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História Meu Namorado é Um Bruxo - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Two


Naquele pequeno papel havia uma pequena mensagem escrita, onde na mesma dizia;

"Bem neste exato momento você deve está pensando como uma carta parou em seu livro, porém você não irá encontrar a sua resposta aqui...me encontre amanhã na praça perto de sua casa às 7 da noite"


Tentei procurar algum remetente porém nada de encontrar, e como não sou doido o bastante fingi que aquilo nem existia, não iria atrás da "resposta".


Depois de mais alguns minutos com essa carta em mente eu finalmente a coloco no esquecimento profundo, fazendo meu cérebro relaxar e nisso deixar eu cair em um sono leve e relaxante.


Acordo no outro dia bem mais relaxado e disposto a fazer tudo sem reclama o ânimo era grande; por estranho que pareça sinto que isso foi por causa que eu não havia tido aquele sonho novamente.


Aproveitei esse minha energia para limpar a casa toda de uma vez, então comecei a preparar utensílios que seria utilizado; assim pegando um balde com água e sabão, o rodo e a vassoura.


Comecei pela a sala limpando tudo bem direitinho para não ter problema mais tarde, como não possuía um celular para ficar escutando música para animar mais, fiquei cantarolando uma que não saia da minha mente;


"Minha mãe não dorme quando eu 'to na rua
E ela 'tá de pé já vai fazer um mês
Tenho levado uma vida impura
Desculpa o olho cheio e minha acidez..."

Eu havia escutado ela naqueles meus passeios sem rumo, e desde de então estou com ela salva na minha mente; enquanto ia cantarolando, limpava a casa.

As horas se passaram rapidamente desde que havia começado a limpar a casa, terminando tudo já por se dizer no horário do almoço onde minha mãe havia voltado para preparar algo e depois voltava para o seu trabalho.

Depois de uma simples comida onde já era o suficiente para se satisfazer, decide tirar um cochilo para aproveitar a tarde e um pedaço da noite um pouco melhor;

Estava sentado em um banco, de frente para um park onde havia crianças correndo e brincando...um casal passa sobre mim e ambos se sentam no gramado...quando vejo novamente estava na fazenda dos meus avós porém quem morava lá era outra família aquele mesmo casal que estava no parque...a mulher estava tendo um filho um lindo filho...a família está saindo da fazenda e vejo o pequeno filhos deles correndo em direção a mãe com uma pequena caixa...

Acordo depois desse sonho estranho, muitos falam que sonhos são memória porém todas misturadas sem um ordem cronológica; eu acredito que na verdade é só algo da nossa imaginação.

Ao me levantar da rede, sinto uma breve tontura, minha visão fica turva e eu cambaleio um pouco; mas em poucos segundos já estou bem melhor e pronto para andar.

Tomo um pequeno banho para acalmar os nervos e troco de roupa para sair novamente, isso já virou rotina enquanto não começa às aulas eu vou aproveitar meu tempo de liberdade.

Passei pela a praça perto de casa e não olhei para atrás, vá que aconteça algo; continuei o caminho sem rumo só que dessa vez eu fui pela a esquerda, na rua em que eu estava parecia onde ficava os lugares mais caros da cidade, fiquei até com receio de andar por lá porém continuei o meu caminho.

Saio finalmente daquela rua de riquinhos, e chego em outra praça só que nessa havia uma igreja central e do lado dela um cemitério, ao passar o local faço um sinal de respeito; continuo a minha caminhada de conhecimento.

Onde parecia não ter fim, andava cada vez mais e minhas pernas doida ainda mais a cada passo; nunca havia sentido uma dor como aquela porém eu não iria desistir, alguns passos depois comecei a sentir uma forte dor na minha perna direita, tentei alongar porém não funcionava decide ficar parado por um tempo para ver se diminuía e nada, teve um momento que a dor duplicou e eu decidi sentar por alí mesmo para tentar fazer algo.

Tentei fazer de tudo porém nada funcionava, porém achei uma posição onde a dor era bem menor mas ainda continuava, parecia que ia ser o fim das minhas caminhadas e da minha vida; só que de longe parecia que alguém estava vindo nessa direção.

Quando o moço chegou próximo, olhou em minha direção e perguntou se havia acontecido alguma coisa se eu tinha sido assaltado; respondi o que estava sentindo e o mesmo deu um sorriso sínico.

O cara se abaixou até ficar na altura que eu estava e massageou a parte de trás de minhas coxas e fez um movimento que não sei explicar em palavras no meu pé, no exato momento que fez aquilo parecia que a dor nunca havia existido, literalmente aquilo foi um milagre.

Agradeci o maior pela ajuda, o mesmo disse que iria me acompanhar até chegar em casa, caso eu sentisse alguma outra dor poderia me ajudar no meio do caminho; mesmo achando estranho e totalmente irresponsável aceitar isso de um desconhecido, eu aceitei.

Fizemos o mesmo caminho só que dessa vez o inverso, entre essa volta ficamos conversando; conheci mais sobre ele ou seja agora ele não é mais um desconhecido então não fiz nada de errado.

O caminho até a minha residência foi mais calmo do que eu pensei, a conversa distraiu e nem havia percebido que já estava por se dizer no portão de casa; a única coisa que ainda é estranho é eu ainda não saber o nome dele, porém tivemos que parar a conversa inesperadamente por causa de ser chamado pai, que abriu a porta e me puxou para dentro e trancando a porta na cara dele.

Ao já está dentro forçadamente de casa, vejo o meu pai com uma expressão de raiva e ao mesmo tempo de medo, era estranho e na sua mão direita conseguia ver uma lata de cerveja, a partir daí me toquei que as coisas só irão piorar.

O mesmo retirou o cinto e o preparou em sua mão, ele ficou quieto por um tempo e depois abriu a boca para falar algo;

Seu viadinho de merda, trouxe a merda de um demônio para fre nte de casa...seu imu ndo, você vai descer direto para o inf erno, você é um erro...seu inútil, imprestável; o meu pai exclamou cada palavra com um tom de voz de ódio junto com aquela voz de bêbado.

Eu só estava esperando acontecer, se eu tentasse fazer algo poderia ser pior então só esperei, o mesmo me bater com o cinto no meu rosto, e com sua outra mão puxando meu cabelo e me tacando no chão, fazendo eu me ajoelhar e aproveitando a posição que eu estava para continuar batendo em minhas costas.

Teve um momento que o mesmo parou olhou no fundo do meus olhos e disse que eu nunca deveria ter existido, e acertou um soco certeiro em meu nariz o fazendo sangrar; continuou a me bater e quando tentei sair consegui ver a minha mãe jogada em uma parte do chão da sala, parecia que estava desmaiada.

Me aproximei dela, tentando ver se a mesma ainda estava viva; e por deus ela estava, ainda respirava porém não acordava, fiquei segurando ela em meus braços e rezando que meu pai saísse daquele lugar.

Parecia que um anjo havia escutado as minhas preces e fez meu pai sair daquele lugar, não sei para onde ele vai porém espero que não volte tão cedo.

Não sabia o que fazer, estava com meu corpo doendo porém minha mãe estava pior que eu parecia mil vezes mais machucada, a única coisa que eu consegui fazer foi ficar ali chorando.

Eu sabia onde ficava o hospital porém não tinha como eu nem ligar e eu não poderia deixar ela sozinha dentro de  casa, tentei fazer algo que ficava no meio termo.

Me levantei do chão, mesmo sentindo muita dor por causa daquele desgraçado, eu fui até a porta para ver se tinha alguém ainda nas calçadas da rua.

Por azar e sorte do destino algumas luzes de algumas casas estavam acesas, vou caminhando lentamente para essas casas assim tentando buscar ajuda.

Na minha quarta tentativa de ver se alguém atendia os meus chamados na porta, uma mulher decide confiar na minha pessoa assim deixando eu explicar para ela o que aconteceu.

Explico tudo com o máximo de detalhes possíveis, a mesma fica surpreendida com isso; ela me oferece um copo com açúcar para acalmar o meu coração enquanto ela liga para emergencia vim ajudar.

Ao ver que ela terminou de falar ao telefone, a jovem moça diz que uma ambulância está a caminho da minha casa e é bom eu ficar esperando chegar.

Ela me acompanha até a minha casa para esperar junto comigo, a mesma diz que vai ficar aqui por precaução do meu pai voltar e tentar fazer mais alguma coisa.

Passa 10, 20...40 minutos e nada da ambulância chegar, depois de um bom tempo de espera finalmente eles chegam.

Duas moças sai da parte de trás do carro com uma maca, assim adentrando dentro de casa e colocando a minha mãe por cima da mesma.

Quem irá acompanhar ela; exclamou uma das moças.

Respondi com apenas um levantar de mão, assim entrando junto com a minha mãe na ambulância.

A jovem que ligou voltou para a sua casa e disse para mantermos contato.


Notas Finais


Desculpa a demora para postar, porém irei voltar a postar normalmente...


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