História Meu pedacinho de céu - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Romance
Visualizações 5
Palavras 898
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olaaaaaa.

Capítulo 2 - Capítulo 2- destinos


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#Quebrada_sóvemfaculdade<3

- Dona Cíntia, a Giovanna está?

- Está sim Guilherme, vou chama-lá.

- OK.

Estava dormindo quando ouço alguém batendo em minha porta.

- Pode entrar.-Resmungo.

- Filha o Guilherme está aí.- Ela fala e sai de me meu quarto.

Me levanto e faço minhas higienes matinais, tomo meu banho, ponho uma roupa leve e desço ppara falar com Guilherme.

Assim que desço as escadas dou de cara com ele no sofá, ele aparentemente parecia nervoso.

Esfregava suas mãos uma nas outras, o que ele fazia sempre quando estava nervoso, batia os pés levemente no tapete vermelho fiopuda da sala de estar. Ele encarava bruscamente o chão e sua feição estava aflita.

- Oi Gui!- Ele me olha como se estivesse assustado em me ver.

- Oi Giovanna.- Ele diz apreensivo.

- Você está nervoso. O que foi?

- Precisamos falar sobre ontem.-Ele fala sério.

- Da festa?

- Sim da festa.

Ele estava sério, preocupado, aquilo estava me deixando aflita.

- A gente pode subir pro meu quarto então?

Ele me olha surpreso, eu não entendi, ele sempre ia ao meu quarto.

- Pode ser.

Assim que chegamos em meu quarto sento na cadeira da penteadeira e ele se senta em minha frente, na cama. 

- Então?-Pergunto esperando ele falar algo.

- Sobre o que tivemos ontem, quero que me desculpe....- Antes que ele falasse algo a mais, interrompo o mesmo.

- O que tivemos ontem?- Eu não lembrava de absolutamente nada, ele me olhou estranho.

- Você não se lembra?

- Não, só me lembro que chegamos na festa, fomos dançar e ai eu experimentei algumas bebidas com álcool....-Faço cara de pensativa.

- Eu exagerei no álcool? Ai GUI! O que eu fiz? Eu fiz besteira? Me perdoa!-Ele me olhava atento.

- Nós dois fizemos.

- Como assim?

- A gente transou no banheiro masculino da festa. -Assim que ele fala isso, me lembro de tudo. Como eu havia esquecido aquilo de um dia para o outro?!

- Eu me lembrei.-Ficamos em silêncio um olhando para o rosto do outro.

- Desculpa GUI.-Eu quebro o silêncio que já estava me matando.

- Giovanna?

- Eu.

- Quer namorar comigo?-Nessa hora eu gelei, ele estava mais nervoso que eu. Meu coração batia acelerado e eu não sabia o motivo. Eu gostava dele e nem sabia?

- Guilherme....-Minhas mãos suavam, ele me encarava, eu já estava completamente vermelha.- Eu aceito.- Aquilo saiu tão automático, que ambos nos assustamos.

Ficamos em silêncio. Até que ele me beija. Aquilo foi vergonhoso,mas ao mesmo tempo foi bom.

Logo após isso ele vai embora. Eu estava tão feliz, parecia que tudo no mundo não importava mais.

- MÃEEEEEEEEEEE! -Eu gritei e ele logo apareceu em pulo. 

Eu estava chorando, não sei o por quê, mas eu estava chorando.

Minha mãe me olha chorando 3 não entende.

- O que foi filha? Por quê você está chorando?

- Mãe o Guilherme me pediu em namoro.- Eu sorri e ele me olhou como se isso não fosse nada.

- já era de se esperar Giovanna, mas por quê você está chorando?

- Eu não sei, talvez eu o ame e nunca percebi.

- Você é tapada mesmo né Giovanna, como você não sabe o que sente? Sempre percebi que ambos os dois se gostavam. Os olhares de vocês nunca negaram.

- Sério mãe!?-Pergunto incrédula.-Por que você nunca falou nada sobre?

- Giovanna isso não é coisa que eu tenha que falar e sim você que tem que me contar, eu estava esperando você falar sobre isso, não posso invadir sua vida, seus sentimentos assim, apesar de ser sua mãe, não tenho esse direito, a vida é sua, você que escolhe se quer ou não me contar algo, não vou te força a falar o que você não se sente bem em dizer.

Eu achava a minha mãe uma guerreira. Não apenas por ela fala tudo isso, ela me criou sozinha desde que me pai morreu em um acidente de carro. Ele estava indo pra o hospital me ver eu tinha acabado de nascer. Ele estava preocupado com minha mãe e acabou que indo rápido demais. Veio um caminhão na contramão e bateu em cheio no carro de meu pai. Ele morreu na hora.

Uma vez minha mãe me falou que mesmo perdendo o meu pai no dia em que eu nasci, aquele não foi o pior dia de sua vida, porquê ela sabia que ele estava ali, cuidando de nós, ela dizia que sempre que olhava pra mim via o meu pai ali.

Ela sempre deixou claro que eu era  a luz que tirou ela da escuridão, o sol que brilho quando o dia estava escuro e frio.

- Mãe eu te amo tanto.-A abraço com toda força que tinha em meu corpo, ela sorria.

- Você tem que ir fazer a inscrição da faculdade filha.- Ela fala depois que nos soltamos do abraço.

- Vou ir lá agora mãe.- Falo e ela sai do meu quarto, alegando que antes que eu saísse fosse come algo lá na cozinha.

Ela foi trabalha, me arrumei,comi e fui fazer a inscrição.

Assim que volto pra casa vejo Guilherme que logo sorri ao me ver.

Assim que chego perto dele o abraço.

- Posso falar com você?

- Pode.- Ele me olha e ambos sorrimos.

Assim que entrei dentro de casa o olhei.

- O que foi?-Ele pergunta sorrindo.

- Eu nunca pensei que um dia fosse falar isso pra alguém, mas,-Eu o olho.-Eu te amo e nem sabia.

Ele sorri e me abraça.

- Eu sempre te amei, desde o primeiro dia em que nos conhecemos. A garota mais imperfeita, mas tão perfeita.

Sorrimos um pro outro e fomos conversar sobre a faculdade que eu iria fazer.



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