História Meu namorado de mentira (Paulicia) - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Marcelina Guerra, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais
Tags Paulicia
Visualizações 155
Palavras 1.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HOLA🌚

MANO
MANO
MANO
Vcs são fodassssss 20 Comentários!!vou responder todos prometo 💜

《Capa bem nada a ver! Por que não sou obrigada a nada.》

Boa leitura❤

Capítulo 16 - Capítulo 16


Fanfic / Fanfiction Meu namorado de mentira (Paulicia) - Capítulo 16 - Capítulo 16

-Ally, acorda a gente tem escola- A garota era acordada com vários beijos pelo rosto.

-Me deixa dormi Paulo.- Puxou o garoto com um pouco de força, fazendo com que o mesmo ficasse em cima dela.

-Não amor, quando a gente voltar você dormi, levanta logo.-Encarou a garota com um sorriso no rosto, a beijando em seguida.

Ela parou o beijo e levantou indo direto pro banheiro, deixando Paulo esperando com um sorriso ainda maior, ele estava feliz, as coisas estavam começando a dar certo. Enquanto isso a Alicia no banheiro, quase soltava fogos ela não conseguia demostra muito bem o que queria, mas com ele era diferente, ela se achava a pessoa mais besta do mundo, por sentir tudo o que estava sentindo por ele. Ela tinha pra si que talvez o amasse, mas sabia que o amor era burro, cego e as vezes corno, e se ela se entregasse e se desse mal?

Sempre vai existir aquele "medo", as pessoas se privam do novo, e talvez esse fosse o problema dela. Depois de pronta saiu do banheiro, pegando a bolsa e o Paulo já estava na porta a esperando, desceram as escadas indo direto pro carro, mas o garoto que iria dirigir dessa vez, chegando na escola os dois saíram do carro e deram as mãos, os corredores ainda estavam cheios e por onde passavam os outros alunos abriam caminho e falavam alguma coisa para quem estava do lado, claro um bando de desocupado, não tinham nada para fazer que tal falar da vida alheia? Paulo e Alicia, não estavam nem aí para o que os outros estavam pensando, passaram pelo corredor sorrindo e fazendo algumas brincadeiras. Chegando na sala, que já estava cheia com o professor tentando colocar ordem, com certeza foi um alívio pro professor, todos param na hora de fazer bagunça e o professor se jogou na cadeira como se estivesse cansado, ele que até o momento não tinha visto quem fez aquele "milagre", olhou pra porta onde o "casal" ainda se encontrava e foi inevitável não rir da cara de surpresa dele, tanto é que a Alicia começou a rir como uma louca e o Paulo logo a acompanhou também era inevitável não rir da risada da garota.

Quando se acalmaram todos olharam pra eles assustados, o fim do mundo se aproximava?

-Que foi? Perderam o cu na minha cara?- Revirou os olhos, a verdadeira Alicia voltou!

-Calma miga.- Dessa vez o Paulo revirou os olhos, e tentou fazer uma voz afeminada colocando a mão na cintura, tirando risadas de todos da sala.

-Tô calma seu viado.-Tirou sarro da cara do garoto.

-Você sabe que não sou viado.- Olhou com malícia pra ela.

Mais uma vez ela revirou os olhos e saiu pro seu lugar sendo seguida por ele que ria e cumprimentava alguns colegas.

° ° °

Enquanto, isso no morro do alemão o pai da menina que chamava atenção na escola, acabará de receber uma mensagem com várias fotos da mesma, ele logo se desesperou, seria impossível isso não acontece, ele não iria perder a filha de novo, chamou o filho, Pezinho e o JP (padrinho da Alicia) e foram direto pra escola do asfalto. Chegando lá entraram como loucos, deixando o senhor que ficava em frente a escola assustado, entraram de sala em sala deixando todos espantados,mas finalmente entraram na sala que queria, os dois mais novos se jogaram no chão cansados pela corrida, o JP se encostou na porta respirando o mais rápido que podia, e o CG foi em direção da filha para garantir que ela estava bem. E podemos dizer que ela estava muito bem, o Paulo tinha juntado as bancas, e fazia carinho na cabeça da garota que estava quase dormindo mas despertou graças ao barulho que fizeram ao abrir a porta. Olhou pro Paulo que deu de ombros, e logo em seguida levantou perguntando o que tinha acontecido.

-O que foi?- O CG o ignorou por completo.- Ok, eu aceito você não gosta de mim!

Os "amigos" do Paulo começaram a rir e soltar piadinhas

-Vão rindo bando de viado, vai acontecer a mesma coisa com vocês!- Disse pros "amigos".

- Ele é macumbeiro ele!- Alicia disse rindo.

-Desculpa, eu não fiz por mal, estou até começando a gostar e você!- O CG deu um sorriso, irônico? Talvez!

-Legal, parece papo familiar mas está atrapalhando minha aula, vão conversa do lado de fora por favor.-Disse o professor.

Assim que disse isso, o Paulo foi para fora da sala, ajudando o Ian e Pezinho a levantar, o JP já estava do lado de fora da sala, a Alicia e o CG saíram logo em seguida.

-Você tá bem?- Perguntou o irmão da garota.

- Até vocês chagarem sim! Eu tava quase dormindo pô, agora porque invadiram a sala desse jeito? Quem vai morrer?- Falou com ironia.

-Ninguém ainda!- O padrinho da garota olhou pro Paulo.

-Tá legal! Isso foi uma ameaça? Olha que eu te bato!- A garota defendeu o quase namorado.

-EU NÃO DEIXAVA- Gritou Pezinho.

-Para de gritar porra!- A garota olhou pra ele.

- Eu vou ali cortar os pulsos e já volto! Ninguém gosta de mim e isso é bem triste- O Paulo, fez drama.

- Eu gosto e isso é o suficiente! Quem tem que gostar sou eu não os outros, agora cala a boca e para com o drama!- Revirou os olhos, olhando pro garoto. - O que vocês estão fazendo aqui?

- Eu recebi uma ameaça, e tinha fotos suas e do Paulo entrando na escola.- O pai da garota, que se mantia calado falou.- Estava dizendo que ia fazer algum mal a um de vocês dois, eu não poderia te perder de novo - Olhou pra filha.

- E não deixaria nada acontecer com você também! Você é importante pra minha filha, e é um ótimo garoto eu tenho certeza, apenas somos uma família ciumenta.- Olhou pro Paulo.

- Fale por você, o que é ciúmes? É alguma coisa de comer?- Falou o irmão da garota.

- É minha mão na sua cara!- A garota respondeu.

-Ainda não me acostumei com esse seu lado agressivo.-Ironizou o mesmo, sim talvez estivesse pra nascer pessoas mais ironicas que a família Gusman.

- Talvez por que o Paulo me obrigou a ir lá semana passada e depois não vi vocês mais?- Revirou os olhos.

-Não foi por que não quis!

-Tudo bem! Alguns dos meus homens de confiança, vão ficar na frente da escola, e qualquer coisa me avisam. Temos que ir a vocês estão perdendo aula.- O pai da garota falou, acabando com o momento ironia dos irmãos. Beijo a testa da filha, e deu um abraço de homem no Paulo, e foi embora sendo seguido pelos outros, o filho olhou pra trás gritando um "eu te amo" pra irmã que foi respondido, e seguiram pro morro. Assim que chegaram lá foi como se uma lâmpada fosse acessa em sua cabeça, era isso que a rocinha queria uma distração, e a Alicia era ela. O morro estava sendo invadido e ali começaria mas uma batalha pela morte ou pela vida. E posso dizer que o CG não estava ali pra morrer!


Continua?


" O amor é cego, burro e as vezes corno."


Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!

o final ficou broxante? FICOU E EU QUERO ELE ASSIM LALALALAL

¤Sessão perguntas da tia Roh¤

Shawn Mendes ou Justin Bieber?
Me: Não sou capaz de opinar rsrs

Tipo de filme preferido?
Me: terror

Cor favorita?
Me: preto

Se hoje fosse seu último dia de vida o que faria?
Me: conheceria mais ídolos, e depois ia comer 😊

10 Comentários 😊❤

Beijos da tia Roh❤


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