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História Meu Primeiro Amor ( Vondy) - Capítulo 12


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Notas do Autor


Boa madrugada, postarei esse e mais dois capítulos para vocês, espero que gostem.

Ah desculpa mas não vai ter vondy nesse capítulo e nem no próximo, mas no terceiro que eu postar, vai ter uma cena muito fofa dos dois. Eu tive que dividir os capítulos em três, porque ele ficou muito grande espero que gostem e desculpa qualquer coisa .

Capítulo 12 - Capítulo 9



Durante o trajeto, para a residência Episcopal do Dom Ângelo, os Padres Cícero e Uckermann, enfrentaram um trânsito um tanto caótico para chegar até lá, já que a Residência do Arcebispo da Cidade do México, ficava no centro. Após quase uma hora parados naquele trânsito caótico, juntamente com um calor insuportável, finalmente chegaram a residência Episcopal do Dom Ângelo. Entraram na mesma, sendo recebidos como sempre pela irmã Luzia, que mandaram os dois aguardarem o Dom Ângelo, que já estava descendo para recebê-los.
Após alguns minutos de espera, o Dom Ângelo chegou e os dois Padres Uckermann e Cícero cumprimentou o Arcebispo. Conversaram sobre os alguns assuntos relacionados a paróquia e também sobre a missa de posse da paróquia do Padre Uckermann, entre outros assuntos clericais. Ficaram a manhã praticamente inteirinha conversando com o Dom Ângelo, e logo após voltaram para casa paroquial, almoçaram e depois do almoço, o Padre Uckermann resolveu dar uma volta para conhecer o bairro. Padre Cícero vendo que Padre Uckermann estava com as chaves do carro nas mãos, decidiu perguntar para onde ele iria.

— Para onde esta indo jovem Uckermann?— Perguntou.

— Bom, eu estou indo dar uma volta pelo bairro, para conhece-lo melhor e isso.

   — Hum, isso e bom, mas juízo ta rapaz, e por acaso você se lembra daquela nossa conversa de ontem?— Perguntou.

— Bom tivemos tantas conversas ontem Padre Cícero que  nesse exato momento, eu não estou conseguindo lembrar de qual exatamente o senhor esta me falando.

— Então  jovem vou tentar refrescar a sua memória.— Antes de dizer foi interrompido pelo Padre Uckermann.

— Sim o senhor não precisa tentar refrescar nada, porque eu sei exatamente de qual conversa o senhor esta falando. Eu sei que o senhor veio com aquela conversinha ontem Padre Cícero achando que eu estivesse se sentindo atraído pela irmã Catharina. Mas o senhor esta completamente equivocado e  pode ficar despreocupado quanto a isso.  Eu não estou  me sentindo atraído pela irmã Catharina, realmente eu achei ela um encanto de pessoa, agradável  que só em você conversar com ela, te transmite uma paz. E outra pode apostar que essa irmãzinha vai ser uma forte candidata a santidade. Sabe porque pelo seu testemunho de vida, pelo pouco que pude  conversar com ela, eu vi o quanto ela é uma alma  bondosa e pura e não vi maldade alguma nela. — Diz fazendo o Padre Cícero se surpreender com que o rapaz tinha acabado de lhe dizer.

— Que bom rapaz, eu fico muito feliz que você já tenha detectado logo de cara algumas qualidades da irmã Catharina, mesmo como você disse, conversando pouco com ela. Pelo o que eu estou vendo, mais lá na frente com certeza vocês dois irão se tornar grandes amigos, bom assim eu espero.

—  Com certeza isso não será só lá na frente, Padre mas sim breve. Até porque eu gostei muito da irmã Catharina.— Diz dando um sorriso tímido em seus lábios.

— E rapaz pensando bem, quem não gosta daquela irmãzinha, e eu sabia que com você não seria diferente, ela encanta a todos por onde passa.

— E verdade. — Disse ainda com um pequeno sorriso em seus lábios, e continuou a dizer. — Bom Padre eu vou lá que já são 14:00 horas. — Diz olhando no seu relógio de pulso.

— Bom passeio, e juízo rapaz.

— Pode deixar Padre Cícero, pois eu tenho juízo de sobra. — Disse acenando para o Padre Cícero, fazendo o mesmo, dar risada.

Christopher entrou no carro, que estava estacionado em frente a paróquia, ligando o mesmo e saiu pelas ruas do bairro de Condessa.
Pensou por um momento, que teve que inventar toda aquela história, de que a irmã Catharina seria uma forte candidata a santidade, para o Padre Cícero parar de pegar no seu pé. Não que a irmã Catharina algum dia não seria capaz de ser tornar uma santa, pois e isso o que todos os católicos principalmente religiosas  Padres leigos buscam a cada dia, se aperfeiçoar para entrar no Reino dos céus. E ser Santa e isso alcançar o Reino dos céus ainda em vida. E quanto o que o ele sentia pela jovem irmã, ainda era muito cedo para decifrar. Pois eles tinham se conhecido ontem, e conversado somente uma vez, mesmo que ele tenha achado a irmã Catharina com os olhos mais lindos e penetrantes que já virá em alguém. E o Padre Cícero ah esse só podia estar ficando doido, pensou o jovem Padre ele atraído por uma irmã que ele mal comhece, será? Estacionou o carro em frente de uma sorveteria, e saiu do mesmo, e resolveu tomar um sorvete, já que o tempo estava quente. Entrou dentro da sorveteria, e logo uma moça de cabelos curtos com mexas rosa veio atender.

— Olá boa tarde, pois não, esse e o nosso catálogo nele estão todos os nossos sabores de sorvetes e picolés. — Diz entregando o catálogo para ele, e continuou a dizer. — Fica a vontade para escolhe-los, e quando acabar e só tocar esse sininho que eu irei vir lhe  atender. — A moça disse, saindo para dentro da sorveteria, e deixando Christopher sozinho ali com aquele catálogo na mão para escolher o seu sorvete. Christopher demorou um pouco para escolher os sabores do sorvete, já que o ele estava indeciso entre dois sabores, um de menta e outro de passas ao rum. Mas por fim acaba escolhendo de passas ao rum,  toca o sininho, e a moça de cabelos curtos das mechas rosas vem atende-lo. —  Sim você já escolheu o sabor de sorvete? Qual sabor você vai querer? — Pergunta.

— Sim me vê um sorvete de passas ao rum, por favor.

— No copinho ou no Cascão? — Pergunta.

— No Cascão por favor.

— Duas bolas ou uma só? — Perguntou outra vez.

— Duas. — Diz e a moça começa a preparar o seu sorvete de Cascão com duas bolas, e pergunta a ele qual cobertura o mesmo iria querer, ele preferiu colocar cobertura de menta, já que tinha ficado na dúvida entre esse sabor ao qual ele acabou de escolher, e o de menta.

Caminhou até uma mesa que tinha do lado de fora, e sentou-se começando a degustar do seu sorvete. Não muito longe dali, era o convento das irmãs, e como sempre, a irmã Berenice ludibriou a irmã porteira e conseguiu sair sem a permissão da Madre Virginia, e começou a andar pelas ruas de Condessa ao qual ela conhecia muito bem. A mesma passou pela sorveteria, vendo o Padre Uckermann sentado tomando o seu sorvete, não acreditou e esfregou os olhos para ver se não estava vendo coisas ou ficando alucinada, e acabou acertando era realmente o Padre Uckermann sentado ali tomando sorvete. Irmã Berenice pensou por um dado momento, o que o Padre estaria fazendo aquela hora sentado na sorveteria como um desocupado, e ainda por cima tomando sorvete. Ela voltou para sorveteria, e caminhou na direção da mesa aonde o Padre Uckermann estava sentado e disse.

— Boa tarde! Padre Uckermann ta calor demais hoje. — Diz se abanando com as mãos, e puxando a cadeira que estava do lado do Padre para sentar-se.

Ela avaliou o Padre Uckermann tomando sorvete, e viu que o canto de sua boca estava suja de sorvete. A mesma pegou um guardanapo e limpou o canto de sua boca com o guardanapo. Padre Uckermann olhou sério para irmã Berenice estranhando aquela atitude da irmã e disse.

— Irmã Berenice, o que a senhora esta fazendo uma hora dessas fora do convento? — Perguntou e continuou dizendo. — E porque a senhora pegou o guardanapo que estava sobre a mesa e limpou minha boca, como se fossemos íntimos, por acaso a senhora perdeu o juízo foi. — Disse sério, fazendo a mesma olhar para ele e dizer.

— Pelo senhor eu sempre estou perdendo o juízo, Padre Uckermann. Como o senhor esta bonito hoje, como ontem também estava. Mas digamos que agora o senhor esta um verdadeiro tesão. — Disse deixando o rapaz completamente sem graça, o mesmo não sabia onde enfiava a sua cara, ou se sairia deixando aquela freira maluca que entrava e saia do convento a hora que bem entendia. E ainda por cima  essa foi a terceira vez que ela tinha dado em cima dele assim descaradamente ou seja na cara dura. Olhou para mesma com o semblante fechado e disse.

— Bem eu já lhe avisei irmã Berenice, que se isso da senhora faltar o respeito comigo, acontecesse outra vez  eu iria tomar providencias ou seja levarei esse episódio lamentável a Madre. — Diz e ela olha para o Padre Uckermann com uma cara de desesperada e diz.

— Não Padre Uckermann por favor não faz, isso, eu já estou com a cota fechada com a Madre Virginia depois do que aconteceu com aquela estúpida sonsa lá no refeitório. — Diz fazendo Padre Uckermann olhar mais sério ainda para irmã Berenice, e fazendo a mesma engolir seco, e pedindo aos céus uma forcinha para o Padre Uckermann tirar aquela ideia de levar as suas pequenas brincadeirinhas que a mesma considerava para a Madre.

— Irmã Berenice o que a senhora fez de tão grave para estar em situação de risco com a Madre, e outra quem é a irmã que você arrumou briga no refeitório, anda me diz. — Ela olhou para as suas unhas curtas e por fim disse.

— Sabe Padre e sempre ela que vive fazendo da minha vida um inferno, e sempre tornando as coisas mais difíceis para mim. Sabe aquela pessoa que tem cara de sonsa, e se finge de uma para poder sobreviver, para todo mundo ter peninha dela, e essa irmã. E outra foi por culpa dessa sonsa, que a Madre me colocou de castigo para ajudar o seu Clóvis a cuidar do jardim durante duas semanas. — Diz e  força uma lágrima falsa, fazendo o Padre Uckermann olhar para ela com um semblante sério e dizer.

— Anda irmã Berenice me diz que irmã e essa que esta tornando a sua vida difícil no convento? — Pergunta, e a irmã Berenice olha para as suas unhas curtas outra vez, e fingi um choro falso outra vez, e por fim diz.

— Padre Uckermann. — Diz fazendo voz de choro. — E a irmã Catharina, tudo de ruim que acontece na minha vida dentro daquele convento e antes fora dele, sempre foi culpa daquela sonsa dissimulada da irmã Catharina. — Diz e imediatamente o Padre Uckermann tranca o maxilar e Cerra os seus punhos. Pensou quem essa irmã pensa que é para falar de uma pessoa tão doce pura e ingênua, que jamais seria incapaz de fazer mal a qualquer pessoa. Olhou para irmã Berenice com fúria no olhar e disse segurando de leve para não machucar o braço da irmã Berenice, e disse.

— Olha irmã Berenice, eu não vou adimitir nem que a senhora,  e nem ninguém fale mal da irmã Catharina na minha frente ok.  Ela não seria capaz de fazer isso que a senhora acabou de me dizer, porque ela e a pessoa mais doce pura e bondosa que eu conheci em toda minha vida. Para mim quem começou essa briga toda no refeitório foi a senhora, e a sua cara menosprezar os outros e se fazer de vítima. E o que a Madre fez com a senhora foi pouco, se eu tivesse no lugar da Madre eu já teria te expulsado do convento a muito tempo. E em pouco tempo que eu te conheço ou seja desde ontem,  a senhora só me provou o quanto e mal caráter dissimulada sonsa e fingida, essas palavras soa melhor  na senhora do que na irmã Catharina, que e um amor de pessoa. Foi isso que ela mostrou ser quem é diferente da senhora. — Diz soltando os braços da mesma, fazendo ela olhar para ele com uma cara emburrada e dizer.

— Padre Uckermann a quanto tempo mesmo o senhor conhece a irmã Catharina? — Perguntou com a voz um pouco alterada.

— Desde ontem, mas por que a senhora está me fazendo essa pergunta. — Diz ainda sério.

— Cuidado Padre Uckermann o senhor pode se enganar com a irmã Catharina. Sabe porque eu estou te falando isso, porque eu conheço a irmã Catharina a 20 anos ou seja, desde quando ela era um bebê. E por mais que na época eu fosse também uma criança, eu peguei aquela garota ingrata no colo. — Disse e dessa vez uma lágrima verdadeira insistiu em cair em seu rosto. — Depois que a minha mãe morreu a pessoa que eu mais amava nesse mundo, só restou o meu pai, e ele simplesmente me rejeitou, e eu tive que morar com a tia Blanca e o tio Fernando. Ou seja os pais da irmã Catharina. Eu não sei se o senhor sabe, mas a irmã Catharina e eu somos primas, e várias vezes pela madrugada quando aquela garota passava mal era eu que socorria ela, e mesmo assim eu nunca tive o valor naquela casa. Se o senhor não sabe mas agora saberá, a irmã Catharina teve câncer aos 10 anos de idade, justamente na época em que eu fui viver lá. Era irmã Catharina pra lá irmã Catharina pra cá, e eu sempre Padre fiquei em último plano naquela casa. Foi dai que eu cansei daquela porcaria toda e me revoltei. Comecei a, sair para vários lugares escondido mesmo, comecei a andar com uma galera da pesada e foi dai que eu conheci o Hugo um rapaz que me ensinou várias coisas que eu sei hoje. Ele sim Padre se importava comigo, mesmo estando metido com coisas erradas. Ah e voltando o assunto irmã Catharina Padre aquela garota durante a doença e pós doença, sempre foi a mimada chata sabe Padre o senhor não conhece a irmã Catharina só conversou com ela uma vez, já eu não conheço aquela invejosa desde sempre. Sabe de uma coisa Padre a irmã Catharina sempre teve inveja de mim porque ela sempre foi aquela menina doente magrela sem graça e que sempre dependeu da piedade das outras pessoas para continuar a viver. Assim que eu fiz 20 anos, eu resolvi entrar para o convento, e adivinha a invejosa da irmã Catharina na época tinha 15 anos, e mêses depois ela entrou para a mesma Congregação que eu entrei. Não sei se essa falsa contou para o senhor na conversa que tiveram, mas ela fez vocacional em outras congregações, mas a invejosa resolveu escolher qual a mesma que eu entrei. Quando ela entrou usou sua tática de sempre para conquistar as irmãs e elas ficarem do lado dela, se fingindo de boa samaritana de menina doce e que encanta a todos. E o plano dela deu certo, com um mês que ela estava no convento, todas as irmãs começaram a babar ovo na irmã Catharina, enquanto eu sempre era jogada de lado pelas irmãs. Por culpa dessa sonsa falsa fingida dissimulada nojenta da irmã Catharina. E. — Quando a irmã Berenice ia terminar de falar mais mal da irmã Catharina, Padre Uckermann cerra os punhos com toda sua força já que ele tinha acabado de tomar o seu sorvete, e da uma batida forte na mesa dizendo.

— Já chega irmã Berenice, eu não aguento mais ficar aqui ouvindo a senhora falar mal da irmã Catharina. — Diz com a voz um pouco alterada, assustando a irmã com a sua atitude, e algumas pessoas que  estavam passando por ali.

— Ué Padre porque o senhor se alterou dessa forma, só porque eu antecipei algumas coisas sobre o comportamento duvidoso da irmã Catharina. Ah já entendi o senhor se tornou mais um defensor da irmã Catharina, claro ela jogou o feitiço dela ontem naquela conversa com os dois tiveram, e o senhor caiu feito um patinho Padre. Sinceramente eu achei que o senhor era mais esperto. — Diz com uma carranca no rosto levanta da sua cadeira e diz. — Com licença.— Dia e vai embora.

Padre Uckermann deu graças a Deus que a irmã Berenice tomou a iniciativa de ir embora, se ela não fizesse isso ele mesmo iria fazer, e deixar aquela irmã desagradável que ele tinha conhecido ontem, que além de ser falsa sonsa, e fingida e dissimulada. Ele levantou de sua cadeira, e entrou dentro da sorveteria, para pagar pelo seu sorvete. A moça das mechas rosas recebeu o dinheiro do mesmo, reparando na roupa dele, e perguntou se ele era o novo Padre da paróquia. Já que a mesma era católica, e costumava frequentar as missas dominicais da paróquia. Ele deu um sorriso fraco para a moça e disse.

— Sim, a e inclusive a missa da minha posse da paróquia é hoje, então a senhora está convidada a ir claro se a senhora for católica.

— Ah Padre me desculpa sua benção.

— Deus te abençoe querida.

— Sou católica sim Padre costumo ir sempre as missas dominicais ali da paróquia. Continuo indo mesmo que agora esteja com o outro Padre celebrando, e o Padre Camilo tenha ido embora.

— Então quer dizer que a senhora conheceu o famoso Padre Camilo. — Diz, fazendo a moça que esta na sua frente, olhar para ele com uma cara um pouco surpresa. 

— Famoso porque? Se bem que quando ele estava aqui Padre, ele fez muita coisa para a paróquia. Essa paróquia que o senhor conhece hoje, ela não era daquele jeito não Padre ela estava com as paredes por dentro e por fora toda descascada muito acabada mesmo. Ah deve ser porque ela deve ser antiga por ter aquele estilo da época dos escravos. — Diz sem saber explicar muito bem o estilo da mesma, fazendo o Padre Uckermann rir, e dizer. 

— Se chama período colonial, o estilo da paróquia vem dessa época. 

— Riu. — Ai meu Deus desculpa Padre e que eu sou um pouco ignorante com essas coisas mesmo, não entendo nada. — Diz, fazendo o Padre Uckermann rir outra vez e dizer. 

— Não precisa se desculpar senhora, digamos que nem todo mundo e fã de história. 

— Então Padre até agora o senhor não me falou o seu nome. 

— Bom o meu nome e Christopher, mas todos me conhecem como Padre Uckermann. 

— Padre Uckermann, então prazer o meu nome e Alicia, e seja bem vindo ao nosso bairro, e também a paróquia, boa sorte, e que o senhor consiga fazer um ótimo trabalho na paróquia. 

— Obrigado Alicia também foi um prazer em lhe conhecer e já que a senhora e uma frequentadora assídua da paróquia, quero te ver todos os domingos na missa certo. 

— Pode deixar Padre Uckermann eu irei na missa de posse do senhor hoje,  e amanhã participarei da missa também, e vou sentar em um dos primeiros bancos da frente. — Diz dando um sorriso meigo.

— Esta bem, vou te aguardar.— Diz se despedindo da moça que ele tinha acabado de esquecer o nome, e entrou no seu carro voltando para casa paroquial.

Irmã Berenice, resolveu dar mais algumas voltas pelas ruas de Condessa, antes de voltar para o convento. Já no convento, a Madre Virginia estava igual uma doida atrás da irmã Berenice, que tinha dado as suas escapadas de sempre. Passado alguns segundos, a irmã Berenice chega ao convento, com a sua cara sínica de sempre, toca a campainha, e a irmã Maria Belém vem abrir o portão do convento. Irmã Berenice passa pela irmã Maria Belém dando tchauzinho, e com um sorriso falso em seus lábios, fazendo a irmã Maria Belém balançar a cabeça de forma negativa. Pensou a irmã Maria Belém essa irmã e mesmo uma rebelde e sempre faz o que quer. Passado alguns segundos, a irmã Berenice chega ao convento, com a sua cara sínica de sempre, toca a campainha, e a irmã Maria Belém vem abrir o portão do convento. Irmã Berenice passa pela irmã Maria Belém dando tchauzinho, e com um sorriso falso em seus lábios, fazendo a irmã Maria Belém balançar a cabeça de forma negativa. Pensou a irmã Maria Belém essa irmã e mesmo uma rebelde e sempre faz o que quer. Irmã Berenice começou a andar pelos corredores do convento, à procura da irmã Catharina, e quando finalmente encontrou, ficou na frente da mesma, impendido a passagem da irmã. Irmã Catharina olhou para irmã Berenice que estava na sua frente com uma cara emburrada e de braços cruzados, e disse.

— Irmã Berenice será que você pode me dar licença, como esta vendo eu estou com um pouco de pressa. — Diz seria, e a irmã Berenice olha para a mesma de baixo para cima, fazendo pouco caso da mesma e diz.

— Ae e seu eu não quiser sair da sua frente sua anã ridícula que acha que já ganhou o concurso de falsa santidade, o que você vai fazer? — Perguntou.

— Irmã Berenice por favor não crie mais confusão do que você causou hoje, se você não sabe a Madre Virginia esta te procurando por todo o convento. Aposto que você saiu escondido outra vez estou errada? — Perguntou, e irmã Berenice se aproximou mais da irmã Catharina, colocando apontando o dedo indicador na direção do seu rosto.

— Isso não é da sua conta garota insuportável. E outra que tipo de feitiço você jogou no Padre Uckermann para até ele estar contra mim e a seu favor. — Diz batendo palmas de uma forma debochada. — Parabéns irmã Catharina como sempre você conseguiu enganar outro, e trazê-lo para o seu lado. Bom eu achava que você era uma bobona, mas agora estou vendo que você esperta. — Diz e irmã Catharina olha para ela, sem entender uma palavra sequer do que a irmã Berenice tinha acabado de dizer.

— O que você está querendo dizer com isso irmã Berenice? — Perguntou.

— Ah irmã Catharina não seja sonsa, porque você sabe muito bem o que eu quis lhe dizer. — Diz avaliando a irmã Catharina de baixo para cima, fazento uma careta, e revirando os olhos.

— Sonsa eu, irmã por Deus o que eu te fiz para você me odiar tanto? — Perguntou.

— Tudo você sempre colocou todos contra mim, primeiro as irmãs, segundo a Madre Virginia, e agora até o Padre Uckermann que eu achei que seríamos grandes amigos, você colocou ele contra mim
Está satisfeita irmã Catharina. — Diz entredentes.

— Eu irmã Berenice eu jamais faria isso com você  Eu não entendo porque você pensa tão mal de mim. Para que tanta raiva tanto ódio pra que, isso faz mal sabia. Me culpar por tudo que aconteceu e acontece na sua vida, não vai resolver os seus problemas. Sabe porque irmã Berenice  você tem que começar a mudança por você, ai sim você  vai ver que tudo vai mudar a sua volta. E essa mudança pode começar como, pelo o seu comportamento, o seu jeito de tratar as pessoas, principalmente a mim, que nunca te quis mal algum, embora você não acredite. Mas essa é a mais pura verdade.

— Chega irmã Catharina, cala a sua boca, e para de me dar lição de moral, até porque você não está com essa bola toda. Ou se esqueceu que a invejosa dessa história toda e você.

— Irmã Berenice, por Deus da onde você tirou que eu tenho inveja de você, eu não tenho motivos nenhum para ter inveja de ninguém. Até porque se você não sabe, isso e  um dos sete pecados capitais.

— Ah irmã Catharina não seja hipócrita, você sabe muito bem que você sempre teve inveja de mim, em tudo. Tanto que entrou no mesma Congregação que a minha, com tantas outras por aí.

— Olha irmã Berenice eu não entrei nessa Congregação por sua causa, e sim porque eu me identifiquei com o carisma dela e isso se não quiser acreditar em mim, eu não posso fazer nada. Sabe irmã Berenice eu cansei das suas implicâncias comigo eu sempre fiz de tudo para me aproximar de você e ser sua amiga. Mas o que eu ganhei com isso,  ganhei o seu desprezo sem ao menos eu ter feito nada para você. Bom se um dia você se arrepender das coisas ruins que já fez e faz comigo, e quiser  mudar e se tornar  uma pessoa  melhor pode contar comigo. Mas enquanto você continuar assim desse jeito totalmente fria sem sentimentos e só fazendo de tudo não só para prejudicar a mim, mas a todos que estão a sua volta, eu prefiro que você fique longe de mim.— Diz fazendo a irmã Berenice da um sorriso falso, e começar a bater palmas.

— Bravo finalmente a sonsa está mostrando as suas garrinhas. Eu sabia que você não iria conseguir manter essa sua pose de boa moça por muito tempo. — Olha para as suas unhas curtas e continua dizendo. — Bom agora sai do meu caminho que eu ainda tenho muita coisa para fazer. Como passar o meu hábito de galã para missa de posse do Padre Uckermann. — Diz e irmã Catharina abriu passagem para a irmã Berenice passar.







Notas Finais


ABRAÇOS!!!


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