, mas não há ninguém... deve ser coisa da minha cabeça, mesmo assim é assustador sentir a presença de alguém. 


- LANAAA! - me viro rapidamente, e encontro Jennie correndo em minha direção. Mas quando chega perto, se apoia em suas pernas, realmente estava faltando fôlego em Jennie. - por... por ... por que você... não parou quando te chamei? - a cada palavra era um suspiro, sua falta de fôlego dificultou para a garota falar o que queria.


- o que? - para mim aquilo estava confuso.


- faz uns dois minutos que eu estou gritando para você me esperar, e aliás você anda bem rápido viu? - ela fala já sem dificuldades.


- então era você? Mas estava muito perto... - devo ter pensado alto, porque depois de ter falado Jennie ficou confusa. - esquece, só estava pensando.


- tabom então... - Jennie sempre me achou estranha, mas nunca deixou de ser minha amiga, e por essa lealdade, estou pensando em contar do meu sonho e das sensações estranhas para ela, mas por enquanto vou deixar como está.


- Jennie, que horas são? - pergunto já desconfiada do nosso possível atraso. Jennie olha para seu celular, depois volta seu olhar para mim, só que dessa vez esbanjando desespero.


- Lana... corre! - só com essas palavras entendi  tudo, e consegui ficar tão desesperada quanto ela.


Acontece que eu e Jennie estudamos em um colégio super rigoroso, que não tolera erros, e isso nos assusta um pouco, fazendo-nos pensar de um modo bem pessimista. Nós nunca causamos problemas, mas não ficamos tranquilas, porque sabemos que um simples atraso pode sujar nossa ficha escolar... assustador não é?. Quando chegamos na escola, como imaginavamos, o portão estava fechado, então tivemos que ir para secretaría para pelo menos tentar entrar na segunda aula.


- com licença... nós tivemos um problema e nos atrasamos, será que ainda podemos entrar? - Jennie tentou resolver a situação com suas palavras convicentes e sutís.

- esse não seria o correto... mas dessa vez passa. Se mais alguma coisa desse tipo acontecer, vocês sabem que riscos estarão correndo né?


- sim senhora. - falamos em uníssono. Quem visse acharia que iamos servir o próprio exército.


Eu e Jennie entramos na sala de aula com o coração na mão, nós pensamos que o professor iria nos dar uma bronca, mas não, para nossa felicidade. Tirando esse acontecimento nada agradável, as três primeiras aulas ocorreram normalmente, então fomos para intervalo.


- Jennie, vai indo na frente, vou ir no banheiro, ok?


- ta bom, vou estar na mesa perto da janela. - fala apontando pro lugar.


- tabom.


Vou indo em direção ao banheiro, mas antes mesmo de chegar calafrios invadem meu corpo, eu já estava acostumada a sentir essas sensações, elas vem num piscar de olhos. Ignoro, e entro no banheiro, lavo meu rosto tentando me tranquilizar, o que foi totalmente inútil. Quando me olho no espelho, fico paralisada. Eu só devo estar louca. O mesmo garoto do meu sonho estava sem capuz, me olhando pelo espelho, ele estava estranho, eu conseguia ver as portas por trás dele, isso não era nada normal. Me viro rapidamente, mas ele... sumiu!


 









Notas Finais


Espero que tenham gostado😙


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