História Meu (não) tão amado marido - KAi ( Imagine) - Capítulo 4


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Categorias EXO
Personagens Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han
Tags Amor, Blackpink, Comedia, Drama, Família, Hentai, Hot, Lisa, Romance, Sexo, Suspense
Visualizações 145
Palavras 1.804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olha só quem voltou. Puff puff.
EStou com um grande bloqueio de criatividade, então se isso ficou uma merda... Não me culpem, me culpem sim. Mas estou de volta.

Capítulo 4 - IV


Capítulo anterior


Mas confesso que estou com medo aqui. Já falei Fudeo? Pois Fodeu mesmo, merda


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Olho atentamente à cada movimento de meu adversário presente, pois bem, ele não teria coragem de fazer algo comigo, não é mesmo? Espero que essa ideia de me bater não exista nesse pequeno cérebro de minhoca. Eu me matinha firme e forte, não deixaria que esse brutamonte fizesse algo comigo aqui, ou era isso que eu pensava a um minuto atrás. Ele me olhou furioso, e vinha se aproximando cada vez mais, me vi encurralada em seus braços.. huuh que braços, Chega (S/N), ele não é flor que se cheire. 

- Isso é para mocinhas como você me obedecerem - Seu timbre soa perverso. Por um momento sinto-me puxada e arrastada até dentro daquela mansão imensa. Deus me salva. 

- ME SOLTA! Seu louco! - Grito em desespero, e me debato a cada puxada que ele fazia.

- Cala Boca vadia - Ele me arrasta até as escadas á cima. Tento me soltar porém eu não conseguia pelo o fato dele ter o triplo da minha força, minhas tentativas de se livrar dele foram completamente em vão. Vejo o mesmo abrir uma porta, uma porta um tanto quanto velha. Pronto. Agora eu irei viver em cativeiro. Foi muito instantâneo, e um ar de mofo pairou sobre minhas narinas, quando sinto ser jogada rapidamente ali, caindo no chão e cabando por bater minha mão no móvel perto. Olho para o Kai, que agora me encarava satisfeito e sacana. Arrombado. Me levanto e ando para dar um bom soco nele, só que ele foi breve saindo do quarto e trancando eu naquela nova prisão. Perfeito! Não tem como ficar pior né?

- VOCÊ VAI FAZER ISSO MESMO? - Pergunto, batendo na porta descontroladamente e fui me cansando aos poucos.

- Você é uma cachorra muito desobediente, talvez assim você tome um jeito, ou eu mesmo te darei um jeito... - Escuto sua voz e sua risada boba no final de sua frase. 

- Eu quero matar você - Digo. Um breve minutos de silêncio.

- Você não me conhece, você acha que irei ser tão bonzinho contigo ainda? Pobre garota, tão patética. - Kai solta um de suas risadas debochantes. - Você é a minha nova bonequinha, minha vadiazinha. 

-OLHA AQU - Me calo. Já não tinha mais ninguém ali, ele tinha saido antes de eu completar minha frase. Solto uma bufada de ar e olho em minha volta. 

- Vagabundo. - Suspiro. Olho em cada canto, em cada parte e móvel daquele quarto e chego em uma conclusão que, eu preciso sair daqui. Eu queria um canto só pra mim mas não queria ser trancada né? Não queria uma prisão, Aliás, não me arrependo dê ter dado um chute naquele saco mucho. Queria pelo menos ficar ao lado da Lisa, o que que está acontecendo com ela nesse momento..? Espero que a mesma esteja bem, já que eu estou nada bem aqui nesse quarto empoeirado.

Me jogo na cama, e novamente sobe um ar de mofo.-Eles deviam pelo menos limpar isso-Penso frustada e suspiro pesado. Será que pelo menos consigo fazer algo para me tirar daqui? Vejamos... Olho novamente os cantos e moveis, porém, sé passaram minutos, e nada em canto nenhum. Me jogo na cama, entretando escuto alguém passando pelo o corredor de fora 

- Não sei quem é mas espero que seja o meu salvador. - Corro para porta e Falo em um tom mais elevado pra que a pessoa do outro lado ouça. - Eiii! Não sei quem é mas me tira daqui

-  Não recebo ordens de você, apenas do chefe. - Rude. 

- ... - Qual é o problema desse povo? Credo. Me sento sobre a cama novamente. Olho para o meu lado esquerdo, e então noto uma porta um tanto quanto camuflada ali, me levanto e corro para checar, abro a porta toda contente, mas era apenas o banheiro. A QUE MERDA MEU.  Pior que estou com nada aqui, nem celular, nem roupas e nem amiga... Eu sou muito azarada mesmo, eu pelo menos podia ter deixado o celular na BUNDA, mas não... Eu DEIXEI aquele maldito celular no carro daquele arrombado viado e arrombado de novo. Me deito na cama, me viro desconfortada pro outro lado e simplesmente apago. Foi um dia realmente cansativo.

 - M-me chu..pa logo - Falo entre os gemidos 

- Implore! - Ele desfere outra cintada sobre minha coxa, era uma dor prazerosa e suportável, só me causou mais tesão

- Me chupa Daddy! -  Tento formular uma frases entre gemidos

- Hoje você será minha, baby 

   Acordo suada, ofegante e molhada. 

- Que sonho foi esse? Puta que pariu... Sério isso? Eu fiquei.. A toma no cu - Me levanto e percebo que havia uma caixa preta, com o laço dourado ao meu lado. Desfaço o laço, retiro a tampa e espumas - O que será? - Retiro de lá um vestido preto, acompanhado com uma calcinha fio dental preta também. Eu não iria usar aquele atípico vestido coladinho que mostra tudo, muito menos isso trapo - Sério isso? Qual é a dele hein? Tudo preto. Sem contar que isso tá mais pra um tampa olho do que uma calcinha digna. Só me faltava ele bater na porta e dizer que vamos sair.

- Coloca isso logo, não tenho muito tempo não - Escuto a voz de ..... Do outro lado da porta e me assusto.

- Porque eu fui falar? Merda.

- O que disse?

- Falei nada, oxe - Digo

- Eu não tenho tempo, vai logo 

- Eu vou pra porra nenhuma não! 

- Vai mesmo me fazer eu te levar pelos os cabelos? Se troca logo, acha que manda aqui? Você não passa de apenas outra vadia, só espero que saia com vida e, não seja igual as outras.

Rapidamente me apresso para o banheiro, levanto comigo as peças. Pensei nas palavras de Kai... O que diabos ele quis dizer com "Só espero que saia com vida"...? Aish. Fecho a porta do banheiro, me despi, abri o chuveiro e espero a água esquentar um pouco. 

- Não tem como ficar pior - Bufo. Entro debaixo do chuveiro e penso em minha vida, nem cheguei direito aqui e presumo que minha vida será um inferno. Saio do banheiro  alguns minutos depois já vestida aquele vestido apertado, mas que valorizaram bem minha cintura - É, não é tão mal, mas eu também nunca usaria esse vestido curto. - Noto que tinha um par de salto ao lado da cama, chego perto e noto que conseguia andar com ele, isso é até que legal - Nada mal. - Coloco os saltos e bato na porta do quarto - Estou pronta! - Digo com desânimo

- Hum. - Kai abri a porta e me olho de cima a baixo - Pronta? Vai sair assim comigo não - Ele diz com desgosto. Vejo minhas vestes e não vejo nada de mais. Kai chama uma das moças que passavam no corretor, eles conversaram entre si e imediatamente a moça sai correndo

- Se não quer sair comigo assim, então por que não chamou uma de suas cachorras ? 

- Cala a porra da boca! - Seu timbre fez com que eu me arrepiar e tremer. Resolvo ficar calada e esperar a boa vontade dele. A moça volta trazendo consigo uma maleta - Dê um jeito nela - Kais manda. - Quando ela terminar, leve ela até a porta da frente, me entendeu? - Kai fala com um homem alto ao lado da porta do quarto que eu estava. 

- Entendido, Senhor. 

A moça faz referência e faz sinal para que eu entrasse no quarto novamente, e fecha a porta logo após

- Sabe falar coreano? - A moça pergunta simpática 

- Sei 

- Ah bom. Bom, posso? - Ela pede pra eu sentar na cama, assim fiz. 

- Vai rebocar minha cara toda ? Pode - Confirmo. - Posso te perguntar uma coisa? 

- Claro 

- Como é o seu nome? Como eu saio daqui e POR QUE DIABOS EU ESTOU VIVENDO EM UM CATIVEIRO? 

- Nossa, pensei que fosse apenas uma pergunta - Ela ri, mas fica séria Novamente - Me chame de Sun. Ah, não tem como fugir, senão acabará assim como as outras - Ela passa maquiagem em meu rosto enquanto falava comigo 

- Como assim, como as outras? - Pergunto. Porém, ela apenas permanece calada e séria, tremendo um pouco. Parece bem assustador, acho que acabaram morta mesmo. CARALHO! Me espanto e ela me olha estranho, já que ninguém havia digo sequer uma palavra depois da minha pergunta. 

- Pronta - Ela sai do quarto as pressas, sem ao menos eu agradecer ou falar algo. 

- Vamos - O mesmo guarda da porta entra no quarto, pega no meu braço e me arrasta até a porta da frente. Encargo Kai, que estava escorado em seu carro e me olha de cima a baixo. 

- ME SOLTA SEU PORRE - Grito. Ele me solta, fazendo eu cair no chão e sinto Mais me olhar. Kai se comunica entre olhares com o guarda e o guarda brutamonte vai embora, deixando por fim eu e Kai. 

- Por que eu fui aceitar você!? - Ele diz bravo. Caminha até mim, me pega fortemente pelo o braço, com certeza ficaria uma marca horrível. Ele abre o carro e joga no carro, fazendo com que eu bata minha costa. Logo após ele entra no carro e puxa meu cabelos, jogando minha cabeça pra trás - Hoje irei te levar em um lugar importante, então melhor você me obedecer... - Ele solta o meu cabelo , coloca o cinto e dar partida no carro. Olho para a janela apreensiva e com medo se ele pudesse fazer algo comigo antes de eu meu casar, se eu me casar um dia. Vejo algumas casas a fora e não tive coragem de olhá para ele até o percurso. Ele para em uma grande boate.

- Ande comigo, permaneça sorrindo e comprimenta os outros com respeito, estamos entendidos? - Ele me encara. Confirmo com a cabeça e me mantenho calada. - Ótimo - Kai retira o seu cinto, abre a porta e da a volta para abrir a minha porta. Seu celebrante era assustador, me retiro do carro rapidamente e fico ao lado do maior. Fecha a porta e me olha, pegando em meu braço e dado a mão, junto nossas mãos e então adentramos a imensa boate. Caminho no meio daquelas pessoas com um sorriso forçado em meus lábios e Jongin nem parecia o mesmo, ele se encontrava feliz (?). Olho para uma mesinha e encontro cerca de seis homens nos olhando. Olho para Jongin desconfortável e ele lança um olhar como "Calada e segue o plano, caralho".,Kai se junta a mesa e então percebo alguém ao fundo que me fez ficar surpresa 





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