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História Meu (não) Querido Irmão - Incesto Yeonjun (TXT) - Capítulo 17


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Capítulo 17 - Jogos de basquete


Fanfic / Fanfiction Meu (não) Querido Irmão - Incesto Yeonjun (TXT) - Capítulo 17 - Jogos de basquete

Acordei com vários petelecos em minha testa. Abrindo os olhos aos poucos, pude ver Yeonjun com o uniforme da escola, a mochila nas costas e uma expressão entediante:

-- Oh, pirralha! Acorda, vai! - resmunga, parando de praticamente agredir minha testa. - Eu vou tacar água gelada em você. - Me sentei lentamente, com os olhos semi-abertos. Ouvi altas gargalhadas do mais velho, o que me fez despertar por completo.- Seu cabelo levantou primeiro do que você! - cruza os braços na frente do peito, sorrindo. Peguei meu travesseiro e taquei em seu rosto, fazendo-o rir mais. 

- Idiota. - o silêncio sentou enquanto eu coçava os olhos, com sono. Percebi a serenidade e notei Yeonjun, que me encarava novamente. Ao perceber que eu o fitava de volta, deu um sorriso ladino.

- A gente tá atrasado, você sabe, né? - firmou o olhar na parede do quarto, me levantei rapidamente, dando um tapa na sua cabeça.- Ai!

- E por que não me acordou antes, seu bocó?? - ando com passos rápidos até o guarda-roupa.- devia ter arrumado ele ontem. - resmungo baixo ao ver uma pilha de roupas jogadas. 

- Para de reclamar! Por mim, eu te deixava dormindo, mas sorte sua que minha tia não deixou. - suspirou. Pude sentir seu olhar pesar sobre mim novamente. O que deu nele? Sério? Exclamei um ''achei'' ao encontrar meu uniforme no meio das roupas. Corri para o banheiro, apressada.


[...]       


Tentava ajustar minha mochila nos ombros, com um pedaço de pão com geleia na boca, toda torta, enquanto Yeonjun andava pleno para fora de casa, com as mãos no bolso. Quando me organizei melhor, desamarrotei minha blusa, que estava mais amassada do que meu rosto de sono. O mais velho já estava lá na frente, mas olhou pro lado e depois se virou, me fitando. Congelei na hora.

- Por que está tão longe, pirralha? - apoiou as costas no muro, me encarando. Estranhei, mas não disse nada, apenas cheguei mais perto. Ouço uma risada nasal, e logo ele volta a andar, comigo ao seu lado.

- E os dois metros de distância? - perguntei como quem não quer nada, passeando os olhos pelas rachaduras que o chão formava. Escuto um suspiro vir de sua parte:

- Se quer tanto ficar longe de mim, ótimo! - seu tom era intimidador, o que me fez parar. Ele continuou andando. Brinquei com meus dedos por alguns segundos e corri até ele. Sorriu, cínico:

- Por que você tem que dormir tanto, hein? - Sorrio amarelo, levando meus olhos sorrateiramente até seu rosto, que era incrivelmente encantador. - Chegamos. Agora finja que não me conhece. - gargalha, sarcástico. Esse moleque tá demais hoje, viu! Vejo ele se afastar, cumprimentando os amigos. 

- É, S/n... mais um dia. - estalo a língua, segurando as alças da mochila. Vejo Sana vir em minha direção, batendo os pés, com uma mecha do seu cabelo loiro na frente do olho. Ela estava sem suas amiguinhas.

- Vim resolver o assunto de ontem - cruza os braços, com as sobrancelhas arqueadas. Revirei os olhos:

- Então você quer brigar? - folguei os ombros, com o olhar atento, tom de pouco caso.

- Não, não - olha para as unhas postiças, birrenta. - Só vim mesmo avisar que o Beomgyu é meu, e se você tentar chegar perto dele, eu arranco seu pescoço com um garfo! - aproxima o rosto de mim, exigente. 

- Como quiser. - desvio, deixando-a falar sozinha. Que menininha mais insuportável. De longe, vejo Yeonjun com seu grupinho, incluindo Beomgyu, que ao me ver sorri e acena docemente pra mim. Finjo que não foi comigo, coçando a nuca e fitando o chão. 

- Oi, S/a! - Logo ouvi a voz animada dele. Levanto a cabeça e vejo seu sorriso de orelha a orelha, com uma bandana vermelha na testa e os fios descabelados. Dou um sorriso sem graça. - O que a Sana tava falando com você? Ela tava te perturbando? Se for, pode me falar. 

- Não é nada de mais. - sorrio amarelo, sem mostrar os dentes. - Eu já vou entrar, tá? - aponto para a porta que dava para o corredor da escola, com o polegar. Ele solta um ''ah, tudo bem'', me fazendo entrar.

 

[...]                

 

Todos corriam como animais selvagens para fora da sala de aula. Pude jurar que ouvi a professora soltar um palavrão. Ri fraco, saindo da em seguida, com meus queridos amigos: os fones de ouvido. Não tirei os olhos do celular até chegar no refeitório, onde Beomgyu me barrou.

- Que susto, Beomgyu! Tá doido? - coloco a mão no peito, fechando os olhos. 

- Isso que dá ser tão distraída - gargalha. Dou um tapa em seu ombro, revirando os olhos.

- O que você quer? - grito, já irritada, mas ele apenas entorta a cara:

- Comer junto com você, ué - seu tom era óbvio, e o encarei confusa enquanto pegávamos nossa comida. - O que foi? Somos amigos, vamos comer juntos - sorriu sem mostrar os dentes. - vamos! - corre até uma mesa vazia, quase grudada na parede. - Hoje eu vou jogar basquete depois da aula. Você vai ir me ver, né? - abre seus hashis, pegando um pouco de arroz. 

- Não sei, acho que é melhor não. - respondo com expressão lamentável, prensando os lábios. Dou uma mordida na minha comida, e percebo Beomgyu me fitar com um olhar arregalado e decepcionado. Ficamos ali por alguns segundos até que me rendi. - Tudo bem eu vou. - abro um sorriso amarelo, vendo o mais velho rir. Ao som de sua risada, eu passeio os olhos pelo refeitório, vendo duas pessoas me matando com os olhos: Sana e Yeonjun. 

Suspirei, voltando meu olhar para minha refeição. 

 

[...]        

 

Batia os dedos na cadeira, ansiosa. Só queria ir pra casa, mas aquele jogo estava demorando para acabar. Voltei minhas mãos pelo décima segunda vez até as alças da minha mochila, que continuava em minhas costas. Meus pés batiam constantemente no chão. Beomgyu acenava algumas vezes para mim, e eu retribuía. Eu estava exausta, e pude jurar que se ficasse ali por mais um segundo, dormiria sentada mesmo. Meus olhos estavam caídos, quando ouvi uma voz rouca me chamar:

- S/n!! - Yeonjun gritou por trás de mim, escondido atrás de umas cadeiras, com os dentes cerrados, provavelmente torcendo para ninguém ouvi-lo ou vê-lo. - O que você tá fazendo? Eu tô te esperando faz um tempão lá fora. - fumaça saltava do seu nariz.

- Por que não foi sem mim? Eu tô ocupada vendo o jogo! - Virando, sussurro de volta, num tom que desse para ele escutar. Vejo-o revirar os olhos, bufando. O observei passear os olhos pela quadra, tentando me evitar.

- Yeonjun? - ouço a voz de Beomgyu na minha frente, e me ponho reta novamente. - Veio buscar a S/n? - sorri, provocador, ofegante, com o suor grudando os fios da sua franja na testa. O mais velho se levanta de trás das cadeiras, tossindo falso:

- Sim. É melhor se despedir logo dela. - o silêncio sentou por alguns segundos. - Te espero lá fora, tá, S/n? - seu tom era grosso, o que me fez engolir seco. Ouço passos ecoarem. Beomgyu suspirou solto e se sentou ao meu lado.

- Seu irmão é um saco. - sussurrou, sorrindo ladino. - Mas então, não vai me dar parabéns? - Diz, se referindo ao jogo. Já tinha acabado? 

- Ah, sim... Parabéns. Você realmente joga muito bem. - digo, vendoó beber um gole de água de sua garrafa. Em seguida, levando meu olhar sorrateiramente até a porta da quadra, vendo Yeonjun escorado, nos olhando com raiva. O que deu nesse moleque? Tá com o demônio no corpo?

 

 

CONTINUA...

 


Notas Finais


🎨


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