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História Meu pedacinho de céu (Chanbaek) - Capítulo 16


Escrita por:


Notas do Autor


E aqui damos início a nossa trama, espero que estejam gostando da fanfic. ❤️❤️
Não se preocupem, essa autora aqui está melhorando com suas artimanhas e não irá fazer a história virar um Flash da vida, teremos muitos capítulos ainda, e sim! A fanfic não tem máximo de capítulos, ou seja dependerá do desenvolvimento e da sofrência (brincadeira) de vocês. Beijos no coração! 💜💜

Capítulo 16 - O estranho lado do amor


Fanfic / Fanfiction Meu pedacinho de céu (Chanbaek) - Capítulo 16 - O estranho lado do amor

Meu Pedacinho de Céu

Capítulo.16 O estranho lado do amor 

Haviam se passado cinco dias, Baekhyun rebolava no colo de Chanyeol enquanto este apertava a bunda farta do menor, o fazendo acelerar os movimentos, suas bocas juntas se beijando, os lábios de Baekhyun estavam inchados e avermelhados, e o corpo completamente marcado.

— Te amo, — disse Chanyeol se afastando. — te amo, te amo. — repetia enquanto dava selinhos na boca do ômega. 

Baekhyun então gozou sujando ambos os corpos e sorriu, a dor finalmente havia passado e o nó do alfa inchou dentro de si o atando. Encarou os olhos escuros do alfa, e acariciou o rosto do mais velho.

— Eu odiava lembrar dos meus cios, mas agora quero sonhar todos os dias com ele. — disse o ômega, passando a língua no canto da boca do Park.

— Pois não será necessário um cio amor, posso fazer você sentir isso todos os dias. — disse o alfa.

— Minha mãe dizia que minha obrigação era satisfazer o meu alfa, ela dizia que um alfa é viciado em sexo e se ele quiser, não posso negar. E antes do meu cio, você me pediu para — Olhou para baixo envergonhado.

— Para fazermos amor, é isso que eu quero, fazer amor com você Baekhyun, você não é um objeto, — Tocou a bochecha do menor. — você é uma fonte de sentimentos, depois de tantos anos conseguiu despertar em mim um amor tão forte. — beijou os lábios do ômega. — Te quero para sempre. 

— Você é o alfa dos meus sonhos. — disse Baekhyun chorando.

— E você é o ômega dos meus sonhos. — respondeu Chanyeol lhe abraçando. — Baekhyun, só te peço uma coisa.

— O que? — O loiro olhou dentro dos olhos do moreno.

— Jamais, em hipótese nenhuma minta para mim, seja sempre sincero comigo. — pediu o alfa.

— Eu prometo. — Se encontrou no ombro do mais velho. — Taeyong vai chegar a qualquer momento, vamos limpar essa bagunça. — disse se levantando do colo do maior.

— Nada disso, vai descansar meu amor. — disse Chanyeol.

[...]

Chanyeol limpou toda a bagunça do apartamento, principalmente do quarto já que Taeyong vivia indo lá de surpresa. O cheiro de Baek havia diminuído devido a marca e agora tinha o cheiro de um omega comum.

Do lado de fora do condomínio, Binnie e Taeyong desceram da van da escola, a ômega pegou Taeyong no colo o levando para dentro.

— Babá, você promete que nunca vai me deixar? — perguntou.

— Prometo meu amor, você é como um filho para mim. — disse sorrindo.

Logo estavam em frente ao apartamento do Park, destrancou a porta e Taeyong desceu, correndo para dentro. Binnie estranhou o fato do apartamento está "brilhando" de tão limpo.

— Olá Binnie, se divertiram? — Chanyeol apareceu na sala.

— Por favor, me diz que você não cometeu nenhum assassinato? — disse ainda surpresa pela limpeza.

— Claro que não, nona — riu. — Baekhyun entrou no cio logo depois de vocês saírem.

— Está explicado, mas como ele está? — perguntou preocupada.

— Está descansando agora. — respondeu.

Ouviram um barulho vindo da varanda e ao idem lá viram o vidro da porta trincado, Taeyong a abriu de uma vez, a fazendo bater com força contra o batente e o vidro trincou.

— Bebê, o que o papai já disse sobre a porta da varanda? — perguntou ao menino.

— Mas eu tava com saudade do EuBin. — disse fazendo manha, enquanto acariciava a barriga do cachorro.

— Eu sei meu amor, mas tem que ter cuidado. — disse para o menino. — Bom, eu já estou indo.

— Mas já papai? — perguntou o menino querendo chorar.

Chanyeol se abaixou e estendeu os braços para o pequeno, Taeyong foi até o abraçando.

— O papai promete que vai levar você no parque no fim de semana. Tudo bem? — perguntou.

Baekhyun apareceu na varanda já vestido e com o aparelho nas pernas, encostou no batente olhando para Chanyeol e Taeyong se abraçando.

— Omma! — gritou o pequeno correndo até Baekhyun. — Me leva pra passear hoje?

— Ah, se o seu pai deixar. — disse olhando para o Park.

— Você quem decide, te amo. — deu um beijo na testa do ômega. — Até mais tarde.

— Então, vamos? — Taeyong encarava Baekhyun na expectativa.

— Tudo bem vamos. — disse sorrindo.

— Vou pegar a coleira do EuBin. — Correu.

Binnie apareceu em seguida se aproximando do loiro.

— Ele realmente ama você, por favor não o magoe. — pediu a ômega.

— Não se preocupe Binnie, vejo o Tae como um filho. — respondeu. 

[...]

 

O lugar era completamente verde com várias árvores, e um parquinho no meio com vários brinquedos e crianças, Taeyong assim que avistou saiu correndo junto se EuBin.

— Taeyong espera, eu não consigo correr. — disse Baekhyun, tentando andar mais rápido.

Se encostou em uma árvore e ficou admirando Taeyong brincar na areia junto de outras crianças e EuBin, o cachorro corria puxando o pequeno ômega junto e acabam caindo e rolando, ficando completamente sujo. Baekhyun sorriu, jamais imaginou cuidar de uma criança, e muito menos ter a marca de um alfa.

— Ei você. — Uma voz feminina chamou o ômega.

Baekhyun se virou para ver quem o chamava, todavia acabou recebendo um tapa no rosto, levou a mão até o local atingido e encarou o autor daquela agressão.

— Eu vou transformar a sua vida em um verdadeiro inferno! — Cristal ergueu a mão novamente, porém Baekhyun agiu mais rápido segurando o braço da loira, e lhe acertando um tapa com a mão livre.

— Não encoste em mim novamente, não tenho medo de você Cristal. — disse Baekhyun.

— Pois devia ter, Chanyeol não sente nada por você, aposto que está contigo apenas por pena, caso contrário já estaria na rua. — disse. — Quem ele ama de verdade sou eu, e sempre amará.

— Pois se ele te amasse de verdade, teria lhe marcado e pelo que sei, isso não aconteceu. — disse Baekhyun rindo da cara da ômega. — Chanyeol me ama, e isso é a prova. — Puxou a blusa que usava, expondo a marca recém feita em seu pescoço.

— Isso só pode ser mentira, ele nunca se envolveria com um, — Hesitou por um instante.

— Um o que? Fala! Um omega deficiente é isso? — ditou Baekhyun. — Pois saiba que o meu físico não importa, eu o amo e ele me ama pelo que sou. Com licença.

Antes que conseguisse se virar, Cristal agarrou seu braço com força.

— Guarde minhas palavras, eu não entro em jogo para perder. — disse ameaçadora.

— E muito menos eu. — respondeu e puxou seu braço do aperto, indo até o parquinho onde Taeyong estava.

[...]

Yifan deu alta a Zitao e o levou para sua casa, ao chegarem tratou de carregar o menor até o quarto.

— Não precisava disso tudo, já me sinto bem. — disse Zitao sorrindo.

— Precisamos conversar meu amor. — disse Yifan se sentando ao seu lado na cama.

— Aconteceu alguma coisa? — perguntou Zitao preocupado.

O Wu segurou a mão do menor e a beijou, em seguida se aproximou mais.

— Fizemos vários exames em você, como sabe teve um aborto retido, e devido aos traumas que você viveu, e a marca forçada, o nervosismo, a rejeição e uma nova marca em você, isso tudo afetou você. — disse suspirando. — Não só psicologicamente, mas fisicamente e é quase cem por cento certeza que você fique… fique estéril. — Hesitou em falar com medo da reação do ômega.

Zitao encheu os olhos de água e puxou sua mão de volta, se afastou para trás deitando-se e afundando o rosto no travesseiro.

— Zitao eu — O alfa não sabia o que dizer. — talvez com um tratamento, essa situação possa ser revertida mas temos que esperar a sua melhora.

As lágrimas caíram molhando o travesseiro e o ômega se permitiu chorar.

— Me deixa sozinho. — pediu.

— Meu amor. — Yifan se deitou atrás do menor e tocou em seu braço. — Eu estou com você, não quero que sofra.

— E como quer isso? — perguntou Zitao soluçando. — Não vou poder te dar um filhote, com certeza deve está arrependido de ter me marcado.

— Nunca! — respondeu o Wu. — Não me arrependo, a única coisa no qual me arrependo é de ter te mandado embora, pois por minha insegurança isso tudo aconteceu. Quero você aqui comigo, não precisamos de um filhote para ser feliz, eu já tenho você meu amor.

O ômega se virou e abraçou o alfa.

— Obrigado. — disse sorrindo.

Em outro lugar 

Cristal estava disfarçada, com muito cuidado entrou em uma casa, sendo acompanhada por dois alfas que julgava ser os capangas do tal "imperador".

— A que devo a honra da sua visita Cristal? — perguntou um alfa de forte presença.

— Quero me livrar de uma pessoa. — respondeu, jogando uma pasta na mesa do homem.

O alfa de olhos únicos e sorriso quadrado, pegou a pasta nas mãos e abriu vendo as várias fotos e informações.

— Um omega lupus, seria um desperdício. — disse para a loira. — Não.

Cristal bateu as mãos na mesa e encarou o alfa de cabelos pretos.

— O pegue para você, faça o que quiser, você é um lúpus, pode anular a marca dele. — disse furiosa. — Mas eu não o quero em meu caminho, você é poderoso, tem o mundo nas mãos então me faça esse favor.

O alfa se levantou da cadeira e deu a volta na mesa, ficando em frente a ômega.

— Disse bem, sou poderoso e não um assassino. — disse o alfa. — Esse ômega tem futuro.

— Eu te devolvo o seu filho. — disse Cristal.

— O meu filho? Não envolva essa criança no meio de suas tramóias, ele não tem culpa de você ser uma vadia — disse o alfa.

— Faremos o seguinte…. 

[...]

— Omma, omma. — Taeyong veio correndo em sua direção e por incrível que pareça com um carrinho de bebê e EuBin o acompanhando.

— Ah, Taeyong de onde você tirou esse carrinho? — Olhou dentro vendo que tinha um bebê dormindo. — Tem um bebê aí dentro.

— Olá, não se preocupe, ele pediu para empurrar um pouco e eu deixei. — disse a ômega se aproximando. — Prazer Wendy.

— Prazer, Baekhyun. — sorriu para a ômega. 

— Taeyong conseguiu colocar o meu bebê para dormir, Jaehyun é sempre tão espoleta mesmo sendo tão pequeno. — disse a Wu.

— Que vergonha, eu só me virei por dois segundos e ele me aparece com um bebê. — disse sorrindo.

— Tudo bem, e você tem filhos? — perguntou Wendy.

— Não, não biológico. Taeyong é meu menininho. — disse, vendo o ômega o abraçar. — E eu daria minha vida por esse pestinha.

— Crianças são bençãos, Jaehyun não nasceu de mim mas sinto como se tivesse. — respondeu.

— Preciso ir, está ficando tarde. — disse Baekhyun pegando na mão de Taeyong. — Foi um prazer.

Baekhyun segurou firme na mão de Taeyong enquanto voltavam e RuBin era segurado pelo pequeno ômega. Enquanto isso, de longe Baek era vigiado, tendo várias fotos sendo tiradas de si.

— Realmente, uma obra de arte. — disse o desconhecido.


Notas Finais


Espero que estejam gostando da fanfic.
Meu pedacinho de céu se tornou uma história muito importante para mim, agradeço a todos vocês pelo apoio, pelos comentários, pelas críticas construtivas, por tudo meu amores. ❤️❤️
Eu sempre leio os comentários, as vezes demoro responder mas é porque eu não sei bem o que dizer a vocês.


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