História Meu Porto Seguro - Wincest - Capítulo 7


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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Dean Winchester, John Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Supernatural, Weecest, Weechester, Wincest
Visualizações 319
Palavras 3.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


IMPORTANTE: Tem sexo heterossexual nesse capítulo e eu sinto que devo desculpas para algumas pessoinhas aí, já que é uma fic gay e muita gente tem ciúme dos meninos com outras pessoas (ahhahahahah), mas não pude fazer muita coisa, a não ser tentar n entrar muito em detalhes nessa questão, pois essa parte é importante no capítulo. Sorry.

[OBS: relação sexual - heterossexual e linguagem imprópria]

Capítulo 7 - Depois de Flagstaff - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Meu Porto Seguro - Wincest - Capítulo 7 - Depois de Flagstaff - Parte 1

Seus poros estavam dilatados e ele transpirava em excesso devido ao esforço físico. Seus dedos cálidos, porém com uma delicadeza única, apertavam as laterais da cintura do corpo em movimento encima de si. Provavelmente marcas de digitais tingiriam a pele cor de oliva da garota mais tarde, contudo, neste exato momento, não era algo que importava realmente.

Não importava a temperatura lá fora, se seus corpos colidindo estavam quase ebulindo tamanho calor que compartilhavam. Era deveras quente; uma fervura que em qualquer outra situação seria vista como incômodo. Mas não ali, naquele instante de prazer mútuo.

A arte carnal e universal do sexo. Dean a compreendia bem demais para sua idade. Ele usava e abusava de sua formosa fisionomia e lábia, para conseguir uma noite como aquela. Bem, noite seria a palavra errada para classificar o período daquele dia, já que encontravam-se as duas da tarde.

Lábios finos, cabelos castanhos escuros e num corte Chanel, pele alva num corpo esguio e sem muitas curvas. Essas eram as classificações da garota que subia e descia em movimentos ritmados, com joelhos dobrados em ambos os lados do corpo do loiro. Ela se deliciava no próprio ato, conduzindo suas mãos pelo corpo maleável, apalpando seios e abdômen, até que, para acelerar o ritmo, apoiou ambas as mãos no tórax repleto de sardas na pele alva.

O pouco de autocontrole que sobrara em Dean, findou-se com os movimentos acelerados em seu membro ereto. Ele sempre fora gentil no início, todavia em determinado momento, nem sua força de vontade vencia seu instinto. Ele precisava de mais; desejava estar fundo na maciez daquelas paredes almofadadas e quentes, que lhe sugavam para dentro com precisão.

Sem aviso prévio, desconectou seus corpos, ouvindo lamúrias da jovem, para então posiciona-la a sua frente. Hannah – esse era o nome dela, não que Dean fosse, de fato, lembrar-se por muito tempo –, espalmou as duas mãos nos lençóis amassados e separou os joelhos na cama. Essa era a deixa que o loiro aguardara tortuosamente. Segurando o membro pela base, conduziu-o para o interior de prazer utópico. Por dentro era quente, molhado e exercia uma pressão além do descritível ao adornar o contorno do falo, causando a fricção tão desejada no deslizar.

Tudo ao seu redor era ignorado, pois nesse momento seus movimentos tornaram-se fortes e precisos, e por mais que não pudesse ter a rapidez e tamanha força ao mesmo tempo, conseguira conciliar uma boa velocidade no movimento brusco e potente.

O coração acelerado, enviava o sangue para as diversas áreas do corpo, enquanto hormônios como dopamina, serotonina, endorfina e noradrenalina atuavam em quantidades exorbitantes, nublado pensamentos secundários.

Desde que Dean entendera o que sentia pelo irmão mais novo, sua primeira atitude fora a negação e esta permanecera até o período atual. Mas o sexo pode ser traiçoeiro para o ser humano e suas inibições e preocupações tendem a se dissipar nesse momento, fazendo com que o indivíduo não tenha tanto controle sobre as próprias linhas de raciocínio.

Hannah era de fato uma menina bonita, contudo o loiro não costumava optar pelo estilo que a garota se encaixava. Então, o que o levara a ter vontade de compartilhar sua cama com a jovem? No fundo de sua mente, a lógica gritava a resposta, porém o consciente, obediente à negação implantada, desconsiderava a verdade.

Ela lhe lembrava Sam.

Entretanto, sua mente estava sobrecarregada demais para tentar relutar a vontade de ceder aos próprios pensamentos errôneos, direcionados ao irmão. E, principalmente naquela posição, observando a linha da coluna desenhada nas costas da garota de pele quase morena, ele não se negou.

Pela primeira vez desde que a verdade nua e crua tirou sua paz familiar, ele se permitiu sonhar acordado. Já não era mais a garota Hannah, recepcionista do hotel que eles haviam se hospedado, que gemia com os movimentos erráticos.

Era seu Sammy. Seu irmãozinho de doze anos. E se ele não estivesse vivendo o momento tão intensamente, iria se condenar ao buraco mais fundo e desprezível do inferno por aquele pensamento.

Mas os cabelos lisos e castanhos serpenteavam pelos os ombros e pescoço da garota a sua frente, enquanto seus seios eram escondidos pelos braços ao lado do corpo, então sua mente vagou naquela perspectiva até que suas investidas estivessem fortes o suficiente para Hannah ter que segurar na cabeceira, outrora bateria sua cabeça na mesma.

Dean não se lembrava da garota tímida que lhe sorriu por detrás do balcão na recepção. Ela era agora o pequeno Sammy, gemendo seu nome em alto e bom som, sofridamente. O loiro segurou firmemente a cintura do corpo suado a sua frente e, surpreendentemente para a jovem, elevou a velocidade das estocadas, numa penetração deliciosamente animalesca.

Depois do evento ocorrido, não demorara muito para ambos atingirem o ápice, em momentos distintos. E mesmo querendo desesperadamente chamar pelo nome do menino que entorpecia seus sentidos e causava-lhe sonhos eróticos, limitou-se a banhar somente sua mente com a palavra “Sam”.

Ele sabia que iria sentir uma culpa descomunal depois do que fizera, porém o agora era o que mais importava. E nesse momento ao seu lado não estava Hannah, dormindo tranquila, de bruços, virada para a outra extremidade da cama, era Sam. Seu Sammy.


°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°


Faziam duas semanas que Dean o havia encontrado na cabana em Flagstaff, para onde tinha fugido. E engana-se quem pensa que a situação tenderia a piorar depois do episódio. De fato, John havia ficado furioso com ambos os meninos, castigando Sam – obviamente não do mesmo modo que fez com Dean – e reforçando a ideia de guardião incumbida ao mais velho dos irmãos.

Dean parecia um gavião, com seus olhos implacáveis sobre o mais novo. O acompanharia até o banheiro se fosse preciso. Ia e vinha com Sam da escola – como sempre – e só descansava quando o pequeno já estava em sala. Claro que o moreno poderia cabular aula, porém a vontade de estudar do caçula era grandiosa demais para levar o primogênito a crer que ele fosse fazer algo do gênero – não que imaginasse o irmão como um santo, todavia sabia que este aproveitava os momentos que possuía, empenhado nos estudos.

Dean estava diferente, isso Sam precisava admitir. Aos poucos o mais velho estava mostrando traços do irmão atencioso e superprotetor que lhe guiara pelo caminho até o momento, variando entre ensina-lo, acompanhá-lo e observar seus passos pela sombra do pequeno. Sempre estaria o rondando, não importando a situação.

Sentira uma falta sem medidas da presença do outro. Tudo em Dean lhe era familiar, menos sua ausência e o caçula não estava disposto a aceitar o loiro longe de si. Queria respirar o mesmo ar, sentir o que o outro sentia, unificar-se para que jamais precisassem se separar novamente. Por isso demorara tanto para criar coragem e fugir, pois assim também fugiria daquele que mais estimava. E ele ainda só fizera tal coisa, devido ao afastamento de Dean. Sam via o irmão como o único motivo de permanência naquele meio.

A vida estacionada que levara durante as duas semanas de fuga, longe dos comandos gritados por um general inflexível – mais conhecido como John – trouxeram uma onda de paz e liberdade, que em seus curtos anos de cárcere da vida cheia de monstros e incertezas, jamais teve a oportunidade de presenciar. E mesmo sabendo que não duraria para sempre, se permitiu sonhar que era apenas mais um garoto normal se empanturrando de pizza fria, junto com seu cachorro.

Todavia, a presença quase sempre inexistente que o irmão lhe fazia, surgia falta nos seus dias de isolamento, quando nada mais lhe restava a não ser assistir filmes underground, brincar com Bones – seu cachorro de estimação, que conhecera numa noite chuvosa, quando este se abrigara da chuva na soleira da porta da cabana. Ele era uma boa companhia para momentos de vazio e melancolia, quando a saudade abatia o coração aflito do moreno.

Sam nunca pensara que sua estadia ali fosse permanente, do contrário, já esperara que cedo ou tarde alguém cruzasse seu caminho e o trouxesse de volta a realidade, está que jamais escaparia. Então, se fosse para ser arrastado para a vida na estrada novamente, que fosse pelo seu irmão, pois no fundo sabia que Dean, mesmo magoado ou enraivecido, entendia sua decisão.

Sam acreditava que o loiro tinha os mesmo pensamento furtivos, contudo, diferente do caçula, jamais abandonaria suas responsabilidades como caçador. Ele sabia bem que Dean jamais o seguiria nessa empreitada, pois essa era a única coisa que seu protetor não poderia fazer por si. E isso lhe partia o coração, já que esse era o maior anceio de seu coração. A vida normal.

A maior parte do tempo, Dean agia como se o que fizessem fosse o melhor trabalho e missão que alguém poderia receber. Se ele estava certo ou errado, dependia do ponto de vista, entretanto o denominador comum entre as diferentes perspectivas, era que havia muito sacrifício, de todas as áreas que um ser humano pudesse vir a ter. Abdicar de si mesmo, numa entrega por um bem maior; pelo extermínio do mal, indubitavelmente trazia uma carga que muitos não estavam preparados para carregar.

Essa era uma questão debatida por Sam. Ele poderia combater a besta que fosse com todo seu preparo, por mais que inicial, todavia não sentia prazer no processo. Ele almejava o que os jovens de sua idade se preocupavam. Era um sonho inalcançável ter somente problemas como bullying, anciedade para provas – coisa que ele jamais tivera, pois em seu cotudiano enfrentava coisas muito piores do que aritmética avançada – e ficar sem par para o baile – que provavelmente nem iria. Não que ele não acreditasse que as situações citadas fossem desconsideraveis, porém ele tinha a mente muito ocupada, se preocupando qual seria a próxima parte do irmão que remendaria com agulha velha e fio dental, depois da próxima caçada, ou se este sequer voltaria do inferno que se metera.

Mais um dos motivos pelos quais o caçula odiava o negócio da família. A insegurança por não saber o paradeiro daqueles que ama ou até o medo de morte destes mesmos. Mesmo discordando de muito do que John falava, o amava grandemente e não suportaria saber que este morrera, deixando-os órfãos de mais um genitor.

E ainda tinha Dean. Deus! Seu coração chegava a doer dentro da caixa torácica só de pensar na possibilidade de perde-lo. Uma coisa era separar-se dele por uma ou duas semanas – e mesmo assim sentia saudades –, outra, já completamente diferente, seria nunca mais olhar dentro dos cristais esverdeados por um brilho direcionado a si, que compunham os olhos claros do loiro. Jamais poder tocar a pele alva e manchada de cicatrizes, marcas de nascença e sardas, o despedaçavam só de imaginar.

Não queria se ver longe do irmão, por mais que sua ambição de uma vida comum gritasse dentro de si para se libertar. Como iria manejar não ter a pessoa que mais amava ao lado, mesmo com a vida tão almejada?

Não sabia se teria coragem de deixá-lo permanente.

Então, quando seguiu em silêncio até o Impala naquela noite, nem fez questão de questionar, pois sabia que se não fosse Dean ali, poderia ser alguém pior. Poderia ser algum caçador; uma criatura qualquer; John.

Seus pensamentos estavam tão lotados de devaneios que nem notara o modo quase cômico – se não fosse trágico – em que Dean andara. As esfoliações pelo corpo coberto por camadas de tecidos, eram disfarçadas pelas roupas, juntamente com ferimentos mais graves e arroxeados, que prejudicaram sua locomoção. Até mesmo dirigir tivera sido difícil.

Dean não se tornara uma flor do campo, por assim dizer, no quesito delicadeza. Mas Sam podia notar a diferença de personalidade. Sendo assim, mesmo se sentindo extremamente culpado por pensar tais coisas, acreditava que pelo menos de algo sua fuga tinha sido útil.


°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°


Houve um acidente na aula de química, sendo esta a última do seu horário, então Sam e os alunos da classe foram dispensados mais cedo. Ele poderia esperar pelo ônibus escolar ou por Dean quando fossem duas e meia da tarde – seu horário de saída –, mas resolvera ir para casa andando. Um tempo para seu cérebro respirar era tudo que ele precisava. Tinha que colocar seus pensamentos em ordem, contudo sem estresse.

Se o irmão estivesse em aula teria algum tempo no quarto sozinho por uma hora antes deste estacionar. Porém não fora surpresa ao chegar ao motel e encontrar o Impala estacionado em frente ao quarto, numa vaga do estacionamento.

Sam bateu na porta, entretanto não houve resposta. Tentou mais duas vezes com mais vontade, fazendo suas batidas contínuas serem ouvidas por um Dean mal humorado.

_Eu disse que não queríamos serviço de quarto, caramba! – disse o loiro ao destrancar a fechadura e abrir parcialmente a porta. Ele vestia apenas uma calça jeans aberta e aparentemente sem cueca. As chances da peça ceder a gravidade eram grandes, pois está não estava fechada devidamente. O choque inicial passou e Dean finalmente se tocou que a sua frente era o irmão mais novo, aguardando impacientemente que o primogênito desse espaço para ele entrar – Cabulou aula Sammy? – ele permanecia no caminho.

_Fui liberado. Algum idiota misturou os solutos errados na solução do experimento. A aula de química era a última, aí pude vir mais cedo. Me deixa passar, peso morto!

_Calma, calma, calma, Sam. Hey... – de repente, Dean se lembrou da garota em sua cama. Sam definitivamente ficaria bravo e as coisas tinham começado a voltar ao normal entre eles – S-só me dá dez segundos, okay? Eu preciso resolver uma coisa.

Sam pareceu notar finalmente a fisionomia do irmão. Dean tinha o cabelo levemente colado na testa e embaraçado. Não vestia camisa, nem sapatos; sequer meias. Seus rosto continha vestígios das marcas do travesseiro, que provavelmente tinha se forçado contra. Além da vermelhidão em algumas áreas.

O caçula teria observado mais detalhes, mas Dean fechou a porta rapidamente, antes que ele pudesse lhe dar uma resposta.

“1...”, o caçula contava mentalmente.

_Droga! Isso não vai prestar! – sussurrou Dean para si mesmo.

“4...”

_Okay, pensa, Dean!

“6...”

“Certo, roupas. Preciso das roupas dela. Cadê a porcaria da calcinha dessa garota?

“9”

_Acorda ela primeiro, idiota! Tenho que-

_10.

Sam estava virado na sua direção, perto da divisória entre a cozinha e o quarto. Seu olhar era inexpressivo. E essa era a pior reação que ele poderia ter, pois Dean sabia que quando seu irmão silenciava, queria dizer que estava usando todo seu autocontrole para não pular na sua jugular. O mais velho apenas esperou algum tempo por qualquer sinal vindo do outro.

_Foi por isso que você insistiu tanto em camas de casal?

_Sam...

_Cara, eu só... É o nosso quarto cara...

_Eu pensei que você fosse voltar só em uma hora...

_Pelo menos teve a descendência de usar a sua cama.

_Sammy, olha, eu não quis-

_Não quis o que Dean? Ham? Me desrespeitar assim? Seu imbecil!

_Porra, Sammy, eu não saía com ninguém há semanas! Não sou de ferro também!

_QUE SE FODA VOCÊ E SUAS TREPADAS PORRA! A GENTE TINHA UM ACORDO!

_QUE ACORDO? A GENTE JUNCA COMBINOU NADA! POR QUE É TÃO ERRADO EU TRAZER ALGUEM AQUI?

_POR QUE NÓS NÃO TEMOS GRANA PRA PAGAR DOIS QUARTOS SEU SEM NOÇÃO! E EU PENSEI QUE FOSSE ÓBVIO E NÃO PRECISASSE FALAR O QUÃO BABACA É TRANSAR NO MESMO QUARTO QUE EU TÔ! SE CHAMA BOM SENSO SEU IDIOTA! ESQUECI QUE TEM QUE ESCREVER PRA VOCÊ SEU RETARDADO!

_VAI SE FUDER TAMBÉM, SAM! VOCÊ E SUAS REGRAS QUE NINGUÉM COMBINA!

_QUER SABE-

_Dean? – a voz fina e sonolenta da garota assustada se fez ouvir no cômodo, calando os dois - E-eu não quis causar problema, só que eu não acho minha roupa íntima... V-você pode me ajudar, eu juro que vou embora logo depois...

_Ta vendo? Cê assustou a Anna!

_Hannah. – corrigiu ela.

_Isso... Hannah!

_Caralho, você é muito idiota, Dean. Escuta... Hannah... – disse Sam, direcionando-se para agarota enrolada nas cobertas – Eu... Pode procurar... O que tiver que procurar – tossiu –, eu vou dar uma volta. – avisou olhando Dean nos olhos. Aquela conversa estava longe de acabar. E com isso Sam saiu do quarto, dando a privacidade para os dois.

Algo engraçado naquela situação era que, Sam não se importaria se o caso ocorresse, de fato, com qualquer outra pessoa. Sua inquietude pelo ato era voltada exclusivamente para o caso de Dean. O irmão não tinha o direito de fazer sexo com alguém no mesmo lugar que ele dormia. Só parecia errado. E o moreno não estava entendendo porquê.

Talvez tivesse até rido do episódio se fosse com qualquer outro indivíduo, porém não com Dean.

Ele já tinha que aguentar quando o loiro cantava alguma garota no dia-a-dia. Mas aquilo já era demais. “Ele não tinha o direito de transar com ela ali. Não ali! No nosso quarto! Fala sério! Esse puto me paga!”

Por que lhe irritava tanto o acontecimento?

Era só mais um garota. Idai que foi na cama ao lado da sua? Por que lhe incomodava tanto saber que Dean tinha dormido com alguém? Seria isso? Sua perturbação era relacionado ao ato de Dean fazer sexo? Não poderia ser isso.

A explicação para sua atitude não era cabível. Mas Dean parecia ter entendido qual seria a reação do menor ao encontrar a garota e tratou de tentar esconder as evidências – falhando terrivelmente. Por que Dean sabia qual seria sua reação? Como?

Dúvidas... Dúvidas...

Seu consciente finalmente deixou que a resposta viesse a tona, só para negar em seguida. “Ciúme? Não, isso é ridículo! Nem faz sentido! Por que eu teria ciúmes pelo Dean? Ele é meu irmão. Que ideia idiota! Tem que ser outra coisa...”

Mas nada na sua mente parecia se encaixar como aquela resposta. “Será que o Dean pensa que eu tenho ciúmes dele? AI MEU DEUS! SERÁ QUE ELE PENSA QUE EU FIQUEI COM CIÚMES DA GAROTA? Eu preciso falar pra ele que não. Caramba! Ele deve estar tendo uma ideia muito errada dos fatos!”.

E com essa ideia na cabeça, Sam retornou para o motel, decidido a esclarecer todas as dúvidas presentes.



Continua...


Notas Finais


OBS: eu tentei usar um Gif nesse capítulo, porém não consegui. Se alguém quiser me dizer porquê eu agradeceria <3

Se eu deixei algum erro gramatical ou de continuação, não se acanhe em me avisar, eu não mordo (na maior parte do tempo... hahahaha)

Não era meu objetivo extender esse capítulo para uma segunda parte, mas aconteceram ALGUMAS coisas no processo e eu tive que fazer essa quebra.


Bye... =3


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