História Meu namorado de mentirinha. (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Bts, Imagine, Jeon, Jungkook
Visualizações 409
Palavras 1.694
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


MDS NÃO ESTOU BEM...
Primeiro pelos comentários MARAVILINDOS no capítulo anterior!
E segundo porque acabei de assistir o teaser 2 de Fake Love... Ó MÁI GÓD!
Essa foto de capa é do teaser, aliás hahahahahaha Tô impressionada com a beleza desse homem...
Enfim, espero que não decepcione com esse capítulo amores.
Boa leitura! 💕

Capítulo 10 - Meu remédio.


Fanfic / Fanfiction Meu namorado de mentirinha. (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 10 - Meu remédio.

Ultimamente eu não estava conseguindo me concentrar nas aulas, muito obrigada, Jungkook! Eu ansiava por aquele beijo como nunca ansiei por nada na vida. Na verdade, eu desejava Jeon Jungkook como nunca desejei ninguém.

Durante a aula de química, enquanto o professor escrevia na lousa, me virei para trás, pois eu sentia uma necessidade enorme de olhar para aquele ser lindo no fundo da sala, e ele, que parecia estar concentrado, quando percebeu que estava sendo observado parou as anotações e abriu seu sorriso largo e sincero para mim, então fiz o mesmo.

Clara: Pra quem está olhando?

S/N: Ninguém. – me virei com o sorriso ainda no rosto. O que estava acontecendo comigo? Eu estava me sentindo tão estupidamente babona.

Mais uma aula e o sinal tocou. Me sentei com minhas amigas no refeitório e Eduardo sentou ao meu lado. Eles conversavam e riam, enquanto eu comia uma barrinha de cereal e procurava meus olhos castanhos em algum canto.

Juliane: Está procurando algo? – ergueu uma sobrancelha.

S/N: É da sua conta?

Eduardo: Amor, não seja tão rude com a sua amiga! – eu odiava como ele queria fazer parecer que estava tudo bem, mesmo depois da mancada do dia anterior, e além de querer me dar ordens, ainda estava defendendo aquela vadia. Como pude gostar dele um dia?

O intervalo acabou e não vi Jungkook, infelizmente. Voltamos para a sala de aula e ele estava conversando com Marina e mais alguns meninos no fundo. Me senti levemente incomodada.

De tarde, resolvi ir tomar um sorvete sozinha. Ultimamente não estava curtindo nenhuma companhia, com uma exceção...

Fui até a sorveteria próxima à minha casa e voltei tomando um milk shake, enquanto respondia algumas pessoas no WhatsApp. Olhei para os lados, para me situar onde estava e percebi que aquela era a rua da casa de Juliane, pensei comigo: “ok, grandes merdas!”, mas congelei vendo ela e Eduardo saindo portão afora. O que ele fazia lá? Estava um pouco distante, graças aos deuses, então me escondi atrás do primeiro poste que vi na frente. Eles eram duas mulas, então não perceberam nada. Dei algumas olhadas discretas e no momento em que um carro chegou, creio que para buscar Eduardo, eles se beijaram. Assim, sem qualquer pudor ou discrição. Fiquei olhando, incrédula, e me escondi novamente. Fiquei por alguns minutos ali, parada, sentindo meu coração quase sair pela boca. Nunca achei que seria traída, e aquele sentimento não poderia ser definido. Tomei rápido meu milk shake, porque estava delicioso e liguei para Jungkook, eu precisava dele. Chamou, chamou e ele não atendeu, então fui para casa. Tremia incontrolavelmente de raiva. Chegando em casa, ninguém nem notou o meu estado. Me tranquei no quarto e joguei a primeira coisa quebrável contra a parede. Acabei me empolgando e destruí mais coisas, inclusive meu celular.

Só depois de fazer um estrago no meu quarto, percebi que o aparelho estava vibrando no chão, com a tela toda quebrada.

S/N: Oi! – atendi limpando as lágrimas de raiva.

Kook: Tá tudo bem? Me desculpe por não atender, saí com a minha mãe! – apenas fiquei em silêncio. – S/N? Fala comigo, por favor!

S/N: Preciso de você... – disse com a voz falha.

Kook: Quer que minha mãe te busque?

S/N: Não...eu dou um jeito! – e desliguei.

Eu estava horrível com aquela maquiagem borrada, então lavei o rosto, retirando todo aquele reboco. Desci as escadas correndo, pois o Uber já havia chego, então minha mãe segurou meu braço, me impedindo de prosseguir.

Mãe: Aonde pensa que vai?

S/N: Mãe, por favor...me deixa! – pedi chorosa.

Mãe: Eu ouvi você quebrando as coisas no seu quarto! O que está acontecendo com você? – me lançou um olhar furioso.

S/N: EU ODEIO A MINHA VIDA, ISSO QUE ACONTECEU! – gritei fazendo ela se assustar. Puxei meu braço e saí correndo. Entrei com pressa no Uber e ele logo arrancou. As lágrimas escorriam sem o meu consentimento e a raiva só crescia dentro de mim.

O carro chegou em frente à casa de Jungkook, então paguei o motorista. Assim que saí do carro, vi o moreno me esperando ali fora.

Kook: Vem cá! – abriu os braços e eu corri para abraçá-lo. Tão quentinho, tão confortável. Ficamos ali uns dois minutos, abraçados, enquanto eu chorava como uma criança.

S/N: Seus abraços me fazem desabar... – falei baixo e o encarei.

Kook: Me desculpe... só quero que se sinta melhor! – selou minha testa e segurou minha mão gelada, me puxando para dentro da sua casa.

Fomos de forma cautelosa para o seu quarto, para que a mãe dele não percebesse minha presença. Ele notou que eu não estava disposta a dar muitas explicações.

Kook: Vista essa blusa, está frio! – disse assim que pegou um moletom branco do armário. Vesti e ficou grande, mas extremamente aconchegante. – Vamos dar uma volta no parque?

S/N: Agora?

Kook: Sim, vai te fazer bem! – segurou minha mão novamente e saímos sorrateiramente da sua casa. Andamos em silêncio durante o trajeto até o parque, mas Jungkook ainda segurava minha mão, o que me confortava inexplicavelmente. Como já estava de noite, não havia praticamente ninguém lá. Nos sentamos num pedacinho mais escondido, onde havia uma árvore enorme e era mais escuro.

S/N: Aqui é um pouco perigoso, não? – olhei para ele, que fitava o céu, estrelado como nunca. Ou eu que nunca havia reparado. Parando para pensar, eu nunca reparava em nada. Antes de conhecer Jungkook, meu mundo só girava em torno de maquiagem, roupas e ser reconhecida.

Kook: Não, venho sempre aqui... O escuro é melhor para observar as estrelas.

S/N: Hm...espero que não venha com a Marina... – disse brincalhona e ele me encarou e sorriu.

Kook: Por que viria com ela? – franziu o cenho.

S/N: Porque você curte ela...

Kook: Acredite, seria bem mais fácil se eu curtisse ela! – soltou um riso olhando para o céu novamente. Ficamos um longo minuto em silêncio, e eu apenas observava como ele conseguia ficar ainda mais bonito sendo iluminado apenas pela luz da lua. Será que ele era bonito até quando acordava?

Olhei para frente e soltei um suspiro, ao vir um flash repentino de Eduardo e Juliane se beijando em minha mente.

Kook: O que houve? – me lançou seu olhar terno de sempre. Aquele olhar me aquecia. Demorei alguns segundos e tomei coragem para contar, pois aquilo era humilhante.

S/N: O Eduardo... – falei em voz baixa.

Kook: O ele fez dessa vez?

S/N: Beijou a Juliane.

Kook: Como assim? Aonde? Quando?

S/N: Na frente da casa dela, hoje.

Kook: Eu não estou acreditando nisso! Ele é pior do que eu imaginava. – disse irritado.

S/N: É...

Kook: E como você está? – perguntou preocupado. – que pergunta...nem precisa responder! – se auto repreendeu e sentou mais próximo a mim, segurando minha mão em seguida. Deitei minha cabeça em seu ombro, enquanto ele acariciava de uma forma deliciosa a palma da minha mão e os dedos. Fechei meus olhos quando a brisa fresca bateu contra o meu rosto e me encheu, foi como se me renovasse. Na verdade, estar com Jungkook me renovava. Nem vontade de chorar eu sentia mais. Percebi que Eduardo não merecia uma lágrima sequer. Ele era uma ameba comparado a Jungkook.

S/N: Você tem uma tara por mãos?

Kook: Só pela sua... – soltou um riso baixo. – Está sempre tão gelada, então sinto a necessidade de aquecer.

S/N: Eu amo isso... – saiu quase como um sussurro.

Kook: Acho que agora posso te contar o meu pedido. – disse se referindo ao pedido do cílio que fizemos outro dia.

S/N: O que pediu? – o encarei curiosa.

Kook: Pedi que... você enxergasse o quão idiota o Eduardo é...mas isso aconteceu da pior forma possível, então nunca mais vou fazer pedidos a cílios. – falou com uma tristeza sincera na voz, mas eu ri. Não conseguia acreditar que ele era de verdade.

S/N: O que seria de mim se você não tivesse entrado na minha vida? – fitei seus olhos brilhantes.

Kook: Você estaria melhor do que está agora. – desviou o olhar. – eu sou sua confusão!

S/N: A melhor confusão que poderia acontecer comigo! – falei baixo e acariciei seu rosto com as pontas dos dedos, fazendo ele fechar os olhos com o meu toque. Eu desejei poder gravar cada traço daquele belo rosto. Me levantei e o ajudei a levantar também.

Kook: Quer ir embora?

S/N: Ainda não... – falei baixo e envolvi seu pescoço em um abraço.

Kook: Dói tanto te ver assim... – sussurrou e apertou o abraço.

S/N: Se eu não me machucasse, não precisaria do meu remédio! – me afastei um pouco e o encarei. Estávamos tão próximos...

Kook: Seu remédio sou eu? – perguntou com um brilho maior no olhar. Senti seu hálito quente bater diretamente contra os meus lábios, o que fez uma onda de calafrios passear pelo meu corpo. Pus minha mão na lateral de seu rosto e aproximei nossas bocas ao máximo, mas sem encostá-las. Fechamos nossos olhos e as mãos de Jungkook apertaram com certa força minha cintura. Logo senti seus lábios deliciosamente macios roçarem nos meus. Só por aquela sensação já havia valido a pena esperar tanto tempo, mas eu estava sedenta por mais. Passei suavemente a ponta da minha língua em seu lábio inferior e em seguida o mordisquei, fazendo-o arfar de ansiedade e prensar mais meu corpo contra o dele. Jungkook continuou roçando os lábios nos meus de uma forma sensual demais para um segundo beijo, mas de forma alguma eu reclamaria, pois estava sendo a melhor coisa que já havia experimentado na vida. O moreno sugou meu lábio inferior por alguns segundos e quando soltou, senti sua língua quente deslizar sobre meus lábios e em seguida invadir minha boca. Nossas línguas se entrelaçavam de forma calma, mostrando que tínhamos uma sincronia incrível. Queríamos explorar cada pedacinho da boca do outro. Entrelacei meus dedos em seus fios macios e lisos e os puxei levemente ao sentir sua língua ir mais fundo e o beijo dar uma acelerada. Demos uma pausa, nos olhamos profundamente nos olhos e com as bocas ainda bem próximas, compartilhamos o mesmo ar.

S/N: Isso responde a sua pergunta? – sussurrei ofegante. O moreno mordeu o lábio num sorriso e tomou meus lábios para si novamente, de forma calma e envolvente.


Notas Finais


Beijinhos, AMO VOCÊS!
Até maaais! ❤️❤️


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