História Meu primero amor- (Reiji Sakamaki) - Capítulo 2


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Drama, Luta, Magia, Masoquismo, Provaçoes, Punição, Reiji Sakamaki, Sakamaki Reiji, Sangue, Tragedia, Vampiros
Visualizações 272
Palavras 2.262
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Degenerativa


Fanfic / Fanfiction Meu primero amor- (Reiji Sakamaki) - Capítulo 2 - Degenerativa

Havia acordado,  não a muito tempo,  mas bastante para observar Bruna,  que ainda dormia. Realmente, ela dormia feito pedra,  ela estava bem cansada ainda, e mesmo jeito. Isso lhe deu vantagem de da uma olhada em sua ficha,  tanto seu nome, idade, cidade, aparência, doenças e entre outros. Mais tudo aquilo parecia não falar muita coisa ainda. Do mesmo jeito,  iria descobrir de alguma forma.

— Acredite,  não é muita falta de educação não falar bom dia?.  A voz sonolenta ecoou pelo quarto, tirando toda sua atenção dos vários papéis em sua mão.  — Você é bem distraído pelo jeito.

— O'Que faz você tirar essa conclusão Bruna?. Ele dizia se levantando e guardando os papéis,  seja o'que for, acabou dela ficar curiosa e iria ver aquilo.

— O fato de estar encarando esses papéis desligado do mundo real. Ela sorri levantando.       — Do que trata eles?. Ela fica apoiada com os braços na cabeceira da cama.

— Não se trata de seus assuntos,  não é mesmo?. Ele apenas fica a encarando.       —E ótima observação para tirar conclusões precipitadas. Ele sorri arrumando o óculos sobre seu rosto.

— Ora..  . Não esperava uma resposta assim do vampiro,   seu jeito não deixa de surpreender-lá mesmo estando lá pelo segundo dia.       

— Parece que ganhei esse jogo. Ele apenas sorri.       —Iremos servir o café da manhã daqui a pouco, esteja pronta em dez minutos antes.

— Hai. Foi apenas o que disse antes de acompanhar pelo canto dos olhos o vampiro que saia,  soltando um longo suspiro, se levantando rapidamente olhando pela porta se não vinha ninguém e estava certa,  voltando seu olhar para a pasta tingida de amarela, contendo em preto a seguinte palavra “Documentos”, seu rosto ficou interrogativo e apenas correu para a cama se sentando confortavelmente,  e logo abrindo a pasta amarela. — Meu nome.. Idade, país… espera, esse homem tem até meus vícios? Isso é um verdadeiro Stalker!. Ela diz com reprovação, mas com um pressentimento que alguém se aproximava, tentava arrumar rapidamente os papéis no chão,  mas o'que foi à toa, até a voz feminina de Yui foi ouvida por ela.

— Bruna?...  . Sua voz saiu fofa e envergonhada ao mesmo tempo,  sua face estava corada, seus cabelos loiros estavam soltos e levemente ondulados,  sem deixar de reparar em suas roupas, estava com um vestido cor de rosa com detalhes em castanho claro,  e sapatilhas baixas de cor branca. — Ah! Gomen! Acabei lhe assustando não? Desculpe-me. Ela dizia com certo desespero ao perceber nos olhos de Bruna que havia se assustado.

— Não!  Yui, apenas achei que era Reiji novamente.  Acho que ele não gostaria de ver eu já mexendo..  Em documentos dele. Logo após Yui ouvir que estava mexendo em algo que não era dela e sim de Reiji,  correu se ajoelhando ao lado dela.

— Vamos,  não será nada legal mesmo.  Rápido, lhe ajudo. Ela sorri doce e já começa a juntar os papéis,  tudo na ordem em que constava o número. — Reiji é severo Bruna, não iria gostar se ele tivesse lhe pegado mexendo nesses pertences.

— Yui,  são fichas minhas,  eu cresci sem saber de toda minha história,  apenas queria saber um pouco mais. Yui fica parada processando um pouco,  “eu cresci sem saber de toda minha história”, Bruna não havia conexão com metade de sua família,  história, nascimento e até doenças? . — Apenas queria saber o que houve com meus avós… . Sua voz saiu um pouco fraca.  — O'Que aconteceu no dia dez do quatro de dois mil e um. Afinal, o'que havia de tão especial nessa data? — Eu quero saber oque houve com meu pai, Yui. — Seus olhos estavam marejados,  estavam ficando vermelhos, iria chorar se continuasse, pequenos fios de lágrimas caem de seus olhos azuis, seus nariz começava já ficar com a ponta vermelha, Yui se assusta, não sabia como falar com alguém chorando,  apenas pegou as pastas da mão dela devagar, e a mesma percebendo isso, a soltou de uma vez, conseguindo ter as mãos livres para secar seu rosto.

— Bruna,  porque não conversamos depois?...  . Ela dizia meio desesperada. — Pode até ser com..  Reiji, você pode falar toda verdade. Dizia ela tocando o ombro dela calmamente.

— Yui,  apenas me deixe recompor.  Eu prometo ficar bem, apenas preciso de um pouco mais de informações sobre mim mesma.  Ela dizia meio cabisbaixa, apenas sentindo Yui assentir e dar uma volta, saindo do quarto em passos devagares,  não demorou muito. Apenas se levantou ainda um pouco de tontura, queria pegar a pasta novamente e dessa vez não deixaria passar,  se levantou calma e se segurando na estante de madeira que também contém livros e poções mas de alguma forma, Yui provavelmente colocou a pasta no alto subindo na poltrona,  e seria fácil assim, pondo um e depois o outro pé no tecido e subindo, a pasta estava no lugar, ficou nas pontas dos pés e tentando alcançar a pasta, foi oque consegui, mais seus dedos ficaram paralisados e de alguma forma,  sentiu uma câimbra dar neles, e também, não sentindo suas pernas, de alguma forma, segurou a pasta pressionando sobre seu peito e sentido suas costas baterem no braço da poltrona. — Droga! Isso de novo! . Sentiu tudo voltar ao normal depois de dois minutos.  — Doença desgraçada. Sussurrou pondo os pés no chão calmamente , olhou para a pasta e a jogou em cima da cama. — Eu ainda descubro. … Ela diz saindo do quarto, provavelmente, só restava ela para chegar, então apenas deixou de lado e saiu andando.

(...)

— O'Que foi!  O'Que eu fiz agora! .  O homem alto de cabelos pretos e olhos esverdeados gritava,  frente de seu escritório que estava completamente limpo, e gélido com os tons claros de branco,  gelo e um pouco de cinza vindo da prateleira.

— O’que você fez?  Deixa eu pensar.. apenas vendeu nossa filha! .  Uma mulher de cabelos tingidos de loiro gritou também,  retrucando aos seu marido que por sua vez, passou as mãos pelos cabelos os enterrando por ali, dando como visão,  ainda a aliança em seu dedo.

— Era minha única chance!  Queria que minha empresa falice?  O'Que você preferia Alice?!. Os olhos da mulher ficaram fechados. Não acreditava que seu marido havia vendido sua filha apenas por causa da sua Empresa.

— Você vendeu sua filha para resgatar a porra de empresa!  Aquele desgraçado levou nossa filha para não derrubar sua empresa! . Ela já estava esgotada,  e em seus olhos, lágrimas desciam por suas bochechas. — Ela não era seu maior tesouro?. As palavras tocaram o coração do homem que bate na mesa e faz a mulher pular de susto,  já tacando tudo que havia em cima no chão.

— Pare!  Pare Alicia!  Bruna não era meu maior tesouro !.  Estava mentindo. — Bruna não foi nada para mim!  Ela apenas serviu para me atarefada mais! .

— Você expulsou seu e meus pais da cidade!  Você não deixou ela conhecer metade da história dela!  Você foi sempre um mal exemplo para ela! Eu sempre estive sozinha!.  Dores começavam surgir em seu corpo, estava ficando mole, sua visão estava embaçado e cambaleando.

— … . Ele estava quieto,  lágrimas de nervosismo passava pelas suas bochechas e seus dedos enterrados nos cabelos pretos,  mas logo repara que Alicia estava cambaleando. — Alicia?. Ele dizia, sem obter respostas, seus sentidos estavam funcionando,  mas não conseguia falar. — Alicia ?!. Ele se aproxima e ela coloca a mão no peito e tenta puxar ar, até cair no carpete fazendo o maior se assustar. — Alicia!.  Ele se abaixou, os olhos dela pediam ajuda e estava puxando um pouco de sua roupa.

— B-Bruna, . Ela puxa o ar que conseguia.  — Eu, quero minha. Filha de volta!. Lágrimas ainda escorriam pelo seu rosto,  até seus olhos grandes se fecharem.

— …  . Ele larga ela e vai até a porta de seu escritório,  gritando altamente. — Alguém me ajuda por favor!

Passando alguns minutos,  aparece um monte de gente, e ligaram para a ambulância,  e que chegou rapidamente a socorrendo, Alicia estava a muito tempo doente pelos exames e estava em estado grave,  estava com uma doença degenerativa alta e corria risco de vida.

(...)

Era fato que alguma hora os sinais de seus problemas iriam aparecer,  mas poderia atrapalhar sua vida mas ainda quando se tratava de viver em uma mansão com vampiros,  que se ela morresse, não dariam a mínima e era isso em que pensava enquanto observava a cinco minutos no café da manhã a sua frente,  a sala de jantar logo deu de ouvir, uma chuva que começava lá fora. Certamente, como o ar gelado vem vindo faz frio. E certamente não seria raro chover bastante no inverno.

— Olá?  Terra chamando. Yui passava a mão na frente do rosto dela que encarava ainda o prato,  perdida em todos pensamentos que poderia imaginar. Até Yui estalar os dedos a fazendo “acordar”.

— Ãn?  Ah! Sim.  Oi?. Suas palavras se embaralham e corou a o perceber que todos encararam ela. — Me desculpe.  Apenas disse isso e pegou o’que havia no seu prato, certamente, estava com fome. Comeu com calma e não demorou muito para encerrar o café,  apesar de todos estarem levantando os pratos para lavar, levantou e pegou o prato e como óbvio, mas não deu cinco passos, seus dedos novamente não os sentia. — N-Não,  agora não!. Repetia sussurrando a si, correu até onde podia e literalmente, jogou os pratos na pia. Fazendo Yui chegar até ela.

— Sabe,  Bruna. Se tem algo que você não faz bem é esconder as coisas.  Yui tocou o ombro dela sorrindo. — Me fale oque você tem?..

— Yui,  é complicado,  muito mesmo, bom.  Eu tenho uma doença que não é tão… . Sua fala é interrompida por Ayato puxando Yui,  não deu nem tempo de falar, ela o repreendeu com o olhar e suspirou, se dirigindo ao quarto de onde dormira,  não imaginou que dormiria com um vampiro na vida e estava difícil de acreditar e tinha que ter certeza de que não estava sonhando,  enquanto andava em direção a cama passando a mão no rosto, apenas se jogou na cama.

— Não é possível,  que não saiba fazer nada sem bagunçar.  Sua voz ecoou a tirando literalmente de seu transe,  piscou os olhos várias vezes e se levantou, ela ainda estava com a roupa do dia anterior depois de ter tomado banho a noite quando chegou,  fixou-se em seu olhar, seus olhos tingidos de cor roxa a um vinho, e estava com os seus óculos. — Já está começando achar que está em sua casa?. Ele começa se aproximar dela,  seus passos eram firme, não era de se esperar, o acompanhou até ele ficar em sua frente, causando uma pequena sombra. Ele tocou seu ombro com calma, começando a acariciar naquela parte. Logo descendo por seu braço o segurando fortemente.

— Qual o seu problema?. Ela o repreende com os olhos,  apenas sente as suas costas irem para a cama e o vampiro segurar seus pulsos um pouco para cima. — Trate me de soltar!.  Ela começa chutar-lo com toda força que podia, ele apenas soltou uma risada irônica baixa e sorriu.

— Ingênua. Foi apenas o'que disse antes de desabotoar a gola de sua camiseta,  dando a visão de seu colo, sua pele branca deixava a ver suas veias em tons normais,  o excesso de sangue que pulsava por ali, cheirou da parte de cima de seu peito a sua clavícula onde lambeu deixando o local úmido e cravar suas presas em seu pescoço fortemente. Ela apenas apertou suas mãos que estavam a deixando imobilizada. Seus dedos escorregaram pela curva de seu corpo indo a sua cintura,  tocado sua pele por baixo do tecido de sua camiseta, sua pele sensível e macia, o corpo da garota era ouro desejo de marcar cada local com seus dentes, queria ver-lá querer se soltar ou choramingar agora mesmo como Yui fazia quando ele a mordia. Estava marcando por baixo de sua camiseta seu corpo, deixando marcas vermelhas pelos apertões e etc.  Que ele dava nela. Tirou suas presas do local e observou o sangue escorrer pelo seu ombro e logo trilhando para o lençol da cama antes de manchar por ali, ele lambe a trilha e o local da mordida. — Deve estar se perguntando o por que não? , acha mesmo que eu iria resistir tanto tempo pelo seu sangue?. Ele sorri e solta ela, que não estava fraca por sinal,  se levantou e fechou a camiseta, do meus jeito, estava sendo manchada pelo sangue que ainda estava insistindo para cair.

Se apoiou sobre a mesa de suas poções e drogas e o olhou,  ele passou a palma da mão sobre seus lábios retirando o restante do sangue de sua boca. — Bruna. Vejo que não é tão fraca como eu imaginei. Ele encarava ela.

— Sou bem mais forte do que imagina… . Seu demônio!.  Ela pega um de seus frascos e taca nele que desvia, ela respira fundo e sente sua perna ficar com câimbra,  pegou mais dois frascos e ao atacar, antes dos mesmo atingirem o chão, ela atinge desmaiando, apenas o vampiro teve tempo de segurar a cabeça dela para não bater.

— Qual seu problema humana sem noção?.  Ele a pega no colo, e a deita na cama, indo para a prateleira a sua pasta,  que ainda não havia terminado de ler.. . — Doenças… asma e.. Doença degenerativa?!.

(...)




Notas Finais


Até ♡


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