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História Meu Professor de filosofia - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Capítulo 2


Suas mãos apertavam minha cintura, e eu tentava me afastar, mas infelizmente ele era bem maior e mais forte que eu.

Quando finalmente consegui me afastar dele, saí correndo da sala, mas pude ouvir seu risinho de vitória. Ridículo. Desci as escadas correndo e liguei para minha mãe vir me buscar, rezando para que ela chegasse logo e eu não ser obrigada a ver aquele crápula saindo da escola.

Cheguei em casa meio pensativa e não conseguia tirar nada do que havia acontecido da minha cabeça. Aqueles olhos castanhos não paravam de aparecer na minha mente com aquele olhar cheio de luxúria.

Minha mãe conversava comigo e falava, porém não consegui prestar atenção em nem metade do que ela disse.

Minha cabeça girava com aquela cena e eu me esforçava para pensar em outra coisa, mas Infelizmente não conseguia. O pior de tudo é que eu não sei se estou com raiva ou achando toda a sensação que eu tinha tido boa. Tudo isso bagunçava minha cabeça, embrulhava meu estômago e, o que eu mais queria era dormir para tentar esquecer tudo isso.

- Tá se sentindo bem meu amor? (Minha mãe perguntou com uma feição preocupada, até pq minha cara não era uma das melhores)

- Na vdd não, tô com a cabeça meio pesada, com um embrulho na barriga! ( Falei, dramatizando um pouco a situação pra ver se minha mãe tinha pena de mim e parasse de contar todos os detalhes do trabalho dela. Eu sei que isso soou muito ruim da minha parte, mas esse não era o melhor momento para ouvir sobre o chefe da minha mãe brigando com outros funcionários e saber da sua indignação.

- Tome um remédio e vá dormir, filhinha. Amanhã você já vai estar melhor tenho certeza. Ela sorriu e fez carinho na minha cabeça. Concordei e fui pegar o remédio, tomei com um copo cheio de água. Fui para meu quarto e tomei um banho rapidamente, vesti uma camisola e me deitei na cama.... " Seus lábios doces em contato com os meus me traziam sensações maravilhosas.

Nós beijávamos em perfeita sincronia, nossas bocas pareciam ser feitas uma para a outra.
Suas mãos quentes passavam por todas as partes do meu corpo, me deixando arrepiada, cheia de desejo. Nossos corpos pegavam fogo. Minhas mãos lentamente foram tirando sua blusa preta que contrastava perfeitamente com seus olhos castanhos escuros e seus cabelos morenos. Sua intimidade roçava na minha me provocando sensações indescritíveis. Seus lábios beijavam cada parte do meu corpo exposto por um curto e decotado vestido vermelho. Ele abria vagarosamente o zíper da minha roupa quase me torturan..."

 Acordei com o despertador do meu celular tocando. As imagens daquele sonho vieram a minha mente tão rapidamente que me assustei. Mas que merda. Havia dormido para esquecer aquele maldito e acabo sonhando com ele.

Me levantei e lavei meu rosto para ver se conseguia esquecer toda aquela maluquice.

Tomei um banho para despertar e consegui esconder um pouco aquilo tudo. Quando já estava vestida fui para a cozinha procurar alguma coisa para comer.

- Bom dia princesa! Acordou melhor? - minha mãe perguntou e depositou um beijo em minha testa.

- Aham - respondi sorrindo. Realmente eu tinha melhorado, todo aquele peso e mal estar já tinha passado. Comi um pão integral e leite com achocolatado. Terminei de me arrumar e esperei minha mãe sentada no sofá mexendo no celular.

Nada de interessante estava acontecendo, como sempre.

Minha mãe me deixou na escola e fui andando com a minha preguiça matinal até minha sala. Quando cheguei Mharessa ainda não estava lá, então só cumprimentei algumas pessoas e deitei minha cabeça na mesa na tentativa de descansar mais um pouco. Cinco minutos depois senti alguém me cutucando.

- Bom dia amiga - Mha disse bem humorada, como sempre. Ela era uma das únicas pessoas que eu conhecia que conseguia ficar feliz as sete horas da manhã. - Tá com cara de cansada, dormiu bem? - Ela perguntou me fazendo lembrar de tudo que tinha acontecido na noite anterior, me fazendo sentir culpada por não querer contar nada para ela.

- Não muito - falei sem dar muita importância. - E você, tá mais feliz que o normal porque? - perguntei logo mudando de assunto. Ela começou a me contar sobre o namoro dela e de como ele estava indo as mil maravilhas.

 Isso me fazia bem porque pelo menos eu consegui esquecer momentaneamente todos os problemas atuais.

A aula começou e eu consegui prestar a completa atenção nela. A segunda aula era de física, uma das matérias que eu mais odeio. O professor não explicava nada bem, então eu definitivamente não consegui entender muita coisa. Pedi ao professor para ir ao banheiro e ele deixou.

O caminho estava deserto e quando eu menos esperava, quem vem do outro lado e nada mais, nada menos que... Isso mesmo, João. Olhei para os lados para ver se tinha alguém e nada. Procurei alguma saída para escapar dessa situação, mas infelizmente não tinha. Tentei me afastar dele o máximo possível, mas ele me puxou pela mão.

- Me faça menos idiota e me diga que tbm sonhou cmg essa noite. - Ele sussurrou no meu ouvido. Arregalei os olhos e fiquei sem reação. Ele sorriu. Deu um beijo perto da minha boca e simplesmente saiu, me deixando completamente estática. Suas palavras pareciam uma onda vindo com tudo para cima de mim.

Corri para o banheiro e lavei meu rosto com água gelada. Aquela aproximação desnecessária tinha me deixado bem nervosa.

Meu coração batia acelerado e eu ainda podia sentir o cheiro dele em minhas narinas.
Passei uns cinco minutos no banheiro enrolando para ir embora e vi que eu não ia conseguir me concentrar em mais nada por hoje. Fui até a sala, me despedi dos meus amigos e fui até a coordenação.

Falei para a mulher que eu estava passando muito mal, com muita dor de cabeça e que eu não aguentava mais assistir qualquer aula que fosse.

Ela ligou pra minha mãe e blá blá blá. No final das contas minha mãe disse para eu voltar pra casa de táxi e pagar com o dinheiro para emergências que tem lá em casa.

Desci as escadas e quando cheguei lá embaixo comecei a ligar para um táxi.

Seria ótimo se eles atendessem a merda do telefone. Continuei tentando até tomar um susto com uma pessoa falando atrás de mim.



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