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História Meu novo eu - Capítulo 53


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Capítulo 53 - Notícias


       - o que foi isso? – perguntei olhando para a garota assustado

- está com medo? – perguntou se aproximando

- não – falei alto e empurrando a cara dela para trás de leve com a palma da minha mão – só é estranho acordar em... – falei parando e olhando atentamente ao redor – onde nós estamos? – perguntei me levantando e tentando sair mas dei de cara com uma barreira

- você está preso dentro desse quarto por um tempo até descobrirmos se você é ou não uma ameaça a todos nós – falou se levantando e vindo até mim – tem uma moça que deseja falar com você – falou sorrindo e saindo.

- Sabrina, quem é? – perguntei tentando atravessar a barreira mas fui empurrado para trás.

- acho que ela está falando de mim – falou uma moça esbelta, de cabelos castanhos e olhos no mesmo tom, com um típico sorriso de garota má

- e quem deveria ser você? – perguntei indo até ela mas não conseguia chegar por que havia uma barreira que me impedida

- meu nome é lilith – falou sorrindo e eu senti o meu estômago embrulhar

- a mãe dos demônios? A esposa de lúcifer? – perguntei me sentando na cama

- não sou a esposa de lúcifer e muito menos a mãe dos demônios – falou se sentando ao meu lado – isso é tudo a igreja que inventou, eu sou Lilith a primeira bruxa da história e a rainha do inferno – falou sorrindo abertamente e se glorificado

- ah claro – falei debochando e me levantando mas ela me puxou rapidamente para cama

- o que é isso no seu pescoço? – perguntou colocando a mão na tatuagem que havia ali

- e uma tatuagem que eu recebi na primeira vez que fui ao inferno, lúcifer disse que isso pode ser por causa dos meus antepassados que carregavam sangue demoníaco ou algo do gênero – falei passando a mão pela tatuagem mas percebendo ter outra elevação perto dela

- mas e essa outra tatuagem? – perguntou ela tocando no meu pescoço em outro ponto.

- merda – falei me levantando e correndo até o espelho e vendo que havia outra tatuagem lá, só que essa era a imagem de um pequeno demônio – como isso veio parar aqui? – perguntei desesperado sem entender

- parecem selos – falou ela se levantando e tocando aquela região na minha pele

- como assim selos? – perguntei me virando rapidamente para ela

- eu também não sei direito mas esses são selos feitos para conter poder, memórias e energias – falou tocando em mim e fechando os olhos

- o que está fazendo? – perguntei tocando ela

- tentei entrar na sua mente mas não deu certo – falou frustrada – esperai.... – falou levantando um dedo e fazendo um pouco de suspense – quando você foi até o inferno? – perguntou ela me olhando no fundo dos meus olhos

- eu estava lá até pouco tempo antes de ser atacado por um grupo de demônios – falei olhando para cama

- como assim atacado? – perguntou me sacudindo

- eu estava com o lúcifer, aí eles chegaram do nada com uma espada de lâmina demoníaca falando que estava na hora de mudanças e cravaram ela na barriga dela fazendo o mesmo desmaiar e depois atiraram uma flecha no meu peito e eu acordei gritando – falei tudo em um único suspiro fazendo ela me encarar um pouco estarrecida por alguns segundos

- uau – falou gargalhando – mas o que vocês estavam fazendo lá? – perguntou me olhando e eu fiquei um pouco vermelho e desviei o olhar – vocês tranzaram – falou afirmando com toda certeza

- sim – falei de vez – mas ele disse que tinha um livro lá que poderia dizer o que eu sou ou o que esse selo é – falei fechando as minhas mãos com força.

- temos que ir até lá – falou ela coçando a cabeça – aço demoníaco não tinha mais lá, a senhorita manequim levou as últimas que haviam – falou entrando em devaneio

- espera o que? Se o avô dele está vivo por que não chamamos ele para acabar logo com isso tudo? – perguntei gesticulando com as mãos

- por que o avô dele não gosta de falhas desde que o filho desistiu de ser mal e desapareceu junto com uma mulher chamada Hécate, ele renunciou a todo o poder demoníaco que corria em suas veias e entregou a sua alma para deus – falou ela se levantando e começando a andar de um lado para o outro

- que história, pena que não estou nem aí – falei cagando para ela – vai direto ao ponto – falei com raiva

- esses demônios provavelmente vieram atrás de poder e querem erradicar a raça humana e a raça sobrenatural, eles vão usar todas as artimanhas que tiverem e mesmo que tentássemos contactar o avô dele não conseguiríamos – falou bufando e se sentando na cama novamente

- por que não? – perguntei sem entender

- por que ele destrói todo o rastro de energia que deixa quando passa por algum lugar e também esconde a sua energia mágica se passando por um simples humano – falou colocando a mão no rosto – não existe um meio de contactá-lo – falou por fim se jogando de costas na cama

- então vamos tentar de qualquer jeito, por que eu não quero um Armageddon logo agora que eu descobri ser o guardião de uma... – falei parando e pensando, não poderia contar essas coisas para ela – uma.... Uma não, várias famílias – falei sorrindo e fazendo demência mesmo ela tendo percebido

- tudo bem, mas você tem algum plano?- perguntou me puxando para sentar ao lado dela na cama

- na verdade tenho sim – falei sentando no meio da cama e cruzando as pernas – tiramos as lâminas deles e matamos ele com elas – falei sorrindo e fazendo uma pode igual Power Ranger quando mata um monstro e magicamente tudo atrás deles explodem e eles estão lá fazendo a mesma pode cafona de sempre

- se fosse tão simples ninguém estaria nessa enrascada – falou sorrindo e colocando a mão no meu queixo

- eu sei que não é, por isso teremos alguém para distrai-los, outros para lutar com eles e outros para pegarem eles de surpresa e desarma-los – falei tocando o ombro dela – agora eu estou com fome e vou comer – falei me levantando e indo em direção da porta que ainda estava com uma barreira mágica

- não vai ci seguro atravessar a barrei... – parou de falar após ver eu tocar a barreira e absorver toda a magia dela

- o que você dizia? – perguntei saindo de lá e procurando alguma coisa para comer.

- garoto eu te conheço por acaso? – perguntou uma mulher baixinha e fofinha, de cabelos loiros e olhos pretos, vestida em um vestido preto que vai até o joelho – por acaso é algum aluno novo? – perguntou sorrindo para mim

- não, eu fui trago por uma garota chamada Sabrina – falei andando até perto dela devagar

- pela Sabrina? – perguntou me encarando feio

- desculpa tia Hilda, eu tinha ido falar com a tia Zelda sobre isso e acabei demorando um pouco – falou a garota sorrindo e ao lado dela tinha uma mulher pouco mais alta que ela, de cabelos ruivos, olhos azuis, um vestido preto colado e um colar com uma ametista

- entendo minha querida – falou Hilda passando por mim e dando um beijo na testa dela – só me avise rápido da próxima – falou saindo de lá

- como você conseguiu atravessar a nossa barreira conjunta – falou apontando para ela e para lilith que estava chegando por trás de mim

- mágica – falei fazendo um som de bum e as mãos na cabeça como se fosse uma explosão

- um bruxo? – perguntou Zelda andando até mim e me encarando dos pés a cabeça

- eu sou humano, apenas absorvi os poderes de uma bruxa – falei também encarando ela de cima a baixo em deboche

- espere, isso não deveria te fazer um bruxo então? – perguntou a platinada andando até a tia

- na verdade não, ele apenas absorveu os poderes de alguma bruxa, para ser uma bruxa você tem que nascer bruxa, não adianta absorver os poderes de ninguém – falou lilith colocando a mão no meu ombro

- ela tem razão, não importa quantas pessoas ou sobrenaturais eu absorva, sempre vou ser humano por não possuir as transformações deles – falei bufando e sentindo um pouco de frio – eu só consigo assumir as auras deles – falei esfregando os braços com mais frio ainda

- ele foi ao inferno e tem muitas notícias – falou lilith apontando para mim

- eu vou sair dessa conversa por que não tenho poder o suficiente para isso – falou Zelda saindo pelo corredor e indo embora

- me fala o que você sabe sobre o inferno? – perguntou Sabrina entrando em uma sala, em cima da porta havia algo escrito “biblioteca”

- resumindo – falei entrando na biblioteca vazia – lúcifer foi atacado por demônios muito fortes e eles pretendem erradicar a raça humana e sobrenatural – falei me sentando na mesa que ela estava segurando um livro de magia

-Eaque opprimere me et vos loqui verum, at si non fueris locutus est dolorem non sentiunt flammis acribus – falou Sabrina fazendo um feitiço junto com Lilith, o feitiço era um feitiço da verdade mas se caso eu mentisse sentiria muita dor

- sério? – perguntei para elas – um feitiço da verdade? – perguntei bufando em descontentamento

- fale a verdade – falou Sabrina adquirindo uma voz grossa

- acha mesmo que agora, depois de ter te visto e meio que conhecido vou ter medo de você? – perguntei deixando os meus olhos brilhando multicoloridos, fazendo ela apagar os seus olhos e sentar na mesa me encarando e tocando o meu rosto.

- o que você é? – perguntou ela tocando mais no meu rosto

- eu também quero saber mas, só o livro que está no inferno pode ter alguma resposta – falei bufando e tirando as mãos dela de mim – ele foi atacado e eu não tive muito tempo para pegar o livro – falei batendo a mão na mesa e assustando um pouco elas.

- espera, o Nich – falou Sabrina colocando as mãos na cabeça – se o inferno está sendo tomado por alguns demônios eles podem acabar pegando o Nich – falou Sabrina começando a andar de um lado para o outro

- nós não podemos entrar lá e tentar salvar ele sem mais nem menos, eles tem lâminas demoníacas que é capaz de matar qualquer demônio, pode machucar até o senhor do inferno – falou lilith se levantando

- então vamos resgatar os dois primeiro, depois todos nós nos juntamos e lutamos contra eles – falei colocando a mão no queixo – mas para isso vamos ter que ser imperceptíveis – falei levantando da cadeira também

- acho que posso ajudar com isso – falou lilith sorrindo

     - então vamos para o inferno – falei brilhando os meus olhos em vermelho escuro.


Notas Finais


Como vai ser quando chegarem ao inferno?


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