História Meu pequeno Baby Boy - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Babyboy, Daddy, Daddykink, Gay, Lemon, Long-fic, Romance, Viadagem, Yaoi
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Palavras 2.835
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olha eu aki de novo
Turu baum?
Espero ki sim :3
Eu tbm naum sei pq tô postando hoje de novo

Intaum...
Espero ki gostem~

Na foto: Tamotsu ;u;

Capítulo 3 - Brincando com o Daddy


Fanfic / Fanfiction Meu pequeno Baby Boy - Capítulo 3 - Brincando com o Daddy

POV: Makoto

Terça-feira, 18:20

 

Irmão? Eu não sabia que o Yuki tinha um irmão. E também, acho que quase ninguém sabe nada sobre a família dele. Eu ficaria feliz se fosse só isso, mas pelo visto além de conhecer o irmão do Yuki, eu também vou conhecer uma nova maneira de ter um belo olho roxo.

 

–Sou o...

–M-Meu n-namorado! –Respondeu Yuki, que por sinal estava bem vermelho –E-Ele é meu namorado!

–Namorado? –O mais velho direcionou seu olhar, um tanto psicopata, em minha direção.

Obrigada Yuki, mas acho que agora sim estou fodido por completo.

 

Engoli seco e fechei os olhos. É hoje que volto pra casa de olho roxo, sem duvidas minha irmã vai me matar. Senti alguma coisa bem em minha frente, e ouvi alguém respirar bem fundo. Irei morrer? Caralho, mas eu fiz tanta merda. Então né, partiu inferno.

 

–P-Por favor... N-Não bate nele Onii-chan! –Ao ouvir a tão doce do meu Baby, tomei coragem e abri os olhos.

Onii-chan? O Yuki consegue ser fofo em tudo, não é?

–Tsc... –O mais velho cruzou os braços –Okay, mas só porque você pediu, Yuki...

 

Deus lhe abençoe Yuki! Não sei do que esse cara é capaz, e prefiro não saber. Senti a mãozinha do meu Baby – que estava bem quentinha – segurar a minha mão. Entrelacei nossos dedos, o fazendo corar. Começou a me puxar para os corredores, em direção ao seu quarto.

Claro, o olhar homicida do seu irmão era facilmente percebido, então parece que eu não poderei me satisfazer hoje, a não ser que eu queira levar pra casa um presente especial. Quando entramos em seu quarto, o pequeno trancou a porta. Suspirou e se sentou na cama.

E o que eu fiz? Fui me sentar em seu lado. Mesmo que fosse o momento perfeito, eu não teria a coragem de fazer “aquilo”. Isso porque, é bem óbvio que Yuki ia gemer alto demais, e não posso esquecer de que posso machuca-lo. E eu tenho quase certeza que o seu irmão está na porta, ouvindo tudo, ouvindo cada palavra.

 

–Por que disse que eu era seu namorado? –Sussurrei um pouco baixo. Não que eu não tenha gostado, mas sou desses, então não irei falar nada.

–E-Eu falei? D-Devo ter dito por impulso, d-desculpa... –Falou meio, se encolhendo por inteiro.

Por que o irmão dele não faz o favor de sair da porra da porta?

–Não me importo. Mas, somos namorados? –Arqueei a sobrancelha, o fazendo corar agressivamente por causa da pergunta.

–B-Bom... N-Não sei...

Senti uma leve dor no peito. Como ele não sabe? E por que doeu ouvi-lo dizer isso?

–Hum... –Olhei para o teto tentando me distrair, e fingir que não estava interessado.

 

Fiquei pensativo. Yuki e eu apenas nos beijamos uma vez, e não fizemos nada, por enquanto. Talvez estejamos namorando, certo? E também, namorar o Yuki... Seria divertido? Fico pensando em como deve ser ter um relacionamento, já que eu nunca tive.

Eu não quero machucar meu Baby Boy, mas também não quero e não posso ficar longe dele. Eu sinto um vazio quando estou longe do meu Baby. Não consigo imaginar viver longe ou até mesmo sem ele... Isso seria terrível.

 

–Makoto-san? –Perguntou ao ver meu silêncio.

–Yuki... –O puxo para meu colo, o fazendo corar de maneira que o deixou bem fofinho –A partir de hoje, eu serei seu Daddy. Deve me chamar assim a partir de hoje certo?

–T-Tá... –Respondeu com a voz um pouco trêmula, talvez eu esteja duro, e só ele percebeu.

–Você só pode me chamar assim quando estivermos a sós, pode me chamar normalmente na frente dos outros. E claro... –Aperto um pouco sua cintura –Deve me obedecer, entendeu?

–S-Sim...

 

Ele estava tão vermelho, parecia um tomate, porém era tão fofinho. Sem nem mesmo perceber, senti uma leve ereção. Eu poderia pedir para que ele me aliviasse certo? Não sei se quero fazer isso... Não agora.

Só que é difícil. Vê-lo tão indefeso, me possibilitando de ataca-lo a qualquer instante, sem ninguém para atrapalhar. Seu corpo, tão frágil. Acabo mordendo os lábios com um pouco de força. Eu preciso desse garoto, na cama, agora.

 

–M-Makoto-san? –Me chamou um pouco baixo.

–Me chame de Daddy, já disse. –Como castigo, dei um tapa em uma de suas nádegas fazendo-o gemer de dor.

–D-Daddy... d-desculpe!

–Tudo bem Baby... Mas será castigado...

 

E foi tudo que eu disse antes de retirar minha camiseta. Comecei a morder e mordiscar seu pescoço, de forma, agressiva...? Ele gemia de dor, provavelmente estou o machucando, mas é maravilhoso. Sua pele é tão macia e delicada, não possui nenhuma marca. Que vontade de marca-lo...

Depositei um chupão forte e meio violento em seu pescoço. Lambi meus lábios e observei o local, com certeza ficará uma marca roxa amanhã. Este Baby já tem dono. Senti ele se arrepiar assim que eu retirei seu moletom.

Além de ele ter ficado assustado – por minha causa –, ele também ficou com medo. Abraçou seu próprio corpo, o escondendo de mim. Me desculpe, era tudo que eu queria dizer, mas alguma coisa me impedia e vontade de me satisfazer apenas aumentava.

Voltei a morder e chupar seu pescoço, com a mesma agressividade de antes. Ele gemia de dor e pedia um pouco baixo para que eu parasse com aquilo, pois eu estava o machucando. Eu não queria ouvi-lo, só queria me satisfazer, só queria...brincar?

–D-Daddy...p-para... –Pediu com uma voz chorosa.

Meu corpo pedia desesperadamente por aquilo. Meu membro estava muito duro, era doloroso mantê-lo dentro da calça. Era uma sensação horrível e insuportável. Retirei a cueca box do menor e a joguei em um canto qualquer do quarto.

Apertei com força sua bunda, e pra piorar dei alguns tapas na mesma. Eu quero parar, estou o machucando, por que não consigo? Eu preciso parar!

 

 

Tempo antes...

POV: Kim

Terça-feira, 18:00

 

O que eu estou fazendo? Sei lá. Estou simplesmente parado na rua sem fazer merda nenhuma. Talvez eu devesse ter trago o Makoto, ele sempre tem uma ideia retardada e divertida, mas acho que se ele tivesse aqui, taria puto comigo por fazê-lo segurar vela por tanto tempo.

Respirei fundo e comecei a andar. O jeito é voltar pra casa e aturar o velho. Sinceramente, que dia de merda. Katie é mais uma dessas, digamos que ela é uma “puta”. Me chamar pra sair e ficar dando em cima de outros caras, na minha frente? Porra.

Continuei andando até chegar à casa do nosso lindo...representante? Ah, essa é a casa do nosso lindo e gostoso representante de turma. O carro estava em frente a casa, ele provavelmente já chegou do colégio. Querido Senhor Tamotsu, vou te fazer uma visitinha.

 

Caminhei até sua porta todo alegre, e bati na mesma, várias vezes. Acho que ele vai reconhecer, não é? Com certeza ele vai, não é a primeira vez que eu venho aqui. Conheço sua casa muito bem, sei onde fica cada cômodo de sua casa. Até porque eu já vim aqui outras vezes.

Escutei ele destrancar a porta e abri-la, me fazendo abrir um sorriso enorme. Quanto tempo eu não venho até aqui? Marcávamos de nos encontrar toda semana, todo dia, no mesmo horário.

 

–Senhor Tamotsu, quanto tempo... –Entrei em sua casa sem nem mesmo ser convidado. Fui retirando meu casaco e o jogando em qualquer lugar.

–Kim? O que você tá fazendo aqui? –Perguntou enquanto fechava a porta e me olhava de forma séria.

–Não fale assim... Por acaso não sentiu minha falta? –Sentei no sofá e cruzei as pernas –Senti sua falta, senti falta de tudo...

–Pare de mentir... –Revirou os olhos. Daddy, assim machuca!

 

Resmunguei alguns palavrões antes de retirar minha camisa, expondo algumas das minhas tatuagens. Odeio quando ele faz isso, odeio quando esse idiota me ignora e se faz de difícil, isso me irrita pra caralho!

O maior caminhou para trás de um balcão e de lá retirou uma garrafa de uísque e mais dois copos. Não posso beber, mas e daí? Ninguém vai saber, a não ser que ele conte pra alguém. Levantei do sofá, deixando minha calça cair um pouco, expondo minha cueca vermelha.

 

–Se arrume pelo menos... –O mais velho diz, enquanto enchia os dois copos com a bebida.

–Você olhou, não foi? –Sentei em cima do balcão e peguei um dos copos –Ainda gosta daquilo?

–Não... –Começou a beber, enquanto me olhava pelo canto do olho. Ele ainda gosta de mim..?

–Não negue! –O puxo, fazendo-o ficar entre minhas pernas.

 

Eu acabo, sem querer, o fazendo derramar um pouco de uísque em meu corpo. Ficou totalmente derramado sobre meu abdômen, o que me deixou desconfortável, até claro eu notar seu olhar. Se não o conhecesse muito bem, eu não saberia que aquele olhar era malicioso, cheio de segundas intenções.

 

–Gosta de me provocar, não é? –Falou enquanto desabotoava sua camisa. Awn, Daddy, você não sabe como.

–Adoro... –Sussurrei em seu ouvido.

 

Senti sua língua quente passar em meu pescoço, e descer até meus mamilos. Ali não estava sujo, mas não posso reclamar, estou adorando. Senti seus lábios macios beijarem meu mamilo direito, enquanto com a outra mão estimulava o outro. Comecei a gemer ao senti-lo chupar...aquilo.

 

–Que garoto rápido, estão durinhos... –Continuou lambendo, mordiscando e até mesmo chupando meu mamilo. Aquilo só me fazia gemer mais alto, e ele adorava ouvir meus “barulhinhos” –Kim, você está duro...

 

Sussurrou em meu ouvido, me fazendo ter sérios arrepios. Me assustei ao senti-lo colar sua ereção a minha. É tão bom e delicioso senti-lo dentro de mim, eu senti falta disso. Eu nunca levei jeito pra ser ativo. Começamos a gemer e arfar assim que o maior começou a esfregar nossas ereções.

 

–A-Awn... D-Daddy... Q-Que gostoso... –Gemi manhoso, o fazendo ficar ainda mais excitado. Sinto falta dos castigos do Daddy...

 

Daddy está bem duro, do jeito que gosto. Só não sei se terei leitinho pra dormir hoje. Bem provável que quando eu pedir leitinho ele vai dizer que amanhã temos aula, por isso odeio fazer sexo com ele em dias da semana. Ele pode ser sexy e tarado do jeito que eu gosto, mas seu lado “responsável” fala mais alto.

 

–D-Daddy... M-Me fode logo! –Pedi quase que em desespero.

–Shh... Amanhã tem aula...

 

Estava sendo doloroso, meu membro estava sendo machucado, eu precisava retira-lo dali, mas eu sei que pedir para que ele entre em mim será um dum puta sacrifício. Ou não. Senti ele me virar de costas e deitar meu corpo no balcão.

Com força e – um pouco, bem pouco – carinho segurou meus quadris e fez com que eu empinasse para ele. Abaixou minhas calças juntamente com a minha cueca. Mirou seu olhar pervertido e sádico para minha bunda.

 

–Branquinha e sem nenhuma marca... Guardou-a pra mim, Baby?

–S-Sim...

 

Senti ele depositar um tapa na mesma, me fazendo arquear as costas. Não era tão doloroso como antes, ele bateu de leve, porém ainda dói, pois faz meses que não fazemos. Ele continuou a dar mais tapas, um atrás do outro. Eram fortes e agressivos, chegavam a ser extremamente violentos, mas eram deliciosos. Em resposta, eu simplesmente gemia manhosamente.

Eram gemidos de dor e prazer, totalmente misturados. Prazer e ódio.

Era tão gostoso.

 

–Baby... Você é tão apertadinho...e quente.

–P-Para de falar...c-continua...

 

Mordi os lábios com força ao ouvir o barulho do zíper, ele finalmente sacou seu amiguinho pra fora. Comecei a arfar, eu ainda não havia me recuperado totalmente dos tapas, mas tudo bem. Mesmo que minha bunda ainda estivesse dolorida eu ainda necessitava daquilo. Ser masoquista é magnífico não?

Ignorei completamente a dor de antes, pois agora estava focado completamente na dor que estava sentindo ao sentir o Daddy novamente. Era tão grande e grosso, doía muito. E pra terminar de foder tudo, ele se esqueceu de me preparar, esse filho da puta.

 

–D-DEVAGAR, M-MALDITO!

 

Joguei a cabeça para trás ao o sentir entrar com força e vontade. Ele conseguiu entrar por completo. Era doloroso, mas era incrível como algo tão grande entrou dentro de mim. Ignorei a dor ao senti-lo acertar meu ponto.

Se doeu?

Claro que doeu porra! Olha o tamanho daquilo, entrar em mim completamente e ainda acertar um ponto sensível... Ele foi com força, e forçou bastante para conseguir. Eu conseguia sentir minha entrada contrair seu membro. Nem meu próprio corpo ajuda!

Sentir aquele membro, grande e quente, latejando dentro de mim era estranho. Me desacostumei com facilidade. A culpa dele! Anda tão ocupado ultimamente que não me dá mais atenção, tudo por causa do colégio.

 

–Quer que eu faça dentro de você? –Perguntou quase que em um sussurro, ele está envergonhado. Tão fofo.

–Q-Quero... –Tentei falar entre gemidos e suspiros abafados.

 

Ele começou a estocar mais forte, e claro, com mais rapidez. Tentava aprofundar os movimentos, tentando alcançar meu ponto fraco. Apertava com força meus quadris, e às vezes batia em minha bunda. Comecei a rebolar em seu membro, por mais que doesse um pouco.

Os gemidos de dor voltaram, e dessa vez ainda mais altos. Me contorci um pouco, era doloroso. De repente percebi os movimentos ficarem um pouco lentos, ele estava também diminuindo a velocidade. Acho que estava tentando diminuir a dor, como quase sempre faz quando percebe que está doendo.

 

–Estou te machucando...? –Perguntou com seu tom de voz rouco e sexy, era possível notar sua preocupação.

–E-Está... M-Mas c-continua...

 

Ele se assustou no início. Daddy não está tão acostumado com meu jeito masoquista. Ele continuou, e após perceber que eu estava realmente amando sentir dor, ele começou a estocar ainda mais forte, de forma ainda mais agressiva. Segurou meus braços, e juntos meus pulsos passando a segurá-los com uma única mão.

 

–A-Ahn... D-Daddy...

 

Estava me prendendo, talvez porque achasse que eu poderia me debater, ou até mesmo tentar fugir dele. Mas aquele jeito do Daddy me enlouquecia de todas as formas. Quando seu membro voltou a latejar, de maneira mais intensa que antes, fechei meus olhos.

Gemi bem alto ao sentir nossos orgasmos chegando. Quando o senti me preencher, gemi baixo, de forma manhosa. Eu acabei sujando uma parte da bancada, espero que ele não fique bravo. Era tão gostoso. Retirou seu membro de mim e caiu sentado no chão, pelo visto não fui só eu que gostei disso. Desabei e caí no chão, tentando usar o restante de minhas forças para deitar em seu colo. Estávamos tão ofegantes, foi maravilhoso.

Quando ele começou a rir, senti vontade de enchê-lo de tapas.

 

–Pare de rir! –Dei um tapa em seu rosto, mas não consegui bater forte, e também eu só estava brincando.

–Não consigo, você fica muito fofo. –Pegou os copos em cima do balcão e a garrafa de uísque.

–Promete pra mim, que esse teu pau, só entrou e só vai entrar em mim? –Forcei uma cara irritada, o que o fez rir.

–Hahaha...Que pergunta é essa? –Disse entre risadas. Porra, eu não to brincando.

–Promete? Se não me responder eu juro que te castro. –Ameacei.

Não sou uma puta pra ficar dando pra ele enquanto ele come outras. Ou é só meu, ou não teremos nada!

–Tsc... Prometo. E você? Promete que só vai dar pra mim? –Agora entendi o motivo pelo qual riu. Eu também senti vontade de rir, mas ignorei e tentei manter a calma.

–Não sei... –Brinquei e ri ao ver sua expressão. Ele fez bico, e parecia irritado –Mentira, eu prometo sim, amor...

 

Quando o vi corar senti meu coração disparar. Meu Daddy envergonhado e até mesmo corado? Que surpresa maravilhosa. Finalmente aconteceu um milagre. Continuamos conversando e bebendo como estávamos fazendo antes, a diferença é que às vezes eu reclamava de dor. E claro, ele ria de mim. Só tava rindo porque não era ele que foi literalmente partido ao meio.

O meu hálito era puro álcool, eu já estava ficando até zonzo. Parece que estou ficando bêbado, mas também não estou acostumado a beber, então era de se esperar. Depois de recuperar minhas forças, sentei no colo do Daddy. Ele arqueou a sobrancelha e fez uma cara do tipo “O que você tá fazendo?”.

 

–Você está bem? –Perguntou enquanto fazia carinho na minha bochecha.

–Estou... Claro que estou... –Mordi os lábios e o beijei.

 

Claro que o assustei, quase nunca eu faço isso. Depois de um tempo ele finalmente retribuiu o beijo, que no início foi até calmo. Quando aquele beijo passou a se tornar mais intenso, senti as mãos do Daddy em minha cintura. Pedi passagem e o mesmo cedeu na mesma hora.

Nossas línguas batalhavam por espaço e por quem ficaria no comando. Explorei cada canto de sua boca, que por sinal não era muito grande. Uma mistura de saliva e álcool. Era algo definitivamente delicioso. Separei nossos lábios, eu estava bastante ofegante, nós dois necessitávamos de ar.

 

Por quanto tempo durou esse beijo?

Meu Deus, eu tô fodido, e das duas formas. Primeiro minha bunda tá doendo pra caralho, e pra piorar amanhã tem aula.

Mas a pergunta que realmente tá me fazendo entrar em pânico é:

 

Como eu vou explicar pro meu pai minha demora?

 

 

 

 

 


Notas Finais


Primeiro de tudo: O Kim é um puta dum masoquista, intaum né?
Tô pensando ainda se ele vai realmente fazer algo com a Katie ou terminar com ela
E como a vida do Kim naum é boa e eu sou um anjinho... :)
Tô pensanu tbm em traição :)
Talvez não seja bem isso, é algo por aí
Só vou dizer isso: Alguém vai ser atacado pelo professor bunitaum e pela Katie tbm
Mas voltando a falar do Makoto
Talvez aconteça algo, e se acontecer...
Eu vou ser boazinha, eu juro :3
Não confiem em mim, mas eu amo vocês~

Aaaah.... Sobre o pai do Kim, ele é um homofóbico
Mas ele naum vai atrapalhar nada, por enquanto :">

Bem,
Qualquer erro me avisem
Espero que tenham gostado~
BEIJINHOS DE CHOCOLATI~!!!

(Obg pelos 40 favoritos ;u;❤❤❤❤)


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