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História Meu professor - Capítulo 19


Escrita por: e Gaychan


Notas do Autor


Quem é vivo sempre volta né? Nos vemos nas notas finais ;)

Capítulo 19 - Capítulo dezenove: Flecha


Fanfic / Fanfiction Meu professor - Capítulo 19 - Capítulo dezenove: Flecha

– Anastácia... Anastácia, já chegamos no nosso destino... Hija, despierta

– Hm.... Acordei já.... Ja acordei – Abro meus olhos e bocejo, passo pelo rosto que estava apoiado na janela do carro. Bocejo e olho pelo vidro – Aqui é aonde vamos ficar?

, eu vou alugar um quarto para você – Ele diz isso saindo do carro e fechando a porta. Sigo ele batendo a porta indo em direção ao porta malas

– Mas e você? Não vai alugar um pra você não? – Abro o porta malas pegando a minha mala, o fecho logo em seguida

– Não se preocupe com isso, até porque eu tenho muitas coisas para fazer – Ele anda em direção a entrada do hotel, sigo ele segurando a minha mala

– Coisas para fazer?

– Isso não é da sua conta, Anastácia – Ele abre a porta do hotel e vai até aonde faz a reserva e começa a conversa com a atendente

Suspiro e me sento em um banco ali perto. Seguro firmemente a minha mala perto do meu corpo. Pego uma revista que estava em uma mesinha e começo a ler ela. Sua capa falava sobre uma personagem de um livro, bem, não é importante. Olho bem para atriz usada para interpretar a personagem, até que vejo um arco e flecha em sua mão... Arco e flecha... Flecha... Hm

– Anastácia! Anda, vamos logo!

– Ahn? Ah! Vamos – Coloco a revista de volta na mesa e acompanho meu pai. Passamos por alguns corretores até chegarmos em um quarto. Ele pega a chave e abre a porta me dando espaço para entrar. O quarto não era luxuoso porém era aconchegante. Tinha uma cama de solteiro com um lençol laranja, as paredes eram cinza escuro e o piso era de madeira. Encosto a mala em um canto e me sento na cama.

– Ok, Anastácia. Aqui está o meu cartão, pede uma pizza ou sei lá oque. Caso aconteça alguma coisa você me liga. Não sai do quarto ou fique perambulando por aí, certo?

– Tá...

– Eu provavelmente vou chegar aqui bem tarde, então não fique me esperando – Ele se vira e segura a maçaneta, depois se volta para mim – Tranque a porta quando eu sair, Ok, Anastácia?

– .... Arrow

– Oi?

– Me chama de Arrow


Quatro anos depois


Pego uma garrafa d'agua a virando de uma vez enquanto passo um pano em minha testa

– Boa, senhorita Arrow! Dessa vez você se superou, mas na próxima eu irei vencer – Dizia o pequeno garoto dando pulinhos e socando o ar, ainda com suas luvas de box

– Ah, vai sonhando, tampinha – Digo dando um leve soco no seu braço – Mas continue assim! A cada dia você melhora mais, quem sabe algum dia você me supera?

– Estou ansioso por esse dia! – Ele da um sorriso de orelha a orelha e sai correndo em direção ao seu pai

Dou um sorriso negando com a cabeça e vou até o banheiro. Tomo uma ducha rápida e me visto. Saio da academia e subo na minha moto, bem, a moto não era minha, mas não importa. Finalmente chego em casa e me jogo no sofá, minutos depois ouço o som da porta abrindo e vou até lá.

– Bem vindo de volta, chefe – Chefe, é assim que eu comecei a chamar o meu pai, fizemos um acordo de não nos chamarmos mais de "Pai e Anastácia". Isso iria facilitar para a nossa nova vida

– Arrow, usou a minha moto denovo, né? – Ele pergunta sem olhar para mim, pendurando a sua jaqueta

– Precisava dela para ir para a academia – Volto a me sentar no sofá colocando os pés encima da mesa

– Tira os pés daí, Arrow – ele da um tapa no meu pé fazendo ele cair – Você deveria mudar esses horários da sua academia, é muito tarde e é perigoso – Ele vai até a cozinha e pega uma cerveja depois volta para a sala

– Perigoso? Eu sei me virar sozinha, sem contar que os "caras maus" não dão as caras já fazem uns seis meses. Não precisa se preocupar

No hay forma de que no pueda preocuparme, eres mi hija, no podía soportar perderte

( Não tem como eu não me preocupar, você é minha filha, eu não aguentaria te perder)

Ele suspira cansado se sentando no sofá.

Jefe, ya no soy una niña. Ahora soy una mujer fuerte, puedo arreglármelas sola

(Chefe, eu não sou mais uma criança. Agora sou uma mulher forte, eu posso me virar sozinha)

– Ok, Arrow. Apenas tome cuidado, Ok?

Si, Jefe


***


Coloco todas as minhas roupas na mala e a fecho, pego algumas coisas e coloco em minha bolsa, as deixo em cima da cama e vou ver se não esqueci nada. Me olho no espelho que tinha na porta do armário e percebo o quanto eu mudei, realmente tinha virado uma adulta, não usava mais aquelas roupas de adolescentes mostrando a barriga. No momento usava um vestido colado e um salto alto. Olhando assim eu até parecia uma Ceo fria e calculista de alguma fanfic. Reviro meus olhos dando risada da minha piada mental.

Novamente me volto ao espelho, vejo que ganhei corpo, antes eu era uma tábua, uma tábua gordinha, mas uma tábua. Passo as mãos pelo cabelo que agora estavam um pouco acima dos ombros. Não querendo ser arrogante, mas eu sou muito gata, Hahaha.

Solto uma risada nasal e pego as minhas coisas e saio do quarto com minha mala e minha bolsa.

Coloco à mala no porta-malas, vou para o banco do passageiro e me sento, colocando a minha bolsa no meu colo e colocando o cinto.

– Não podia colocar uma roupa mais chamativa? Sabe, não vamos a uma festa – Meu chefe diz me olhando rápido, dou uma risada pelo seu comportamento

– Sabe, acho que meu decote tá muito pequeno, ne Jefe? Hm, deveria ter colocado um coque, ou umas argolas – Rio mais ainda o vendo revirar os olhos

Passo metade do caminho fazendo piadas e rindo do meu Jefe, até que ele se vira para mim e fala

– Arrow, eu tenho uma notícia boa e uma ruim, qual você quer primeiro? – Ele pergunta olhando para a estrada

– A boa né? De ruim já basta a vida – Suspiro

– A boa é que eu consegui um emprego e um jeito de nos manter seguro – Ele me olha de canto por um momento, depois suspira e volta a olhar para frente – A ruim é que esse emprego é naquela cidade aonde você morava quando tinha 17 anos

Abro a boca por um momento, tento falar mas as palavras não saem. Me afundo mais ainda o banco do carro e coloco minha mão sobre o rosto.

– Arrow... Podemos ser pessoas diferentes lá, eles nem precisam saber que voltamos, esse emprego vai melhorar a nossa vida

– Você tem sempre que estragar tudo... Né? – Respira... Calma, não chora – Se é assim que você quer, então tudo bem – Calma Arrow... no te estreses, todo va a estar bien.... Droga

***

Finalmente chegamos na nossa nova casa, ele não estava blefando, realmente era na minha antiga cidade, No ha cambiado mucho cuando me fui, sigue siendo la misma pequeña, ciudad aislada

(Não mudou muita coisa dês de quando eu saí, continua sendo a mesma cidade pequena e isolada)

A casa aonde ficamos era bem longe da casa aonde eu morava à 4 anos, bem, não tão longe assim, mas para uma cidade pequena...


***


Seguro o jornal perto do meu rosto em busca de algum emprego, dou um gole no meu café enquanto folheio algumas páginas

– Arrow? – Olho para o lado e vejo meu pai sentando perto de mim. Eu apenas dou um aceno para ele depois volto a ler – Hija, acabei de saber que vai ter um evento à noite, você vai.

– Não Jefe, mas obrigada pelo convide – Dou outro gole no café.

– Arrow, eu não estou pedindo, você vai

No, no quiero, y no voy a ir

– Terei que repetir? – Ele pergunta em um tom autoritário, eu reviro meus olhos suspiro.

– Pra que caralhos você quer que eu vá nesse bendito evento?

– É algo importante, por favor Arrow, eu só confio em você para fazer algo assim.

– Não vai falar oque é?

– Agora não, mas você já vai saber.




Contínua


Notas Finais


Voltei gente. Aqui estamos nós nas retas finais da fanfic, estou pretendendo encerrar ela no capítulo 30, mas não prometo nada ;)

Desculpe qualquer erro de ortografia, provavelmente não irei revisar esse capítulo. Qualquer dúvida que tiverem deixem nos comentários. Vlw Flw, bjjjjs


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