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História Meu nome é:Potter, Harry Potter. - Capítulo 35


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Notas do Autor


Obrigada a todos que participaram desta aventura no gelo.
Agradeço principalmente aqueles que perderam um tempinho a mais comentando. Pois através de seus comentários é que eu vou sabendo se a historia está valendo ou não ser escrita.
Espero que tenham gostado.
Mais tarde postarei o epílogo.
Boa leitura.

Capítulo 35 - Diga,SIM!


Fanfic / Fanfiction Meu nome é:Potter, Harry Potter. - Capítulo 35 - Diga,SIM!

      Não era possível! Harry não podia estar lhe dizendo aquilo!

         — Mas você disse... que não valia a pena. Você disse... — Era difícil expressar seus sentimentos, com aquela onda de felicidade começando a crescer em seu peito.

         — Eu disse um monte de besteiras, coisas sem sentido. A verdade é que quero tentar de novo. Com você, Draco. — Harry virou-se para ele, as feições iluminadas momentaneamente pelas luzes de um carro que passava.

         — Tem certeza? — foi tudo que ele conseguiu pensar, para responder.

         — Absoluta. Neste mundo, nada é cem por cento. Vale a pena tentar, não acha?

         — Mas Harry, você... você me ama?!

    Ele riu baixinho.

         — Eu te amo tanto que estou pronto a voltar atrás em minha decisão mais firme: nunca mais assumir um compromisso sério.

         — Oh, Harry! — Com um sorriso, Draco fitou-o. — De verdade?

         — De verdade.

     Draco o abraçou, pousando a cabeça no ombro dele.

          — Sabe há quanto tempo eu te amo?

          — Não. Há quanto?

        — Talvez desde o dia que alguém seja-lá-quem-for, falou comigo no telefone. Eu não te conhecia, mais já estava brotando um sentimento dentro de mim. Estava com tanta raiva de você._Draco,gargalhou_ Dizem que a uma linha muito tênue entre o amor e o ódio. E você quando descobriu que me amava?

         __ Acho que já comecei a sentir algo por você no dia que foi em minha casa e me rejeitou dizendo ser fiel a seu namorado. Mais o momento que realmente me dei conta do quanto te amava, foi quando aquele agente russo te colocou como refém.

      Harry passou a mão no rosto de Draco e sorriu.

         __Deixa-me vê eu se entendi, direito.__ Draco virou o rosto para Harry__ Eu tive que:virar um refém,estar com um arma apontada na minha cabeça, quase morrer para você descobrir que me amava.

          __ Uh.... Agora que você colocou desta forma._Harry, passou a mão pelos cabelos__ Basicamente, isto.

      Draco soltou uma sonora gargalhada.

           __ Terminantemente, depois que esta confusão terminar irei lhe apresentar o meu terapeuta.

           — Você ainda não respondeu à minha pergunta.

          — Que pergunta? — Com os pensamentos voando, Draco sorriu para si mesmo. Nada era mais importante que saber que Harry o amava.

          — É capaz de sair de Aspen?

          — Oh! — ele exclamou, voltando subitamente à realidade.

         — Eu sei que existem algumas coisas que precisam ser pensadas. Não posso lhe pedir para desistir de toda sua vida, por minha causa. Seus negócios, sua casa, sua pintura, seu esqui... Não sou tão machão.

   Draco refletiu por um momento, olhando fixo à frente, consciente de que aquele era um ponto vital em seu relacionamento, saboreando-o, já certo de qual seria sua escolha.

          — Posso pintar em qualquer lugar, Harry.

          — Mas você adora essas montanhas! — O tom dele era uma mistura de esperança e incerteza.

        — Podemos vir até aqui de vez em quando, não podemos? Harry, nós podemos ter o melhor dos dois mundos. Conservamos a minha casa e...

          — Falando assim, você faz tudo parecer tão fácil!

          — E é fácil. Nós faremos com que seja fácil. Nunca ouviu dizer que o amor vence tudo?

          — Até mesmo os horríveis verões de Washington? — Harry riu.

          — Arranjaremos uma casa com piscina.

      Ele tornou a rir.

         — Claro, por que não?

       — Vou vender minha galeria a Blaise. Ele vai agarrar essa oportunidade com unhas e dentes. Depois, talvez eu abra outra em Washington.

          — Tem certeza de que é isso mesmo que quer?

          — Claro que tenho! Eu amo Aspen, mas amo você muito mais.

          — Não quero que se arrependa, depois. Às vezes você me parece tão jovem e impulsivo.

          — E às vezes você me parece um velho ranheta! — Mas a voz dele estava cheia de amor e alegria.

          — Aposto que você logo me cura disso.

          — Provavelmente mais depressa do que pensa.

          — E seus pais?

         — Eles já simpatizam com você; não vão demorar a amá-lo. Afinal, você será o responsável por conquistar algo que eles nunca conseguiram.

           __ O que?

          __ Me fazer desistir das montanhas e vir morar perto deles. Isso, sem mencionar o favor que lhes fará casando-se comigo! Minha mãe achava que jamais me veria casado.

          — Teremos de ir a Massachusetts.

          — Claro. Estou louco para conhecer seus pais.

          — Será que vai dar certo, Draco? — Harry perguntou, receoso.

         — Vai dá, Harry. Não importa onde estivermos desde que fiquemos juntos tudo ficará bem. Além do mais caso você se meta em alguma confusão no trabalho eu posso ir regatá-lo. _ Disse, Draco, sorrindo.

     Harry arregalou os olhos.

         __ Deus, queira que isto nunca venha a acontecer.

     O carro encheu-se de silêncio, esperança e amor. Afinal, Harry inclinou a cabeça e beijou-o nos cabelos.

          — Sabe? Acho que está começando a parar de nevar.

      Draco olhou para fora.

          — Está, sim.

   Saindo da estrada, Harry tomou a quase deserta rua principal de Glenwood Springs, seguindo as instruções do policial para chegar ao hospital.

         — Não vou levar mais que um minuto, Draco.

    Draco desceu pelo seu lado, ficando em pé pela primeira vez desde que deixara o aeroporto de Aspen, horas atrás. Suas pernas estavam tão rígidas que quase cederam sob seu peso. Num segundo Hary estava junto dele.

     Rindo, Draco se apoiou nele.

          — Devo estar ficando velho!

    Harry beijou-o nos lábios, antes de fitá-lo, sorrindo.

         — Você nunca ficará velho.

         __ Tem razão. Não estou ficando velho estou me tornando um clássico, igual a você.

      Harry gargalhou.

          — Olhe, Harry! Parou de nevar e há uma estrela no céu! — Apontou para o diamante solitário, brilhando no céu escuro.

          — A tempestade acabou — ele murmurou, seguindo seu olhar.

     Então, as nuvens se afastaram como uma cortina se abrindo, e apareceu outra estrela, e mais outra!

         — Será um bom presságio? — sussurrou Draco.

         — Claro que é — Harry replicou, abraçando-o com mais força.

         __ Veja, uma estrela cadente! Faça logo um pedido. _ diz,Draco.

     Harry fechou os olhos e pediu que Draco sempre estivesse consigo. Que ele pudesse ser um bom marido desta vez. E mesmo que seu trabalho fosse importante ele se lembrasse que estar com Draco era muito mais importante. Mesmo com todas as dificuldades de ser casado com um agente de campo, que Draco nunca viesse a desistir dele. Pois ele não saberia mais viver sem ele. E por último, desejava que mais tarde pudessem construir uma família com duas ou três crianças. Então Harry abriu os olhos e olhou para Draco.

     Draco estava também com os olhos fechados e desejando que todos os sonhos de Harry se tornassem realidade. Pois vê-lo feliz era sua maior felicidade. Quando abriu os olhos, entrelaçou a mão com a de Harry e foram caminhando juntos para dentro do Hospital.

    Harry, sabia que a vida de agente sempre lhe colocaria em situações de perigo,mais com a pessoa certa a seu lado nada nem ninguém seria capaz de vencê-lo. Afinal, caso precisa-se de socorro, sempre poderia contar com Draco para “morder” a perna de alguém e libertá-lo.

 



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