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História Meu professor substituto - HOT. - Capítulo 4


Escrita por: e MinaMonthorlyne


Notas do Autor


Oi, aqui é o professor.
Desculpem postar mais cedo e em menor quantidade que a outra autora.
Ah, pedimos pra que você veja novamente o capítulo anterior, pois a autora esqueceu de escrever quase mil palavras no começo, haha.
Acontece amor. Te amo, espero que os leitores entendam.
Vamos lá ver o que eu, o professor, contará para vocês?

Capítulo 4 - A primeira aula.


Após a minha apresentação pedi para que os alunos se apresentassem.

Em um determinado momento, a menina que eu acho que é a minha webnamorada sai da sala aos prantos. Apenas olho ela sair enquanto todo mundo fica em silêncio.

Logo após a saída dela (Cary) da sala eu senti um grande temor.

Afinal só poderia ser a Cary, embora um lado de mim dizia-me que poderia não ser ela, talvez pra que eu pudesse fazer bem meu trabalho.

Logo que eu percebo que ela se distanciou eu pergunto em voz alta:

-Bom, espero que não seja nada grave, mas... – antes que eu termine de falar alguém bate na porta.

É um aluno, ele pergunta se pode entrar e eu digo que sim.

(Que merda, tudo tão bem no segundo ano e logo aqui no terceiro tem acontecido tanta coisa)

Então o aluno que entrou conversou com as meninas que estavam próximas da aluna que saiu da sala. Eu volto a falar, mas dessa vez olhando para o lugar de onde eles estavam:

-Alguém é próxima a ela pra ir ver se ela está bem?

-Eu sou e vou vê-la – fala uma aluna.

Eu concedo com sinais de mãos, ela falou no meio do caminho com o aluno que chegou atrasado, não ouvi uma palavra sequer do que eles falaram, embora esteja preocupado com tudo isso.

Quando a amiga dela saiu, eu falei:

-Pessoal eu, como professor de vocês, pretendo ensinar vocês e sei que, pra vocês aprenderem qualquer coisa, vocês precisam estar bem, então eu sempre vou me importar com qualquer um de vocês.

Eles passaram a cochichar entre si, pelo pouco que ouvi concordando com a minha atitude. Um aluno que senta na frente disse:

-É, professor, foi alguma coisa que aconteceu com ela, não lembro de ter visto algo assim – ele fala, com acenos positivos dos outros alunos.

-Bom, ela ficará bem, vamos voltar pra aula – falo com otimismo.

Voltei a pedir a atenção de todos e a pedir que se apresentassem.

-Professor, o senhor quer (saber) o nome das meninas que saíram? – um aluno me pergunta.

-Não, deixa que elas digam e, caso sintam vergonha em falar, eu peço pra que alguém fale, afinal preciso fazer a chamada e colocar a “presença” nos alunos que vieram – explico a razão de negar o seu pedido.

Volto com as apresentações e eles vão colaborando e falando, enquanto fico de pé anotando os nomes deles no meu caderno.

Após todos se apresentarem, depois de um bom tempo, eu volto para o quadro e escrevo o meu nome, a data de hoje, e a primeira atividade.

Eles ficam surpresos por eu já passar atividade logo no primeiro dia, então eu explico:

-Essa é uma atividade bem simples, apenas para conhecer mais os conhecimentos de vocês com a minha matéria. É uma atividade de classe, então somente na próxima aula que começaremos a ver novamente os conteúdos – explico.

Volto para o quadro e escrevo a atividade em questão:

“Faça um texto pessoal comentando seu aprendizado em geografia citando os conteúdos abordados pelo antigo professor.

Complete seu texto comentando o aspectos pessoais envolvendo essa matéria e o que espera do professor substituto. Mínimo 20 linhas”.

Os alunos começam a “chorar”, pedindo que eu diminuísse a quantidade de linhas, então eu falei:

-Olha, pra mostrar que realmente sou bonzinho vou diminuir – falo sério, como de costume.

Eles comemoram. Vou até o quadro. Apago com a mão o número 20 e escrevo 19.

Alguns riem, outros reclamam, outros não entendem, escuto alguns falarem baixo a palavra “sarcástico”.

(Sarcástico, eu? Penso comigo mesmo, de forma sarcástica).

Então eu falo:

-Bom, pra vocês não pensarem que eu sou tão rigoroso assim eu aceito se tiver dezoito linhas... e meia.

Alguns riem, entendendo meu jeito, mas outros ainda não, então eu os motivo a abrirem o caderno e fazer, digo pra destacarem.

Alguns engraçadinhos perguntam várias vezes se é pra destacar ou não, mas eu surpreendo com minha paciência e apenas respondo que sim, é pra destacar.

Fico andando pelas fileiras da sala e dou orientações de como eles podem fazer essa atividade. Procuro tranquiliza-los e digo que não tem problema se não tiver o mínimo de linhas, mas que eu gostaria de receber alguma coisa escritas deles hoje. Também faço eles colocarem no papel o nome deles e o número. Também a turma, embora eu não costume misturar as atividades de uma turma com outra, mas é bom deixar tudo organizado.

Alguns cadernos ainda em brancos, outros com alguma coisa escrita, o nível e interesse dos alunos é bem diferente, mas a atividade tem esse objetivo mesmo, conhecê-los.

(Conhecê-los... tem uma que você conhece, certo? Não, como aluna, não)

Os alunos vão fazendo a atividade, percebo que já faltam dez minutos pra terminar a aula.

(Sinto sede... e sinto que preciso falar com Cary urgentemente, não faço ideia do por quê daquela reação, pior que, se ela falar pra alguém sobre mim eu terei que sumir daqui e procurar a vida em outro lugar e até em outra profissão. Apesar de pensar isso eu espero e confio que ela ficará calada sobre isso)

Então, eis que duas alunas batem na porta: É Cary e sua amiga.

Olho pra ela e, apesar dela estar cabisbaixa, eu passo a ter certeza que é ela.

(É ela mesmo, inacreditável)

-Licença – pede a amiga pra entrarem na sala.

-Entrem – eu falo.

Elas caminham até o lugar em que elas sentam, vou até elas. Elas param, Cary vira-se pra mim, então eu falo:

-Está tudo bem? – pergunto em um tom médio, para que ela escute e também todos os alunos ali, ao nosso redor.

 -Está, professor, não é Cary? – fala a amiga dela.

-Sim, estou bem – Cary responde, sem olhar diretamente pra mim.

(Dói te ver assim, Cary, o que foi que houve?)

-E ela quer te dizer algo, né? – fala a amiga dela.

Cary demora um pouco, mas fala:

-Professor – me chamou baixinho.

-Diga – mantive o tom médio, pois não convém pra mim, como professor, conversar publicamente baixinho com nenhuma aluna e eu preciso trata-la apenas como aluna.

Continua...


Notas Finais


E... é isso hoje.
O que ela dirá para ele?


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