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História Meu príncipe de armadura pixelizada (Armin) - Capítulo 25


Escrita por: _Erina_

Notas do Autor


Oiiiie!
Não sei exatamente se esse capítulo ficou grande ou não, mas aproveitei bem das minhas inspirações! Esperp que gostem!
Ah, e antes que eu me esqueça, eu realmente sou muita grata pelo carinho que vocês têm pela minha fanfic. Ela é uma das minjas favoritas também e tenho um carinho por ela que vocês não fazem nem ideia. Então alguém gostar de algo que eu fiz e ainda elogiar me deixa muito feliz!! Então muito obrigada a todos os leitores e leitoras!!💙💙💙💙
Enfim, espero que gostem!
Boa Leitura!💙

Capítulo 25 - Estudando


Dois antes da prova de literatura, eu resolvi estudar e ajudar Armin. Para variar um pouco, chamei Armin para minha casa. Meus pais são bem liberais, até mesmo quando se trata de um garoto que é meu namorado. Eles estavam em casa, mas sempre que eu trago alguém para minha casa, eles decidiam dar privacidade em vez de ficar bisbilhotando. 

Ficamos bem à vontade. Como estava quente, falei para Armin que seria melhor irmos para o quintal, onde aconteceu aquele incidente no biquíni. Fiquei aliviada por Armin, talvez, ter esquecido daquilo. 

— Podemos ficar assim só mais um pouquinho? — ele me perguntou, se referindo à forma largada que ele estava. 

— Sei que você não gosta, mas não podemos fugir disso. — respondi, enquanto abria meu caderno. — Vejamos, vanguardas europeias. 

— Julie. 

— Sim? 

— Quer um beijo? 

— Não caio nessa. — falei, rígida. Mas aí eu lembrei que eu queria muito ter privacidade com Armin. Pensei duas vezes antes de responder de novo. — Quero.

Abri um sorriso largo, me aproximei dele e puxei sua mão, fazendo com que ele se levantasse também. Envolvi meus braços em seu pescoço e ele envolveu os dele na minha cintura. 

E enquanto eu beijava Armin, só conseguia pensar em como seria bom se eu envolvesse minhas pernas no corpo de Armin e se ele me colocasse em cima da mesa enquanto passasse as mãos por cada parte do meu corpo. "Mas o que é que estou pensando?", disse mentalmente. Antes mesmo que esse desejo erótico se realizasse, me afastei de Armin, gentilmente, e voltei para o meu lugar. 

— Você sabe que precisa aprender esse assunto. — falei, murmurando. — Ah, Armin, você é inteligente, consegue entender facilmente literatura. 

— Vai me dar alguma coisa se eu tirar nota boa? — ele perguntou, com uma expressão vazia no rosto, quase que desanimada. 

Na minha cabeça aquela expressão neutra bagunçou meus pensamentos. Por alguma razão, soou bem erótica aquela pergunta. E assim eu me dividi em dois lados. Um deles era o mais racional e o outro era o que estava desejando profundamente se agarrar em Armin. Tentei deixar que meu lado racional jogasse o erótico no lixo, poraue eu jamais iria aceitsr tirar notar riim por causa de pensamentos assim. 

— Te deixo ver meus peitos. — respondi, quase que sem pensar. Admito que aproveitei da situação, mas só uma brincadeira. 

— O quê?! — ele começou a rir descontroladamente, mas pude ver um certo rubor em seu rosto. — Quem é você e o que fez com a Julie? 

— V-vamos estudar, sim?

— Você quem manda.

Começamos a estudar. Eu expliquei o assunto com calma e até respondemos algumas questões e debatemos o assunto. Sabia que se eu concentrasse em estudar, iria esquecer que Armin viu meu peitos umas semanas atrás, que estava quase pulando para cima dele mesmo tendo pouco tempo de namoro e que talvez eu estava mesmo cogitando em mostrar meus peitos para Armin. 

Já nem conseguia me reconhecer mais. Eu achava que namorar seria como nos filmes que o casal só se beija e são bem carinhosos. O problema desses filmes é que eles não mostram o conflito interno que a mocinha passa por causa de pensamentos eróticos que surgem do nada.

Eu e Armin começamos a estudar lá para as 14:00h e 16:00h já tínhamos estudado o suficiente. Isso nos deixou com tempo livre. Tempo esse que seria usado para Armin voltar para casa para não ficar muito tarde, mas parece que a rebeldia falou mais alto.

— Quer comer alguma coisa? — perguntei, indo em direção à geladeira, na intenção de pegar algo para eu comer.

— Não, valeu. Quero só relaxar agora. — ele suspirou aliviado. 

— Quer jogar alguma coisa? Podemos jogar Mortal Kombat, se quiser. Acho que é bom para relaxar. 

— Ver pessoas levando um "fatality" é bem relaxante. — ele começou a rir. 

— Exatamente. Vamos? 

Ele concordou com a cabeça. Fomos para o meu quarto, já que depois de um certo acontecimento com minhas primas, eu optei não deixar meu XBox na sala. Eu trouxe ele para o meu quarto já tinha um tempo. E quando abri a porta, aqueke sentimento veio à tona. Estava começando a me irritar, e sabia que ele não iria embora até eu realmente realizar algum desejo que esse sentimento sugere. 

Depois que Armin entrou, eu não pensei duas vezes. Fechei a porta do meu quarto. Ele me olhou um pouco esquisito. Eu estava olhando para ele fixamente. E ele olhava para mim como se tivesse medo de que eu tirasse uma faca da gaveta e enfiasse em seu ombro. 

— Por que fechou a porta? — ele tentou fingir naturalidade. 

— É que... É que... — tentei procurar as melhores palavras, mas não encontrei. Só fiz o que eu realmente queria fazer. Tinha dado a ideia na brincadeira mais cedo, mas aquela ideia não saía mais da minha cabeça. Tirei o fecho do sutiã e levantei a blusa. Assim, Armin viu meus peitos pela segunda vez e ainda sem motivo algum aparente.

— J-Julie, você está bem? — ele cobriu os olhos na hora. Eu nunca tinha pensado que Armin ficaria desse jeito depois que começamos a namorar. Ele se aproximou de mim e, com os olhos fechados, abaixou minha blusa. Depois abriu os olhos e se sentou na minha cama, um pouco envergonhado. 

Curioso como eu ficava envergonhada perto de Armin quando ainda éramos só amigos e como Armin ficou envergonhado enquanto namoramos. Julguei então que ou Armin é conservador ou só foi pego de surpresa. E, sinceramente, ele ser pego de surpresa foi o meu melhor palpite. 

— D-d-desculpa. — foi a minha vez de ficar envergonhada. — Eu nem pensei direito, só decidi agir. É muito cedo para fazer isso, né? Nossa, não sei de onde surgiu essas ideias. Elas brotam do nada e fico com vontade de fazê-las. Agora que estamos sozinhos e... Ah, esquece. Vamos jogar. 

— Ei, — ele levantou e me abraçou. — não estou decepcionado ou com raiva. Só estou surpreso. Além de que eu nem imagino o que seu poderia faria comigo se eu fizesse algo. — e então mudou o jeito de falar para um jeito mais alegre. — Vou tirar uma nota boa para que você faça isso. 

— Seu magricela idiota. — comecei a rir e dei um tapa leve em seu ombro. 

Aconteceu que ficamos abraçados por um tempo. Armin me deu um selinho e voltamos a agir como se nada tivesse aocntecido. Eu jamais iria imaginar que esse tipo de coisa iria acontecer. Achei que o clima ficaria estranho depois daquilo. Mas foi aí que percebi que a intimidade entre eu e Armin estava crescendo mais rápido do que eu tinha imaginado. Com isso, foi a vez de outro sentimento aparecer. Dessa vez foi um sentimento puro e que talvez eu demoraria de dizer para Armin ppr se tratar de algo muito mais sério que mostrar os peitos. Só de olhar o rosto de Armin de perto, me vinha uma vontade para lá de gigante de dizer "eu te amo". Realmente não era uma paixonite, eu estava apaixonada por Armin.

No dia seguinte, na escola, durante o intervalo, eu falei com a Rosa para ir no banheiro comigo. Como era um assunto particular, não queria que ninguém soubesse disso. 

— Rosa, me ajuda... Ultimamente eu ando pensando tanto em coisas estranha com Armin... Ontem eu mostrei meus peitos para ele, mas não aconteceu nada. Na verdade, esses pensamentos esquisitos até sumiram, o problema é que agora eu percebi que eu amo ele. E não sei se deveria porque eu sei que quando se apaixona fácil desse jeito, a pessoa acaba se ferrando no final. 

— Julie, — ela deu uma risadinha gentil. — é normal sentir essas coisas.  

— M-mas eu deveria contar para ele isso? Acho que ele gosta de mim mas não ao ponto de dizer que me ama. Acho que estou levando a sério demais esse namoro... 

— É, é um pouco cedo dizer que ama ele diretamente, mas não é um erro levar esse namoro a sério. Vocês dois estão felizes, estão se dando bem, por que não levar a sério? O você não pode fazer é imaginar que ele vai entrar no seu quarto um dia desses aí e te pedir em casamento e ser mãe dos filhos dele. Resumindo: não crie expectativas.

— Isso é bem confuso...

— Sei que é, mas ninguém nunca disse que amor é fácil. E por isso, não precisa se preocupar com essas coisas, vocês dois começaram a namorar tem tão pouco tempo. Espera dar um tempinho para dizer isso para ele. 

— Obrigada, amiga. — sorri e lhe dei um abraço forte. 

—Mas me conta aí, que lance é esse de você mostrar os peitos para Armin? 

— Vamos esquecer isso, okay? 

E depois dessa conversa, voltamos para a sala. Armin estava jogando, como sempre, e Alexy tinha saído. Ele estava saindo com frequência durante o intervalo. Era óbvio que ele não tinha só a gente como amigos, mas raramente ele saía assim. De tanto falar de amor, até pensei que Alexy estava namorando escondido por aí.

Dei um beijo na bochecha de Armin, porque eu sabia que aquele jogo era mais importante que qualquer coisa naquele momento e fiquei conversando com a Rosa sobre tudo, menos aauele assunto do banheiro. Tudo que falamos no banheiro não pode ser falado assim em qualquer lugar. 

Quando as aulas acabaram, falei com Armin para almoçar na minha casa, já que a nossa bateria de estudos iria começar pelas 14:00h. Pegamos o ônibus e fomos conversando até em casa. 

— Que cara é essa? — ele me perguntou. 

—Não consegui dormir direito. — respondi, bocejando em seguida. 

— Tem certeza de que quer estudar para o teste hoje? 

— Claro. Eu só dormi pouco. Quando terminarmos de estudar, vou te expulsar da mibha casa para eu poder dormir. 

— Vou encherseu celular de mensagem só por isso. — ele pegou seu celular e mostrou para mim, com um sorriso enorme no rosto. 

— E eu jogo um tijolo na sua cara. — comecei a rir também. 

— E eu falo para minha mãe que você me bateu. Depois eu começo a chorar. 

— Sabia que você é um menino que chora. — comecei a rir, apertando as bochechas dele. 

— Olha só quem fala. — ele respondeu, fazendo cócegas em mim. 

— Para, seu idiota, parece criança. — implorei, tentando parecer séria. Mas cócegas é um dos meus pontos fracos, então quanto mais eu tentava ficar séria, mais ele continuava. 

Ele parou, olhou para mim, sorriu e em seguida me deu um beijo suave na bochecha. Depois esticou o braço e envolveu meu ombro gentilmente.

— Sempre achei fofo você me falando que eu sou idiota. 

Lógico que meu rosto ficou avermelhado. Estávamos namorando, já nos beijamos, ele viu meus peitos, já recebi muitos carinhos, mas às vezes eu não conseguia evitar de ficar um pouco sem jeito. E não dava para ignorar, eu queria muito ficar mais perto de Armin, tocar nele ou só ficar abraçada por bastante tempo. 

— Armin...

— Diga.

— Eu te amo.


Notas Finais


Aaaah, ficou tão fofo, né?😊 (e meio safadinho também)😂😂😂😂😂
Espero que tenham gostado!!
Até a próxima!💙


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