História Meu noivo está morto! - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Tags Chanbaek, Chansoo, Satansoo!au
Visualizações 119
Palavras 1.968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


depois de anos decidi aparecer o/
a fanfic terá só mais dois cap
decidi acabar logo com ela pq se eu demorar é capaz de eu desistir e excluir a fanfic kkkkk
boa leitura ><

Capítulo 3 - Valeu a pena


Kyungsoo se surpreendeu ao ouvir seu superior. O mesmo estava dizendo para deixar Baekhyun e Chanyeol sozinhos por um tempo para que o maior conseguisse convencer seu esposo assinar o divorcio. Depois de ameaçar o Park, deixando bem claro para o mesmo que ainda havia câmeras espalhadas pela casa, Kyungsoo foi para casa de sua mãe onde passaria os dias necessários para Chanyeol conseguir a assinatura do Byun.

— Então Baekhyun— o maior começou dizendo ao sentar-se no sofá ao lado do menor— Por que você não assina o papel para acabar com isso logo, hum? — pegou o papel e a caneta que estava em cima da mesinha de centro da sala, mostrando-a para o moreno mais baixo— É só escrever seu nome aqui— apontou com a caneta para o local indicado com um X— Como eu fiz, está vendo?

O menor acabou por suspirar alto, todo aquele papo estava realmente dando-lhe nos nervos. Sabia que se assinasse o divórcio iria morrer segundos depois, e assim não poderia “ressuscitar” seu Chanyeol. Sentia saudades do homem com quem havia se casado, no fundo perguntava a si mesmo se o plano que estava tramando daria certo.

— Chanyeol— chamou tendo total atenção do maior voltada para si— Amore mio— pegou nas mãos grandes do Park— Estive morto por muito tempo, queria aproveitar dessa vida antes de partir— sorriu— Por que vosmecê não me levas a um lugar para conhecer seu novo mundo?

O maior pareceu se animar com a ideia. Sempre gostou muito de sair, mesmo que não tivesse muito dinheiro para tal. Arrumaram-se em pouco tempo, e logo já estavam indo para o centro da cidade no carro de Chanyeol.

Baekhyun pareceu se encantar com aquela cidade tão movimentada. As pessoas andando apressadas, as várias construções imensas que pegavam metros e metros de altura – essas que logo soubera que eram prédios. Tudo era muito gracioso de se olhar.

O maior observava o jeito espontâneo do Byun, esse não parava quieto no banco, até mesmo colocava a cabeça para fora da janela algumas vezes para poder observar melhor a cidade. Semelhava-se a uma criança perguntando de cada coisa que seus pequenos olhos focavam. O sorriso bonito e iluminador do menor parecia querer acender algo dentro de Chanyeol, e esse teve a certeza disso ao ter sua mente envolvida com mais uma lembrança.

Era um lugar muito bonito, o qual era rodeado de flores por todos os lados. O dia estava lindo, o céu azul transparecia um sol radiante. Chanyeol corria por entre aqueles corredores de flores, procurava por alguém, no entanto não sabia quem...

Ele corria.

Corria.

Seguia uma voz que cantava. Um riso que conhecia.

A voz doce cantava e chamava por seu nome...

Chanyeol...

Chanyeol...

— Chanyeol! — despertou de seus devaneios ao ouvir seu nome, olhou perdido para Baekhyun que lhe encarava com uma expressão preocupada— Os carros estão fazendo um barulho estranho, isso é normal? — só então o maior percebeu que ainda estava no meio da avenida, o sinal do semáforo havia aberto e os carros buzinavam para si.

Rapidamente acelerou e saiu dali, voltando a passar pela avenida, respondendo todas as perguntas do Byun.

Estacionou em uma vaga. Saiu do carro junto de Baekhyun e logo se puseram a andar pela enorme avenida. Passavam por algum comércio e o menor tentava pegar tudo que via, demorou um pouco até que esse entendesse que precisava de algo chamado dinheiro para conseguir aquilo que queria.

 

Foram para um restaurante.

— Chanyeol, Chanyeol esses nomes são estranhos Chanyeol. Por que tens um X em frente do hambúrguer? Esses são os que acabaram? Tem veneno e por isso do X? Não posso pedir?

O Park acabava por rir depois de todas aquelas perguntas.

— Que tal eu pedir algo para você?

— Você vai pedir com o X? Já queres me matar não é mesmo senhor Park.

— Não irei pedir com o X. Não se preocupe Baekhyun, você tem que assinar primeiro antes de morrer— viu o menor mostrar a língua e acabou por rir.

 

Depois optaram por assistir um filme.

— Chanyeol este lugar escuro me assusta— disse o menor ao entrar na sala de cinema— Por que estamos indo sentar nesses sofás estranhos? O que são essas coisas penduradas na parede? Aquilo são tochas?

E as perguntas só pioraram quando o filme começou.

— Thor não é o filho de Odin? O que ele está fazendo nessa tela enorme? O que são essas coisas saindo dele? Raios? Efeitos especiais? O que é isso Chanyeol?

Por mais que fossem irritantes, como perguntas de crianças, Chanyeol não se importava de responder algumas, até mesmo achava fofo o modo como Baekhyun franzia a sobrancelha, tombava levemente a cabeça para o lado e depois olhava em sua direção com um olhar de “me explique, por favor,”. Por mais que o filme fosse muito interessante, o baixinho preferiu ficar ocupado devorando os dois sacos de pipoca.

 

Quando o filme terminou a fila para sair estava enorme – por ainda ser pré-lançamento o cinema estava lotado– Chanyeol ficou com medo de que o menor acabasse por se perder dentre a multidão, fora apenas por isso que pegou em uma das mãos pequenas, apertando a levemente.

O sorriso que Baekhyun dera, ah Chanyeol queria guarda-lo em sua memória para sempre.

Mesmo depois de passar a multidão, o maior não separou as mãos. Seguiu para fora com o menor junto ao seu corpo, um sorriso sutil pairando nos lábios finos.

Fora em um momento que o Park acabou por ouvir um comentário que sempre ouvira sua vida inteira, no entanto apenas naquele momento pareceu mesmo se importar com aquilo.

“Olha, dois viadinhos”

O comentário pareceu ecoar por sua mente, levando-o até aquele dia em especial o qual estava se lembrando no carro.

Chanyeol...

Chanyeol...

- Ei! Soltem-me! –Quem são vocês?

- Olha se não és aquele viadinho que cuida das flores do jardim- uma risada fora ouvida.

Chanyeol tentou seguir as vozes, mas as mesmas pareciam estar em todos os lugares. Maldito labirinto de flores! Correu por todos os corredores. A voz de suplica de Baekhyun parecia ecoar por seu ouvido.

- Parem! Parem!

- Você não é um viadinho? Por que não está gostando disso?

Quando Chanyeol finalmente os encontrou viu Baekhyun sem a parte de cima de suas roupas. Seu rosto estava machucado, estava tonto e era segurado por um dos agressores, enquanto o outro o tocava e mais um batia no menor.

O Park não se lembrou da imagem que tinha que manter, não se lembrou dos ensinamentos de seu pai. Fora para cima dos agressores do Byun, derrubando-os, e batendo-nos mesmos. Sem querer arrumar mais problemas com Park Chanyeol eles decidiram deixa-los em paz, mas antes de partir um perguntou.

- Por quê?

- Ele é meu namorado- apenas respondeu isto antes de tirar Baekhyun dali.

 

— Vamos para casa Baekhyun— disse apertando de leve a mão pequena que ainda segurava.

— Não tens mais lugares para irmos?

— N-não... vamos para casa...

E seguiram para casa em silêncio.

 

— Chanyeol, explique-me o que aconteceu?

O maior bufou antes de sentar-se no sofá, com as mãos sobre o rosto, suspirando fundo.

— Eu me lembrei... Não de tudo, mas do dia em que aqueles caras pegaram você no jardim...

O Byun pareceu petrificado. Sentou-se ao lado do maior, acariciando de leve as costas do mesmo. Ficaram mais um tempo em silêncio.

— Com todas essas lembranças... e-eu me lembrei...do porquê de te amar... — o maior fitou o moreno mais baixo.

Mesmo não se lembrando de tudo, Chanyeol sentia seu coração palpitar ao estar perto de Baekhyun. Suas bochechas pareciam pegar fogo ao pegá-lo lhe encarando. A vontade imensa de querer fazer com que o Byun sorrisse para sempre. Ele sabia que estava novamente apaixonado em Baekhyun.

Levantou-se indo em direção até a caixa de energia da casa, onde desligou tudo, ficando com a casa completamente escura.

Baekhyun assustou-se, no entanto lembrara-se de Kyungsoo falando que havia câmeras por toda a casa. Isso fez o coração pequeno se agitar dentro do peito. Sentiu as mãos grandes de Chanyeol tatearem seu corpo, subirem por suas coxas até sua boca, onde passou levemente o polegar e logo se aproximou para selar ambos os lábios.

Começaram um beijo calmo. O Park aproveitou para deitar o menor no sofá, ficando por cima desse. Desceu com os beijos pelo pescoço alheio, fazendo a pele se arrepiar e os gemidos baixinhos escaparem dos lábios finos.

— C-Chan— sussurrou, recebendo um murmúrio em resposta— E-eu quero te ver...

O Park pareceu pensar por um minuto, imóvel acabou tendo uma ideia. Levantou-se e pegou o celular que estava em seu bolso, ligando a lanterna e indo para a cozinha. Pegou algumas velas, acendendo as mesmas por toda a sala. Arrastou o sofá e a mesinha de centro, pegou um cobertor em seu quarto e colocou no chão, sorrindo satisfeito com o resultado que tivera.

Guiou o menor para que esse deitasse em cima do cobertor macio. Com ajuda das velas o maior conseguia visualizar perfeitamente o rosto bonito, os olhinhos marejados e os lábios vermelhos. Baekhyun chorava.

— Fiz algo de errado? — perguntou aproximando-se do menor.

— N-não... é que... Está igual a nossa primeira vez— sorriu.

Chanyeol sorriu. Começou outro beijo carinhoso. Aproveitando dessa vez para começar a tirar suas roupas e as de Baekhyun.

[...]

— Chan-Ah isso de l-lubrificante funciona mesmo?

— Sim Baekie, apenas relaxe ok?

O menor estava deitado de barriga para cima, as pernas abertas e o rosto completamente vermelho em vergonha. Lembrava-se de sua primeira vez com o Park, ambos inexperientes, loucos de tesão. Baekhyun ainda lembrava-se da dor da penetração. Mesmo que tivessem pegado experiência com o passar dos dias, ainda sim estava traumatizado com sua primeira vez.

Sentiu um dos dedos do Park lhe adentrar. Ainda era incomodo, mas a dor era amenizada pelo liquido gelado. Gemeu baixinho ao sentir o dedo se movimentar dentro de si, o Park parecia tão experiente. Outro dedo fora adicionado, fazendo o menor soltar um gemido baixinho de dor.

Assim que se acostumou um baixo e envergonhado gemido de prazer saiu dos lábios finos. Tampou seus olhos com as duas mãos, ter o maior sobre si com seus dedos dentro de si era excitante, mas se sentia tímido e envergonhado.

Chanyeol delicadamente pegou nas mãos pequenas, tirado-as de frente do rosto bonito, sorrindo para o mais baixo.

Afastou-se, deixando um leve selar sobre os lábios finos. Posicionou seu membro na entrada do Byun, já vestido com a camisinha e lubrificado. Penetrou Baekhyun aos poucos, o interior parecia querer lhe expulsar, era tão prazeroso, mas podia ainda ver a expressão de dor estampada no rosto bonito.

Acariciou de leve o rosto de Baekhyun o qual tinha algumas lágrimas que molhavam o mesmo. Esperou pacientemente até que o menor se acostumasse antes de começar os movimentos.

O membro teso entrava e saia do interior apertado. Chanyeol gemia rouco. Baekhyun se agarrava aos fios pretos, arranhava as costas largas e os braços fortes, os gemidos manhosos saiam necessitados. Era tão boa a sensação de tê-lo dentro de si novamente que o menor não pode impedir de se lembrar das outras vezes que fizeram aquilo, há séculos atrás.

Os corpos suados se moviam em sincronia. Os gemidos se mesclavam em uma melodia erótica.

O Byun sentiu se ápice chegar ao ter a mão tão habilidosa em seu membro fazendo movimentos de vai-e-vem. Chanyeol se desfez logo em seguida. Caiu sobre o corpo pequeno, tentando normalizar sua respiração. Sentiu um carinho especial em suas costas e seus cabelos e sorriu. Depositou um beijo carinhoso nos lábios finos antes de se levantar e carregar o menor até o quarto, colocando-o na cama.

— Eu te amo Chanyeol— as palavras saíram de uma forma tão normal que não percebeu.

Apenas percebeu quando inesperadamente aquelas palavras foram repetidas para si.

— Eu também de amo Baekhyun...


Notas Finais


até a próxima
kiss de frango-frito~ >3<


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