História Meu nerd favorito - Capítulo 20


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Camus de Aquário, Freya, Hyoga de Cisne, Ichi de Hidra, Ikki de Fênix, Io de Scylla, Isaak de Kraken, Jabu de Unicórnio, Kiki de Áries, Marin de Águia, Mime de Benetnasch, Miro de Escorpião, Misty de Lagarto, Mu de Áries, Nachi de Lobo, Seiya de Pégaso, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shun de Andrômeda, Shun de Virgem, Shunrei, Sorento de Sirene
Tags Amor, Camus X Milo, Colegial, Comedia, Hyoga, Ilusão, Jabu, Shun
Visualizações 191
Palavras 3.478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.

Tudo bem com vocês?

Capítulo 20 - Cap 20( Você se aproveitou de mim)


Fanfic / Fanfiction Meu nerd favorito - Capítulo 20 - Cap 20( Você se aproveitou de mim)

(…)

Os olhos cor de violentas, estavam vidrados fixamente nas janelas do carro, olhando cada detalhe do lado de fora, como se tivesse esperando alguém ou alguma coisa acontecer.

Mas tinha algo sobrio naquele olhar, do jeito em que observava, parecia que não apreciava nada além da maldade.

Um resmugo saiu dos lábios da pessoa dos olhos da cor de violentas , depois virou o rosto desviando o olhar do lado de Fora, e olhando para o banco traseiro do seu carro onde permanecia Sorento, com os olhos cheios de lágrimas, e uma angústia terrível que dominava seu peito. Sim, aquela pessoa não era nada mais nada menos, do que Leôncio o pai de Sorento, que já estava começando a bota seu plano em ação, pra acabar de vez com a pessoa que mas lhe da problema, o delegado Carlos, que pra ele , era responsável, pela a morte e prisão de seus aliados e companheiros de crime.

-Não faça essa cara Sorento , pare de chorar... Não vê que estamos perto do caminho para a glória. - Leôncio falou com os lábios formando um sorriso, tanto irônico e maldoso, só no jeito que falava já era possível vê que não existia sentimento em seu pobre e seco coração, só a maldade e a mais pura cobiça.

-Por que isso lhe faz tão bem ? - Sorento perguntou entre lágrimas, e soluços, o olhando com indignação.

Leôncio, não respondeu, apenas lançou um sorriso irônico pro pequeno, como se dissesse " Você sabe muito bem a resposta."

- Pai, por favor. Eu faço tudo que pedi, só menos isso... Por favor, eu te exploro.- Sorento suplicou entre lágrimas, olhando para o pai, o tentando converser e se comove com suas lágrimas de tristeza... Mas parecia que Leôncio não se importava com nada, e nem se comovia com o choro do filho, que chorava igual a um bebê, Como se implorasse por um ombro amigo.

- … - Leôncio não disse nada, apenas parou de fita Sorento, como se tentasse fugir de alguma coisa, como se as lágrimas se Sorento o incomodasse e tivesse tentando se forte o máximo possível, pra se manter firme e calculista.

Leônico permaneceu estático diante ao volante do carro, como se estivesse paralisado com alguma coisa... Seus olhos vagas o nada, Sem p.isca nem mostra o mínimo de sinal de vida.

- Pai ? O Senhor está bem? - Sorento se assustou ao vê o estado do pai… Ele podia ser o que for, assassino, mafioso, mas mesmo assim, ele era seu pai...

Leôncio piscou os olhos algumas vezes, votando a realidade. Depois olhou Sorento pelo o retrovisor do carro, encarou aqueles olhinhos pequenos, cheios de lágrimas, da cor violentas igual ao seu.

Os dois se Parecia muito, tinha algumas semelhanças, impossível não nota. A cor dos olhos, o jeito de fala, persistente e penetrante, mas algo os diferenciava, Tudo em Leôncio só era consumido e movido na maldade, seus olhos apesar de ser belos, não via nada de amor, só via a morte, o poder a glória, Seu jeito de fala, só servia pra fazer os outros se ajoelhar em seus pés, e se amedrontar quando falasse…. Já Sorento era totalmente diferente, com seu olhar conquistava a todos, tinhas os olhos belos, e tinha um ar de inocência, com seu jeitinho de fala, fazia todos supirar, e deseja ser seu amigo. Mas Sorento era muito tímido, mal falava, nem tinha amigos. Tinha medo de todos que se aproximavam de si, pensava que todos era igual ao seu pai.

Sorento desde de que nasceu, nunca ouviu um "Eu te amo" Dos lábios de seu pai, e seguiu crescemos sendo desprezado e humilhado por Leôncio, que todos os dias jogava na sua cara, que ele era um bastardo, e que por ele , nunca teria vindo ao mundo. A vida de Sorento era muito difícil, não tinha vontade de vive, nem de sair do seu quarto, passou quase a metade da vida, estudando em um colégio interno, seu pai o obrigou.

Era um colégio, só de meninos, onde ele era maltratado lá também, os outros garotos faziam questão de maltrata-lo e pega no seu pé, por causa do seu comportamento, tímido e sensível, isso por quê eles não sabiam de quem Sorento era filho … Também nem tinha como saber.

Alguns meses depois, Sorento não estava mais aguentando aquele colégio, e não foi mais, birou igual criança, mas desistiu de estudar naquele colégio.

Depois foi estudar em outra escola, foi lá que conheceu Shun, seu melhor amigo, e a primeira pessoa quê se atreveu a fala consigo e tentar amizade, já que os outros aluno não falava com ele , e o considerava estranho, Sempre sozinho, não falava com ninguém, usando blusas de manga longas, Sempre se afastava quando os outros se aproximava, com um olhar distante e parecia ter medo todos.

Lá também, ele se apaixonou. Por Jabu, o garoto mais lindo da escola, isso era o Que o pequeno pensava... Na primeira vêz que o viu, já se sentiu extremamente apaixonado,Sorento tinha acabado de chegar na escola, era seu primeiro dia de aula, quando de repente ele viu Jabu, sentado em umas das cadeiras da lanchonete, conversando animadamente e atentamente com uma garota de grandes cabelos loiros, Sorento pensou que os dois eram namorados, pois estavam bem a votante, Jabu estava sentado, enquanto June, Estava atrás dele, com as mãos sobre o seu pescoço, conversando. Muito próximo dele... Sorento até desanimou um pouco , suspirou... Aquele garoto era muita areia pro seu caminhãozinho. Não iria ter nada com ele, por que ninguém se interessaria por um esquisito, que tem medo até da própria sombra.

(…)

-…- Leôncio permanecia estático, sem dizer nenhuma palavras… Só observando Sorento pelo o retrovisor, olhando aqueles olhos tão pequenos, se desmanchando em lágrimas na sua frente, aquela boca soltando uns leves soluços, enquanto do seu rosto só refletia tristeza…

Nem Leôncio estava acreditando naquilo, será que pela a primeira vez na vida, estava sentindo algo por Sorento? Estaria se importando com aquelas lágrimas, e se incomodando com elas, trazendo uma sensação de tristeza no peito, querendo fazer Sorento parar de chorar, e deitar em seus braços, na tentativa de lhe passar Amor.

Essa sensação durou pouco, pois logo Leôncio se recompôs, sua pose voltou ao normal.. e um sorriso maldoso surgiu em seus lábios.

- Ah Sorento… Não diga que se importa comigo? - Sua voz souou irônica. - Se tivesse uma arma, já tinha me matado, igual matou sua mãe… - Os olhos de Sorento, se encheram de lágrimas, uma vontade imensa de chorar, depois que seu pai pronunciou aquelas palavras sem sentido pra si... Por que Leôncio era tão mal assim? Dizer essas coisas, que não eram verdades... - Por que está a chorar? Por acaso falei alguma mentira Sorento? Não é verdade que sua mãe morreu assim que você nasceu, que é culpa e sua pela a morte dela…. Você é um assasino….

-PARA…- Sorento gritou alto levando as mãos até o ouvindo, os tampando, tampando pra não escutar mais nada que seu pai dizia… Depois abriu a porta do carro, e saiu De dentro, correndo sem direção… Só correndo pra longe dalí. A única coisa que queria era sumir do mundo, deixa de existir. Isso que ele tinha, não era vida, era mais vantajoso a morte, do que contínua passando por isso...

- Sorento!!!- Leôncio tentou chama-lo de novo, mas Sorento já tinha sumido da sua frente… havia corrido pra longe, sem rumo, atravessou o avenida correndo, quase foi atingindo por um carro... Mesmo assim não parou se correr, só parou. Quando entrou em um beco escuro e deserto, sem ninguém...

Sorento se escorou na parede do beco, e deslizou o corpo até o chão, até Fica sentado sobre ele... Colocou os braços envolta aos joelhos, encostando a cabeça no mesmo, enquanto seus olhos se desmanchava em lágrimas.

(…)

Enquanto isso, do outro lado da cidade.

"Estava em outro mundo. Um lugar toltamente escuro, sozinho no meio do nada. Hyoga não sabia onde estava. Será que tinha morrido e havia parado no inferno? Ele não sabia., também nem queria saber. Talvez está ali, seja Melhor do que acorda novamente e não sentir o movimento das pernas, pelo menos lá, não tinha ninguém próximo a si. Que iria o tratar como um inválido, Já que era isso mesmo que ele era... Até que uma luz branca surgiu do céu, fazendo toda aquela escuridão acabar, e a claridade reinar… dentro daquela luz, tinha Algo que parecia um anjo, que estendia a mão a Hyoga, como Se o chamasse pra algo...O loiro recuou um pouco pra trás, e foi assim que percebeu que estava sentindo os movimentos das pernas, e que tinha voltado a andar … Hyoga abriu um longo sorriso animado, queria fica lá pra sempre. Mas logo o anjo o chamou de Novo… Hyoga o ignorou, não queira sair dalí. Mas logo o anjo sem o consentimento do loiro Pegou em sua mão, e de repente tudo foi sumindo, o anjo estava levando Hyoga pra longe."

Os olhos azuis, foram abrindo lentamente novamente, se acostumando com a claridade, E logo sentiu algo se movendo contra seus lábios... Foi aí que percebeu que estava sendo beijado, Hyoga pensou em empurrar a pessoa a que estava beijando, mas logo viu de quem Se tratava … Era o anjo, o qual o havia tirado da escuridão… Hyoga estava gostando, Nunca tinha sentido nada igual, era uma sensação deliciosa, aqueles lábios macios se mexendo contra os seus, mas isso durou pouco, pois Hyoga também pensava que tinha recuperado os movimento das pernas, igual ao sonho, tentou mexe-la, mas não conseguiu, elas ainda estavam dormente…

- …- O Loiro se revoltou com isso, nem aquele beijo o fazia volta ao normal de novo, endiabado Hyoga empurrou a pessoa que o beijava pra longe, a olhou com ódio e ranco, Como se ela fosse o motivo de está inválido.- O que está fazendo? Por acaso ficou louco? Seu nerd idiota? - Hyoga gruniu de raiva, Shun se assustou e deu alguns passinhos pra trás, com os olhos cheios de lágrimas.

- Hyoga, desculpa … Eu, eu , eu não sei por que fiz isso, Me desculpa... Eu só queria ter ajuda … você estava, desmaiado com os olhos fechados, aí pensei … - Shun mal conseguia fala, estava gaguejando mais do que o normal, antes de terminar de explica o motivo do beijo, Hyoga o interrompeu.

- Me Ajuda como? Se aproveitando de mim enquanto eu estava inconsciente? - Hyoga ironizou sinico. Shun arregalou os olhos, assustado e com vergonha.

-N-não, não… Não é verdade, eu juro…- Shun gaguejou um pouco, envergonhado e fitando os pés assustado.

- Então o que Era? Pensa que eu sou trouxa nerd? Acha que vai fazer comigo, as mesma coisas que faz com seus amantes..

- Do que você está falando Hyoga?- Shun perguntou assustado, não estava entendendo mesmo onde o loiro queria chegar com aquilo.

- Deixa de ser besta seu nerd bipolar… você é mais rodado do que catraca de ônibus, se finge de inocente, mas já ficou com quase todos os garotos da escola…

- ISSO É MENTIRA… EU NUNCA FIQUEI COM NINGUÉM.

- NÃO, NÃO É NÃO… Então o que você tem com o Jabu?

- Isso não é da sua conta… Não tenho que lhe da explicação da minha vida pra você…

-isso é da minha conta sim.- Hyoga se amaldiçoou por dentro, depois que aquilo saiu da sua boca.

- Por que? Por acaso sente algo por mim? - Os olhos de Shun brilharam, Hyoga engoliu o seco.

-Não. Mas você deve sentir, do jeito que estava me agarrando enquanto eu dormia. - Um sorriso malencioso se formou nos lábios do loiro, Shun ficou mais vermelho do que um pimentão.

-O Q- Que ? Eu só estava tentando te acorda .

- E por acaso eu Sou alguma bela adormecida, pra ser acordada com o beijo do príncipe encantado?- Hyoga perguntou irônico.

-Eu não vou fica aqui discutindo com você...- Shun bufou de raiva e deu as costas pro loiro.

- Fala logo a verdade, sente ou não sente algo por mim? Se ficou irritado e por que sim. - Hyoga Sorriu convencido e Shun ficou mais vermelho ainda.

-E Se eu sentir? O que tem haver isso? Nunca vai rola nada entre a gente. - Shun virou rapidamente , encarando Hyoga… Seus olhos tinha tristeza, tristeza a qual o loiro não sabia o motivo.

-…- Hyoga ficou em silêncio… não disse nada, apenas observou o pequeno em sua frente, com os olhos cheios de lágrimas, tentando ser forte o máximo possível pra não chorar. Antes que o Loiro pudesse se pronuciar alguma coisa, Jabu voltou pra sala, junto com June.

-Eu to ferrado.. Meu pai vai me matar e comer meu fígado, quando Saber que eu ajudei a cinderela aí, a fugir do hospital…- Jabu levou as mãos até a cabeça, puxando os fios com força, e olhou pra Shun... Foi aí que percebeu que Shun estava preste a chorar.- Shun? O que aconteceu? O que foi que esse projeto de mosca morta fez com você? - Jabu se aproximou rapidamente de Shun, botando uma das mãos sobre a bochecha de Shun , limpando as lágrimas que descia de seus olhos, e encarando Hyoga com ódio.

- Mosca morta é você desgraçado . Eu não fiz nada com esse nerd idiota. - Hyoga rosnou de raiva.

- Deixa de rosna pra mim. Quem rosna é cão, e você está bem longe disso.- Jabu falou sarcástico.

- vai pro inferno seu desgraçado.

-Não. Eu não vou… por que você mesmo não vai? Do jeito que fala dele, parece que já foi lá e adorou.

-Hei, as duas garotinhas querem para com isso? Parece até cão e gato…- June se meteu no meio da discussão dos dois. - Mas todos falam, que quem odeia e por que ama.

-O QUE????- Os dois falaram juntos..

- Ficou louca ou o Que? Sua loira burra.- Jabu questionou irritado. - Deus me livre ama esse tufo de pêlos.

-Olha Aqui desgraçado, eu preferia Mil vezes ser bobo da côrte de um babuíno. Do que ama você, seu lixo.

-Você quer parar de dizer isso. Uma hora ou outro essa coisa vai aparecer na sua frente, e tu vai se mija De medo.

-Só que a desgraça já apareceu... E eu to olhando pra ela agora.- Hyoga falou irônico.

(…)

- Onde é que aquela menina se meteu?- Isaak perguntou pra si mesmo, olhando para os lados, tentando encontra a garota que a poucos segundos atrás, estava conversando. Isaak se distraiu por um minuto, e a garota sumiu, igual magia.

- Algum problema senhor? - A enfermeira perguntou saindo de trás do balcão e tocando o ombro de isaak.

-Sim. Todos. Preciso vê meu irmão agora.- respondeu irritado, caminhando de um lado para o outro, e olhando pra enfermeira fosse culpada por tudo.

- Sinto muito, mas o senhor não pode ve-lo. - antes da mulher terminar a frase, Isaak a interrompeu.

-ESCUTAR AQUI, EU IREI VÊ MEU IRMÃO, E NEM VOCÊ E ESSE DOUTORZINHO DE QUINTA, VÃO ME IMPEDIR.- isaak se irritou apontando o dedo na cara do doutor , que Estava no meio de nós dois.

- Se o senhor não se comporta, vou ter que pedir por seguranças retirarem você daqui. - o doutor mostrou sua autoridade.- Essa é a segunda vez que lhe chamo a atenção…- Antes do doutor terminar de fala, Isaak bateu no balcão, com força.

- Olha aqui seu…- Isaak já ia responder o doutor a altura, mas seu celular começou a vibra dentro do bolso, então ele deu as costa pra doutor e atendeu o celular.

( Ligação on)

- O que é?

- Isaak?

-Sim, ele mesmo… o que quer ?

-Sou eu Isaak, seu pai. Camus. O que houve? Está irritado assim por que? Aconteceu algo com Hyoga?.

- Desculpa pai, e que…

- E que o que isaak? Não me assuste assim. O que aconteceu?

-...- Isaak ficou mudo do outro lado da linha, deixando assim, Camus mais preocupado ainda

- Isaak? Anda, me diga, aconteceu alguma coisa? Está me deixando preocupado.

- Pai, ta tudo bem Aqui…- Isaak mentiu.

- Certeza mesmo Isaak?

-Sim pai. Ta tudo ótimo. E por aí? Como está o senhor?

- Também estou bem Isaak, só te liguei pra perguntar como o Hyoga estava, e pra ter avisar que estou chegando aí já no Hospital.

- O que? Você está vindo pra Cá?

-Sim Isaak, estou perto daí já... Quis fazer uma supresa pra você e a Hyoga, por isso não comentei quando chegaria aqui em Tóquio.

- Nossa pai.. Estou muito feliz você isso, que o senhor está voltando de volta pra casa.

-Que bom filho… Não só vou visita Hyoga, como também tenho uma grande supresa pra ele.

-Que supresa pai?

-Você vai só vai saber quando chegar aí, mas também tem a vê com você.

-Como Assim?

-Quando eu chegar te aviso Isaak, agora estou no meio do trânsito. Logo saberá…

-Ta bom então.

-Tchau filho. Qualquer novidades sobre o Hyoga, me ligue… Não sei por que, mas estou com um mal precedimento.

-Está bem… tchau.

( Ligação off )

Isaak desligou o celular, suando frio.

- Preciso vê Hyoga.- Falou afoito, passando pela a enfermeira e o doutorzinho que se encontrava em sua frente, em direção a sala a qual Hyoga estava… Enquanto os outros dois, vinham atrás dele. avisando toda hora que ele não podia entra alí.

- Senhor espere. O senhor não pode entra.- a enfermeira avisou, mas a inginorou e continuou andando em passos rápidos até o quarto. - Pera senhor...- A enfermeira gritou assim que levou a mão na maçante da porta, e a abrindo… - Ele está em repouso, não deve ser incomodado.

entrou dentro do quarto, e não vou nada. Apenas uma janela e uma cama vazia, sem ninguém nela.

-Onde esta meu irmão? Cadê ele? QUÊ ESPÉCIES DE MÉDICOS SÃO VOCÊS? CADÊ MEU IRMÃO?- Isaak gritou de raiva, encarando a enfermeira e o doutorzinho com ódio, e raiva… mas eles estavam tão confuso quanto ele, também não sabia onde Hyoga estava, e não como ele tinha fugido do hospital.

(…)

Tanto ódio assim no peito, um coração repleto de maldade, ranco dominado pelo o ódio… Por que será que Leôncio era sim ? Devia ter uma razão pra alguém ser torna um monstro, a mais assustadoras das bestas feras, Um ser desprezível, com a alma amaldiçoada, já condenada passa toda a eternidade no inferno. Ninguém em seu bom estado psicológico iria querer isso pra sua vida. Será que algo traumatizou tanto Leôncio assim, que o transformou no próprio demônio?

- SORENTO!!!- Leôncio gritou saindo no carro apavorado olhando para um lado é para o outro, a procurar de Sorento. Os seus olhos tinha uma coloração diferente, estava assustado com alguma coisa. Será Que o coração duro feito pedra de Leônico, entrou um pouquinho de água dentro e o amoleceu? Era difícil de acredita, mas ele estava bastante preocupado com Sorento, olhava para todos os lados, procurando o filho em todos os cantos, mas não o encontrava. Um medo atacou seu coração, fazendo ele palpita forte dentro do peito, bater de desespero.

- Senhor Leôncio? Está tudo bem?- um de seus homens de confiança, que Estava em um carro logo atrás do seu , percebeu a angústia dele, e saiu do carro.

-Não… Mande todos da zona, procurar Sorento em todos os cantos da cidade. Não vão dormir, nem comee se não encontra-lo , e se não o trazer- lo pra mim, vão paga com a morte... Vou matar todos com minhas próprias mãos, igual a porcos no matadouro...- Leôncio rosnou endiabado, a única coisa que queria era ter seu filho nos braços e nada mais.

-Mas senhor. E Aquilo que estava marcado pra hoje, a vingança contra o delegado Carlos?- o homem questionou ele confuso.

- QUE SE FODA TUDO. NADA É MAIS IMPORTANTE DO QUE MEU FILHO... Se não encontra-lo, essa cidade será banhada de sangue , pessoas inocentes vão ser mortas, TODOS VÃO PAGA COM A VIDA SE ELE NÃO APARECER. - Leôncio gritou, o rapaz diante a ele, confirmou com a cabeça e se retirou da sua frente, mandando um alerta pra todos os mafioso da zona…

- Pronto Senhor. Todos estão a procura de seu filho, agora fique calmo, logo logo ele está de volta...- Ele mal terminou a frase, por que Leôncio o interrompeu, o segurando pela a gola da camisa, o puxando pra cima.

-Como você acha que eu vou fica calmo Camilo? Saia da minha frente antes que eu desconte toda a minha raiva em você…- Leôncio o ameaçou, o homem que se chamava Camilo engoliu o seco.

-Sim, senhor…- Camilo falou, e Leôncio o soltou... Já ia se retirar, quando Leôncio o chamou novamente.

-Espera. Você conhece bem meu filho né.

-Como assim senhor? Desculpa, não entedi.- Camilo ergueu uma sobrecelha.

-Não se faça de sonso Camilo. Você conhece Sorento desde do primeiro dia de vida dele, sabe mais coisas sobre ele do Que eu…

-Onde está querendo chegar com isso?

- Quero saber o que você Sabe sobre Sorento?

-Sei tudo.

Continua...

.


Notas Finais


Tchau. Ou adeus.


( Shakany , volta Larissa por favor.... Você é minha melhor Amiga.)


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