História Meu pecado - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fofo, Romance Adolescente
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Palavras 2.401
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Saga, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie gente aqui vai um capítulo, me perdoem os erros ortográficos.
Boa leitura📖📚❣
Leiem as notas finais.

Capítulo 2 - Minha best do contrário


Fanfic / Fanfiction Meu pecado - Capítulo 2 - Minha best do contrário

Narrado por Rikely

Acordo com uma coceira no meu nariz, literalmente uma alergia no meu nariz. Abro os olhos e no escuro vejo as madeixas loiras de Jenifer.

Jenifer era minha melhor amiga, a muito tempo. As nossas mães se conheciam desde pequeninas, também por isso podemos dizer que somos quase irmãs. Ah outra coisita mais, nascemos no mesmo dia e na mesma hora, parece ser estranho mas não é, dizem que no mundo pelo menos uma peso nasce na mesma hora que você, e eu tive a sorte de ser a minha linda amiga, acho que ninguém que conheceu a pessoa que nasceu no mesmo momento que você e é tão próximo como nós duas. Somos praticamente um inteiro, um chiclete, a cereja do bolo da outra. E também somos as best mais diferentes do mundo inteiro:

Eu sou a mais amigável, a mais conversadeira a mais feliz, tenho cabelos castanhos escuros ondulados e olhos azuis acinzentados.

A Jenifer é loira (O cabelo é loiro escuro), mais quieta, nerd (A mais inteligentes), tímida (Também sou um pouco, mas ela é mais), ela tem olhos verdes-esmeralda ou verde-água nunca sei , mas se você que alguém para ser sua parceira de loucura ela é a melhor escolha. (Ela só é tímida e quieta com quem não conhece e com quem não confia, ou seja, em público e com estranhos). Ah mas as vezes eu levo ela pro mal caminho e faço ela se soltar e se abrir na frente das pessoas, para mostrar as loucas que nós somos.

Me levanto dou uma espreguiçada e saio da cama sem fazer barulho. Vou para o banheiro e lavo meu rosto, pego lentamente meu celular, bom 5:43, então o despertador iria tocar em dois minutos então eu teria que agir rápido. Tiro uma foto da Djeni (apelido da Jenifer que só eu uso). Deixo a foto escondida na minha galeria secreta na minha galeria secreta para o nosso aniversário bem não é todo dia que se encontra sua melhor amiga dormindo profundamente, toda descabelada e roncando.

Depois largo meu celular na orelha dela e pego um copo de água fria. Então o despertador toca, "cocoricó, cocoricó". É nosso despertador é um galo cantando. Jogo a água na cara dela e canto:

- Miga tá na hora de acordar cocoricó, tá na hora de acordar, acorda sua abestada. - Pulo no colchão, fazendo um impacto que me faz dançar igual a uma maluca, não que eu não seja uma maluca!

- Abestada é tu, me deixa dormir. - Jenifer resmunga com a voz rouca, me fazendo gargalhar tão alto que meu irmão resmunga bravo do quarto ao lado.

- O suas galinhas da madrugada. Fiquem quietas quero dormir. - Leanderson disse o que eu tô pensando, nos chamou de galinha e ainda quer dormir, nana nina não isso não ia passar em branco. Acho que a Jenifer pensou na mesma coisa que eu, por que saímos correndo que nem duas loucas para o quarto do Leanderson. Pulamos em sua cama e começamos a gritar, pular e cantar:

- Leanderson acorda! - Cantamos juntas aos berros. - O galo já cantou, a galinha já madrugou e é só você que ainda não acordou.

- Tá bom, tá bom já vou levantar, só para de pular na minha cama antes que à quebrem. - Ele acaba por se render à nossas loucuras.

Descemos da cama de Leanderson, e fomos para o meu quarto. Me jogo na minha cama e vejo a Djeni se movimentar pelo quarto:

- O deixa de preguiça Kely e vai se arrumar. - E Kely era o meu apelido, éramos a Djeni e a Kely.

Jenifer sai do banheiro indo no meu armário buscar algo para vestir:

- Preguiçosa é você mora do outro lado da cerca daqui de casa, e pega minhas roupas para vestir.

Ela se vira abrupta para mim com roupas em sua mão:

- Caso eu me lembre esse moletom é meu, assim como essa calça, esse tênis, esse para de meias, essa camiseta, essa jaqueta... - Eu a interrompo, levantando da cama.

- Tá um pouco dessas roupas sejam sua. - Digo meio envergonhada.

- Um pouco? - Ela me pergunta, me olhando incrédula.

- Seu, tá muitas dessas roupas são suas. - Me jogo na cama novamente.

- Sai dessa cama folgada, e vai se arrumar pra ir pra escola. Se não nós vamos se atrasar, sabe que demora pra chegar na escola né? - Eu não entendi se foi uma ordem ou uma pergunta óbvia.

Me levanto e busco uma muda de roupa, pra ser mais específica uma calça preta, um tênis branco e o uniforme da nossa escola estadual, a escola onde estávamos era a única escola onde tinha ensino médio no município de Paverama.

Paverama é um município pequeno do estado do Ri Grande do Sul, por isso não é muito conhecido. Moramos eu e Jenifer na localidade de Santa Manoela, no interior. Somos vizinhas de casa, quintal e rua, por isso quase sempre estamos uma na casa da outra. Mas só por que moramos no interior não quer dizer que nossas casas são pequenas e pobres (Só pra constatar as pessoas acham que no interior só mora gente pobre). Não, não moramos em casas  pequeninas. Moramos em duas casas que dá para se dizer modestas, podemos ser ricas, as somos humildes, por que nossos pais cresceram no interior, trabalharam na roça, mas quiseram crescer, se não, não estaríamos onde estamos hoje. Eu confesso que crescer no interior é uma das melhores coisas do mundo, onde você pode conhecer e sentir a natureza de perto.

A Jenifer que ainda se movimentava pelo quarto pega um par de tênis meu e coloca. Tínhamos uma sorte  de precisar do mesmo número de tênis, assim como de calça e camiseta (Só minhas camisetas ficavam mais apertadas na Jenifer por que a comissão de frente dela era maior que a minha, se é que me entende),  outra diferença é que a bunda da Jenifer era maior que a minha (Aí quando ela usava uma calça minha ficava bem apertadinha e chamativa, mas ficava bonito contra as calças dela mesma). Nunca entendi a Jenifer ela era linda mas não gostava de mostrar que era, e como sempre assim que saímos de mu quarto ela estavá usando o look de sempre: blusão de moletom com uma touca e uma calça solta, e as vezes quando pegava minhas calças elas eram mais justas, ela estava de cabelos amarrados por baixo da touca:

- Você não enjoa de usar essas  suas roupas? - Pergunto enquanto a observo beliscando uma barra de cereal no balcão da cozinha.

- Não - Ela diz pensativa e em um tom baixo. A Jenifer tinha as vezes esses momentos em que ela era mais quieta e fechada, até mesmo comigo. - Eu gosto de me vestir assim, eu sou assim Rikely, eu não sou você. - Ela completa amargamente seu não de antes.

- Tá bom! Não precisa ser tão grossa! - Eu digo em um tom de brincadeira, como se estivesse ofendida.

Ela abre um sorriso tímido por baixo da touca do blusão:

- Eu sabia que você não iria ficar emburrada comigo por muito tempo. - O sorriso dela se iluminou mais ainda, nunca ficávamos brigadas por mais de 5 minutos.

- É claro que não, você é a Rikely, fala besteira mas se sente mal e se arrepende depois. - Abro a boca para ironiza-la mesmo sabendo que era verdade. - Nem vem me falar uma de suas gracinhas.

- Tá bom! - Largo uma risadinha.

Nos levantamos e fomos para a garagem onde meu pai nos esperava para levar a gente para a escola:

- Vamos meninas, hoje vocês demoraram mais do que o costume. - O meu pai estava com pressa e com razão, olho no meu celular 6:50 e tínhamos 40 minutos para chegar na escola antes do sinal tocar.

Entramos e sentamos no banco de trás (eu e Jenifer), e meu pai foi no volante, ele saiu dirigindo da garagem a toda com o corola dele , fazendo os pneus cantarem.

Chegamos na escola 10 minutos antes do sinal tocar, por que meu pai era bom no volante e mais bom ainda no acelerador. Assim que o sinal tocou entramos na sala 3 do segundo andar, sentamos nos lugares habituais eu na carreira da terceira fileira do canto e a Jenifer na minha frente.

Passou-se 1 período da aula de história. É na metade do segundo período de geografia para que eu ficasse entediada e cutucasse a Jenifer com a minha caneta, coisa que já havia virado rotina para nós duas na escola:

- O que tu quer? - Jenifer se vira com uma falsa raiva exposta no rosto.

- Ah o de sempre a aula ta chata, já copiei tudo e eu queria debater o assunto da aula de hoje. - Digo cochichando enquanto ela se sentava descontraidamente de lado com as costas na parede.

- Debater o assunto da aula ou falar da vida dos outros? - Jenifer me pergunta enquanto finjo estar indecisa.

- Ãh o que acha de fofocarmos? 

- To dentro, qual a fofoca? - Ela dá seu melhor sorriso maldoso por baixo da touca.

O bom da nossa escola é que ao terminar as atividades ou terminar de copiar o que tinha no quadro, podíamos conversar c9m o vizinho da trás ou de qualquer ângulode se que a pessoa não estivesse longe de você é você falasse baixo:

- Nem acredita o que eu fiquei sabendo pela Júlia! - Exclamo e ela me pia com os olhos brilhando.

- Vindo da Júlia pode ser qualquer coisa, não é? - Ela tinha razão a Júlia era muito fofoqueira mas pro lado bom, ela sabia de tudo - É aí conta! - Jenifer diz empolgada.

- Sabe a Brenda do 9°ano? - Ela assenti com a cabeça - Rolo por aí boatos de que ela anda ficando com o Murilo, o gordinho que estudava com a gente no ano passado. - É é hora que Jenifer fica boquiaberta.

- Cara o Murilo, ele é mó feio e gordo, e não que isso seja um problema, mas tipo ele é muito machista, mal educado e ainda tem fama de batem em mulher, não é legal entende. - "É muito escroto, já te zuou muito", acrescento em minha cabeça, por que a Jenifer não gostava muito de falar sobre essas coisas.

- Pois é né, que merda ela tinha na cabeça? - Pergunto, mas Jenifer não teve tempo de responder, pois a professora começou a corrigir as atividade do quadro, e Jenifer não queria se perder na correção.

Passa-se o segundo período e logo somos chamados para o lanche enquanto íamos para o refeitório vimos o padre Antônio, o padre que era pároco da nossa paróquia passando com uma enxada, deveria arrumar algo por aí (A igreja ficava do lado da nossa escola), a gente acenou pulando, ele deu uma risada discreta e acenou de volta. É a Jenifer deu uns pulinhos, eu disse que as vezes eu à levava para o mal caminho:

- Vai ir hoje na primeira noite da novena? - Apenas pergunto (nossa paróquia Nossa Senhora do Rosário faz uma novena para o mês do "aniversário" da Santa), eu e a Jenifer iamos sempre e como a primeirs missa era hoje, eu queria saber para nós nos arrumamos juntas. É que funcionava assim 8 noites antes do domingo da festa ocorria missas com 8 padres diferentes da diocese, e no domingo da festa ocorria-se a nona missa da novena que era rezada pelo pároco da nossa paróquia:

- Ah vamos né, sabe que a gente vai nunca falha. E esse ano eu prometi ir em todas ao noites. - Como eu não tinha lembrado, segurei a vontade de dar um tapa em minha testa:

-  Você prometeu pra ele... Para seu avô não é isso? - Pergunto ao entrarmos na sala de aula.

- Sim, mas vamos parar de falar disso, ãh... Tenho que terminar as atividades. - Diz Jenifer se desviando do assunto e se virando pra frente.

Outra coisa de que a Jenifer não gostava de falar, o assunto do avô. E não era só isso, a Jenifer tinha muitos assuntos de que não gostava de falar e alguns que talvez eu não sabia.

O sinal para o recreio toca e eu saio já da sala, enquanto Jenifer guardava as coisas dela pregava outras. Quando ela sai está com o bendito diário, caderno, sei lá o que era. Ela sempre estava com ele na escola e até as vezes quando saíamos. Jenifer passava muito tempo as vezes escrevendo nele, mas nunca me mostrou o que estava escrito e se eu não enxergasse muito bem eu diria que era apenas impressão minha ver que as vezes caia uma lágrima.

Nos sentamos em um banco qualquer, no sol que refletia no seu límpido:

- Jenifer - Chamo ela para sair da hipnose que o diário deixava nela.

- Hum... - Ela murmura sem tirar os olhos nem a caneta do diário.

- Por quê você  escreve nesse diário? 

- É algo pessoal. - Quanpd ela dizia isso, ela não iria fala nada mais do assunto. - E aí o assunto das novenas, vou ir na sua casa às 4h. Vou levar tudo o que você deixou lá em casa esses dias.

É ela fez isso de novo, mudou de assunto repentinamente, típico dela:

- Tá você viu meu pendraiv? - Pergunto, meu pendriv estava desaparecidoa à uma semana, e nele tínhamos um trabalho para apresentarmos na próxima semana.

- Isso. - Ela tira os olhos do diário e aponta o dedo indicador para mim. - É um dos apetrechos que você esqueceu lá em casa. - Ela balançava o dedo de um lado para o outro.

- E eu quase me matando de procurar. - Digo seguindo o dedo dela que ainda balançava na minha frente. - E isso ta me deixando tonta.

Eu abaixo a mão dela, para meus olhos pararem de ir de um lado para o outro.

O resto do recreio ficamos jogando conversa foraate i sinal tocar. Entramos na sala e tivemos mais 2 períodos de matemática quw passaram voando, depois saimos e esperamos o pai da Jenifer nos buscar. Fomos cada una para nossas casas esperando a tarde passar mais rápido possível para nós vermos de novo........


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Bem vou montar tópicos para agora informar vocês sobre algumas coisas.

1- O lugar que se passa esse primeiro capítulo PAVERAMA existe, é uma cidade do Rio Grande do Sul mesmo, eu moro nessa cidade. E Santa Manoela é uma verdadeira localidade da nossa cidade.

2- Muitas dessas pessoas nessa história são reais, eu apenas mudei idades e mudei as realidades de alguns.

3- Eu sou a Jenifer da história tá gente e a Rikely também existe ok, ela é minha melhor amiga.

4- Essa história nasceu de uma brincadeira boba entre nós duas eu e Rikely, mas ela está se tornando algo realmente sério.

5- Aproveitem muito.....😍😍😍

Beijocas😘😘😘


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