História Meu pecado || Jung Hoseok - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Hoseok, Shortfic, Você
Visualizações 340
Palavras 2.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Incesto, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpe-me pela demora, mas o aviso ainda está de pé. Eu tinha dito que não podereis atualizar as fanfics diariamente porque estou estudando. Então, parei um pouco e comecei a escrever o capítulo dessa história, e espero que vocês gostem🌚💕

Capítulo 9 - Perigoso.






Ri com sua resposta, e respondi as mensagens de Aline, logo deixei o aparelho no criado mundo. — Suspirei e caminhei até o banheiro, tirei aquelas vestes liguei o chuveiro quentinho, a água desciam sobre meu corpo desnudo.


Ao saí do banheiro, meu celular virou. Peguei-o e deslizei, bloqueando a tela logo em seguida. Aline me mandou exatamente três áudios.


"Áudio:Mano, é sério. Vem aqui agora. — 00:04.

"Áudio:Caralho, deixa de ser ignorante, e responda. — 00:07.

"Áudio: Estou atrasada, ajude-me. — Ela praticamente gritou naquele áudio, respondi com um "estou indo. Joguei o aparelho sobre a cama, e abri o guarda roupa.




Vesti um short preto, os dois lados do mesmo haviam cortes pequenos.  Coloquei uma camiseta azul. Peguei meu casaco xadrez, calcei meu converse high vermelho.


— Onde você vai mocinha?  — Bunny questionou.


      — Na casa de uma amiguinha, babá.  — Debochei.

       — Garota, obedeça-me, e me diga aonde você está indo. Lembre-se, você ainda é de menor, e se alguma coisa acontecer o seu tio será responsável.
       — Acalme-se, Bunny. — Sorri. — Estou indo na casa de Aline, uma grande amiga do colegial, uma irmã vamos se dizer, porém, pais diferente. — Falei. — Até mais.


             

Suspirei, e atravessei a rua assim que os carros pararam. Segui em frente andando até a residência de Aline, que não é longe, mas é cansativo, observei aquela pequena ladeira de longe, bebi um pouco da água que se encontrava na garrafinha, que trouxe antes mesmo de saí. Vamos lá.


 (•••)



A tia Márcia, a mãe da mesma, se encontrava mexendo em seu notebook.

— Com licença. — Falei entrando.

— Que isso, você já é de casa. Aline está em seu quarto, lhe esperando.

— Oh, sim. — Sorri fraco. — Com licença novamente.

Segui o meu caminho até o corredor, abri a porta totalmente rosa. Aline mexia em seu aparelho, olhou-me quando notou minha presença.


— Você me fez subir aquela ladeira enorme, por algum motivo muito importante. — Disse.

— Então.. — Ela levantou,caminhou até a porta e fechou. — Me ajuda. — Sentou ao meu lado.

— O que foi garota? — Questionei.

— Estou atrasada. — Falou.

— Atrasada? O que você quer dizer com isso? — Franzi o cenho.

— Eu posso está grávida, eu estou desesperada.

— O que aconteceu entre você e Jeongguk?

— Ficamos, lembra daquele dia na praia? — Perguntou, e eu assenti. — Nesse dia passamos à noite na casa de praia, dos pais do Jeongguk, não preciso lhe dizer o resto não é mesmo? — Falei. — Aconteceu.— Suspirou.

— Camisinha, caramba. Isso existe!

— Estava tão bom. — Sorriu. — Eu não pensei bem na hora.

— Os enjôos estão sendo constantes?

— Um pouco, nem tanto. Isso começou semana passada, não há nada que eu possa fazer, meus pais sempre teve orgulho de mim. São grandes médicos, e agora terá que lidar com uma filha grávida, de apenas 16 anos. — Disse com seus olhos marejados.

— Acalme-se,esse bebê que cresce aí em sua barriga, não tem culpa pelo seus atos Aline, você não está sozinha.

— O que Jeon Jeongguk achará de mim? — Ela questionou.

— Engraçado você fala assim, ele participou. Jeongguk é pai desta criança. Agora limpe essas lágrimas, e vamos fazer um teste.

— Okay, — ela sorriu fraco e se levantou. — Vou tomar um banho.

— Tá bom, vou esperá-la na sala. — Assentiu.




— Mãe, estamos indo andar um pouco na praça. — Ditou Aline.

— Não estão com fome, preparei alguns bolinhos de chocolate.

— Não, obrigado. — Puxou-me.

— Tchauzinho tia Márcia. — Acenei.



Compramos o teste de gravidez, A atendente perguntou-me o porquê desse teste, — menti dizendo que era para minha mãe.


          Paramos em frente ao restaurante, lá perguntei ao garçom onde ficava o banheiro.
Para distrai, pedi um suco qualquer enquanto Aline fazia o teste.

          (•••)




        Eu podia ouvir sua respiração acelerada, sua voz que não saia de modo algum, e seus olhos marejados.


— Positivo. — Pronunciou. — Eu estou grávida, (S/N).

Saimos daquele ambiente, tentei acalmá-la mas era apenas chorava. — Aline, nem todo teste de gravidez de farmácia é totalmente verdadeiro, você terá que fazer o exame. E sua mãe saberá da sua suposta gravidez, pois ela nos acompanhará.

— Tudo bem. — Sorriu fraco, deixando uma lágrima escapar novamente, mas logo limpou.


|19:30 AM|


Aline acabou dormindo em minha cama,liguei para a sua Omma que permitiu que a mesma ficasse aqui.

Tomei um banho quentinho, coloquei um vestido azul bebê. Direcionei meus passos até a cozinha, o jantar estava pronto, então, eu me servi. Sem nenhuma companhia. — Suspirei triste, e peguei a salada enquanto Bunny me olhava.



— Eu não sou fotografia. — Falei.

— Garotinha mimada.

— Chata, — revirei os olhos.


×××××



Quando titio chegou, ele retirou sua gravata jogou de lado sua maleta, e se aproximou.


— O titio chegou, para devorar sua baby girl.— Ditou, suas mãos ergueram meu queixo, o seu lábio tocaram nos meus, porém se distanciamos após ouvi o barulho de campainha ser tocada.


Fiquei realmente surpresa ao vê-los, meus pais voltaram assim, tão de repente.



— Oh, que surpresa! — Falei.

— Desculpe-me meu amor, tudo terminou cedo, e voltamos mais rápidos que conseguimos. — Mamãe disse, e me abraçou. — Trouxe alguém muito importante em sua vida. — Se afastou, revelando ela, a vovó Sammy. — Avó! — Corri em sua direção.


Ela é como uma segunda mãe para mim, passei a minha infância comendo as gostosuras da vovó, mas ela teve que partir para o Canadá, o seu filho estava de casamento marcado, “o irmão do meu pai. E no fim de tudo, ela permaneceu lá, o casamento foi maravilhoso.



— Como a minha netinha cresceu. — Sorriu. — Você está mais linda, gordinha. — Riu.

— Obrigada vovô. — Sorri.

— Entre, mamãe. — Ditou meu Appa.

— Hope meu menino! — Falou.

— Quanto tempo, vó Sammy. — Abraçou-a.


Com toda essa movimentação, resolvi subi. Hope me acompanhou, antes mesmo que eu entrasse o sujeito puxou-me para um ambiente não conhecido.


— Que lugar é esse? — Questionei.

— É um quartinho não usado. — Respondeu beijando meu pescoço.

Haviam tinturas espalhadas pelas paredes, como se fosse um arco-íris, papelão sobre o chão, uma cama de casal forrada pelo tecido vermelho.

— Isso é uma loucura, titio. — Reclamei.

— Não reclame muito querida, deixe-me levá-la ao paraíso, ao orgasmo. Abra essas perninhas para o titio. — Mordeu lábio inferior,  desceu até meu pescoço novamente, deixando chupões naquela região que certamente as marcas estariam visíveis, no dia seguinte.


Ele deslizou sua mão até minha calcinha, colocando sua mão sobre minha intimidade, sem pressa nenhuma, Hope massageou a região lentamente. Fazendo-me arfar com aquele ato.


— Alguém está aí? — Uma voz soou sobre nós, fazendo-me despertar rapidamente. Titio se escondeu em um armário preto, abri a porta revelando mamãe. — O que estava fazendo aqui? — Perguntou.

— Observando o quarto. Parece que ninguém está usando-o.

— Curiosa. — Apertou meu nariz levemente, fazendo-me rir. — Cadê o seu tio?

— Deve ter indo para o trabalho, vamos. — Fechei a porta. — Bom, Aline irá dormir aqui, algum problema?

— Não há problema ela é muito bem vinda. — Sorriu.

— Obrigada mamãe, boa noite.

— Boa noite querida.


                         |Quarta, 6:30 AM|



— Vamos Aline, levante-se. — Falei pela segunda vez.

— Deixe-me dormir. — Resmungou.

— Vou esperá-la.



Aline resolveu tomar banho, emprestei meu uniforme para a mesma já que eu tenho duas.


Titio quis dá carona para a gente, o percurso foi silencioso. E chegamos no horário certíssimo, o portão se encontrava abrindo. Aline se retirou, fiz o mesmo porém fui puxada, fazendo-me entrar no carro novamente. Ordenei que Aline seguisse seu caminho, virei meu rosto tendo o dele em minha face, Hope fechou as janelas de vidro totalmente preto.


—  O colégio espera-me.

— Mas antes, atenderá o pedido do seu tio.— Pronunciou rouco.

— Que pedido seria? — Questionei.

— Retire essa calcinha baby. — Beijou meu lábio.

— Hope..

— Acalme-se, eu vou ajudá-la. — Ditou deslizando sua mão por de baixo da minha saia, sem muito esforço retirou minha calcinha branca, deixando minha boceta exposta.

Titio retirou da sua maleta um vibrador rosinha, ligou o objeto e posicionou na minha bocetinha.


— Tio, o colégio. — Minha voz saiu baixinha.

— Feche as pernas, e agora vá. Ficará com isso até o final da aula. — Beliscou o meu seio esquerdo coberto pelo uniforme.

Titio guardou minha calcinha no bolsinho do seu terno.


Saí com minhas pernas trémula, o brinquedinho fazia movimentos rápidos e prazerosos. E os meus gemidos saiam baixinhos, a movimentação do colégio estava fraca. Adiantei meus passos caminhando até o banheiro, porém, Jooheon se encontrava no corredor.



— S/N! — Pronunciou.

— Oi, com licença. — Falei, mas ele puxou-me.

— Tá tudo bem?

— Sim, eu só quero ir no banheiro, mas você não está deixando.

— Tudo bem.

— Obrigado.


Me tranquei naquele banheiro, deslizei meu corpo sobre a parede. Abri minhas pernas vagarosamente, o vibrador do titio Hope estava todo lambuzado, oh, eu tinha deixado o líquido escorrer sobre o brinquedinho prazeroso. E finalmente eu pude gemer, ao envolver minhas mãos sobre minha bocetinha encharcada. Eu penetrava meus dedinhos rapidamente, arrancando gemidos da minha boca, sem preocupação alguma.


(••••)


Levei minhas mãos, o meu rosto. — Fiz um pequeno coque em meus cabelos, algumas meninas chegaram e entraram no banheiro, peguei minha mochila e saí. Aline e Jeongguk estavam pelo corredor.



— Onde você estava? — Perguntou Aline.

— Resolvendo alguns assuntos, nada importante. — Disse.

— Mas e você Jeon Jeongguk? Sabe que és o pai dessa criança que Aline está esperando.

— S/N…

— O que você está falando?

— Ele não sabia. — Aline disse. —  E você, S/N estragou tudo.

— Eu estava querendo ajudá-la!

— Idiota. — Exclamou.


Ela saiu, deixando-me com uma certa dúvida.


— Vai atrás dela Jeongguk.

— Tá bom. — Suspirou.




— Então pessoal, sobre o Halloween está tudo em pé? — Perguntou.

— Sim, professor. — Falei. — O senhor terá a melhor festa.

— Assim espero S/N.


— Não está mais falando com Aline? — Questionou Kim Taehyung, um garoto do 3 ano.

— Não lhe devo satisfações. — Revirei os olhos.

— Soube que anda espalhando boatos sobre Aline, ela está realmente grávida?

— Cala a merda dessa sua boca, imbecil! — Empurrei-o fortemente, fazendo-o caí no chão. Por puro azar, advinha quem estava naquele corredor? Sim, ela mesma. A senhora Hyeon, a diretora.

— Venham comigo. — Pronunciou.


— Por que você fez isso (S/N)? Empurrou seu colega.

— Ele não é o meu colega, só estuda no mesmo ambiente que eu.

— Responda-me.

— Kim Taehyung é um idiota, sem noção. Satisfeita?  — Arqueou as sobrancelhas.

— Façam as pazes, agora.


Diretora chata, é isso que a senhorita é. Retirei-me da sua sala, e adentrei na sala de aula. O professor já estava dando aula, porém, me deixou entrar.



××××



O sinal tocou, o último horário havia acabado. O professor de geografia passou uma atividade valendo nota. Aline permaneceu calada, ela não falou comigo. Simplesmente me ignorou, Jeongguk acompanhou a mesma.


Hope chegou e levou-me para casa, durante o percurso as janelinhas do carro se fecharam. Ele olhou-me e ditou;



— Não vamos para casa, nesse momento. — Ditou.

— Eu não quero saber aonde você me levará. — Falei ríspida, ao lembrar do episódio de hoje mais cedo.

— Não fique dessa maneira. — Ligou o carro. — O titio não quer vê-la assim.


Hoseok levou-me para o seu apartamento, deitou-me naquele sofá.


— Parece que você não seguiu as regras. — Bateu na minha bocetinha exposta, fazendo-me soltar um gemido alto.

— Titio quer foder essa bocetinha novamente. — Ditou rente sobre meu ouvido.

— Isso é pecado, Oppa.  — Falei.

— Esqueça o pecado, e venha se divertir.Beijou meu lábio rapidamente. 

Isso é perigoso, Oppa. 

— perigoso é mais divertido, pequena. 

 Hope Rasgou meu uniforme escolar, as suas mãos percorreram na minha bocetinha molhadinha. 


Continua... 



Notas Finais


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Até breve ♡


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