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História Meu Primeiro Amor ( Vondy) - Capítulo 15


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Notas do Autor


Boa noite! pessoal, mais um capítulo para vocês, como ele ficou pronto agora, eu resolvi posta-lo. Espero que gostem.

Capítulo 15 - Capítulo 12


O rapaz chega em frente a casa paroquial também com um sorriso bobo nos lábios. Por um dado momento pensou, como aquela irmã que além de bela, era bastante graciosa. Quando a irmã Catharina ficou de frente para ele, o mesmo percebeu, o hábito que ela estava usando, e viu o quanto aquele hábito marcava muito bem as curvas do seu corpo. Ele reparou no corpo da irmã, e viu o quão perfeito era, não que ele fizesse isso com um certo tipo de malícia,  como a maioria dos homens costumam fazer , quando  se senti atraídos por alguma mulher. Esse tipo de comportamento cabia mais para o seu irmão, que sempre foi um tremendo cafajeste, e sempre costumou brincar com os sentimentos das mulheres. Não ele, que e um Padre, e mesmo que não fosse jamais trataria uma mulher como o seu irmão tratava as moças que ele costuma sair enganar e destrossar o coração das pobrezinhas. Pensou podia mentir para todos Padre Cícero Dom Ângelo até a Édith que pelo pouco que conversou com aquela senhora de meia idade,  pode perceber que a mesma tinha uma boa percepção das coisas. Mas não podia mentir para si próprio, se sentiu atraído pela irmã Catharina sim, ainda mais depois de hoje, depois de tudo aquilo do pequeno toque que ela deu em seu ombro, fazendo o corpo dele se arrepiar por inteiro. Ah o abraço que ela lhe deu, pode sentir o doce aroma de lavanda, vindo dela. Então toda vez que o mesmo sentisse esse cheiro lembraria da irmã Catharina. Esboçou um pequeno sorriso em seus lábios antes de entrar na casa paroquial. O que ele estava começando a sentir pela irmã Catharina não era certo, mas não podia evitar, de querer ficar perto dela tempo todo. Ela lhe fazia bem, sentiu uma paz só em conversar com ela ontem, e não podia evitar isso, nunca sentiu isso por ninguém, para ele era algo novo algo bom. Mesmo conhecendo a irmã Catharina ontem, começou a sentir algo inexplicável dentro de si, talvez o tempo lhe dirá ou não? Abriu a porta da casa paroquial e viu a sala vazia, mas escutou vozes vindo da sala de jantar, provavelmente o Dom Ângelo, e os Padres Cícero Octávio Jorge e Cirilo, estavam esperando ele para jantar. O mesmo caminhou até a sala de jantar, e o Dom Ângelo olhou para ele dizendo.

—  Até que fim rapaz, estamos te esperando a bastante tempo, onde estava? — Perguntou.

Deu uma tosse leve e disse.

— Bom Dom Ângelo eu estava tratando de alguns assuntos com uma pessoa, o senhor sabe como é. — Disse dando um sorriso, porém nervoso. Padre Cícero começou a desconfiar do que o Padre Uckermann estava dizendo, e olhou para o rapaz com essa mesma cara. Fazendo o jovem Padre ficar completamente sem graça e com as suas bochechas um pouco coradas.

— Bom Padre Uckermann, já que você chegou, que tal você sentar-se conosco à mesa, pois só estávamos esperando por você. — Diz Dom Ângelo, cortando completamente aquela tensão criada ali, com os olhares desconfiados do Padre Cícero para o Padre Uckermann. Édith e mais duas moças que trabalhavam limpando a paróquia, começaram a servir à comida para o Dom Ângelo e os Padres que estavam ali presentes, jantaram entre boas risadas conversas, acompanhados de uma bela taça de vinho. Terminaram a refeição, e logo Angelina uma das moças que estava ajudando a Édith a servir aquele jantar naquela noite, trouxe à sobremesa, que era petit gateau. Todos degustaram dessa sobremesa maravilhosa, e logo após Édith veio com uma garrafa de café e as xícaras. O Dom Ângelo e os outros Padres, serviram se do café e degustaram conversando sobre os assuntos paroquiais e também clericais. O Dom Ângelo levantou-se de sua cadeira, para ir embora, já que estava ficando um pouco tarde. O seu motorista que também estava acompanhando  fez o mesmo. Juntamente com o Dom Ângelo, os outros três Padres que ali estavam fizeram a mesma coisa. Dom Ângelo foi o primeiro a se despedir dos Padres Cícero e Uckermann, logo depois foi a vez do Padres Octávio, e Jorge, e por último Padre Cirilo. Após as despedidas recomendações de alguns Padres como Padre Octávio e Cirilo para o Padre Uckermann, eles foram embora deixando somente Padre Uckermann e Padre Cícero sozinhos. Édith que ainda estava por ali, se despediu deles, parabenizou Christopher, já que a mesma não teve tempo de parabeniza-lo, porque teve que sair para ajeitar as coisas como esquentar a comida para o jantar, quando o Padre Cícero estava lendo a ata de posse da paróquia. Se despediu dos dois, e por fim saiu.

Depois que a Édith saiu deixando o Padres Cícero e Uckermann sozinhos, Padre Cícero se aproximou de Christopher, e  por fim disse aquilo que estava entalado em sua garganta desde aquela hora que Christopher (Padre Uckermann) tinha falado antes do jantar para o Dom Ângelo.

— Bom jovem Uckermann, eu não engoli aquela história que você disse para o Dom Ângelo aquela hora na mesa antes de começar servir o jantar. Anda Uckermann me conta quem tão importante você foi falar antes de vim para cá jantar conosco? — Perguntou.

Christopher respirou fundo, e engoliu seco e olhou para o Padre Cícero que estava olhando desconfiado para o mesmo. Lambeu os lábios de nervosismo e por fim disse.

— E er.. er... Padre Cícero, e que como o senhor sabe é a irmã Catharina foi a única que não me cumprimentou, então eu resolvi ir procurá-la, para falar com ela, já que quando eu fui na paróquia  antes da missa começar, eu vi que ela já estava ensaiando com os jovens.  Então eu não subi lá para não falar com eles e também com ela, para não atrapalhar o ensaio deles.— Diz um pouco corado e nervoso. Padre Cícero olha para ele sério e diz.

— Me desculpa rapaz mas eu não acredito em você.

— Porque Padre qual o motivo para o senhor desconfiar tanto de mim, eu estou lhe falando a verdade. Ah o senhor esta insinuando que a irmã Catharina e eu estávamos fazendo algo de errado, ou esta? — Perguntou

— Olha jovem me desculpa mas sim. Eu não engoli aquela história de que você me contou hoje mais cedo, que não esta se sentindo atraído pela irmã Catharina. Porque bastou hoje para eu ver que você mentiu para mim. Ou você não acha que eu percebi o jeito que você ficou lá na sacristia, quando eu fui dar o recado dela para você hein? Ah e outra aquela hora lá dentro da igreja, que ela não foi cumprimentá-lo porque estava com a família, e quando eu vi a última pessoa que estava terminando de te cumprimentar, e você não viu a irmã Catharina. Vi que começou a procurar ela com o olhar, antes de  eu me aproximar de você para ir  te chamar para jantar. Você acha mesmo que eu não percebo nada, mas você não me engana rapaz. Olha eu só peço que você toma muito cuidado rapaz, pois e assim que começa, com uma pequena atração, e quando vai ver os dois são estão profundamente envolvidos. Bom eu vou te contar uma história, quer dizer a minha história. — Diz, mas foi interrompido por Christopher.

— O que a sua história tem haver com isso que estamos conversando? — Perguntou.

— Tudo rapaz, então eu vou começar a contá-la para você. E eu era assim jovem, igual a você, mas não bem tão bem apresentável entende. — Riu. — Mas eu não era de se jogar fora. O Arcebispo de Guadalajara na época, me mandou para ser ajudante do Padre Marcelo na Paróquia, Nossa senhora dos anjos, foi lá que eu conheci a irmã Joana. A irmã Joana era assim igual a irmã Catharina, bonita alegre uma simpatia como você falou da irmã Catharina, assim que a conheceu. Nos conhecemos nos tornamos bastante amigos, e depois começamos a nos envolver amorosamente. Ai já viu né escândalo na certa. Eu Padre Cícero fui afastado da igreja quando o Arcebispo de Guadalajara na época descobriu, e a irmã Joana saiu da Congregação. A família dela que era bastante católica, e no começo criou uma resistência muito grande com isso que aconteceu, e praticamente todo mundo ficou contra ela. Mas ai depois depois de uns quase 4 anos afastado da igreja, eu descobri que ela conheceu uma pessoa e se casou. Bom hoje ela ainda parece que continua casada com a mesma pessoa, é já e avó. E é  por isso rapaz  que eu estou aqui te alertando, como isso que aconteceu comigo naquela época, pode acontecer com você entende.

— Então Padre Cícero, o que esta história que o senhor contou, tem haver comigo e a irmã Catharina?— Perguntou, e o Padre Cícero começou a rir com jeito do rapaz em querer engana-lo, mas se ele pensava que conseguiria driblar o que o mesmo estava sentindo pela irmã Catharina, estava muito enganado.

—  Jovem Uckermann, tudo foi assim que o meu envolvimento com a ex irmã Joana começou. Só que na época, o Arcebispo de Guadalajara, ainda foi muito bonzinho comigo por isso ele me deixou afastado do ministério sacerdotal durante um bom tempo. Ou seja eu fiquei 4 anos sem celebrar uma missa. Mas depois que aconteceu isso tudo, do Arcebispo me afastar do ministério um bom tempo, eu aprendi. Passei a ter mais vigilância sobre os meus atos, e a manter uma certa distância principalmente de mulheres bonitas e que eu me sentia atraído. Porque eu sabia que era perigoso, é eu já passei pela primeira experiência, e não queria passar pela segunda, porque com certeza eu não teria uma segunda chance como eu tive da primeira vez. — Diz e Christopher olha para o Padre Cícero com um rosto um pouco surpreso pelo que ele tinha lhe contado sobre a sua história e fala.

— Só porque isso aconteceu com o senhor, não significa que isso irá acontecer comigo. Até porque eu vou confessar algo para o senhor, já que não tem como lhe esconder porque senhor vive sempre com uma certa desconfiança de que vai acontecer algo entre a irmã Catharina e eu, como aconteceu com o senhor é essa tal irmã Joana. Então eu realmente me sinto atraído pela irmã Catharina, ela é uma irmã muito bonita, simpática, meiga, doce, mas o que aconteceu com o senhor e a ex irmã Joana, não vai acontecer com a irmã Catharina e eu. Porque eu nasci para ser sacerdote, e se sentir atraído por uma pessoa bonita igual a irmã Catharina e normal. E outra acredito que não seja só eu, mas outros rapazes também, porque não.

— Então você se senti atraído pela irmã Catharina? — Perguntou.

— Exatamente.

— Esta bem rapaz, era isso que eu queria saber de você. E fico feliz que tenha confiado em mim, e me contado. Boa noite! até amanhã. — Diz saindo dando uma batidinha no ombro de Christopher e saindo da sala de tv, e deixando o rapaz sozinho.

Christopher entra no seu quarto, e pega o sua roupa de dormir que esta sobre a cama, e vai para o banheiro. O mesmo troca a sua roupa, e se olha no pequeno espelho do banheiro e pensa. Droga porque o Padre Cícero tem que ficar no seu pé em relação a irmã Catharina o tempo todo. Só porque isso aconteceu com ele não significa que irá acontecer com ele. Abriu a torneira da pia do banheiro, e lavou o seu rosto, secou na toalha de rosto que havia no banheiro, e terminou de fazer suas higienes noturnas. Foi para o seu quarto, e deitou se na sua pequena cama de solteiro que havia no seu pequeno quarto. Cobriu se com uma colcha que estava sobre a cama, e fechou os seus olhos logo adormecendo.

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Irmã Catharina chega na paróquia vestida com o seu hábito de gala que marcava toda a sua silhueta. Christopher ( Padre Uckermann) estava parado em frente ao presbiterio olhando para a irmã Catharina com um sorriso bobo nos lábios,  que estava caminhando em sua direção também com um sorriso nos lábios. A mesma se aproxima do rapaz e diz.

— Sua benção Padre Uckermann.— Diz.

— Deus te abençoe irmã Catharina. — Diz encostando a mão da irmã Catharina sobre os seus lábios, e dando um beijo estalado.

Os dois ficam ali parados se olhando com uma intensidade incrível, e por fim a irmã Catharina diz.

— Padre Uckermann eu achei o senhor tão bonito gentil cordial um encanto. — Diz acariciando o rosto do mesmo, que olha para aquela jovem irmã com intensidade. Ela continua acariciando o rosto do mesmo, também olhando para ele com intensidade e diz.

— Posso pedir uma coisa ao senhor? — pergunta ainda acariciando as bochechas  do mesmo que continua olhando para ela com a mesma intensidade.

— Claro. — Responde.

A mesma da um sorriso meigo e por fim diz.

— Posso te beijar? — Pergunta mordendo os lábios inferiores, faltando pouco  centímetros para os corpos de ambos estarem colados.

Christopher olha para os lábios da jovem irmã e a mesma da uma leve umedecida nos mesmos com a ponta de sua língua. Christopher coloca as mãos na cintura da irmã e a puxa para um beijo, e a mesma se afasta  colocando a sua mão sobre a testa e diz.

— Por Deus Padre Uckermann isso não e certo.  Nos dois não podemos nos envolver dessa forma, eu não sei aonde que eu estava com a cabeça de pedir uma coisa dessas para o senhor. E eu preciso ir tchau. — A mesma sai dali deixando o jovem Padre sem entender absolutamente nada.

O mesmo acompanha a irmã Catharina com um olhar se afastando dele virando para fora da porta da frente da igreja e desaparece. Uma lágrima teimosa cai no rosto do jovem Padre e por fim ele diz

— Não irmã Catharina a senhora não pode ir embora, não pode me deixar aqui assim sem me dá alguma explicação do que ia acontecer com nos dois. Porque a senhora fugiu de mim antes mesmo de nos beijarmos porque? Não, não vai embora NÃOOO. — Christopher senta na cama, e viu que tudo não passou de um simples sonho, parecia tão real, a irmã Catharina entrando pela porta da paróquia linda e magnífica naquele hábito, acariciando o seu rosto, e ainda pedindo um beijo. Mas quando os dois finalmente iriam dar o tão esperado beijo, ela fugiu dele. Pensou porque estava tendo esses tipos de sonhos, ainda mas assim com a irmã Catharina. Será que ele estava começando a sentir algo forte por ela, como um inicio de uma paixão. Não não ele não podia estar sentindo isso. Christopher levantou-se de sua cama, e resolveu ir até a cozinha par beber um copo de água. Encostou no armário da cozinha e ficou pensando no sonho, e no que sentia quando a irmã Catharina estava perto dele. Nunca tinha desejado mulher alguma como a irmã Catharina. Talvez seja por isso que o jovem rapaz entrou para o seminário sem experiência amorosa nenhuma. Nunca se apaixonou por mulher alguma, mas será que estava começando a se apaixonar pela irmã Catharina, mesmo conhecendo ela a dois dias. Seria isso possível ou não? — Voltou para o seu quarto, deitou-se em sua cama e adormeceu novamente.

O Domingo e a segunda feira passou bem rápido, com o Padre Uckermann já  no dia seguinte ou seja no domingo, ele celebrou as suas primeiras missas como pároco oficial daquela paróquia. O mesmo também teve a oportunidade de conhecer a Blanca mãe da irmã Catharina, a sua irmã Claudia e também as duas sobrinhas da jovem irmã, que logo de cara simpatizaram com ele, principalmente a mãe da Dulce (irmã Catharina) que fazia parte do terço das mulheres, e da pastoral do dízimo juntamente com o seu esposo o Fernando o Pai da Dulce( irmã Catharina). Já a Claudia a irmã do  meio de Dulce ( irmã Catharina) não participava de nenhuma pastoral da igreja, só costumava vir as missas dominicais, e as semanais quando a sua mãe insistia. A Blanca irmã mais velha de Dulce ( irmã Catharina) essa não era muito religiosa igual aos seus pais e a Dulce, ( irmã Catharina) essa era diferente vivia viajando os quatros mundos pra cima e pra baixo com o seu esposo.









Notas Finais


E ai o que estão achando da web? comentem 👇👇👇👇

E o nosso casal, será que isso Christopher já esta começando a se apaixonar pela Dulce ( irmã Catharina)? De a opinião de vocês.


ABRAÇOS!!! 


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