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História Meu ômega Lúpus - Capítulo 5


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Notas do Autor


Oieee meus amores, desculpaaa a demora, era pra eu ter postado no dia 01/04 mas eu simplesmente tiver um recaída e achei que o capítulo escrito estava horrível então fiquei adiando, porque eu não queria apagar tudo, e esses dias eu estava super mal, tiver crise de ansiedade e ainda estava mal por conta de um acontecimentos familiares.

Desculpa pelo o atraso e tiver finalmente a coragem de postar o capítulo. Espero que gostem, fiz com muito carinho e dedicação.

Capítulo 5 - Lembranças


Fanfic / Fanfiction Meu ômega Lúpus - Capítulo 5 - Lembranças

 

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Eren

 

Almas gêmeas, destinados a ficarem juntos, aonde veem a verdadeira essência dentro de seus parceiros, um relacionamento de total coração e alma, não há o desejo de julga o outro. Um amor, aonde existe proteção, acolhimento, respeito, confiança, aceitação e lealdade.
 


Normalmente é o que se espera de um relacionamento de almas gêmeas, mas infelizmente, nem sempre as pessoas ouvem ou aceitem o que seus lobos interiores querem, e isso pode acabar sendo muito prejudicial para a pessoa em si, como também afeta o seu parceiro destinado, deixando ambos com sentimento de perca ou a sensação de “algo faltando”. Ou simplesmente o destino resolver ser impiedoso, cruel e torturante, fazendo suas almas se juntarem, para que no final, nenhum dos dois possam “envelhecer juntos”.

Eu acredito em destinados, principalmente por saber que minha mãe e meu pai eram almas gêmeas, e saber que eu sou fruto desse amor, me deixa extremamente feliz, pois eu pude participar de um amor raro, um amor a qual infelizmente está perdido pelo o mundo.

Eu lembro pouco da minha infância, mas tenho certas lembranças com minha família, que eu guardarei até meu último suspiro, eram momentos doces, únicos e especiais, eu faria de tudo para vive-los e senti-los novamente, mas infelizmente não posso, agora são apenas memorias passadas, as quais nunca irão retornar.

Eu desde de pequeno ‘quando comecei aos poucos me entender por gente’ sonhei em conhecer meu destinado, principalmente por causa dos meus pais, mas aos poucos eu via a maldade, com a pré-adolescência indo embora e adolescência chegando, fui aos poucos entendendo o mundo – principalmente quando eu via alfas assobiando, falando ou fazendo gestos, os quais eu me sentia totalmente afetado, ficando com medo, e me sentindo vulnerável – então meus pais aos poucos foram me explicando e mostrando a realidade, como alfas poderiam ser letais para ômegas e betas (que não saiam ilesos, pois sofriam com comando de voz e se afetavam um pouco com os feromônios).

Desde do incidente com o “ex- ficante” da minha mãe, eu tenho ranço de alfas.

Dona Carla apenas passou um cio com ele, e de vez em quando saiam juntos – ela sempre deixava os seus sentimentos bem claros, e que para ela, são apenas amigos, e de início ele parecia estar bem com isso – mas aos poucos isso foi mudando, e minha mãe preferiu se afasta, mas já era tarde, ele começou criar sentimentos por ela e minha mãe nada boba percebeu e como não queria machuca-lo criando um relacionamento aonde com certeza não era reciproco por parte dela, resolveu corta a relação de ‘ficantes’ com ele, e caso ele quisesse se afastar totalmente, ela entenderia, mas ele simplesmente surtou e como sabemos, veio atrás dela.

Desde então, ela apenas passa o cio sozinha, prefere lidar com a dor, do que ter um alfa qualquer apenas para satisfaze-la ou deixa um amigo ajuda e resulta em sentimentos, os quais no momento ela não está pronta para lidar.

Eu tive meu primeiro cio com quinze anos, e ‘poura, o coisa que doí, credo’, passei ele com um amigo, Marcos, um beta. De início eu iria passa o cio sozinho, lembro que uma semana antes do meu cio despertar, meus feromônios estavam aos poucos mudando, avisando que eu entraria em acasalamento, e isso estava despertando e atiçando os alfas da minha escola, rua e ‘qualquer lugar que eu passava, faltavam literalmente me comer’.

Lembro dos meus amigos me ajudando a lidar com os alfas, nenhum alfa – fora Reiner, Jean e Annie – podiam ficar perto de mim.

Meu cio chegou no meio da semana e de início “eu estava até lidando bem”, mas depois só foi desastre, a dor estava aumentando cada minuto que se passava, e em poucos minutos eu estava com febre e quase desmaiando, e por mais que meus amigos e meus pais aviam me avisado que passa o cio sozinho pela a primeira vez seria horrível e agoniante, eu como, um teimoso, preferir ‘passa sozinho’.

Eu estava sozinho em casa, meus pais preferiam deixa a casa toda pra mim – pois eles tinham certeza que eu, uma hora ou outra chamaria alguém para me ajudar – confiavam nas câmeras de segurança ao arredor da casa, e minha mãe havia deixado comida pronta.

Como disse, ‘eu estava tentando passa o cio sozinho’, mas depois de três horas tentando me saciar, usando meus dedos, vibrador, plug anal, resolvi ligar pro Marcos – estatura média, um pouco musculoso, cabelos curtos repartidos e pretos, sardas e olhos castanhos claros – ele havia oferecido passa o cio comigo – e de início eu recusei – mas  acrescentou, caso eu mudasse de ideia, que ligava para ele e o mesmo vinha o mais rápido possível – lembrando disso -  eu liguei pra ele, falando desesperadamente para vir em minha casa me ajudar.

Ele chegou em meia hora e depois disso, apenas tenho vagas memórias dele me penetrando em vários lugares da casa, cuidando de mim, me banhando e alimentando. Marcos foi bem gentil no início, mas depois de implora a ele, ‘maluco, eu gritava de tanto prazer’.

Depois de três dias de puro sexo, e cuidados necessários, ele ainda ficou dois dias cuidando de mim, pois eu ‘nem sabia mais andar’, ele limpou a casa, me ajudava na alimentação, nos banhos e com os deveres perdidos da escola, quando estávamos no sexto dia, meus pais haviam retornado para a casa e ‘que constrangedor foi, ver eles dizendo que conseguiam ouvir meus gritos pelas as câmeras de fora’, Marcos apenas riu, me dando um beijo na bochecha e logo se despedindo do meus pais.  

Passei alguns cios com Marcos e depois comecei a passa com Reiner, um alfa – estatura alta, possui um físico definido, seus cabelos loiros curtos e olhos dourados – Marcos estava começando a ser relacionar com Jean, e isso estava fazendo bem a ambos, ‘Como? Eu não sei, porque o Marcos é um anjo, e o Cara de Cavalo, pra tudo está dando coice’.

Jean e eu, somos duas crianças briguentas, e ele ainda é meu melhor amigo, ‘eu tenho péssimo gosto pra amigos, só pode’, eu e ele brigamos por tudo, mas também, temos muita confiança um no outro, e sabemos nos ajuda quando necessário. As vezes meus pais comentavam que nós dois namorávamos e que não queríamos contar, e eles ainda tiveram a ousadia de acreditar que meu primeiro cio seria com Jean, ‘Olha os pensamentos dos meus pais, se eu pudesse teria exorcizado eles’.

 

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Meu cio é para acontecer no final deste mês, mas se continuamos com esse beijo fogoso, meu cio irá acontecer antes do previsto, tenho que me separa dele, mais está tudo tão perfeito, suas mãos firmem na minha cintura, me apertando contra ele, deixando nenhum espaço vazio, ‘posso ficar horas beijando essa boca perfeita, que não irei cansar em nenhum momento’.

Aos poucos fui me separando do beijo, o ar se fez ausente, deixando os lábios dele com uma puxada no lábio inferior, se tornando vermelho vivo, e logo vir ele sorrindo, mostrando novamente suas duas lindas covinhas e aqueles lindos dentes brancos e perfeito. “O problema de Destinados, é quando encontramos o parceiro e nós já quer ficar de quatro.

 

Nenhum problema isso, é só ficarmos de quatro e pronto, felicidade pura” – Diz meu lobo interior, o mesmo estava em pura euforia, vendo como o alfa beijava bem e tinha uma pegada muito boa.

“Quieto” – Respondo.
Após fica alguns segundos admirando a beleza do alfa a minha frente, eu apenas me separo dele, vendo suas sobrancelhas franzirem, em sinal de desentendimento pelo o meu afastamento, eu apenas rio de sua expressão, pego em sua mão e caminho para perto de uma das arvores e sento no chão, me encosto no tronco da arvore, ele após ver, faz o mesmo, e senta ao meu lado.

- Você já deve saber né? –  Pergunto, olhando em seus lindos olhos – agora – na cor de chumbo.

- Sim, eu sentir seus deliciosos feromônios, e tive a certeza no momento em que pus meus olhos em você. – Releva Levi, pegando minha mão – que eu soltei quando sentamos – e levando ela perto de sua boca e depositando um beijo. Coro com suas palavras e com o ato.

- Você fica uma perdição corando desse jeito, se continuar assim, será difícil me segura – Diz Levi, distribuindo beijos em meu rosto, agora com certeza o tomate deve ter inveja de mim.

- Para de dizer essas coisas, me deixa totalmente sem jeito, idiota – Digo e o mesmo apenas sorri, ‘esse homem ainda irá me fazer infarta’.

- Serei bem sincero, gostaria de ter conhecer melhor , não quero parti para o namoro de imediato, podemos ser destinados, mas ainda assim, temos nossas diferenças e querendo ou não pode nos atrapalhar se pulamos essas etapas – digo e o vejo concorda com minhas palavras.

- Concordo, e também gostaria de fazer essas coisas melosas que nunca pensei em fazer, sair em encontros, chame te por apelidos carinhosos e tudo que tenho por direito. – Termina Levi e iniciar uma série de beijos pelo o meu rosto.

- Vem, vamos saí daqui, temos aulas ainda. –  Digo e o mesmo para de beijar meu rosto e ficar me encarando por alguns segundos.
 

- Vamos. – Levi levanta repentinamente, e ainda com as nossas mãos entrelaçadas ele me ajuda a levantar – Antes de irmos. – Levi me puxa contra seu corpo novamente e encosta seus lábios no meus, e logo sinto sua língua tentando adentra em minha boca, eu permito e tento não deixa todo o controle do beijo com ele. Nos separamos com nossas respirações desreguladas.

- Não pense que deixarei você totalmente no controle. – Digo com um sorriso ladino, e começo a puxa-lo em direção ao pátio com nossas mãos entrelaçadas.

 

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- LEVIZINHOOOOOO – grita Hange, ao ver o casal no pátio e claro, com aquela atenção que Hange chamou, os olhares foram na direção do “casal”.


Após a conversa (pegação) entre Eren e Levi, eles saíram do jardim conversando, e como ainda era o horário de intervalo, Levi queria apresentar seu grupo de amigos para o ômega, e então o chamou, o ômega aceitou facilmente, e queria aproveitar para conversa com Armin.

Quando já dentro do pátio, alguns olhares foram em suas direções, mas com a gritaria de Hange, todos – literalmente – olharam para eles. Os olharem curiosos e fofocas começaram, e Levi ficou irritado, pois não queria chama atenção desnecessária, mas como Hange, era Hange, não podia esperar menos dela.

- Quatro olhos maldita, não precisava gritar. – Pronuncia Levi, após chega perto suficiente do grupo, Hange apenas ignora.

- Oh! E esse lindo bebê? – Pergunta Hange sobre Eren está com Levi.

- Esse é o Eren, e Eren esses são meus amigos, Hange, Armin, como você já deve conhecer, Mikasa, Farlan e Isabel – Responde Levi e a cada nome citado, eles apenas acenavam ou sorriam.

- Você é muito lindo, seu primeiro dia de aula e já está muito popular, seu nome não sai da boca do povo. – Fala Hange e logo sente um leve tapa no braço vindo de Isabel.

- Muito obrigado, e eu imagino, virei noticia por essa semana toda, cheguei na escola já arrumando briga. – Eren responde sorrindo, e senta ao lado de Armin – este que estava batendo de leve no banco, para Eren sentar perto de si.

- Apenas nos apresentamos enquanto íamos para o refeitório, nem pude sequer te agradecer direito por me ajuda. – Revela Armin após o ômega se sentar, este que prendia os cabelos em um coque. – És muito bonito. – diz Armin, e sentia o olhar de Levi em sua direção.

- Obrigado, e não se preocupas, faria isto com qualquer outra pessoa, ninguém merece passar por isto. – Eren apenas sorri para Armin, este que corou, iria falar algo, mas foi cortado pelas perguntas de Farlan.

- Sem querer ser mal educado, mas Levi, porque saiu de mãos dadas com este ômega? – Pergunta Farlan e Isabel deu um tapa na cabeça de seu alfa. -Aí.

- Mal educado, não perguntes assim, poderia muito bem pergunta depois. – pronuncia Isabel olhando brava para Farlan e em um segundo olhando para o ômega de olhos verdes-azulados. – Desculpa Eren, esse idiota não consegue se segura. – Diz Isabel e Eren apenas riu pela a situação e abana com as mãos em sinal de ‘que não se importa’.

- Tudo bem, eu entendo a curiosidade, até eu ficaria. – Ri Eren com essa constatação.

- Não tem porque eu querer esconder isso de vocês, eu e Eren somos destinados. – Revela Levi e riu com as expressões de todos os seus amigos. Era cômico ver Mikasa incrédula, justo ela, que ficava parte do dia, com seu rosto neutro.

- MAS COMO? COMO VOCÊS SABEM? – Grita Hange, a mesma estava muito surpresa.

- Não grita Hange. – Levi se senta ao lado do ômega e sorri, o ômega também sorri.

- Que fofos, já shippo. – Comenta Isabel, vendo como o alfa rabugento estava ‘todo bobo’ por Eren.

- Levi explicar. – Pronuncia Mikasa, que até então, estava quieta apenas olhando a situação, ela de inicio não gostou muito do ômega, mas Armin havia explicado a ela como tudo aconteceu e de fato ela foi grossa com ômega que apenas ajudou seu melhor amigo.

 

 

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Notas Finais


Se tiver erros, me desculpem, eu revisei, mas posso ter deixado algo passar.
É isso meus amores, fiquem com beijo e espero que tenham gostado.

Tchau.


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