História Meu Nada Adorável Novo Irmão (Long Imagine - Kim Taehyung) - Capítulo 26


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Imagine, Incesto, J-hope, Jimin, Jin, Novo Irmão, Rap Monster, Suga, Taehyung
Visualizações 465
Palavras 3.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OOiiiiiiiiiie, tudo bom?
Essas notas devem ficar grandes, mas por favor leêm tudo.

Gente, a pessoa usa o traço (-) no lugar do travessão(—), pois um, eu não encontro isso no teclado e muitos usam o traço e eu pensei, okay. Porém venho lido muitas histórias com o travessão, então usarei ele sim, no ctrl c e v kajsh
Alguns cap já estou com o travessão, e ao longo do tempo todos estarão editados e aproveitando, estou corrigindo os erros ortográficos que vejo. E antes de tudo, alguns erros não são exatamente erros, já que eu escrevo pelo celular ele acaba mudando a palavra e nem percebo. Não estarei corrigindo 100% pois já está sendo um grande trabalho ficar trocando o (-) pelo (—), mas tudo que eu conseguir visualizar neste processo estou editando.
Lendo os primeiros caps descobri que tinha dado Chin Hwa como nome do pai da s/n, sendo que havia esquecido e sempre colocando "pai" "meu pai" "seu pai". Usarei seu nome uma vez ou outra, então quando lerem Chin Hwa já sabem que é.

Vou deixar outra parte do que queria escrever aqui nas notas finais, então até lá ^^

Capítulo 26 - Casal não convencional


 

Taehyung me arrastava para longe de estabelecimento. Ele andava rápido e se tornava difícil acompanhá-lo, tendo que correr algumas vezes. Por sorte, sua mão em meu pulso não machucava, ele não controlava sua velocidade, mas sua força estava no nível não doloroso.

— Tae!! Para! Estou cansada. — Ele cessa seus passos.

— Desculpa, acho que eu andei muito rápido.

— Acha?

— Mas você também é muito lenta.

 — Me defende e depois me insulta?

— Ai, ___. Como eu disse, eu posso.

— Por quê? Por que eu sou sua? — Mudei meu tom para provocativa.

— Exatamente.

— Você é o único que pode me insultar?

— Sim.

— Vai se catar Taehyung. Larga de agir como se fosse possessivo. Mulher não gosta de homem assim.

— Tá, _____. Me desculpe se eu agi assim com você. Eu só não…

— Você o quê?

— Não suporto ver que o Park tem algum domínio sobre você.

— Ele não tem nenhum domínio sobre mim.

— Ele é um amigo importante e você o escuta.

— Eu também te escuto, até mesmo quando você fala besteiras. E são muitas.

— Também não falo tantas assim.

— Vamos para casa logo, está ficando frio.

— Sim, meu amor.

— Não me chama de meu amor.

— Por quê? Ficou envergonhada?

— C-claro que não.

— Certo. — Sorriu convencido que eu estava envergonhada, e era verdade.

 


 


 

 

— É errado o que você está fazendo comigo.

— Cala boca, Tae, está chegando na parte mais importante do dorama

— Você está nisso há quase duas horas.

— Porque toda parte é importante. Se você continuar falando eu terei que voltar a cena e demorar mais.

— Poxa, você está me trocando por um dorama. — Sou obrigada a pausar o vídeo, com o Taehyung reclamando nem consegui prestar atenção na cena.

— Estou séculos sem ver um k-drama direito. E não vou deixar de ver no dia que marquei para maratonar só porque você quer. Você devia ver comigo, ou deitar no meu lado e mexer no seu celular enquanto apenas curtimos a presença um do outro sem conversar.

— Mas não tenho nada o que fazer.

— Se visse dorama, nunca iria dizer isso.

— Okay, mas… - Ele se deita no meio de minha cama. — Deita aqui. — Pouso minha cabeça em seu peitoral e ele passa seu braço por baixo de meu pescoço. — Agora veja seu drama, que irei conversar com o Hobi. — Seu braço me apertou mais ainda, ao alcançar seu celular que ficara em frente de seu rosto

— Okay. — Dou replay na cena.

Ficamos até o final do episódio desta forma, porém quando ele acaba, eu não quis partir para o próximo, mas sim, dá atenção para o mais velho

— Acabou?

— Não, verei o resto mais tarde.

— Hobi virá amanhã.

— Ele falou… — Mesmo fazendo tempo desde nosso último contato visual, nunca deixamos de falar pelo bate-papo

— É estranho ficar tão próximo de você. Um estranho bom.

— Sinto o mesmo.

— Percebe-se pelas suas bochechas avermelhadas.

— Yah, você sabe que falando que estou envergonhada, eu fico mais envergonhada.

— Eu sei, por isso eu falo.

— Você é mal.

— Too bad, but it's so sweet. It's so sweet.

— Não canta.

— Vai dizer que não me representou.

— Não vou, por não o representou. — Tae se move na cama, ficando por cima de mim.

— Então qual música irá me representar?

— Sai de cima de mim. — Cantarolei.

— Isso não é uma música.

— Então… Kiss kiss kiss baby. Hush hush hush baby.

Tae sorrir entendo a tradução da música, e logo em seguida quebra quase totalmente nossa distância e roça nosso lábios. Ele se limitava apenas nisso, como se soubesse que seu pouco contato me faria ansiar por mais, ansiar por ele. Contudo, não existe apenas eu nesta situação, Taehyung também desejava, tanto que pequenas roçadas, se tornaram em sugões nos meus lábios inferiores e logo se transformando em um aprofundado beijo. Depois de semanas ou meses, finalmente recebo seus lábios novamente.

Nossa posição não era das melhores, pelos menos não uma perfeita posição para um beijo inocente e sem segundas intenções, era perigoso. A carícia do Tae na minha barriga descoberta pelo fato da blusa ter subido um pouco estava sendo perigoso para mim. Cada movimento nosso podia gerar algo maior, estávamos realmente nos controlando.

Me surpreendia pelo fato de não perceber tanto uma maliciosidade em seu contato, pois meus pensamentos já imaginava cenas meio inapropriadas.

— Pensei que ia me negar por mais tempo. - Taehyung diz.

— Também pensei que ia resistir mais, porém não consigo.

— Eu sou irresistível, eu sei.

— Sim, então… — Jogo ele para o lado, o tirando de cima de mim. — Melhor não ficar tão próximo.

— Está com medo? — Ele se senta na cama e eu faço o mesmo.

— Não, só que.. Nada. — Olho para baixo e brinco com meus dedos.

— Eu não farei nada, ______.

— Eu sei, minha preocupação é mais comigo mesma. — O beijo não foi tão quente, mas como eu disse, a posição, ela que estava perigosa. Ela estava tentadora, me fazia querer que tomasse outro rumo.

— Hahaha okay. Acho que eu que devo proteger meu corpinho lindo aqui.

— É, será melhor você ir para seu quarto.

— Se você quisser fazer, eu não me importo.

— Taehyung!

— Mas é a verdade, uê.

— Nem temos algo concreto ainda e talvez nem venhamos ter. — Falo preocupada.

Talvez, não significa certeza. — Sua mão pousa na minha bochecha e acaricia. — Não devemos nos preocupar tanto com coisas improváveis.

— Estou preocupada que ele fique no improvável e nunca na certeza.

— Talvez seja melhor assim.

— Não é. E você já viu o que aconteceu.

— A gente errou, tá legal. Mas serviu para descobrirmos melhor sobre nós.

— Mas foi tão difícil, eu quase me ferrei neste erro. — Falo lembrando do que aconteceu entre mim e o Jin, mesmo entendendo o lado do garoto, eu acabei chorando neste exato momento.

Mesmo se uma garota não fosse “pura” quem ia querer se deitar com alguém por uma aposta? Eu estava com os hormônios à flor pele e raiva do Taehyung, realmente ia deixar acontecer sem ao menos sentir algo forte pelo Seokjin.

— Hey, não chora. — Ele me abraça. — Você teve sua experiência, eu tive as minhas. — Começou a fazer carinho em minha cabeça.

— Eu quase transei com o Jin.

— Não tinha problema ter transado com ele. — Diz ele compressível. — Eu dormi com outras…

— Seokjin não gostava de mim de verdade, foi tudo uma aposta. Ele só queria me levar para cama. — Sinto os toques do Taehyung cessarem, porém ele não desfaz do abraço. No entanto, ele fica mudo. Se não fosse pelos seus braços agarrados à mim, eu dizia que nem mais aqui ele estava. — Eu o perdoei, afinal, Jin tem um bom coração e me contou tudo antes que algo rolasse.

Seu silêncio ainda continuará, me afrouxo do abraço para olhar-lo.

— Tae? — Suas orelhas estavam extremamente vermelhas e sua expressão um tanto estranha. Raiva? —Não fique com raiva dele, eu não estou.

— Mas você está chorando. — Sua voz era baixa e serena. Mesmo possivelmente estando com raiva, ele queria se mostrar calmo e compreensível.

— Porque é claro que fiquei magoada. Não só por ele, mas comigo também.

— Por quê?

— Pois… O motivo de eu ter quase transado com ele ou até começado a namorar com o mesmo, eram porque eu estava com raiva e chateada com você. No final, eu também o usei.

— Ele sabe?

— Sim.

— Vocês se perdoaram?

— Uhum.

— Então não há nada para o que se arrepender.

— Eu fui uma péssima pessoa.

— Não, você foi apenas um ser humano.

— Eu também te magoei.

— Nada que alguns beijinhos não resolvam. — Tae sorriu de lado, porém seu pequeno sorriso foi aumentando até seus dentes ficarem a mostra.

— Você é muito otimista.

— Talvez eu só queira ficar ao seu lado. — Sua frase me incentivaram a subir em seu colo, iniciando outro beijo,  desta vez realmente quente.

Os lábios do Taehyung eram macios e tinha um gosto inexplicavelmente bom. Choques percorriam em todas minhas veias com apenas alguns toques do mais velho, que subiram por baixo de minha camisa. Morde levemente seus lábios pelas sensações que ele está me transmitindo.

— Tae! — Praticamente gemo quando ele apertou minha bunda. 

— Não posso? — No meio de sua pergunta, Taehyung deposita um tapa em minhas nádegas e outro gemido sai de meus lábios.  — Hm..? — Não quis responder-lo. Era constrangedor demais, meu rosto estava vermelho, mas não era apenas vergonha.

Acho que ele entendeu um pouco minha timidez, pois logo em seguida selou nosso lábios com mais calma do que a última vez.

— Taehyung? — A voz de repreensão de Hyojin me fez me levantar imediatamente do colo do mais velho, por sorte minha porta estava fechada. Na verdade ela foi chamar-lo em seu quarto, mas já que é na frente do meu, sua voz foi clara.

— _____? — Ela bate em minha porta.

— Pode entrar. —  Dito isso, Taehyung se levanta também de minha cama.

— Senhor Kim Taehyung, você está fugindo de mim?

— Não mãe, estava apenas conversando com a _____.

— Ah sim.. E essa conversa envolvia limpar a bagunça que você deixou a sala com seus DVDs de jogo e animes?

— Mãe, meu pé está machucado.

— Deixa de ser dramático, todos sabemos que melhorou o suficiente para você voltar para suas atividades normais.

— Porém de noite piora por causa da friagem.

— Deixa de historinha e vai limpar tudo logo.

— Vai Taetae, não quer apanhar da mamãe. — O provoquei.

— Só se você quiser apanhar de mim depois. — Coro instantaneamente, pois mesmo sabendo que seu sentido não foi nada malicioso, acabei lembrando do seu tapa de agora pouco e relacionei este com o que ele disse. Assim, Taehyung percebendo minha reação, arregala os olhos ligando a mesma coisa que eu.

— Eu vou limpar. — Taehyung saiu às pressas.

— Acho bom! — A voz séria de Hyojin não era de estresse, apenas de uma boa mãe que quer o filho a oferecendo ou fazendo as coisas corretamente. — Parece que os dois se entenderam novamente.

— Uhm? — Não prestei atenção em sua frase por está perdida em meus próprios pensamentos pervertidos.

— Precisou de um tornozelo magoado para vocês voltarem se falar direito novamente. Fico feliz, não gosto de ver meus filhos brigados. Acho que nenhuma mãe gosta.

— Também não gosto de ficar brigada com o Tae.

— Nem eu… Ah, tem algum plano para a semana do ano novo?

— Ficar em casa, como sempre.

— Então, lembra daquele irmão que te falei?

— Sim.

— Eu e seu pai estamos pensando em vista-lo. Faríamos um aniversário do Tae aqui mesmo, por causa dos amigos dele e no dia seguinte iria para Daegu e ficava por uma semana ou mais, dependendo.

— Vão fazer festa para o Taetae?

— Sim, Hoseok conversou comigo para poder usar a casa. Lembrando, que é o meu filho, então eu vou estar. Esqueçam qualquer bobagem que vocês jovens invetam.

— Não fale isso para mim, fale para seu filho.

— Vou avisar. Hoseok disse que ia conversar amanhã com o Tae sobre as coisas e eu tenho que me preparar os preparativos, temos pouco tempo.

— Mãe, podemos ter uma animal de animação, tipo um cachorro?

— Não vejo problema, por quê?

— Derei um para o Taehyung.

— Ahn, ele vai amar.

— Espero.




 



 

A claridade que invadiu o meu quarto não foi um obstáculo para que eu continuasse meu prazeroso sono. Era férias e virou rotina acordar tarde independente do horário que fosse para cama, estava recuperando todo sono perdido durante os estudos.

Mas sempre há algo que atrapalha qualquer plano do dia, seja hibernar, maratonar, jogar ou qualquer coisa e hoje era pingos gelados de água que caia sobre me rosto que impedia de adormecer confortavelmente. Será que está chovendo? Mesmo assim, minha cama não é tão próximo da janela para que eu sinta os pingos entrando e além do mais, lembro-me de fechar a janela antes de deitar-me.

Abri meus olhos para matar minha curiosidade sobre o líquido molhado em meu rosto. Uma mão grande e masculina foi a primeira coisa que vi, após procurar o dono da tal mão, Taehyung foi a segunda coisa que visualizei. Ele estava jogando pequenas porções d’água em minha face.

— Bom dia, maninha.

— Quer me deixar resfriada.

— Claro que não, só quero acordar-la.

— Jogando água em mim?

— Só foi uns respingos. Que beber o resto? — Ofereceu o copo, cujo molhava sua mão aos poucos para despejar em mim.

— Você enfiou sua mão aí dentro.

— Deixa de frescura, ao bactérias aumentará sua imunidade.

— Na saliva também há bactérias.

— E?

— Um beijo aumentaria também minha imunidade.

— Apenas um selinho, não dá para beijar alguém que acabou de acordar.

— Chato. — Reviro os olhos.

— Baixinha.

— Gigante.

— Pequeno trocinho.

— Quê?

— Meu pequeno trocinho troçado.

— Era para soar fofo?

— Não. — Riu de minha pergunta.

Como havia pedido, Taehyung me deu um selinho, mas acabo puxando para mais um e assim se seguiu para o terceiro até perder a conta de quantos selinhos consecutivos havíamos dado, apenas gravei nosso sorriso em cada intervalo.  

— Agora está uma semana livre de resfriados

— Na verdade não, nem trocamos salivas.

— Se levanta e faça sua higiene pessoal, aí a gente troca.

— Mas tem uma coisa mais importante.

— O quê?

— O café da manhã. — Tae revira os olhos

— Tradicional ou ocidental?

— Ocidental.

— Panquecas?

— Muito trabalhoso, consegue fazer?

— Sem ajuda, não.

— Tá, eu te ajudo.

 

As panquecas ficaram até que gostosas e graças à Deus houve sujeiras mínimas, fáceis de limpar. Porém o que cansou mesmo foi acertar no ponto da massa, resultando uma quantidade a mais do que para duas pessoas.

Mas está bom, pelo menos já tenho meu café da tarde garantido, se o Taehyung não comer tudo até lá, pois esse aí está se aproveitando da grande quantidade e comendo sem hesitar.

— O que pretende fazer hoje? — Pergunto para o mais velho.

— Jogar com o Hobi.

— Ah.. Ele vai vim que horas?

— Talvez no horário do almoço, quer fazer alguma coisa antes dele chegar?

– Cozinhar com certeza está fora desta lista

— Uhm.. Acho que irei pedir Jjajangmyeon.

— Sim, faz tempo que não como e é uma delícia.

— Por isso minha escolha.

— Pode pedir chicken para acompanhar?

— Tenho dinheiro?

— E eu que sei?

— Eu pago um e você paga o outro.

— Na verdade meu pai, né? O nosso dinheiro tem o mesmo fundo.

— Eu estou com meu próprio dinheiro, maninha. Ajudei meu professor com alguns trabalhos e recebi uma quantia.

— Uuuh. Está se tornando responsável agora?

— Sempre fui.

— Ata, acho que esqueci o “ir” na frente. Irresponsável, sim... você sempre foi.

— Está zoando com minha cara? — Coloca sua mãos na cintura, sinal como se perdesse a paciência.

— Claro, fofinho. — Aperto sua bochecha mesmo com sua cara emburrada.

— Você não muda, né?

— Claro que mudo, fui capaz de me apaixonar por um estúpido como você. Acho que já mudei muito.

— Não sei se fico feliz ou ofendido.

— Eu estou feliz…

— Então. — Coloca sua destra em minha costa e me puxa para si. — Eu estou feliz também. — Abro um tímido sorriso por sua frase e sendo surpreendida com uma longo selar que em pouco tempo se tornou um típico beijo de língua.

Agora, não tinha nada que ele contrariasse essa aproximação. Aproveitei de seu gosto naturalmente doce, naturalmente viciante. Se toque era gostoso e cuidadoso, parecia que eu era algo frágil que necessita de cuidado, me sentia feliz por me sentir assim, me sentia feliz por está com ele.



 

 

 

 

— Se Hoseok demorar eu irei começar sem ele.

— Até a comida chegou e o Hoseok não. — Comento.

— Ah, não irei esperar ele. Não quero comer Jjajangmyeon frio. — Disse Taehyung.

— Será que ele vem?

— Não sei, por isso irei esperar ele sentado e com bucho cheio.

— Eu também.

Sentamos no envolta da mesinha da sala  e começamos a comer com um certa pressa por culpa da fome.

— Qual foi o restaurante que você pediu a comida?

— Não sei _____, pedi o que estava grudado na geladeira.

— Depois eu vejo, com certeza irei pedir mais.

— Vou comer do Hobi se ele demorar mais.  —

— Falando da criatura… — Incrível essa capacidade da pessoa aparecer justo no momento que falamos dela.

— Vou atender. — Taehyung se levanta.

Me levanto também no objetivo de cumprimentar-lo amigavelmente, confesso que estava com saudades.

— Podia chegar depois que eu comesse sua porção, não? — Escuto Tae dizer.

— Nunca perco um refeição.

— Não deveria te dar, nem horário do almoço é mais. Você nos fez comer tarde.

— Não tem horários certo para comer comida. Qualquer horário é válido.

— Posso deixar você comer se me ceder uma garfadas. — Me intrometi na conversa.

— Claro, pequena. — Ele sorrir, mostrando todos seus dentes.

— Você está mais bronzeado. — Digo o abraçando.

— Seoul está quente, estou aproveitando para fazer mais esportes.

— Fui trocada por esportes?

— Claro que não, mas, não quis me intrometer nesta briga de irmãos, casal, sei lá. Não quero falar sobre isso, é estranho.

— O Tae falou que você era contra...Hobi, isso não foi algo que a gente quis.

— Okay, eu irei concordar com vocês, mas não sou obrigado a concordar, né?

— Não, não é. — Falo cabisbaixa. — Mas o que tem tão de ruim? — Repenso, o que seria de tão errado?

— Hyojin te ver como filha, para ela ambos são seus filhos, não importando com a genética. Como ela se sentiria?

— Talvez feliz.

— Ou talvez não.

—  Acho que estou mais preocupado da reação do Chin Hwan. — Comentou Taehyung.

— Não deve ser tão, oh… É, acho que ele não vai levar isso muito bem. — Articulo por lembrar que meu pai é um pouco antiquado.

— Eu sei que vocês não tem nenhuma ligação sanguínea, mas mesmo assim não vejo essa relação como algo correto. — Hosoek começa argumentar. —  Não quero julgá-los, quero que sejam mais racionais, se um dia vocês revelarem isso, ninguém verá com bons olhos, eu não vi. Isso afetará seus pais de alguma forma, tenho certeza, na mais insignificante ou no mais grave.

Dizendo isso pensei no meu pai, ele é um homem que tentava ao máximo fazer sua empresa crescer, se a fofoca se espalhar, possivelmente ele seria prejudicado em seus planos. E Hyojin, nem consigo imaginar, ela queria que nos darssermos bem, mas como irmãos, como ela se sentiria ao descobrir que estamos apaixonados? Eu sinceramente não sei se ela iria aceitar ou ficar decepcionada.

Era verdade o que Hoseok havia dito, a sociedade não nos veria com bons olhos. Podia colocar em um outdoor enorme que nossa porcentagem de assimilação na genética era baixíssima, quase nulas, mas uma simples certidão de casamento contendo o nome completo de meu pai e Hyojin valeria muito mais e chamaria mais atenção.

Estávamos longe de ser um casal convencional.

 


Notas Finais


Então pessoas, o aniversário do Tae ainda não aconteceu (eu sei que estou enrolando, mianhe)
Vocês leram as notas do autor?? Se não, por favor leem.


Gente, eu juro que não demoro de propósito, tenho uma média de postar a cada duas semana, mas o tempo para mim está ocorrendo tão rápido e passam três e assim quatro semanas, desculpem mesmo... eu sou muito lerda.
Outra razão por minha demora é, meu pai começou assistir uma série e ver ela pelo notebook, o mesmo que eu posto a fic e ele sempre ver no horário que eu costumo postar e sinceramente estou vendo junto com ele, menos esses últimos dias que fiquei resfriada e acabava dormindo mais que ficava acordada.
Tá, eu ia falar mais uma coisa, mas esqueci...

Até mais e por favor, não me abandone


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