História Meu novo mundo! - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu espero que gostem!

Se você não leu a sinopse você não vai entender nada.

Capítulo 1 - Recomeçando...


Fanfic / Fanfiction Meu novo mundo! - Capítulo 1 - Recomeçando...

Ponto de vista da Ana:

Mamãe gosta tanto da natureza...Acho que isso explica o fato dela ter gostado tanto dessa casa,com uma pequena civilização ao redor, escola,hospital,prefeitura.Quase como se fosse uma vila.Não nego que é uma linda cidadezinha,a propósito,também gosto dessas coisas.Já tive um primeiro dia de aula,e não mudou nada! Continuo sendo excluída ou inexistente.Sempre fui uma ótima aluna,uma ótima filha,uma ótima irmã,mas não importa o que eu faça,não tenho reconhecimento.Lembro da mamãe não poder pagar um bom Colégio pra mim,mas eu entendia isso,entendia quando ela não podia comprar tal livro,pedia desculpas por algo errado,ajudava com a limpeza da casa,era educada...As vezes a mamãe diz,que sou a criança mais compreensível do mundo,ao contrário do meu irmão.Mesmo tendo 16 anos,não me importo que ela me chame de criança,não me importo com muitas coisas,não me importo em minha vida ser um lixo.Eu acho minha vida tão monótona e chata,mas não quero reclamar por algo bobo.Chego do meu primeiro dia de aula,e vou direto para o meu quarto,me deitar na cama,deixando largada minha mochila pela mesa e de porta trancada.Fiquei chorando até anoitecer,pensando porque existia.Eu saio de meu quarto para jantar.


- Filha,tudo bem? -- Mamãe fala preocupada ao ver meus olhos vermelhos,de tanto chorar.

- Tudo... -- Falo desanimada.


Após comer,vou ao banheiro fazer minha higiene.Corro para meu quarto, me tranco e novamente começo a chorar,deitada,olhando para cima,apontando para o céu, que não era capaz de ser visto por causa do telhado.Entrelaço minha mão pelos meus cabelos ,como se estivesse fazendo carinho.Eu não dormi essa noite,chorando,pensando e lendo alguma coisa para ver se minha tristeza passa,pois sempre gostei muito de ler.Lembro me de como era pequena e inocente,parecia aquelas meninas de filme,andava com um ursinho,prendia meu cabelo estilo "Maria-Chiquinha",mas o que eu mais sentia falta era...Os meus olhos,inocentes e felizes,que até hoje continuam aquele azul claro.Fui dormir às 3:24 e acordei às 7:30.Era sábado,o primeiro dia de aula foi na sexta o que é bom,pois não precisava olhar na cara daqueles estudantes.Eu decidi andar pela mata,então,pedi permissão a mamãe,ela apenas respondeu um: "Claros,mas tome cuidado.",meu irmão ficou me olhando,como se estivesse se perguntando: "O que uma garota como você,vai fazer lá?".Mais tarde eu já estava andando pela floresta,vi alguns pássaros sobrevoando as árvores,formigas andando em fileiras,nada demais.Continuei caminhando até encontrar uma pequena cachoeira,rodeada de borboletas,era algo esplêndido! Lindo,demais.Eu ia chegando mais perto,até enxergar duas pedrinhas pequenas,da cor dos meus olhos,eram bem bonitas,fiquei fascinada.Eu não tinha intenção de pegar para mim,mas quis tocar,sinto que se tocasse,alguma coisa mudaria,não fazia ideia do porquê.Elas estavam bem próximas de onde cai a água da cachoeira,quando me estiquei para pegar,acabei caindo na água,tentei nadar para frente e acabei descobrindo que,atrás de onde a água caia,havia uma pequena "caverna",que tinha uma espécie de bola de fogo,tipo um meteoro.Ao seu redor havia uma atmosfera amarelada,que parecia inofensiva,eu toquei aquela camada,mas ao fazer isso,senti borboletas no estomago,e tontura,mal consguia respirar,não aguentei,e desmaiei.Acordei em um lugar completamente diferente,um lugar que nunca tinha visto antes.Uma garota de cabelos azuis,asas também azuis ,vestido curto e branco,tapava minha visão.Eu me levantei e ela falou comigo.

- Olá humana. -- Ela disse contente -- Você deve ser nova aqui!


Eu estava espantada,mas precisava de mais detalhes.

- O-oi,o-onde estou? -- Disse com um pouco de medo.

- Em Elbewin.Um mundo habitado por criaturas místicas com poderes.Incluindo você. -- Ela falou enquanto aponta para mim.

- Eu? -- Pergunto confusa.

- Sim! -- Ela bate bate palmas e magicamente,um espelho aparece em minha frente.


No espelho mostra-se uma garota de cabelos curtos e castanhos com as pontas vermelhas,com os olhos azuis,além um vestido "tomara-que-caia",curto,meio rasgado e amarelo,além de botas compridas com salto (amarelas também)e luvas pretas com os dedos ás mostras.

- Isso não é real! -- Falo sem acreditar.

- É sim! -- Ela responde com um pouco de raiva.

- Tá bem,tá bem...Eu posso ir pra casa? -- Pergunto ainda sem acreditar.

- Sim,mas vai valer a pena? -- Ela me olha meio confusa.

- Ham? --- sem entender.

- Eu sei o que você passou Ana,Eu posso ver em seus olhos.Você não é a única, algumas pessoas do seu mundo que já passaram por isso vieram pra cá, viver uma nova vida. -- Ela fala olhando para baixo.

- Então...Eu meio que posso recomeçar? -- Pergunto como se tivesse achado um pequena oportunidade.

- Sim. -- Diz ela. -- Mas,não tem problema você ficar aqui,você não irá abandonar as pessoas que você conhecia,você meio que não vai ter existido naquele mundo -- Ela explica.

- Isso é meio,cruel,acho. -- Digo sem muita certeza. -- E por que minha aparência está diferente?

- Você encontrou um ponto de fogo,com isso você ganha poderes de fogo,contudo,sua aparência também muda.Para controlar seus poderes,existe uma escola de magia aqui,que eu também frequento. -- Ela me explica tudo.

- Mas,eu vou continuar excluída como antes,não? -- Pergunto como se nada tivesse adiantado.

- Não,eu estou falando com você,tolinha.Não percebeu? -- Ela fala.

- Ah...É verdade. -- Digo meio feliz.

- Está disposta a essa nova chance? -- Ela me pergunta.

- Eu nunca mais vou poder voltar...Certo? -- Pergunto a ela refletindo.

- Não! Se você escolhe ficar aqui,você pode voltar e ver todos,e todos podem te ver,mas ninguém se lembrará de você -- Ela me corrige.

- Ah bem... -- Eu penso sobre sua proposta.

- Está disposta a recomeçar?





Continua...


Notas Finais


-u-


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