História Meu querido capitão - Capítulo 1


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Elizabeth Liones, Meliodas
Tags Drama, Melizabeth, Novela, Romance
Visualizações 105
Palavras 1.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais uma da Isa pra vocês❤
Boa leitura amores❤♥

Capítulo 1 - Prólogo


 

 

 

 

As ruas de Danafor estavam calmas enquanto nós esperávamos pelo embarque no navio que nos levariam de volta para a Britânia.

O céu limpo e as poucas pessoas no porto.

Os baús cheios de coisas que eu havia herdado do meu falecido pai. Agora estou indo para Britânia para o meu noivado com Mael. 

A minha família havia me prometido para ele, assim nós poderíamos ter uma vida digna e melhor. Esse é o meu destino, O mesmo de várias outras. Esposas de comerciantes que perdiam tudo e obrigavam as filhas a se casarem pra salvar a própria família.

 

Eu até gostava de Mael, ele era educado mas não falava muito. Eu o vi apenas uma vez desde o anúncio do nosso casamento há alguns meses. Despertei dos meus devaneios quando minha mãe Caroline passou elegantemente segurando a barra do seu belo vestido, abanando-se com um belo leque. 

 

- Elizabeth arrume a postura - Me repreendeu com a cabeça erguida.

- Sim mamãe. - Murmurei em resposta. Meu belo e pesado vestido, um dos meus preferidos arrumeio-o de leve com as mãos cobertas por minhas luvas de renda branca. E arrumei o mais impecávelmente a minha postura.

 

 

- Ah quando chegarmos a Britânia tudo será maravilhoso! - Minha mãe suspirou fechando o leque em um movimento gracioso. Eu apenas observei mais o porto e o navio que estava sendo carregado e que em breve  embarcariamos para o meu novo destino.

 

 

" Ótimo " Pensei revirando os olhos. Mais a diante, a minha frente eu podia ver muitas mulheres tomando chá em suas varandas como perfeitas damas e esposas.

 

 

- Hora de embarcar senhoritas - O dócil rapaz pegou as nossas coisas levando para o navio. As pessoas começaram a se aglomerar na entrada e minha mãe delicadamente me puxou também para subirmos no navio.

Olhei mais uma vez para a minha terra Danafor e pensei em todas as pessoas que eu havia conhecido e feito amizade. Tristemente dei os meus passos para dentro do navio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(...)

 

 

Depois de nos acomodarmos minha mãe começou a sua aula sobre boas maneiras e falou sobre Mael. De como ele era rico e importante é que precisava de alguém a sua altura. Apenas concordei com tudo o que ela disse. 

Afinal que escolha eu tinha?

 

 

 Rapidamente fui até a porta que dava acesso a saída do navio que havia iniciado viajem há mais ou menos duas horas. 

Quando sai pra fora, O mar e a brisa do fim de tarde me fizeram melhorar quase que instantaneamente. Caminhei pelo convés e as várias pessoas da Alta sociedade admiravam a beleza da paisagem. 

" Aposto que nunca deram valor ao um pôr do sol" Retórica me sentei em um banco em frente ao mastro principal. Por um momento, poucos segundos pensei ter visto algo como outro navio ao fundo refletido ao por do sol. 

E finalmente depois de um tempo voltei para os meus aposentos pra descansar. 

 

 

 

 

 

(...)

 

 

 

 A noite caiu rapidamente e as luzes do navio enfeitaram a noite. Minha mãe convenientemente havia encontrado com uma família rica que por acaso eram amigos de Mael. Me preparei na cabine para o jantar e socialização que haveria no convéz principal.

Peguei meu vestido de seda vinho, cobri minhas mãos com luvas pretas e um scarpan preto. Sem nada no rosto e sem jóias também. Me olhei no espelho pela última vez, antes de encarar a minha mãe que me olhava em desaprovação.

 

- Elizabeth quantas vezes eu tenho que te dizer que você tem que estar sempre coberta de jóias e adornos? - Ela fez uma carranca e passou por mim em seu elegante vestido roxo e cheia de jóias.

 

- Não estou afim de usa-las hoje. Elas pesam muito! - Reclamei saindo da cabine.

 

 

No salão principal as elegantes pessoas dançavam ao som suave dos músicos. Girei pelo salão até o canto cumprimentando as poucas pessoas que eu achava simpáticas.

E ao espreitar a janela fiquei surpresa. Havia um enorme navio ao lado e havia uma movimentação incomum do lado de fora. Em poucos minutos me virei para o salão e as pessoas que dançavam gritarão em pânico a música havia cessado.

Minha mãe agarrou o meu braço apavorada.

 

- Elizabeth tem piratas no navio! - sussurrou se escondendo atrás de mim.

- O que? Piratas como assim? - Fiquei confusa.

 

 

As pessoas se aglomeraram e os barulhos de questionamentos foram ouvidos por todos. O palco de apresentação que havia no navio foi ocupado provavelmente pelos piratas.

 

- Atenção seus imprestáveis vocês estão sendo assaltados pelo navio pirata. Então saquem as jóias que iremos recolher tudo! - Uma mulher morena de maria-chiquinhas gritou no microfone do salão.

 

Em seguida várias pessoas desconhecidas começaram a entrar e estender os sacos. Enquanto as garotas recolhiam os homens vigiavam. No meio deles eu vi, Dois loiros, um platinado e os dois morenos.

 

- Ladrões desgraçados! - Um homem gritou revoltado.- Vocês não tem o direito de tirar o que é nosso!

 Isso chamou a atenção deles que riram.

- Olha lá Capitão! Posso dar a ele uma lição? - O platinado perguntou.

O loiro belo e baixo de olhos verdes sorriu e fez sinal com as mãos sorrindo maldosamente.

- Quem você pensa que é para dirigir a palavra a mim? - O loiro com facilidade ergueu o pobre senhor pelo colarinho da elegante camisa por baixo do peletó. Eu espiei ele, seu rosto sério e os belos fios caídos em seu rosto. 

 

"Droga o que eu tô pensando"

 

 

- Ban e King se livrem desse palhaço. - Em uma força surpreendente ele foi jogado ao chão.

Ele apenas arrumou a suas roupas e começou a arrancar as jóias das mulheres que encontrava pelo caminho. Chegando quase perto de nós que estávamos paralisadas ele foi chamado pelos seus companheiros.

 

 

- Capitão já podemos ir?

 

- Não, tem algo mais que eu quero. - Ele habilmente pulou pelas mesas e cadeiras vindo até nós. Paalisei diante da sua beleza e por medo do que poderia acontecer.

 

- Eu quero as suas jóias. - Ele estendeu a mão pra nós e olhava para os adornos da minha mãe.

- NUNCA! MINHAS JÓIAS NUNCA SERÃO SUAS! - Minha mãe gritou em histeria.

- Mamãe por favor entregue às jóias - Murmurei desesperada.

- NÃO! ELAS ME CUSTARAM MUITO ELIZABETH! 

 

O loiro puxou sua mão de volta e sorriu em escárnio. Brevemente me analisando ele apenas se aproximou puxando a minha cintura me deixando sem ação e minha mãe de boca aberta.

 

 

- Então eu levarei você! 

 

 

Em seguida eu ouvi muitos gritos da minha mãe e a minha cabeça tombou no peito do estranho. Inevitavelmente perdi minha consciência.


Notas Finais


Um pequeno prólogo.
Um beijão da Isa no core de todos vocês❤❤❤


Comentem e favoritem que a mamãe gosta😂😂♥😖


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