História Meu Primo (não) Querido - Capítulo 29


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Categorias Bangtan Boys (BTS), SHINee
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, Taemin Lee, V
Tags 2min, Bts, Namjin, Taegguk, Taekook, Vkook, Yoonseok
Visualizações 1.235
Palavras 2.042
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooii! Esse capítulo era pra ter saído ontem de noite estava quase pronto, mas eu acabei ficando bem mal, e pra não escrever algo bem depressivo, resolvi terminar hoje skdksksk

Espero que não me matem :)

Amo muito vocês e obrigada pelos 300 favoritos, eu fiquei muito feliz e, isso e os comentários, me animaram bastante! Obrigada por tudo, eu amo as coisas bonitas, as ameaças os surtos, tudo! Eu amo tudo isso em vocês! ❤❤❤

Capítulo 29 - Chapter Twenty Nine


Abri meus olhos devagar, tateei a cama e logo encontrei o corpo do acinzentado ao meu lado, olhei para ele e o vi fumando um cigarro, enquanto mexia no seu celular. Por incrível que pareça, a fumaça não estava me incomodando. Ao ver minha cara confusa, Taehyung riu e me puxou para um selinho.

— É eletrônico. Estava com vontade de fumar, mas não queria sair de perto de você, e para não te fazer mal, peguei um desse. — Explicou, tragou mais uma vez assim que terminou de falar, e virou a cabeça para o lado oposto do meu, soltando a fumaça.

— Ah, sim… — Murmurei, deitando minha cabeça no seu colo. — já que ele estava sentado.

— Você está com fome? — Assenti com a cabeça. — Vou pedir pra mãe fazer alguma coisa para comermos. — Beijou o topo da minha cabeça, antes de apagar o cigarro e o deixar dentro do cinzeiro.

Taehyung saiu do quarto, aproveitei para ir fazer minha higiene matinal, e verificar as horas, constatando que eram seis e meia da tarde.

— Guk… — Sua voz saiu um pouco falha.

— O que foi? — Perguntei, assim que vi seu rosto um pouco triste.

— Se-Seus pais… E-Eles estão lá embaixo. — Disse em um fio de voz.

Arregalei meus olhos e fitei o chão, sentindo as lágrimas se acumularem em meus olhos, logo descendo pelas minhas bochechas.

— Jeong-

— E-Eu não quero ir! — Quase grito, agarrando forte a camiseta do mais velho, puxando-o para perto de mim e lhe abraçando forte, como se a qualquer momento ele fosse desaparecer dos meus braços.

— Eu também não quero que você vá, mas não podemos fazer nada. Somos prim-

— Não termina isso, por favor! — Pedi, chorando ao imaginar na possibilidade dele querer acabar com isso que temos só porque somos primos.

— Jeongguk, somos primos… — Solucei alto, sentindo sua camisa encharcada no meu rosto. Taehyung colocou as mãos nas minhas costas e fez um afago bom e reconfortante. — Logo você vai estar aqui de novo, nossas mães são irmãs, afinal. E agora que a tia provavelmente vai perceber que estamos de bem um com o outro, vai querer vir mais vezes aqui, além de que eu também vou lhe visitar. — Proferiu calmo.

— Querido, sua mã- — Ouvi a voz da tia, não me importei e continuei abraçado com Taehyung, apenas fungando baixinho em seu peito. — Ah, meu amor… Eu sei que é difícil, mas você tem que ir. Tenho certeza que o TaeTae vai lhe visitar, assim como você também vai vir aqui novamente. — Virei meu rosto na direção da mais velha e a vi com um sorriso compreensivo no rosto. — Vamos, vai lá dar um abraço na sua mãe! Não estava com saudade dos seus pais?

— E-Estava. — Respondi.

— Então? Vamos lá ver eles. Sabia que só voltaram alguns dias antes apenas por que estavam com muita saudade de você? — Riu. Sorri de lado e me distanciei do corpo quentinho do acinzentado.

Antes de sair do quarto, Taehyung puxou minha mão e me deu um selinho demorado. Tia SooBin mandou ele ir arrumando minha mala, enquanto eu conversava com meus pais lá embaixo. Quando cheguei na sala, vi os dois com sorrisos largos no rosto, os braços abertos e a minha mãe com lágrimas nos olhos.

— Meu filho! Meu Deus, que saudade de você! — Proferiu a mais velha, abraçando-me forte. Retribui na mesma intensidade, sentindo o cheiro familiar em sua pele. Que saudade!

Apesar de estar triste por ter que ir embora, eu estava com muita saudade dos meus pais, principalmente da comida da omma, aquele tempero gostoso que só ela sabe fazer. Minha mãe me soltou, e foi a vez do pai abraçar-me, este que me pegou nos braços, fazendo-me envolver minhas pernas em sua cintura.

 Meu garotão! — Disse abafado por estar com a cabeça na curvatura do meu pescoço.

Saí do aperto dos braços do mais velho e sentei-me no sofá, logo eles fizeram o mesmo, começando a conversar comigo, colocando os assuntos em dia, contando as experiências que tiveram. Estava divertido.

— Você gostou de passar esse tempo aqui? — Minha mãe perguntou.

— Sim, foi bem divertido. — Sorri.

— No começo, nos sentimos muito culpados por ter deixado você aqui, sabe?! Até porque nós não éramos muito de visitar a SooBin.

— Jeongguk tem que vim passar alguns dias aqui de novo. — A tia disse, sorrindo para mim.

— Ele vem sim. — Omma sorriu também, passando as mãos em meus cabelos. — Estou com saudade de casa, vamos, filho? Comprei algumas coisas para você. — Ela disse animada.

— Ah, sim… Vamos. 

— Mandei Taehyung arrumar suas malas, pode ir lá buscá-las? — SooBin perguntou.

— Sim, vou buscar. — Levantei do sofá e subi as escadas.

Entrei no quarto, encontrando minhas malas em cima da cama que eu dormia e um Taehyung fumando na varanda. Aproximei do mais velho e envolvi sua cintura com as minhas mãos, abraçando-o por trás, deixando minha cabeça em suas costas.

— Você vai agora? — Virou-se para mim, pendendo a cabeça para o lado e soprando a fumaça acinzentada.

— Vou… — Respondi baixo.

Taehyung jogou o cigarro fora e me abraçou pela cintura, aproximando-se de mim devagar fitando-me intensamente, parecia que queria prolongar aquele momento, e eu também não estava com pressa. Nossos lábios, enfim, se encontraram, logo ele pediu passagem com a língua, começando um beijo lento, gostoso e cheios de sentimentos, um deles era a saudade, que já tomava conta do nosso corpo. 

O ósculo se tornou intenso assim que coloquei minhas mãos na sua nuca e o puxei para mais perto de mim, pressionando ainda mais nossos lábios. Exploramos o interior das bocas como se fosse a primeira vez, tornando tudo especial. Senti um gosto salgado em meio ao beijo e me distanciei, o ar já fazia falta, olhei o rosto do mais velho e notei uma lágrima descendo em sua bochecha, limpei-a rapidamente com meu polegar e o beijei novamente, passando meus braços em volta do seu pescoço, em uma espécie de abraço. Taehyung continuou abraçado à minha cintura, mantendo nossos corpos colados. 

Mordi seu lábio devagar e o puxei, abrindo meus olhos minimamente para ter a visão mais maravilhosa do mundo. Voltei a beijá-lo, dessa vez mais suave e lento, apenas aproveitando o momento, acariciei sua nuca, tendo sua mão subindo pelas minhas costas por dentro da camisa que eu usava, fazendo um carinho ali também. Separamos-nos por falta de ar, dando um último selinho.

— Está na hora... — Proferiu baixo, beijando minha bochecha. — Eu vou visitar você assim que eu puder.

— Pode ser amanhã? — Pergunto animado, ouvindo sua risada.

— Eu vou ver se consigo ir. — Beijou minha bochecha mais uma vez e tirou seus braços de volta da minha cintura. — Tchau, quando chegar me manda uma mensagem?

— Mando sim. Não vai descer comigo? — Ele negou com a cabeça. — Hyung! — Chamo manhoso. — Por quê?

— Se eu for me despedir lá embaixo, você não sai daqui. — Ele riu.

— E quem disse que eu quero sair? — Ri também.

— Tchau, Guk.

— Por favor, hyung. Se despeça de mim lá embaixo. — Peço manhoso, dando alguns pulinhos.

— Eu prefiro ficar aqui, Jeonggukie… — Taehyung me puxou pelo braço, passando os seus por cima dos meus ombros e puxando o ar com força assim que seu nariz encaixou-se no meu pescoço.

Fiz o mesmo que ele, inalando o cheiro gostoso que ele tinha. Deixei um beijo em sua pele, distanciando-me um pouco para beijar seus lábios.

 Já tomei muito seu tempo. — Ele disse, soltando-me.

— Que besteira! — Ele riu. — Lá em casa amanhã! — Aponto o dedo para ele, que gargalhou e levantou as mãos em sinal de rendição. — Tchau, foi muito bom passar esse tempo aqui com você.

— Mesmo quando eu era um insuportável?

— Insuportável você ainda é. — Brinquei, ouvindo ele rir.

— Vai lá, não esquece da mensagem. — Beijou meu rosto e me acompanhou até a porta do quarto, onde, antes de sair, roubei-lhe um selinho e um sorriso bobo após o primeiro ato.

Desci as escadas com as malas na mão, encontrando os adultos conversando no sofá. Esperei o assunto acabar, olhando diversas vezes para a escada, até que em uma dessas olhadas, vi Taehyung sentado no segundo degrau, onde podia nos ver, mas dificilmente ser notado, pois estava escuro naquela parte. Sorri para ele, que fez o mesmo e soltou um beijo no ar.

— Vamos, filho? — Escutei a voz do meu pai, olhei para eles e assenti, pegando minhas malas para ir colocar no carro.

Antes de atravessar a porta, olhei mais uma vez para o acinzentado e ele deu um tchauzinho com a mão, retribuí o ato e, segurando as lágrimas e sentindo um aperto no coração, atravessei a porta.

Nos despedimos da tia SooBin e entramos no carro, logo dando partida para a nossa casa, pluguei os fones no celular e coloquei uma música calma, deitando minha cabeça no encosto do banco e fechando os olhos.

— Vamos visitar mais vezes a tia? — Perguntei, torcendo por uma resposta positiva. Não éramos muito de ficar indo pra lá, porque gastava muita gasolina, não somos ricos ao ponto de poder colocar gasolina para ir ao outro lado da cidade quase todo dia. Íamos apenas às vezes.

— Sim, podemos visitá-la com mais frequência, se preferir.

— Eu iria adorar muito. — Respondi, sorrindo.

— Demorou para ir pegar as malas, estava se despedindo do Taehyung? — Meu pai perguntou.

— Ah, sim…

— Percebi que o Tae estava mais meigo. — Minha mãe riu. — Ele parou de fumar nesse meio tempo? Fico tão preocupada com a saúde dele.

— Infelizmente não, mãe. — Respondi um pouco triste.

Por mais que eu achasse muito excitante ele tragando aquele cigarro e soltando a fumaça pela boca, ou até mesmo pelo nariz, eu me importava com a saúde dele, queria que parasse de fumar, mas não é tão fácil, eu tenho ciência disso.

Depois de um tempo conversando, chegamos em casa, meu pai colocou o carro na garagem e abriu a porta, adentrando nossa residência. Eu havia vindo aqui algumas vezes enquanto meus pais ainda estavam viajando, mas sempre era como a primeira vez, como se eu estivesse fora por anos, e finalmente tinha voltado para o meu conforto novamente.

— Estou com fome, o que acham de pedirmos uma pizza? — Meu pai sugeriu.

— Uma ótima ideia, mas antes vou tomar um banho. — Mãe respondeu.

— Eu arrumo a mesa, descansem enquanto não chega. — Murmurei, deixando minha mala no chão, perto do sofá e indo arrumar a mesa para comermos.

Assim que estava tudo em seu lugar, sentei em uma cadeira e peguei meu celular no bolso, vendo que tinha a mensagem do Taehyung.

Taehyung: Chegou?

You: Cheguei agora.

Taehyung: Vou tomar banho, já volto.

You: Certo, vai lá.

Taehyung: Tão estranho falar com você por aqui :/

You: Também acho kkjkjjkkkj

— A pizza chegou! — Meu pai adentrou a cozinha, já com a caixa da pizza na mão. Minha mãe chegou pouco tempo depois, com sua roupa de dormir e uma expressão cansada.

Jantamos, assim que terminei, tratei de lavar a louça, vendo minha mãe levantar-se da mesa para vir beijar minha testa, murmurando um boa noite logo depois. Sorri para ela e continuei lavando os pratos. Após terminar, enxuguei e guardei tudo em seu devido lugar, apagando a luz e subindo para o meu quarto, levando a mala comigo.

Fechei a porta e me joguei na cama, sentindo um cheiro de poeira, que acabou por me fazer espirrar por um bom tempo. Troquei as cobertas e a fronha do travesseiro, me jogando novamente no colchão macio, deixando que apenas o brilho do meu celular iluminasse o cômodo.

Taehyung: Jeongguk.

Taehyung: Jeongguk…

Taehyung: Jeongguk! 

Taehyung: Fdp.

You: Oi, tô aqui.

Taehyung: Onde estava?

You: Jantando.

Taehyung: Ah, sim… Desculpa qkdkwdk

You: Tudo bem kkjkkjkk

You: Você já comeu?

Taehyung: Já sim.

You: Está fazendo o que agora?

Taehyung: Fumando e conversando com você.

You: Hm…

Taehyung: Vamos madrugar?

You: Vamos, só não garanto que não deixarei você falando sozinho kjjkkjkk

Fiquei conversando sobre coisas aleatórias com o mais velho por um bom tempo, até sentir meus olhos pesarem e acabar dormindo com o aparelho na mão.



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