História Meu Professor (Imagine Min Yoongi - BTS) - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Adultério, Amor Proibido, Drama, Faculdade, Jimin, Jungkook, Longfic, Min Suga, Min Yoongi, Namjoon, Professor, Proibido, Romance, Suga, Suga_dark_angel, Taehyung, Yoongi
Visualizações 2.197
Palavras 2.611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Obrigada por todo carinho, vocês são demais.😍

Aproveite o capítulo de hoje.💕

Capítulo 9 - IX. Flashbacks


Fanfic / Fanfiction Meu Professor (Imagine Min Yoongi - BTS) - Capítulo 9 - IX. Flashbacks

Flashback on

A universidade era completamente diferente da escola. Na sala de aula você podia sair sem consultar o professor. Apesar disso, cada minuto de aula que você perdia era valioso. Olhei em volta buscando coragem para sair no meio de uma explicação. Levantei rapidamente, saindo porta a fora. Podia sentir olhares cravarem em minhas costas. Eu deveria estar acostumada com isso.

Procurei pelo banheiro feminino, achando-o na velocidade da luz. Assim que adentrei o cômodo, ouvi cochichos de duas garotas no banheiro. As duas conversavam empolgadamente que sequer notaram a minha presença ali. Me juntei a elas, levando minhas mãos a torneira da pia. Molhei elas levando as mesmas atrás da nuca, sentia-me refrescada quando passava água na nuca.

Tentei ao máximo repudiar as falas das garotas, mas fora quase impossível, então, me permitir escutar o que ambas estavam conversando. Logo de início, notei que o centro do assunto era meu professor, Min Yoongi. Mordi o lábio inferior saindo de perto das duas, procurando qualquer coisa em minha bolsa.

—… saí com ele de noite. — uma das meninas soltou um risinho. Permaneci em pé, apenas escutando o que elas falavam.

— Eu também já saí com ele. — a outra garota se gabou. — Me diz se eu estiver errada, mas já notou que ele não aceita sair de dia, apenas de noite? — soou chateada.

O sapato alto de uma das duas soou alto, denunciando que ela tinha virando-se abruptamente.

— Pensei que fosse só comigo. Ele parece ter duas personalidades diferentes, nem tão diferentes, mas é completamente estranho.

— Todavia não deixarei de sair com Yoongi. Adoro o jeito como ele transa comigo, embora seja bruto… Até demais.

Girei os calcanhares quando aquilo já não era necessário ouvir. Estranho mesmo é as duas "amigas" dividirem o mesmo cara, embora não soubesse se aquilo realmente era de fato verdade. Deixei o assunto de lado, indo até a cantina. Comprei uma garrafa de água e busquei pelo meu comprimido diário, o depositei em minha boca logo em seguida o engolindo com a ajuda da água.

Flashback off.

Lembrei desse flashback no momento em que o Park havia dito aquelas coisas ao meu professor. Deixei aquilo de lado, pois naquela época não sabia se era verídico, mas pelo jeito era. Mordi o lábio sentindo uma repulsa acender dentro do meu ser. Me distanciei deles, os observando de longe.

Quando me dei conta do que Yoongi falava, me intrometi.

— Não irei sair com o seu irmão, Min Yoongi. — me posicionei diante daquela pequena discussão. Dei ênfase em seu nome com um certo desdém. Os olhares dos irmãos me seguiram. — E mesmo que eu saísse, isso não seria de sua conta. — disse por fim, sentando-me no estofado com uma certa raiva.

— Faz bem. — o pálido respondeu, dando de ombros. — Park Jimin não presta.

— É mútuo. — rebati.

Não estava defendendo o Park, pelo contrário, mas meu professor não tinha o direito de dizer quem prestava e quem não. Min Yoongi direcionou seus olhos negros à Park Jimin. Ambos os irmãos se olhavam com rigidez. Meu professor fuzilava Park Jimin cerrando o punho, eles se entreolharam por breves segundos antes de Yoongi se pronunciar com total aspereza.

— Não diga coisas que não sabe, Jimin. — vociferou alto e claro.

Estava temendo que sua doce mãe os visse discutindo por nada, ela estava feliz por eles estarem aqui, não queria que fosse diferente. Mesmo estando com uma certa raiva de Yoongi, me contive e levantei indo até os dois.

— A mãe de vocês irá escutar tudo, então por favor, parem. — pedi, chamando atenção apenas de Park.

— Não me importo. — Yoongi passou a língua na bochecha, mostrando a sua raiva evidente.

— Mas eu me importo. — articulei baixinho.

— A escute, Yoongi. — Jimin disse pela primeira vez sem o tratar como mais velho.

Yoongi virou-se indo em direção a porta. Ele caminhou em passos largos até ela, abrindo-a abruptamente. Suspirei pesadamente percorrendo o mesmo caminho que o dele. Me virei rapidamente para falar com Park.

— Vou falar com ele, vou ver se eu o acalmo. — avisei e Park assentiu.

Park veio até mim em passos largos. A sua expressão era de receio. Sem qualquer contato físico, ele mordeu o lábio olhando-me seriamente.

— Tome cuidado, meu irmão não é confiável. — pediu em baixo tom, uma de suas mãos segurou a minha. Eu não podia e não tinha como explicar a minha reação diante daquele toque, assim que as nossas mãos tocaram-se, tirei a minha bruscamente. Desde quando o vi pela primeira vez, tive uma sensação estranha em relação a ele. Puxei o ar para o meu pulmão, me recompondo. Seria coincidência demais…

— Não conte a sua mãe sobre esta discussão. — intervir mudando completamente de assunto.

Sem que ele dissesse nada, afastei-me atravessando a porta aberta. Yoongi estava sentado em um banco, os seus olhos negros colidiram com os meus. O seu olhar chamuscando assustou-me de certa forma, mas ignorei o aviso que minha mente dava.

Perigo. Se Yoongi carrega-se uma placa consigo, ela iria trazer essa palavra.

— Não se aproxime. — disse intratável. Sua pele que antes era branca, agora havia ganhado um tom avermelhado.

— Quero tentar entendê-lo. — expus minha frustração. Decidi deixar todo meu ódio de lado, eu precisava entender, não como alguém próximo, mas sim como uma futura psicóloga.

— Você não pode. — ditou firme, com os seus olhos chamuscando.

Nesse mesmo instante passou uma moça com uma criança chorando, deveria ser a mesma de antes. Esse choro me levou ao exato momento em que eu ainda trabalhava na cafeteria, Yoongi estava conversando ao telefone. Analisando agora a sua conversa daquele dia, me parecia que a moça estava grávida.

— Posso te fazer uma única pergunta? — indaguei esperançosa.

Yoongi levantou-se sem quebrar o contato visual.

— Já está fazendo. — deu de ombros.

— Estúpido. — vociferei baixinho.

— Então pare de correr atrás desse estúpido. — proferiu.

— Esquece.

O olhei por breves segundos, vendo se aquela armadura seria fácil de desatar.

— Digamos que eu aceite lhe responder somente uma pergunta… — supôs. — O que eu iria ganhar em troca? — ergueu uma de suas sobrancelhas, cruzando os braços.

— O que quiser. — disse sem pensar, estava ávida demais para uma resposta sem metáforas.

Ele cerrou os olhos com um sorriso descarado nos lábios. Acenou com a cabeça para que eu fizesse a pergunta.

— Naquele dia no café… — parei meio incerta. — Você estava conversando com uma pessoa no telefone, tenho quase certeza de que ela estava grávida, ou ainda está. — disse com uma certa alteração, o ódio me dominava ao imaginar que a minha hipótese poderia estar certa. E se ela estivesse certa, provavelmente ele teria mandado ela abortar.

— Continue. — falou entre dentes, aproximando-se mais. O seu sorriso cínico havia sumido.

Ainda não tinha formado uma pergunta concreta, mas novamente um flashback veio em minha mente. Sue estava nele, a forma como meu professor a tratava era desprezível. Exatamente como ele tratava a pessoa do outro lado da chamada naquele dia. Talvez, só talvez, poderia ser Sue.

Se eu estivesse certa... Seria ela.

— O que me chamou atenção foi a maneira como tratou Sue, assim deixando a pista de que era ela a pessoa com quem falava ao celular. Estou certa? — dessa vez quem havia cruzado os braços tinha sido eu.

Yoongi levou a sua destra até seus fios, os puxando para trás. O seu rosto tomou uma expressão sombria, ele mudava da água para o vinho. Era inevitável. Aquilo fazia parte dele, assim como as meninas havia falado naquele dia.

— Sim. — roucamente falou. — Mas esse filho não é meu.

Mordi o lábio inferior, colocando uma mecha de meu cabelo atrás da orelha. Fechei os olhos brevemente. Aquela situação era complicada, talvez eu estivesse me metendo demais em sua vida. Mas o meu instinto de mulher não me permitiu deixar isso de lado.

— Como pode ter certeza? — vociferei entre dentes. Estava me sentindo mal por Sue, ela realmente não merecia aquilo.

Yoongi bufou aproximando mais, dei um passo para trás colando as minhas costas na parede frígida. Em seus olhos não existia vida, o seu rosto tornou a formar uma carranca.

— Porque eu me protejo. — bradou. Ele deu um soco na parede, ao meu lado. Logo em seguida aproximando o seu rosto gélido na curvatura de meu pescoço, a sua respiração quente colidiu com a minha pele causando um fugaz arrepio. — Porque não transo com ninguém sem proteção, ninguém. — sussurrou.

Fiquei extasiada por efêmeros segundos.

Levei as minhas mãos até o seu peitoral, espalmando-as ali. Vi ele fechar os olhos minimamente, mordendo os lábios, quase sangrando. Ele soltou um grunhido rouco, tornando a olhar para mim. Essa não era a reação que eu esperava, então, o empurrei levemente.

— Acidentes acontecem, professor. — articulei. Saí do abismo que eram os seus braços fortes. — Camisinhas estouram sem perceber, sabia?

Ele gargalhou baixo, logo virando-se para mim.

— ________, eu não posso ter filhos. — fiquei boquiaberta com a sua revelação. Senti um pouco de culpa, até. Mas ao contrário do eu pensei, ele parecia se divertir com o meu "sofrimento". — Esqueça esse assunto. E antes que me pergunte, ela ainda está grávida, mas não de mim.

— Então de quem é esse filho? — questionei.

Ainda existia muitas perguntas sem respostas.

— Era apenas uma pergunta, lembra?

Revirei os olhos. Sabendo que eu já não conseguiria mais nada, fiz menção em virar para entrar na casa de sua mãe, contudo, ele impediu-me segurando o meu pulso. Rapidamente desfiz o contato físico, o mesmo que eu havia sentido com Jimin havia voltado. O meu corpo reagia de forma diferente com os dois, o meu inconsciente sabia o porquê.

— Agora é minha vez. — ele grudou o seu corpo ao meu, aproximando novamente o seu rosto do meu. Droga, estava perto demais. — Me responda com sinceridade. — pediu rouco. — Por que resolveu cursar Psicologia? — ele analisava-me por completo.

— Do que está falando? — afastei-me novamente, brincando com as pontas de meu cabelo.

— ________, você sabe do que eu estou falando.

— Porque gosto da Psicologia, gosto de estudar a mente humana. — admiti. — A mente humana é incrivelmente misteriosa. — cerrei os olhos.

— Por que sinto que não é só isso? — passou a língua na bochecha, ainda averiguando o meu rosto.

— É apenas isso. — dei de ombros.

— Sou Psicanalista, vejo claramente a forma com o seu corpo reage. Não é você, mas sim o seu inconsciente agindo por si só. — afirmou, cruzando os braços. — Você não está dizendo a verdade, ou…

Mordi o lábio inferior novamente, dessa vez senti o gosto amargo do sangue invadir a minha boca. Ele aproximou-se deixando os nossos corpos grudados, inclinou-se deixando as nossas físicas coladas novamente.

— Ou você está dizendo uma parcela da verdade. — sorriu insolentemente. Ele tornou a mover a sua boca para perto de meu ouvido. — Não minta para mim, uma hora ou outra eu irei descobrir tudo por completo.

— Fique à vontade, você não irá encontrar nada. — falei atrevida, mas a verdade é que eu havia ficado desconcertada. Me abaixei para sair novamente do abismo que os seus braços se tornaram. Lhe dei as costas, colocando minha destra na maçaneta fazendo menção em abri-la.

— Você o deseja? — a voz rouca e arrastada de Yoongi se fez presente. Parei, virando-me para o olhá-lo.

— Não acha que está cedo demais para mim o desejar?

— Então mais adiante possa ser que você o deseje? — trincou o maxilar.

— Está tão preocupado com isso, por quê? — indaguei. — Estou começando a achar que você gosta de mim. — brinquei, mas ele ainda estava sério.

— Jimin não é bom. Estou apenas te alertando antes que as coisas…

— Você é? — questionei cansada daquilo, um dizendo que o outro não prestava.

— Não. — falou desconcertado. — Eu não sou o mocinho dessa história, ________. Não sou nenhum santo, tenho pecados que talvez não venha ter redenção, mas mesmo assim ainda a procuro. Como já te disse uma vez, Jimin não busca o que eu busco. Ele gosta do que faz, meu irmão se acostumou e se delicia com os seus próprios pecados. — ele disse olhando-me, Yoongi tentava ver se eu estava compreendendo a sua fala. — Park Jimin é o próprio pecado em vida e eu sou um imã para os pecados. Você é um mero anjo em meio a esse caminho de perdição que somos. E é por isso que eu te peço, se afaste de nós. — ele falava com brutalidade, mas os seus olhos pediam como súplica.

— Por que eu faria isso? — assim que escutou minhas palavras, ele veio aceleradamente até mim. Yoongi levou suas mãos até os meus ombros, nunca tinha o visto daquele modo.

— Pare de ser teimosa, garota. — vociferou. — Estou lhe dizendo isso para o seu bem.

— Como posso ter certeza disso?

— Você não terá. ________, não se envolva nisso. — alertou seriamente.

— Ou o quê? — o afrontei. Tirei as suas mãos de cima de mim.

Min Yoongi nada disse. Assim que as suas mãos foram tiradas de mim, ele tratou de colocá-las em minha cintura apertando-me com força. Me coração começou a bater desproporcionado. As nossas físicas estavam coladas, as nossas respirações falharam miseravelmente. Ele parecia certo do que iria fazer. Com a sua destra, puxou-me mais para si. A sua outra mão foi para a minha nuca, puxando o meu rosto para perto do seu. Ele grudou os seus lábios finos aos meus, em questão de segundos ele estava movendo-os contra os meus. Tentei me soltar de seu beijo, mas seus braços eram mais fortes que os meus. Ele empurrou a sua língua contra minha boca, mas não lhe cedi passagem. Os seus olhos estavam fechados, os meus não. Depois de um certo tempo, fechei os meus olhos cedendo passagem, mas logo o contato físico fora quebrado. Quando ele me soltou, o empurrei esmurrando seu peito.

— Cretino! — vociferei. — Você não tinha esse direito. — continuei batendo em seu peito, ele ficou parado, como se realmente merecesse aquilo.

— Nós estamos nos envolvendo muito um na vida do outro, isso quebra as regras da faculdade. Com esse beijo, lhe aconselho a se afastar de mim e de Jimin. Caso contrário, irei até a secretaria e denunciarei esse beijo. Nós dois iremos pagar por isso, se for o caso.

— Por que fez isso? — questionei com ódio.

— Esse é o único jeito de te manter afastada. Essa sentença é mínima perto da que receberia se você se aproximasse mais de Jimin. Eu faria isso por qualquer pessoa que se aproximasse dele.

Lhe lancei um olhar mortal.

— Denuncie. Isso não me impedirá de me afastar dele e muito menos de descobrir a verdade.

Eu já não iria atrás da verdade por curiosidade, mas sim pelo o que Min Yoongi havia feito. Quanto mais ele pedia para eu me afastar, mais eu iria vasculhar.

— Você fez a sua escolha, agora aguente as consequências que virão a seguir. — cerrou os punhos com raiva.

— Jamais me beije novamente. — disse com total ira.

— Não se preocupe, você ainda irá implorar por isso. — falou sacana, dando-me as costas.


Notas Finais


Aí aí. A cabecinha de vocês devem estar a mil por hora.😂

Próximo domingo, ou antes disso, tem atualização de MP.

Vamos combinar que, Park Jimin é o próprio pecado mesmo. Já na estória...

Meu perfil: @hesitei 🌹


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