História Meu pecado - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Tags Drama, Mistério, Romance
Visualizações 493
Palavras 724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá queridos leitores... Desculpa a demora para postar mais um capitulo, mas infelizmente minhas aulas retornaram e já estou cheia de trabalhos. Enfim, espero que gostem do capitulo. E estamos quase chegando a cinquenta favoritos! 😱 Muito obrigada a todos!

Boa leitura!

Capítulo 16 - America e Aspen


Fanfic / Fanfiction Meu pecado - Capítulo 16 - America e Aspen

Aspen: Como você também foi acordada pela belezinha do meu irmão, eu estou indo tomar um chocolate quente na cozinha, aceita? - sorriu da porta para ela.

America: Ah, claro, quero sim - sorriu, se levantando. Ela vestiu seu hobbie por cima da camisola, e alisou os braços.

Aspen: Não se assuste, isso acontece com freqüência - sorriu para ela. Ele vestia um roupão de veludo preto.

America: Não é nada, só o frio sorriu de volta. Aspen era como um anestésico para dor que ela sentia.

Quando ela passou por ele, Aspen lhe abraçou pelo ombro, e os dois rumaram para cozinha. A pele dele continuava fria. Aspen tinha um perfume diferente, America não sabia descrever. Simplesmente o abraçou pela cintura, e continuou andando. Ele preparou o chocolate quente para ela, e os dois estavam conversando distraidamente na sala, quando ouviram os gritos vindos da sala.

Maxon: EU MANDEI DERRUBAREM AQUELA ÁRVORE UMAS DEZ VEZES, MAS PRECISAVAM ESPERAR ISSO ACONTECER - rugiu entrando em casa, pingando água, com um Carter não muito diferente atrás dele - O que você está fazendo aqui? - perguntou, grosso, a America. Mas antes que ela respondesse, Aspen se pronunciou.

Aspen: Ela está comigo, algum problema? - perguntou, e o verde em seus olhos era sólido.

Maxon: Não estou com paciência para você agora - disse, duro, e Carter o chamou, indo pro escritório dos dois, deixando um rastro de água por onde passavam.

America: Não precisava - sorriu, gentilmente.

Aspen: Eu passei por isso a minha vida toda, não é incomodo nenhum - sorriu, descontraído como antes.

America acordou com o corpo doído no dia seguinte. Dormiu muito pouco. Maxon já não estava lá. Ela se banhou, pôs um vestido verde claro, comeu alguma coisa, e pôs-se a passear no jardim. Era um lugar bonito, apesar dos pesares. O dia estava frio, mas não chovia. Estava detraída quando ouviu o galope de um cavalo perto de si. Virou-se para olhar, e então ela não sabia mais quem era. Aspen vinha montado num garanhão preto, galopando próximo a mansão. Ele sorriu ao ver America. Entregou o cavalo a um empregado e foi até ela.

America: Pensei que você tivesse ido com os seus irmãos - sorriu.

Aspen: Eu cuido da parte burocrática dos negócios, papéis. Os donos de verdade se encarregam do resto.

America: Vocês são tão diferentes - franziu a sobrancelha, enquanto continuava a andar. Aspen a acompanhou - Nem dá para perceber que são irmãos.

Aspen: Meu pai era um canalha - America não segurou o riso - É sério - sorriu - Cada um de nós somos filhos de mães diferentes - ele deu um sorriso torto.

America: Agora dá para entender - sorriu.

Aspen: A única coisa que temos dele são os traços, e a cor morto-vivo - America sorriu - Maxon e Carter herdaram o gênio dele. Mas eu não me interesso tanto, Miriam também não.

America: E a sua mulher? Lucy, o nome, não é? - perguntou, sendo educada.

Aspen: Lú. Ela odeia que a chamem de Lucy - sorriu - Ficou nos Estados Unidos, com a mãe dela. Creio que... -  parecia estar fazendo cálculos na cabeça - Bom, creio que um dia ela venha para cá - sorriu abertamente.

America: Você tem filhos?

Aspen: Não, ainda não. Se tivesse, não os deixaria - a tristeza alcançou America de novo, Aspen percebeu - E você? - perguntou, brincalhão.

America: AAAAAAAAH, claro, tenho um, se chama Aspen - ele riu.

E então America estava rindo de novo. Era incrível o poder que Aspen tinha de acalma-la. Ao lado dele, o inferno parecia o céu. Ao contrário de Maxon, que era difícil como parir um filho, Aspen era fácil como respirar. Os dois continuaram andando pelos jardins, conversando, rindo, sentindo o vento frio engolfá-los. Pareciam mais um casal feliz, do que cunhados. Era quase meio dia quando os dois voltaram para casa. America estava cansada. Quando chegaram na escadaria da mansão, Aspen carregou ela, que gritou, surpresa, mas depois riu, balançando as pernas. Ao entrarem em casa encontraram Miriam na sala. A menina, vendo America no colo do irmão, riu e foi até eles, animada. Aspen pôs ela no chão, fingindo estar todo quebrado. America deu um tapinha nele, mas continuou a rir. Resolveu ir tomar um banho antes do almoço, estava soada.


Notas Finais


"Dê mais valor para quem se importa realmente com você. Assim terá mais motivos para ser feliz."


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