História Meu Protetor - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Pattie Mallette
Tags Babá, Drama, Jailey, Luta, Obsessão
Visualizações 45
Palavras 1.433
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoal eu sei que eu fiquei muito tempo sem postar, mas aqui estou eu, eu pensei bem, tive muitos bloqueios de criatividade. Durante o tempo em que eu demorei a postar os caps, eu estava escrevendo uns três caps e no dia seguinte o meu notbook apagou do nada, e estava tudo no notboook! Eu tive que levar pro concerto e tals, demorou um tempo e aqui estou. Eu tive muitas ideias durante esse tempo, em que fiquei sem o notbook, eu quis modificar algumas coisas, o nome dos personagens (Menos do Justin, Chaz, Ryan, Chris e Pattie entre outros). Bom, agora eu vou reescrever a fanfic, e não vou parar de postar eu prometo!!



B
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Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Meu Protetor - Capítulo 1 - Prólogo.

 


     Pov's Katherina Grey

 

   Andava rapidamente pelas ruas, estava de noite e eu odeio andar pelas ruas desertas, principalmente quando está de noite. Olhava para os lados e para trás assustada toda vez que escutava algum barulho, quase não tinha ninguém nas ruas e eu estava rezando para chegar em casa o mais rápido possível.


Já estava na esquina de uma rua perto da minha casa e tinha algumas pessoas na rua, suspiro aliviada, olhando sempre para trás, não gosto de andar em ruas desertas a final acho que ninguém gosta. Observo três garotas rindo, uma delas parecia estar bêbada apoiada em uma menina linda, era morena que estava rindo da amiga, e a outra fumando, tinha cabelos azuis, olhos azuis por alguns segundos ela olhou para mim, desvio o olhar e continuo andando. Queria poder me divertir assim como essas garotas, ir para as festas com as amigas sem ter pressentimento de que alguém vai fazer alguma crueldade comigo.

 

 

 

Após chegar em casa, guardei as compras em seu devido lugar. Estava vendo um filme na TV mais tive que dar uma pausa para ir comprar umas coisas no mercado, minha irmã mais nova estava com fome e não parava de me perturbar ficava reclamando o tempo todo que estava com fome, ela tem não sabe se virar sozinha então um dia quando tiver tempo vou ensinar o que sei a ela, sobre culinária. Não tinha quase nada na geladeira então não tive muita escolha. Odeio sair sozinha, só saio para ir ao mercado, comprar alguns livros, visitar minha mãe e minha tia e agora trabalhar.

 

- Então, o que temos pra comer? - Rapidamente olho para trás, vendo Carolyn parada na porta.

- Pizza, tá afim? - Perguntei e ela sorrio e se aproximou.

- Claro. - Deu de ombros, pegando uma maçã que eu havia deixado em cima da pia e lavando a mesma. - Vamos ver mais alguns filmes? Comprou refrigerante?

- Eu comprei sim, coloquei no congelador. - Falei assentindo e apontando pro congelador e dei uma mordida na maçã.

- Qual filme vamos ver? - Perguntou ela e parei por alguns segundos pensando no filme que poderíamos ver, olho para alguns lados pensativa mastigando.

- Finalmente 18. - Suspiro após falar de boca cheia.

- Porca. - Carolyn fala fazendo uma careta.

- É você. 

- O filme é sobre o que? - Ela pergunta e eu reviro os olhos.

- Não sei. Quero comer batata frita também, então para de perguntar e vem me ajudar. - Disse dando mais uma mordida na maçã, ela bufou e andou até a geladeira abrindo - a  pegando uma latinha de coca-cola.

- Depois que eu beber, eu te ajudo.

 

 

 Carolyn tem 16 anos a mesma teve que morar comigo porque ficava muito sozinha em na casa da minha mãe Christina. Minha mãe mora com o marido dela na frança, de vez em quando ela liga para saber se está tudo bem. Pelo menos isso ela faz. O pai de Carolyn é um alcoólatra, as vezes vejo ele dentro de alguns bares, bebendo e dando em cima de alguma mulher. Depois de preparar a pizza e a batata frita eu e Carol bebemos todos os refrigerantes que estavam na geladeira, ficávamos fazendo palhaçadas, implicando uma com a outra e tacando pedaços de pizza uma na outra. Carol é um pouco chata as vezes, mas é bom te-la por perto.

 

 


Bieber Pov's

 


   Me encontrava sentado no vestiário do ringue, sozinho. Não conseguia me concentrar devido a gritaria no exterior, todos estavam enlouquecidos pois essa era a semifinal do Campeonato Regional de Artes Marciais. Meu foco estava todo nesta luta, caso eu consiga a vitória apenas mais um pra enfrentar... Apenas um me distanciará de meu sonho de ir para as Nacionais. Eu precisava ganhar, apenas isso para todo o meu esforço valer a pena. Meus pensamentos foram interrompidos quando um dos administradores do campeonato.

 

— Bieber, sua vez. Me acompanhe.

 

— Não se tem mais paz nessa merda de vida. Claro que vou, ou pensa que vou ficar aqui sentado olhando para a tua cara? — Disse rude logo em seguida me levantei e o dei um esbarrão, seguindo o meu caminho em seguida.


Conforme fui me aproximando do ringue de luta os gritos se tornaram cada vez mais ensurdecedores. Adentrei pelo corredor que dava acesso ao local onde decidiria meus sonhos e a multidão foi ao êxtase, uns jogavam flores em mim, outros simplesmente chamavam meu nome, porém eu estava distante e só conseguia pensar em uma coisa: Ganhar. 

 

Subi uma escada que facilitava o acesso encarando meu adversário com um tom de raiva no olhar, me abaixei e passei pelas cordas horizontais que serviam para proteger os jogadores, ou para evitar que o pessoal voe em cima da plateia.


O sino toca e apenas vejo um borrão preto vindo em minha direção, senti meu corpo batendo nas cordas e sendo arremessado ao chão. Aquilo não ficaria assim. Tratei de girar-me para a esquerda evitando que me acertasse mais um soco. Assim feito, puxei a mão do homem e o mesmo caiu sobre o tatame, subi encima do indigente e o acertei um murro na cara.

— Quero ver agora, filho da puta! — Disse enquanto o enchia de socos.

O sino tocou e o árbitro teve que me tirar de cima daquele ser humano, caso contrário ele não estaria vivo! Nos preparamos para o Round 2 e assim que o barulho se fez presente, apenas me aproximei rapidamente o acertando um soco no estômago que o fez capengar. Comecei a soca-lo várias vezes no rosto, usando toda a força que havia em mim naquele momento, a raiva e a vontade de ganhar tiravam de mim toda a sanidade que ainda restava. A multidão ia a loucura. Em um momento de descuido, senti mais um soco vindo em minha direção, me atingindo com força. - Porra, você bate como uma mulher. - digo logo em seguida, com um sorriso sarcástico, mesmo sentindo o sangue já 

Respirei fundo, sentindo o ódio fluir pelas minhas veias e sem pensar duas vezes, acertei-o com força, com golpes que eu nem sabia se era permitido usar. Ele se esquivou para trás, ficando levemente norteado. Sentia os nós de meus dedos latejarem e a adrenalina percorrer todo o meu corpo. Ele veio para cima de mim, agarrando-se ao meu quadril enquanto me empurrava para o chão, distribuindo murros, eu tentava desviar mas fui atingido algumas vezes; ele era forte, mas não o bastante, eu era o melhor, não iria perder para qualquer um. 

Reuni forças e me foquei um uma só coisa: ganhar essa merda e vazar. Acertei seu nariz, ganhando tempo para inverter as posições, limpei o sangue que escorria em minha testa e senti um forte ardor vindo da mesma. Percebi que o cara a minha frente estava se recompondo, então, me joguei em cima dele, o esmagando, só conseguia ouvir a platéia indo à loucura e os gemidos de dor. Serrei o maxilar e distribuí socos em seu rosto, um atrás do outro, sem me preocupar com mais nada, apenas com a vitória escorrendo em minha pele.

 

 

 


Pov's Katherina Grey

 

 


"Minha mente gritava, mas nada saia da minha boca. Eu ordenava que minhas pernas se mexessem, mas elas estavam tão fracas quanto eu estava por dentro. Me senti suja, suas vozes ecoavam pela minha cabeça, eu ainda podia sentir suas mãos passeando pelo meu corpo da mesma forma que eu lembrava do gosto amargo que minha boca se tornou. Gritei e me debati tentando sair da sacola que me colocaram como se eu fosse um lixo. Coisa que eles me falaram que eu era e coisa que eu estava passando a acreditar.

Senti lágrimas descerem, minha visão embaçar e minha garganta arranhar ao soltar um grito de socorro. Senti um soluço chegar quando vi hematomas em meu corpo e pavor cobriu meus olhos quando o líquido pastoso e vermelho descia pelas minhas pernas. Estremeci quando uma mão áspera agarrou meu braço. Desespero me abrigou quando eu pedi para que não fizesse mais nada. Ele riu e agarrou mais forte. Seu olhar se tornou escuro e ele chegou mais perto falando:

 

— Pensou que iria escapar de mim, vadia?

 

Não existia Deus para me salvar. Nem o Diabo para rir. Era do homem que eu temia. Homem de carne e osso, mortal, mas que também sugava e explorava vidas. Era o homem que andava pelas mesmas terras que eu, que respirava o mesmo ar. Ele que me amedrontava. Homem que me tirou a única coisa que eu pensava ter poder. Escolha."

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado meus amores. E os créditos para @tremaine que me ajudou no pesadelo da Kat, muito obrigada


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