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História Meu novo eu (reescrevendo) - Capítulo 15


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Capítulo 15 - Inferno


POV Stiles

Acordei do meu sono mental na cozinha com um lindo café da manhã feito e com uma carta imensa na mão que estava inteiramente suja de tinta de caneta.

- Yennifer – chamou alguém descendo as escadas

- não mais – falei me levantando da mesa

- ela já foi? – perguntou Geralt chagando mais perto

- já sim – falei estendendo a carta pra ele – acho que é pra você – falei quando ele pegou a carta

- muito obrigado, isso deve ser difícil pra você – falou Geralt me abraçando

- não tanto quanto é pra você – falei dando um meio sorriso sem ânimo e saindo do abraço

- foi você quem fez? – perguntou ele se sentando

- não, foi a Yennifer mas agora eu tenho que sair um pouco – falei indo até as escadas

- vai dar a última vez deles também? – perguntou Geralt se levantando e segurando o meu braço

- vou sim – falei sorrindo

- então tá bom – falou ele me soltando e voltando para a mesa

Eu subi as escadas até chegar no meu quarto, a Ciri ainda estava dormindo igual a um anjo, resolvi apenas pegar algumas roupas e ir me vestir no quarto do meu pai

- vamos ver, acho que hoje é o dia do Kol – falei para mim mesmo e bocejando

Tomei um banho bem longo, acho que fiquei mais ou menos duas horas no banheiro sem pensar em nada apenas olhando para o nada, ate que um estalo surgiu na minha cabeça

- droga – falei me levantando e trocando de roupa

Quando eu saí de lá, ouvi que tudo estava silencioso, não havia mais ninguém em casa além de mim, parece que Geralt e Ciri já foram embora

Sai de casa correndo e acabei esquecendo tudo aberto, fui direto para a casa dos Mikaelson. Chegando lá encontro Klaus sentando do lado de fora e olhando para o céu que estava começando a se fechar

- tá tudo bem? – perguntei me aproximando dele

- está sim – falou ele se levantando e vindo na minha direção

- o Kol está? – perguntei vendo ele parar de andar e me encarar sem expressão

- ele está sim – falou Klaus apontando para a porta da sala que estava aberta

- obrigado – falei passando por ele e entrando na casa – Kol – chamei por ele enquanto olhava tudo em volta

- oi Stiles – falou ele do topo da escada

- tá na hora – falei sorrindo e subindo as escadas

POV autor

- eu senti tanto a sua falta – falou Davina já assumindo o controle do corpo do garoto

- Davina – falou ele puxando ela para um abraço apertado

- eu estou tão feliz – falou ela retribuindo o abraço

Enquanto isso Stiles abandonava o seu corpo para trás na mão de Davina enquanto ia fazer algo que custaria todo o seu poder e talvez até a sua vida. Deixando de lado Davina e Kol em seu reencontro e depois sexo por que tudo termina assim, vamos focar no que Stiles esta tramando para a fusão

- locomoto – falou Stiles teleportando a sua alma para o nemetom, onde tinha uma pequena flor brotando – casa – falou ele andando até a árvore – Invoco lacrimis porta caeli, quantum placet oculis videre cito pallium operuit se ad mundum mortis inferno me suscipit / eu invoco um portal que rasgue o céu, me leve até onde os olhos não veem, me leve para o mundo coberto pelo véu da morte, me leve ao mundo dos mortos – falou Stiles fazendo um rasgo enorme no tecido do espaço e de lá uma escuridão era emitida – espero não me arrepender Bennet – falou ele sendo sugado pelo portal

Assim que Stiles foi sugado para o portal, também foi sugado para uma escuridão imensa onde habitava as almas de todos que já morreram, sendo eles sobrenaturais ou humanos.

POV Stiles

- oi? - falei olhando em volta, até que uma vela se acendeu

- os vivos não podem entrar – falou um homem com moedas nos olhos

- por favor, eu procuro por Lorenzo St.john – falei caminhando até o homem

- esse daí é uma causa perdida – falou o homem gargalhando sinistramente

- por que? – perguntei parando de andar

- a madame Satan pegou ele como seu lacaio – falou o homem sorrindo

- madame Satan? – perguntei sem entender

- você está no purgatório humano imprestável – falou o homem aparecendo atrás de mim e segurando o meu braço com força mas logo ele tirou a mão com uma expressão de dor

- você não é humano – falou ele olhando para a própria mão

- eu acho que não – falei lançando um sorriso e quebrando o pescoço dele com um estalo

Sei que isso não iria matar ele mas ia ficar um bom tempo desmaiado

- revelabit abscondita est ab oculis meis / revele o que está oculto dos meus olhos – falei fazendo tudo ao meu redor brilhar em um fogo intenso até que tudo que sobrou foi gritos e mais gritos – parece que eu estou no inferno mesmo – falei olhando ao redor e vendo um castelo no final de um grande caminho de pedras flamejantes – só por que é o inferno não significa que tem que ter pedras de fogo seus merdas – falei andando e chutando todas as pedras

Eu estava caminhando normalmente até que ouvi vários rosnados atrás de mim, me virei lentamente para ver o que era e havia um monstro enorme lá, ele parecia um....

- CACHORRINHO – gritei correndo até o cachorro que latiu pra mim e deitou de barriga pra cima enquanto eu fazia cócegas na barriga dele – quem é o cachorrinho bom, em? – perguntei brincando com ele

O cachorro ou melhor o cérbero do inferno estava brincando comigo, ele começou a me lamber muito, ele tinha três vezes a minha altura e brincava como se fosse um cachorro comum

- de quem você é? – perguntei sorrindo enquanto abraçava ele

- o garoto, faz isso não – falou alguém vindo até mim

- quem é? – perguntei me virando e encarando um homem lindo, olhos vermelhos, cabelos negros como o breu, um corpo muito bem esculpido junto de uma voz que me deixou com vontade de pular em cima dele

- eu? – perguntei saindo dos meus devaneios

- tem mais alguém aqui? – perguntou ele cruzando os braços

- tem – falei sorrindo e olhando para o cérbero que estava atrás de mim e rosnando para ele

- não ouse rosnar pra mim seu cão sarnento – falou ele assumindo a sua voz de demônio e deixando o meu bebê amedrontado

- ei seu projeto de demônio, não ouse assustar o meu doguinho – falei entrando na frente do meu cérbero

- isso só pode ser brincadeira, acabo de voltar pro meu reino por que a Mazikeen me disse que alguma coisa estava de errado, encontro um dos meus irmãos se passando por mim, o meu reino controlado agora por uma fedelha, quase fui banido por um feitiço arcana que graças a deus a Bennet me ajudou e agora você, seu moleque acha que pode vir aqui e levantar a voz pra mim? – perguntou ele bufando de raiva

- tô cagando e andando pra isso, eu estou aqui atrás do Enzo e só pedi pra você não gritar com o meu cérbero – falei andando até ele apontando o dedo na cara dele

- se apontar o dedo pra mim de novo eu quebro ele em dois – falou aquele cara com uma cara de gente ruim

- vai se fuder – falei passando e esbarrando nele

- moleque você não tem medo de morrer não? – perguntou o cara segurando o meu braço

- eu deveria te fazer a mesma pergunta – falei puxando o meu braço e seguindo para o castelo

Chegando lá, eu abri as portas com muita força e elas acabaram quebrando

- ou eu estou muito forte ou esse lugar já está caindo aos pedaços – falei erguendo os meus braços em rendição

- o que é isso? – perguntou uma garota chegando na minha frente parecendo uma travesti do anos cinquenta, por que séria uma afronta falar que ela parece uma trans de 2019

- você é mulher? – perguntei para ter certeza

- como ousa perguntar isso? – perguntou uma mulher que eu achava que conhecia

- ela parece uma travesti da era medieval onde não tinham maquiagem para usar – falei gargalhando

- essa daí é a fedelha que roubou o meu trono – falou aquele cara aparecendo

- eu não roubei o seu trono, aliás eu nem devo lhes dar satisfação das coisas – falou ela deixando os seus olhos brancos

- nega, se eu tivesse medo de olhos que mudam de cor eu não me olharia no espelho e nem moraria em Beacon Hills – falei estalando os dedos diversas vezes

- Beacon Hills? A cidade em que a Bennet está? – perguntou o cara que eu quero sentar me cutucando

- sim, se você estiver falando da Bonnie Bennet – falei encarando ele

- e por acaso existe mais algum Bennet vivo? Eu garanti de quem não existissem mais, só que parece que eu não consegui fazer isso com êxito – falou a mulher que estava vestida normalmente

- prazer, Stiles Stilinski Parker Bennet – falei sorrindo e estendendo a minha mão para ela – e mais uma série de sobrenomes das minhas reencarnações – falei puxando a minha mão de volta – qual das duas é a madame Satan? – perguntei dando um sorriso meigo

- eu sou a madame Satan – falou a mulher que estava vestida normalmente

- que legal, por acaso você está com um tal de Enzo como seu lacaio? – perguntei me aproximando mais dela

- tenho sim – falou ela cruzando os braços

- você tem um lacaio humano? O que nos conversamos sobre isso lilith? – perguntou a traveca olhando para madame Satan

- Sabrina, você agora é a rainha do inferno já pode parar de ter empatia pelos outros – falou a mulher andando na minha direção

- que qui foi? – perguntei encarando ela que me olhava demais pro meu gosto

- pra que você quer Lorenzo? – perguntou ela andando ao meu redor e me olhando de cima abaixo

- se fosse da sua conta eu teria chegado falando: chama o Lorenzo aí pra gente fazer tal coisa na casa de fulano de tal – falei afastando ela de mim

- mal educado – falou lilith olhando para o lado

- estamos no inferno sua vadia, eu não tenho controle sobre a minha boca aqui – falei bufando – só me fala onde ele está – falei de saco cheio

- vou ir buscar ele – falou ela em um resmungo e saio andando

- qual é o seu nome garota? – perguntei sem olhar fixamente nos olhos dela

- meu nome é Sabrina Spellman – falou ela estendendo a mão para mim

- pensei que o seu nome fosse usurpadora – falou o demônio atrás de mim

- e quem seria você seu lixo? – perguntou ela olhando ele de cima a baixo

- meu nome é Lúcifer Morningstar – falou ele fazendo uma referência

- que isso? Jurou amor eterno pelo meu pai – falou Sabrina sorrindo

- Seu pai? Quer dizer um dos príncipes do inferno – falou ele andando até ela – seu “diabo” está mais para um simples anjo caído que eu acolhi, e quando eu fui para terra tomou o meu lugar e assumiu o meu nome para que não tentassem tirar ele do poder – falou lúcifer com raiva

- triste mas... – falei parando imediatamente – .... – sussurrei bem baixinho algo que nem eu mesmo entendi

- não, não, não, não – falou Sabrina com raiva - esse não sai daqui nunca, não importa quem você seja – falou ela

- o que? – perguntei sem entender

- você sussurrou Calibam – falou lúcifer me olhando

- quem é Calibam? – perguntei boiando

- é um dos príncipes do inferno que duelou comigo para ter o trono – falou ela ficando vermelha

- estranho eu não conheço essa pessoa, essa é a minha primeira vez no inferno... Eu acho – falei coçando a cabeça

- por que você acha? – perguntou Sabrina cruzando os braços

- eu sou um ser muito poderoso que já reencarnou várias vezes e... – falei tudo de uma vez mas parei quando senti um toque de magia no ar – vocês me enfeitiçaram? – perguntei estendendo a mão para o alto e absorvendo a magia no ambiente

- só pra saber a verdade – falou Sabrina sorrindo

- vadia escrota – falei com raiva

- tem um jeito de saber – falou lúcifer se pronunciando

- meu deus cara, aceita que você perdeu e pronto – falou Sabrina cansada

- eu vou aceitar assim que eu matar valac – falou lúcifer sorrindo demoníacamente mas eu ainda sentaria nele

- obrigado – falou ele se virando para mim

- o que? – perguntei com medo

- por mesmo assim querer sentar em mim – falou ele sorrindo para mim

- e-e-eu não disse isso – falei gaguejando

- você pensou – falou ela batendo a mão na testa

- como vocês ouviram meus pensamentos? – perguntei aflito

- eu te explico se você parar de narrar tudo que a gente fala – falou lúcifer se...

“é pra parar agora”

“Tá legal, não é como seu tivesse controle sobre isso”

“ Vamos até a sala do trono, tem uma tabela lá dos que já entraram na realeza”

“ claro, por que com certeza eu era da realeza haha”

“ as únicas pessoas que podem entrar aqui são pessoas ou demônios da realeza”

“ tá legal” – “profecia, densis securus esto animo ego conteram in obice ad eos foras – falei trancando a minha mente para qualquer um deles que estivesse ali

- trancou a sua mente? – perguntou lilith chegando – vamos ver se deu certo? – perguntou ela me encarando e depois foi lançada na parede com muita força

- LILITH – gritou Sabrina pela mulher

- isso foi só uma consequência que eu coloquei no fundo da minha mente – falei sorrindo

- acho que o cara tá ali – falou lúcifer apontando para um homem que estava se levantando do chão

- Enzo? – perguntei andando até ele

- acho que não mais – falou lúcifer segurando meu braço

O homem que eu achava ser o Enzo se transformou em um demônio horrível, eu só conseguia enxergar ódio e maldade nele

- o que é isso? – perguntei tentando me aproximar dele mas não conseguia

- a lilith corrompeu a alma dele – falou Sabrina se aproximando do demônio

- merda, como eu faço pra tirar essa maldição dele? – perguntei me virando para o lúcifer

- só com sangue de dois anjos – falou lúcifer me encarando

- e onde eu vou arrumar dois anjos? Isso que dar gostar de alguém e querer ver a pessoa feliz mas tá legal, tudo pela Bonnie – falei respirando fundo

- legal, vou tentar conversar com o pai de todos – falou lúcifer fechando os olhos

- acho que não vai precisar – falei cutucando o lúcifer

- por que não? – perguntou ele abrindo os olhos

- você disse que quem usurpou o seu lugar foi um anjo caído, completando dois anjos aqui – falei dando um tapa nele

- vou chamar o meu pai – falou Sabrina saindo de perto do Enzo e saindo daquela sala

- então né, você é o diabo – falei me virando pra ele

- então né, você quer me dar – falou ele gargalhando e fazendo eu ficar vermelho

- sério? – perguntei cruzando os braços

- é que você me lembra muito alguém – falou ele passando a mão no meu rosto

- tá de sacanagem com a minha cara, Deus você precisava me fazer reencarnar sempre e deixar os caras gostosos apaixonados pelas minhas encarnações passadas em vez de ficarem gamados me mim por que? – perguntei esbravejando e olhando para o alto

- eu quis dizer que você me lembra um pouco da Mazikeen – falou ele me encarando estranho – mas é bom saber que você me acha gostoso – falou ele colocando a mão no meu pescoço e aproximando o seu rosto mais de mim

- EU NÃO VOU DEIXAR VOCÊ ROUBAR O QUE EU CONSTRUÍ – gritou alguém, cortando totalmente o clima

Meu querido eu adotei um dica pro dia a dia que é: foda-se o que aconteceu, o importante é sentar na pica no final do dia

- seu porra – falei estendendo a minha mão na direção do cara e fazendo ele ser lançado no teto e depois no chão

- caralho – falou lúcifer sorrindo

- onde nós paramos? – perguntei sorrindo e me virando para ele

- vocês só se conhecem a vinte minutos e já estão marcando de fuder? – perguntou Sabrina aparecendo na sala igual uma garota normal

- fedelha, até que você é bonita sem aquelas coisas – falou lúcifer encarando ela de cima a baixo

- seu desgraçado – falou aquele cara que eu tinha lançado na parede dando um soco na cara do lúcifer

- PARA – gritei encarando ele

- vai se fuder – falou ele indo voando até o lúcifer e dando vários socos na cara dele que logo foram defendidos

- não se preocupa, eles não podem morrer aqui no inferno – falou uma mulher morena aparecendo no meio de um fogo enorme

- aaaaaaaah – gritei olhando para trás

- calma seu cagão – falou a mulher gargalhando da minha cara – meu nome é Mazikeen – falou ela dando um sorriso ladino – eu se fosse você nem completava esse feitiço garota – falou ela se virando para Sabrina que estava entoando um feitiço de expurgo

- quem é você? - perguntou Sabrina encarando ela

- eu me chamo Mazikeen, está com o pau no ouvido sua arrombada? – perguntou Mazikeen encarando Sabrina

Logo as duas começaram a discutir muito alto, a briga dos dois anjos caídos estava destruindo uma parte daquele castelo, todo aquele caos estava me deixando estranho, era como se eu ansiasse por aquilo

- CHEGA – gritei com a máxima força possível fazendo tudo ao meu redor ficar mais lento, eu sentia os meus olhos arderem demais e todos foram jogados no chão

- nephelin – falou lúcifer me encarando

- filho – falou o lúcifer genérico andando na minha direção após se levantar

- eu só quero que curem ele para que eu traga a felicidade pra alguém que não foca em si mesma e sim apenas nos outros a sua volta, não importa o que precise ser feito mas a Bonnie merece isso – falei caindo no chão

- você sabe por tudo que ela passou? – perguntou lúcifer se levantando

- eu não sei, mas um dia eu sem querer conectei a minha mente na dela e acabei vendo todas as lembranças dela, tudo que ela fez e passou e eu acho que ela merece muito mais do que só um obrigado – falei me levantando

- o que isso tem haver com o contexto? – perguntou a madame Satan se levantando do chão

- a Bonnie me salvou e me ajudou quando eu precisei, está na hora de ajudar ela também – falei indo até os dois lúcifer e levando eles até o Enzo – agora curem ele – falei sem paciência

- mas... – tentou falar o lúcifer genérico

- AGORA – gritei com raiva deles e daquela demora fazendo tudo ao nosso redor pegar fogo

- se acalma – falou o lúcifer colocando a mão em mim e eu respirei fundo tentando me acalmar

- por favor – falei respirando fundo

- pronto – falou lúcifer genérico

- o que foi? – perguntou o Enzo se levantando do chão

- você está bem? – perguntei encarando ele

- sim, foi a Bonnie quem te mandou? – perguntou ele andando na minha direção

- mais ou menos, mas o seu destino final seria o mesmo – falei sorrindo

- agora vocês vão embora para não causar mais confusão? – perguntou lilith nós encarando

- fui – falei pegando na mão do Enzo e criando um portal

- você mora em Beacon Hills, certo? – perguntou lúcifer me encarando

- sim, por que? – perguntei sem entender

- nada não, eu te vejo por aí – falou ele sorrindo e desaparecendo em um fogo

- Fodasse – falei atravessado o portal e parando no nemetom novamente

- isso não fez sentido algum – falou Enzo meio tonto

- eu sei que não faz – falei descendo do nemetom

- que flor linda – falou ele me cutucando

- que flor? – perguntei me virando e dando de cara com uma flor em cima do nemetom – impossível – falei encarando ela

- por que? Vocês degradaram tanto o meio ambiente a ponto de não crescer mais nada? – perguntou Enzo dando um sorriso

- não, é que quando eu saí daqui isso era um broto – falei encarando aquilo incrédulo

- então quanto tempo se passou? – perguntou Enzo me cutucando

- eu não sei mas vamos descobrir agora – falei estalando os dedos e seguindo a linha da minha alma que estava presa ao meu corpo

Eu estava em casa, deitado na minha cama

- quem está aí? – perguntei cutucando o meu corpo

- Stiles – falou a voz da Yennifer me abraçando

- o que houve? – perguntei saindo do abraço

- você desapareceu por um mês, nós não sabíamos o que fazer então revezamos novamente até que você voltasse – falou Yennifer se sentando na cama

- tá legal, agora eu voltei e vou precisar de umas coisinhas – falei me sentando com ela

- de um dos nossos pertences pessoais para a fusão – falou ela mostrando várias bijuterias pelo meu corpo

- ótimo, mas não vai mais ter fusão – falei sorrindo

- como assim? – perguntou Yennifer se levantando

- eu decidi dar vida própria a vocês – falei sorrindo

- você não pode falar isso, nós não... – Yennifer não conseguiu terminar de falar por que eu fiz ela e as outras adormecerem dentro da minha cabeça

- você vai mesmo criar vida a partir do nada? – perguntou Enzo me encarando

- vou sim – falei indo para o meu corpo

- saiba que a vida vai cobrar – falou ele antes que eu entrasse no meu corpo

- eu sei que vai, mas antes... – falei pegando um anel da mão dele e colocando dentro da minha área mental astral

- não faz isso, o preço a ser pago é caro – falou ele tentando me segurar

- eu já me decidi – falei fazendo ele cair no sono – quando chegar a hora eu te invoco – falei já dentro do meu corpo novamente – agora eu só preciso de mais magia para fazer isso totalmente – falei me levantando e indo até o meu celular e ligando para Alaric – alô, Alaric eu tô planejando fazer a fusão e isso necessita de uma energia que eu não tenho sozinho, será que tem como você me deixar fazer ela no instituto Salvatore?..... Sério? Obrigado – falei sorrindo e desligando o celular – que o projeto Deus 2019 comece


Notas Finais


Affs gente, eu tô morrendo com essas aulas online


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