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História Meu Primeiro Amor - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


🎪₊˚ Segundo capítulo de MPA, espero que gostem!

‧₊˚ Capa temporária.
‧₊˚ Plot desenvolvido por mim! É de minha autoria, não aceito adaptações enquanto a fic não for terminada!

Capítulo 2 - 002


Park Jimin

Parei de stalkear e coloquei alguma música aleatória, se não nem engano uma do Mamamoo. Eu poderia estar em casa passando fome enquanto escrevia um capítulo novo ou criava uma fanfic, provavelmente uma one-shot nova, mas não, estou no meio de uma praça com três sacolas cheias de besteiras. Minha saúde pediu socorro a vocês. 

Dei uma breve olhada em volta e vi um garoto muito bonito (muito, muito mesmo) vindo em... minha direção? Tudo bem Jimin, ele deve ter se perdido e quer alguma informação sobre como chegar até a– puta que me pariu! 

Assim que ele chegou mais perto de mim, vi que sua beleza não era só de corpo (o qual era alto e cheio de músculos), ele tinha um rosto adorável, quer dizer... menos seu nariz. Seu nariz era enorme! Ai mamãe, ele é realmente um homem perfeito, coloca uma beldades dessa na minha vida. 

Resolvi analisar suas roupas, já que, se eu olhasse demais sua cara, era capaz de eu acabar rindo de nervoso. Usava uma calça preta com rasgos no joelho, uma camiseta também preta e bem justa — aquilo ali eram gominhos? Eu posso tocar? — e, por fim, uma jaqueta preta de couro. Ele saiu de algum filme americano ou era maluquice minha? Aquele garoto era perfeito demais! 

Sem perceber, acabei deixando uma risada sair, sorte que a abafei mordendo meu lábio inferior. Embora não pudesse me segurar por tanto tempo, eu iria chorar ou explodir em breve! Claro que o moreno com olhos da cor de jabuticaba notou que eu estava prestes a ter um ataque de risos. Porque será? 

Em um instante, nossos olhos se cruzaram. Eu nunca fui bom em manter contato visual com alguém por mais de cinco segundo, mas, se eu pudesse, ficaria o dia inteiro admirando seus olhos. 

Percebi que a praça estava mais movimentada do que há uns minutos, várias garotas — algumas conhecidas por mim somente de vista— devoravam o garoto pelos olhos, algumas até arrumavam a postura quando passavam perto dele, outras já mostravam mais do que deveriam. 

Se eu estivesse em seu lugar — onde nunca irei estar por vários motivos, um deles: a minha popularidade —, iria olhar no fundo dos olhos das meninas e diria: Desculpa, mas já tenho alguém em meu coração. 

Hum, hum, hum, hum. 

Por que eu acabei de pensar em uma fanfic, na qual o nerd que namorava o popular, acaba acordando no corpo dele? Jimin, não, nem inventa, você já estava escrevendo no mínimo umas oito fanfics, fora as one-shot e short fics. 

Se eu fosse escrever uma fanfic daquele momento, escreveria sobre ele e como o preto lhe caía bem. E ali estava ele, o garoto do parque, o qual naquele momento caminhava ao meu encontro com um sorriso moldado em seu rosto. 

Eu contei várias vezes até dez, contudo, a única coisa que aconteceu foi que criei mais pânico ainda. 

Talvez eu estivesse surtando á toa, ele poderia me perguntar apenas se eu vi sua namorada passar por aqui ou algo do gênero, porque era impossível um homem daqueles não namorar. 

Quando comecei a escrever fanfics, eu sabia que era um caminho sem volta. Uma vez que você entre nesse mundo — que é dominado por garotas —, sendo um garoto, e é descoberto por elas, não lhe resta nada além de ouvir "Uau, é tão raro ver meninos que gostem de fanfics". É realmente uma passagem só de ida para o fundo do poço.

E, talvez, após isso, escreva vários e vários romances, comédias, fluffy's, inclusive, o meu favorito: o nerd e o popular; afinal, quem não gosta de um clássico? Eu adoro! Mesmo que a paixão que o nerd tem pelo garoto popular de sua escola seja algo cotidiano, na minha cabeça, sendo algo tão clichê, ainda parece tão surreal. Quem me dera viver um romance em tempos de escola. 

Voltando ao assunto, após escrever várias e várias histórias, eu peguei uma ótima experiência em descrever imagens. A que eu estava vendo era de um rapaz, com seus 18 anos, caminhando lentamente, enquanto em seu ombro esquerdo uma mochila da cor branca estava pendurada. A postura de suas costas era incrivelmente boa; seus braços, hum, músculos; seu maxilar bem desenhado lhe dava um charme único, mamãe passou açúcar em. Em seu pescoço, pequeno demais para se notar, havia um cordão com uma chave, talvez a chave da moto — vamos buscar interesseiras na base do grau. 

Mesmo com uma distância que ia diminuindo ao passar dos segundos, eu podia sentir a tensão entre nós. Eu estava apavorado e ele parecia se divertir com o meu nervosismo. 

Quando dei por mim, ele já estava sentado ao meu lado com um pequeno sorriso no canto de sua boca — a qual parecia estar me convidando para um beijo. Sua mochila, que antes estava em seu ombro esquerdo, fora colocada no chão. Caramba, mano! Vai sujar a abençoada da mochila! — não sei se vocês lembram, mas, a mochila do moço das trevas era branca. 

Notei que ele tinha seus olhos presos em mim, parecia me analisar ou estar memorizando cada pedacinho para lembrar mais tarde. Por num momento de vacilo, acabei por corar. 

Hora de fazer a francesa e dar no pé! 

Antes mesmo de pensar em sair ou até mesmo de me levantar, ele segurou a minha mão com um pouco de possessão. 

— Ei, garotinho.— Olho em seus olhos após ele me chamar, estava esperando o quê? Fale logo, ou a madame achava que eu tenho o dia todo? 

Dei uma olhada em volta e não vi nada que pudesse me livrar dele, então, olhei para o chão e percebi em seus pés um all star vermelho. Pelo menos um pouco de cor. Ainda tentando fazer ele desistir de ter um diálogo comigo, desviei meu olhar para sua mochila, vai que a donzela entenda que vai sujar. Tentei continuar ignorando o rapaz que estava ao meu lado, mas, a cada vez que eu fingia que ele não existia ele chegava mais perto. 

Poderíamos dizer que eu estava quase caindo do banco quando ele, de repente, segurou fortemente meu queixo e o puxou para cima, fazendo-me ter um contato mais próximo de sua boca e de seus belos olhos, os quais tinham a pupila dilatada naquele momento, será que ele estava drogado? 

— Não finja que não estou falando com você, garotinho!— falou rouco rente ao meu ouvido e consegui sentir sua respiração em minha bochecha, logo vendo-o tirar a língua pra fora e lamber lentamente meus lábios. 

Jimin, você tem uma mãe te esperando em casa, você tem uma família! 

— Hum, desculpe, senhor!— respondi, sentindo o rubor em minhas bochechas aumentar e notando um sorriso nascer em seus finos lábios. 

— Me fale seu nome! — mandou, soltando o meu rosto e se acomodando naquele banco de madeira. 

— Jinyoung, Park Jinyoung— informei sem pensar e, quando percebi, era um nome fictício Quebec que criei para uma fanfic. 

Park Jinyoung era um ômega de uma fanfic ABO que eu escrevi há um tempo, corrigindo: eu acabei de terminar aquela fanfic e ela ficou na coisa mais linda. 

A mão que o garoto antes usava para pegar em meu queixo, passou a fazer um pequeno afago em meus cabelos. Um carinho gostoso, feito por um homem gostoso. 

— Eu me chamo, Jungkook, Jeon Jungkook— disse, deixando um selar em minha testa. 

— Jungkook?— O sussurro que eu dei foi baixo, mas não o suficiente já que ele escutou e deu um enorme sorriso, deve ter achado uma graça. 

— Me chame assim a partir de agora, tenho apenas 17 anos, sou novo demais para ser chamado de senhor por alguém que eu não duvido ter a mesma idade que a minha — pediu num tom de voz divertido. 

Ele ainda estava ao meu lado, só que, naquele momento, tinha os olhos fechados e uma de suas mãos em minha coxa, de vez em quando a apertando, o que me fazia arfar. Era tão bom ter sua mão em meu corpo. 

— Hey, baby! Não me encare tanto assim, aquelas vadias já fazem isso por você— avisou e eu revirei os olhos, não sabia o porquê de estar aturando-o. Logo, percebi que ele olhava em direção a um grupo de garotas, encarei-as também e senti que as conhecia de algum lugar. 

‘ Pelo menos, eu não estava mais corado e nem com vergonha. 

— Não fique com ciúmes, meu amor!— pediu, fazendo-me revirar os olhos. 

Antes que eu pudesse responder, fui surpreendido pelos seus finos lábios colados aos meus. A surpresa de senti-los me fez fechar os olhos, em busca de, talvez, só aproveitar o momento? Foi o que eu fiz. 

Sabe quando você toca em alguém e sente uma corrente elétrica passando por todo o seu corpo? Era o que eu estava sentindo. Coloquei minha mão em sua nuca, puxando-a e nos fazendo aprofundar aquele beijo, que antes era um simples selar. Sentir sua língua quente em contato com a minha foi algo único. Embora fosse o meu primeiro beijo, pareceu que eu sabia o que fazer direitinho. Quando senti sua mão em minha cintura, pressionando-a um pouco, deixei um arfar sair entre nossos lábios. Não sei como, mas, pude senti-lo sorrir durante o beijo. 

Assim que nos afastamos, vi que ele ainda tinha seus olhos fechados e sua boca um pouco inchada e vermelha. Estávamos ofegantes e eu precisava ir embora. Percebi que ele iria falar algo,portanto, dei um último selar em seus lábios antes de sair correndo. Por sorte, não me esqueci das minhas sacolas com conteúdos que faziam o câncer bater à porta. 



Notas Finais


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ︿︿︿ 爱‧₊˚ @Shagg_ (autor)
Olá! Como vão? Espero que bem, estou de novo por aqui postando o segundo capitulo dessa estória gostosinha <3

キ՚🥞 Postada também no wattpad, mas no spirit tem um capítulo adiantado.
キ՚🥞 Dêem muito amor à esse pequeno brotinho que cresce a cada dia.
キ՚🥞 Capítulo betado por: @Jujuu_martins

ㅤㅤ︿︿︿ 爱‧₊˚🥞 com amor, @shagg_.


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