História Meu Professor (Imagine Min Yoongi - BTS) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Adultério, Amor Proibido, Drama, Faculdade, Jimin, Jungkook, Longfic, Min Suga, Min Yoongi, Namjoon, Professor, Proibido, Romance, Suga, Suga_dark_angel, Taehyung, Yoongi
Visualizações 2.550
Palavras 1.596
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esclarecimento: esse enredo não é sobrenatural.👀

Estou pensando em criar um grupo de leitoras, o que acham?😍

Boa leitura.🌹

Capítulo 7 - VII. Possível Jantar


Fanfic / Fanfiction Meu Professor (Imagine Min Yoongi - BTS) - Capítulo 7 - VII. Possível Jantar

O silêncio tornou a imperar no carro. Yoongi não dizia nenhuma palavra sequer, ele parecia pensativo. Parecia que o pálido seria devorado por seus próprios pensamentos, irônico. Busquei tirar minha atenção de Yoongi e voltá-la para as coisas sem sentido que ele havia dito hoje.

Ele desprezava Sue, era nítido para todos em sua volta. Mas qual o motivo que ele teria para desprezá-la? Jimin e ele tinham alguma rivalidade, ambos disseram para não confiar um no outro. Qual seria o sentido disso?

"A descida ao inferno é fácil", fora isso que Yoongi havia dito ao Jimin. Essa frase dava a entender que a descida ao inferno era fácil e que Yoongi poderia empurrá-lo para lá a hora que ele quisesse? Inferno poderia ser uma metáfora, assim concluindo que Yoongi poderia ter algo contra Jimin que acabaria com a sua vida.

A perguntava que fazia minha cabeça roda era: por que Yoongi buscaria redenção? Qual o motivo que ele teria para buscar uma.

Metáforas e mais metáforas.

Eu não esperava receber respostas para nenhuma de minhas perguntas. Eu iria descobrir isso pouco a pouco, por mais que odiasse Yoongi, ele havia despertado curiosidade em mim. Algo me dizia que não seria nada fácil descobrir o que tinha por trás dessas metáforas.

Olhei para pista relaxando a minha mente. O pálido colocou uma música relaxante, aos poucos o meu corpo fora relaxando-se, assim não existindo nenhuma tensão pelos músculos.

— Onde você mora? — Yoongi perguntava sem tirar os olhos da pista.

Fiquei desconfortável, pois, eu não conseguia pronunciar o nome do lugar onde morava. A pronúncia era um tanto difícil, pensei em algum ponto de referência mas nem isso eu conseguia lembrar ou pronunciar. Olhei em volta vendo que faltava dois quarteirões para chegar no prédio.

— Segue reto e chegaremos lá. — Mordi o meu lábio fortemente, tentando distrair a tensão que havia voltado em poucos segundos.

Yoongi assentiu acelerando mais o carro. Entrelacei minhas mãos distraindo-me por completo. Assim que chegamos, Yoongi desligou o carro analisando o prédio, no qual eu morava. Ele estava com o cenho franzido, e isso fez com que eu torcesse o nariz em confusão.

— É neste prédio que mora? — O moreno virou-se para mim, com os olhos cerrados.

— Sim, algum problema? — Cruzei os braços.

De repente, a sua expressão mudou por completo soltando um riso. Eu nunca tinha visto-o sorrir nem por uma vez, era algo novo e diferente para mim. Mas isso era uma armadura para a pessoa horrível e desprezível que ele era.

— Qual a graça? — Bufei.

— Nenhuma, a minha mãe mora neste mesmo prédio. — Ele ditou sorrindo.

Torci o nariz mais uma vez. Eu não havia encontrado com ela nenhuma vez. Lhe dei as costas fazendo menção em descer do carro, mas Yoongi impediu-me. Ele fechou a sua mão em meu braço paralisando-me por completo. Uma camada fina de suor tornou a se formar. Puxei o meu braço o tirando de sua mão gélida e forte.

— Na disse para não me tocar. — Vociferei, saindo do carro.

Ouvi a porta do carro bater e passos atrás de mim se tornou presente.

— Vamos juntos, irei ver minha mãe. — Ele disse, ignorando completamente o que eu havia dito.

— Que seja. — Dei de ombros, o deixando para trás.

Yoongi alcançou-me ficando ao meu lado. Quando entramos no prédio, todos pareciam conhecer ele. Todos cumprimentavam o homem ao meu lado, Yoongi parecia outra pessoa falando com eles. Até colocar um sorriso em seu rosto, ele colocou.

— Oi senhora Kim. — Yoongi curvou-se diante de uma senhora. Ela parecia alegrada ao vê-lo.

— Meu filho, como você está? Estou com saudades, qualquer dia desses venha me visitar. — A senhora pediu, segurando nas mãos do pálido.

— Irei vê-la sim. — O moreno afirmou.

— E obrigada pelos remédios, eles me fizeram muito bem. — Por fim, ela despediu-se de Yoongi e saiu para fora do prédio.

Inacreditável como as pessoas podiam se transformar.

Yoongi voltou a caminhar para o elevador e eu também. Ele apertou o botão chamando o elevador, o mais velho se inclinou ao meu lado, deixando nossas físicas próximas uma da outra.

— Eu sei que está surpreendida comigo. — Yoongi sussurrou, com um sorriso cínico em seus lábios. Automaticamente o empurrei, mas ele era mais forte do que eu imaginava.

— Prepotente. — Ditei revirando os olhos.

— Eu sempre surpreendo as pessoas. — O pálido ainda estava com sorriso cínico nos lábios, eu odiava pessoa cheias de si, e ele era uma dessas pessoas.

— Não enche.

Não demorou muito até que o elevador se abrisse, trazendo uma cena nada agradável aos meus olhos. Dois jovens em um beijo intenso, cruzei os braços me perguntando se eles já haviam notado que o elevador havia se aberto. Yoongi pigarreou chamando atenção deles.

— Perdão. — A menina pediu, curvando-se. O menino não disse nada, apenas segurou a mão da jovem firmemente.

Adentramos o elevador em silêncio.

— E é por isso não gosto de pessoas da sua idade. — Yoongi se pronunciou baixo. Rapidamente virei-me para ele.

— E quem te perguntou? — Disse retoricamente.

Ele pareceu surpreso com a minha resposta. Parecia que ninguém nunca lhe desafiava ou falava verdades para ele. O andar onde eu morava havia chegado, o estranho foi que Yoongi veio logo atrás de mim. Dei de ombros indo até a minha porta, Yoongi ainda me seguia.

— Não precisava ter me levado até a porta. — Chamei sua atenção, já que o mesmo parecia estar com a cabeça em outro lugar.

A silhueta de Yoongi moveu-se para longe. Ele ainda encarava-me, com uma expressão de pena.

— Não estava te levando até a porta, minha mãe também mora nesse andar. — O pálido se explica. — Inclusive, ao seu lado.

Comecei a ligar as coisas quando ele disse da senhora que morava ao meu lado. Aquela doce senhora era mãe de Yoongi. Eu não me culpava por ver a semelhança, os dois eram completamente diferentes. A personalidade da senhora e Yoongi não batiam, ela era doce e Yoongi seco.

— Hum, que bom. — Fiz bico, dando de ombros. — Ela é um doce, diferente do filho. — Pensei por alto. Altamente proposital.

— Não acha que está muito atrevida, senhorita ________? — Ele hesitou por instante, aproximando-se de mim, novamente.

— Digo apenas verdades. Não irei pedir desculpa se você não aguenta ouvi-las. — Coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha, com um sorriso meigo nos lábios. A essa altura ele deveria estar querendo me matar, mas eu adorava causar essa sensação.

— Está afiada como uma faca… — Ele se aproxima mais, e eu dei um passo para trás grudando minhas costas na parede gélida. — Você fica bela, mas com a sua boquinha fechada. — Yoongi dizia deixando sua voz mais rouca do que já era.

— Ela te beneficia fechada porque você não suporta ouvir verdades. — Ditei afrontosa, mas a verdade é que eu estava incomodada com essa aproximação física. — Você nem ao menos é capaz de dizer a verdade por trás de tudo. — O instiguei com o assunto do almoço, talvez eu conseguisse algo se ele se sentisse ameaçado. Isso se chama: Psicologia Reversa.

Ele gargalhou por breves segundos, assustando-me um pouco. Yoongi tratou de não quebrar o contato visual e nem o físico, cada vez mais eu sentia que ele estava perto de mim e de meu corpo.

— Se eu as dissesse… Você não as aguentaria, ________. — Yoongi levou a sua mão até o meu cabelo, a deslizando pelo meu rosto. Senti a minha espinha se arrepiar com o toque do pálido. O mais estranho foi que eu não havia o afastado. — Preste bem atenção. — Ele pede.

Prendi a respiração por breves segundos. Ele retirou sua mão de mim, tornando a olhar-me com seriedade.

— Não posso e nem irei lhe contar nada sobre mim ou sobre meu passado, ou o porquê de eu buscar redenção. — Ele afirmou, e eu o observei atentamente. — Se lhe avisei sobre a cafeteria não foi por que simpatizei com você, mas sim porque você parecia inocente demais. — Senti uma ponta de raiva de forma em meu corpo. — Não ache que só porque lhe alertei sobre, que você terá direito algum de saber sobre mim. E por último, não brinque com fogo ou comigo. A chama do inferno faz parte do meu ser, então não brinque comigo ou se envolva comigo. — Olhei em seu olhos negros, e vi que ele estava implorando para que eu não atravessasse a barreira que existia nele. — Caso contrário, você será a única que sairá ferida.

Vi ele inclinar o seu rosto para perto do meu, os seus lábios estavam perto de meu rosto, o nervosismo tomou conta de mim. Mas antes que recobrasse a consciência, uma vez rouca e feminina chamou por Yoongi, quebrando o nosso contato por completo.

— Yoongi, meu filho. — Era a doce senhora. — Deixe a garota em paz. — Ela pediu soltando um risinho.

Acenei para ela brevemente, e Yoongi para perto de sua mãe.

— Venha jantar conosco mais tarde, meu doce. — A senhora pediu sorridente.

— Ela não pode. — Yoongi interrompeu antes que eu pudesse falar alguma coisa. — Você estará ocupada, não é? — Yoongi forçou um sorriso, mas com os olhos ele me fuzilava.

Eu iria negar o pedido da senhora Min. Todavia, eu iria aceitar só para provocar Yoongi. Ele não irá mandar em mim jamais, e eu iria atravessar a barreira que existia nele. Algo gritava em minha mente dizendo que assim que eu atravessasse essa barreira, eu acharia as respostas para as minhas perguntas.

— Não, professor. — Sorri graciosamente. — Eu iria adorar jantar com vocês.


Notas Finais




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