História Meu Querido Colega De Quarto - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekyung, Byun Baekyung, Chanyeol, Chen, Do Kyung Soo, Do Kyungsoo, Exo, Huang Zitao, Jogin, Kai, Kim Jong Dae, Kim Jongdae, Kim Jun Myeon, Kim Junmyeon, Kim Min Seok, Kim Minseok, Kris, Lay, Luhan, Oh Sehun, Park Chanyeol, Sehun, Suho, Tao, Wu Yi Fan, Xiumin, Yi Fan, Yixing, Zhang Yixing, Zitao
Visualizações 162
Palavras 4.589
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quem sobreviveu ao enem e ainda veio postar capítulo? EU MESMA!

Até as notas finais meus amores.

E... aproveitem.

>~<

Capítulo 35 - Só eu que tô sentindo que vai dar merda?


Fanfic / Fanfiction Meu Querido Colega De Quarto - Capítulo 35 - Só eu que tô sentindo que vai dar merda?

Povs Hana

 

 

 

 

Acordo sentindo dois braços segurando minha cintura e uma respiração calma e leve em meu pescoço. Abro meus olhos sem muita vontade, pois queria continuar dormindo, mas os raios de Sol estão entrando pela janela, que está aberta, e eles me impedem de continuar dormindo pela luz estar me incomodando. Por fim, tento os ignorar e voltar a dormir já que não estou muito a fim de enfrentar o mundo hoje.

 

 

 

— Jagiya — Sinto Sehun se mexer e o ouço me chamar num tom tão baixo que cheguei a pensar que ele estava dizendo isso mais para ele do que para mim — Jagiya? —  Pergunta deixando uma trilha de beijos do meu pescoço até minha boca, me fazendo deixar um sorriso escapar — Sabia que você não estava dormindo — Diz me fazendo abrir os olhos novamente e encontrar a visão que gostaria de ter todos os dias pelo resto de minha vida.

 

 

 

Sehun se encontrava com o cabelo desgrenhado e um sorriso terno nos lábios enquanto me olhava de um jeito apaixonado. Seu rosto, assim como todo o quarto, estava claro e recebia uma luz que deixava tudo com um toque um tanto angelical. Suas bochechas, que antes estavam rosadas, ganharam uma tonalidade um tanto avermelhada e seu olhar, por algum motivo, se tornou inquieto que, talvez, tenha alguma relação com o fato dele ter tentado esconder seu rosto no travesseiro.

 

 

 

— O que você está fazendo? Hum?

Questiono achando sua reação uma graça.

 

 

— Você tá me encarando e isso está me deixando envergonhado — Diz com a voz sendo abafada pelo travesseiro e, logo após sua declaração, ele levanta seu rosto e começa a me olhar nos olhos — Por que ficar aqui, junto com você, não me faz ganhar nota? Isso é muito injusto — Reclama me puxando para mais perto ainda, me abraçando e quase me fazendo me perder em meio aos seus braços.

 

 

— ... Esqueci das aulas — Falo arregalando os olhos e tentando sair dali, mas Sehun parecia me abraças cada vez mais forte para que eu não tivesse escapatória — Nós temos que ir... Sehun, me larga... acho que estou com falta de ar — Minto apelando para o lado protetor dele, pois mesmo não querendo nem um pouco voltar eu ainda sou bolsista e preciso manter minhas notas, pelo menos, na média exigida.

 

 

— Omo! Eu te machuquei?! Desculp...

Fala um pouco desesperado, me soltando imediatamente e me fazendo aproveitar essa oportunidade.

 

 

 

Antes que ele terminasse de dizer algo eu me sentei, peguei o lençol que nos cobria e me enrolei nele, agarrei meu travesseiro e o joguei no rosto de Sehun enquanto me levantava e corria em direção ao nosso banheiro ao mesmo tempo que olhava para trás e via a poker face dele.

 

 

 

— Aigooooooo. Eu não acredito que você teve a ousadia de me fazer ficar preocupado para fugir de mim e, o pior, para ir assistir as aulas... Só saiba de uma coisa senhorita... vai ter volta.

Ouço sua voz do lado de fora do banheiro com certa dificuldade, pois a uma hora dessas eu já havia a fechado e a trancado.

 

 

 

“Será que devo me preocupar com isso?!” Me pergunto rindo de sua reação ao mesmo tempo que o ouvia soltar alguns resmungos e a porta de nosso quarto se fechar.

 

 

 

“Com certeza não” Concluo ainda rindo.

 

 

 

 

Povs Sehun

 

 

 

 

“Quase que consegui fazer ela faltar hoje” Penso quase que choramingando enquanto me trocava no antigo quarto da minha pequena logo depois de sair do banho. “Dá próxima vez quero ver como ela vai escapar porque não vou mais cair nessas desculpas” Digo para mim mesmo mentalmente tentando me enganar, pois tenho quase certeza de que se ela falasse a mesma coisa eu iria cair nessa de novo.

 

 

 

— Vejamos... estou com fome, tenho que ir buscar o Vivi e... — Sussurro para mim mesmo seguindo pelo corredor, fazendo uma lista oral de afazeres e indo em direção a cozinha, porém mudo meu destino quando ouço batidas na porta e, já que eu estava perto, não demorei muito a atender quem quer que fosse — Bom d... o que você quer? —Pergunto revirando os olhos ao ter que encarar esse ser logo cedo.

 

 

— Eu queria que você sumisse ou se matasse, mas como acho que você ainda não quer fazer esse favor ao mundo eu já fico feliz que você chame a Hanna.

Fala em um tom cínico e com um embrulho preto com um laço vermelho.

 

 

 

“Será que se eu der um murro nele eu sou expulso ou ganho um prêmio Nobel da paz?” Me pergunto quase quebrando a maçaneta da porta.

 

 

 

— Sehun, você viu o Vivi por aí? Já procurei ele em todos os cantos e não o encontrei. — Pergunta Hana parando ao meu lado e seguindo meu olhar — Há! Oi Kiho — O cumprimenta... sorrindo.

 

 

— Feliz aniversário! — A parabeniza ao mesmo tempo que a puxava para um abraço e me olhava com um sorriso besta na cara me fazendo ter vontade de bater com a porta na cara dele — Sei que aqui seu aniversário foi ontem, mas prefiro comemorar na data original — Diz se afastando e estendendo o embrulho — Eu lembro que você sempre tentava roubar o meu álbum de fotos e...

 

 

— Nem vem com essa — O interrompe enquanto eu ficava ali de enfeite só observando os dois — Eu queria levar o álbum para tirar cópia das fotos, mas você nunca deixava e sempre escondia num lugar diferente — Diz cruzando os braços e arqueando uma sobrancelha.

 

 

— Detalhe... enfim, como eu não queria abrir mão do meu te dei o seu próprio — Revela o conteúdo do embrulho a fazendo arregalar levemente os olhos — Espero que goste. Até mais — Se despede dando uma piscadela sem ligar muito para o fato de que o namorado dela, no caso, eu estou aqui com uma puta de uma vontade de atira-lo da primeira ponte que encontrar.

 

 

 

...

 

 

 

— Eu odeio esse filho da... — Ia xingar, mas quando vi o olhar que que Hana me lançou tentei me corrigir — ...Odeio ele — Declaro batendo a porta com mais força que o necessário e começando a andar de um lado para o outro.

 

 

— Eu percebi que vocês já se conheciam antes e que, provavelmente, acabaram se desentendendo, mas ele é uma ótima pessoa. Quem sabe vocês não acabam se entendendo e...

Começa a dizer como se realmente acreditasse nisso, mas eu logo a corto.

 

 

— Aquele ser disse que vai fazer de tudo para você voltar com ele sendo que nós dois estamos namorando. Ele é um louco. E se, por acaso, ele acabar contando isso para todo mundo? O que nós fazemos?

Pergunto respirando fundo e tentando me acalmar.

 

 

— Senta aqui — Diz Hana se sentando em nosso sofá e indicando o lugar ao lado — Eu queria tanto esse álbum porque quase minha vida inteira está nele — Fala abrindo o embrulho sendo seguido pelo álbum e soltando um sorriso enquanto eu me sentava e apreciava seu rosto sereno — Olha aqui... essa sou eu pequena e esse aqui do meu lado é o...

 

 

— Kiho.

Completo sua frase sem acreditar que o garotinho sorridente da foto se tornou o embuste que está quase me fazendo cometer um assassinato.

 

 

— Exato, agora olhe as outras fotos... notou alguma semelhança?

Pergunta desviando seus olhos dás várias páginas que passava e parando em uma na qual ele a olhava enquanto ela sorria para a câmera com idade de, mais ou menos, uns catorze anos.

 

 

— ... O álbum é dele ou seu? Você está em todas as fotos.

Digo com um pouc... tá. Confesso... muito ciúme.

 

 

— Não precisa ficar com essa cara — Fala me dando um selinho rápido e logo voltando ao que já não estava mais me interessando tanto quanto sua boca — O que quero mostrar com isso é que eu estive presente em grande parte da vida dele assim como ele esteve presente em grande parte da minha vida. Sempre fomos muito amigos e de agora em diante é só isso que vamos ser... talvez ele tenha te dito aquilo por estar com medo que eu esqueça dele ou por estar um pouco confuso, mas logo passa... vou guardar isso daqui e já volto — Diz se levantando junto com o álbum e sumindo no corredor enquanto eu relaxava no sofá por saber que meu adversário não tem muitas chances.

 

 

 

“É impressão a minha ou eu esqueci de fazer alguma coisa ontem?” Me pergunto me sentindo incomodado e ficando um pouco inquieto. “Ontem eu pedi para os meninos enrolarem a Hana, deixei o Vivi no hotel para cães, arrumei tudo para a surpresa, coloquei a camisinha no bolso da calça para não esquecer de colocá-la e... Há! Lembrei o que esqueci”. Penso sem saber se eu já começava a correr ou se contar que esqueci de colocar a proteção e que, talvez, eu e minha pequena possamos virar pais de primeira viajem.

 

 

 

— Hamm... Jagiya? — A chamo eu a ouço responder um “sim?” de longe — Você se imagina tendo filhos no futuro? — Pergunto sentindo meus olhos brilharem e soltando um sorriso nasalado por nos imaginar cuidando de uma ou duas crianças.

 

 

— F-Filhos?! — Exclama num tom alto e, aparentemente surpreso, e em seguida pude ouvir o barulho de diversas coisas caindo na cozinha.

 

 

 

Levanto quase que num pulo, ando a passos rápidos até a origem do barulho e encontro a geladeira escancarada, várias panelas espalhadas pelo chão e Hana tentando abrir uma garrafa de água em muito êxito, pois suas mãos estavam trêmulas.

 

 

 

— Pequena? Está tudo bem? O que acont...

 

 

— Por favor... só me diga que você perguntou isso por pura curiosidade e que usou camisinha ontem — Pede deixando a garrafa ao lado do copo, que estava em cima do balcão, e se virando em minha direção para olhar em meus olhos —  Ai não — Diz afundando o rosto em suas mãos opôs eu ter ficado em silêncio, mas, antes que eu começasse a dizer alguma coisa ela solta um suspiro, relaxa os ombros, que antes pareciam estar tensos, volta seu olhar novamente para mim e dá um sorriso tranquilo — Okay... isso acontece. Só não vamos deixar com que aconteça de novo... vou tomar uma pílula e pronto. Problema resolvido — Fala passando por mim, porém eu seguro se braço e depois deslizo minha mão até segurar na dela, assim, a fazendo voltar e parar na minha frente — O que que...?

 

 

— Sabe... eu não vejo nenhum problema.

Digo olhando para o chão e depois subindo meu olhar até encontrar seus olhos que começavam a se arregalar, mas, ao invés de me responder algo ela apenas me puxa pela mão e começa a nos guiar até o banheiro mais próximo.

 

 

— Sei que um de seus maiores sonhos é ser pai... lembro que você não perdia uma oportunidade de falar isso quando eu ficava de boa fazendo meus trabalhos no meu notebook e deixava você no vácuo... — Fala parando de me arrastar e nos parando bem em frente do espelho —..., mas olhe só para nós. Eu completei vinte anos ontem e você só tem vinte e um. Ainda estamos na faculdade, ou seja, não temos diploma ou um emprego para sustentar uma criança, não temos estrutura... não podemos nem mesmo falar que estamos juntos quando alguém nos perguntar algo em público. Sei que você quer muito isso, mas quem sabe mais para frente... tipo, bem mais pra frente... talvez daqui há uns dez anos... vinte e cinco no máximo — Diz e em seguida ri ao ver minha cara de espanto pelo espelho.

 

 

— Vinte e cinco?! Mas...

Ia contestar, pois até lá nós já teríamos completado nossa faculdade, os nossos diplomas já estariam enquadrados e pendurados em nossos próprios escritórios, eu já teria a pedido em casamento e estaria levando nossos filhos para o primeiro ou, quem sabe, último dia de aula do ensino médio, mas, antes que eu dissesse qualquer outra coisa, ouço um barulho, como se fosse o toque de uma ligação, vindo da sala.

 

 

— Vai lá atender que eu vou tomar a pílula, okay? Okay.

Diz e praticamente me empurra para fora do banheiro e começa a procurar a tal pílula enquanto eu seguia resmungando para ver quem interrompeu meu quase discurso sobre meus planos para nós dois futuramente.

 

 

 

Mas, para a minha surpresa, a chamada estava vindo da nossa televisão e era uma chamada pelo Skype.

 

 

 

“Que tipo de pessoa usa a TV para se comunicar e, ainda por cima, usando o Skype e não o Kakao como qualquer ser humano faz? Que estranho” Penso me jogando no sofá, “atendendo” a ligação com o controle remoto e quase tendo um infarto fulminante ao ver quem estava na tela.

 

 

 

...

 

 

 

— ...O-O-O-O-O-Oi

Cumprimento meu sogro, minha sogra, meu cunhado e minha “cunhadinha”, em português ou, pelo menos uma língua parecida.

 

 

Olá.

Diz Valentina, que, se me lembro bem, tem apenas oito anos, com um sorriso muito fofo.

 

 

— Então, esse é o garoto que está dividindo o quarto com a Hanna. Lembram que eu disse que conversei com ele por celular?

Questiona Fernando para meus sogros enquanto eu ficava ali com cara de paisagem traduzindo cada palavra, pois, mesmo que eu passe bastante tempo estudando a língua materna de minha pequena, isso não a faz ser menos difícil com todos aqueles verbos e pronúncias diferentes que fodem mais ainda com minha vida.

 

 

— Lembro... lembro também que você disse que eles dividiam o mesmo teto.

Fala o  senhor Arthur me encarando com um olhar ameaçador e de braços cruzados desde que eu atendi a ligação.

 

 

 

“Eu nunca pedi nada, mas se tiver alguma força do além me escutando, por favor me envie ajuda” Peço rezando mentalmente sem saber como sair dessa situação e, logo em seguida, ouço o som de várias vozes fazendo uma algazarra lá fora e, do nada, vejo minha casa sendo invadida.

 

 

 

— Chegamos, pode dar licença que eu sou visita e mereço um espaço no sofá.

Diz Byun quase me jogando no chão e ocupando o espaço quase que inteiro do sofá enquanto Kai, Chen, Xiumin, Soo, Lay e Tao procuravam algo para comer na cozinha fazendo o maior barulho e o resto se sentava em frente ao sofá e encarava a TV como se pensasse que fosse um programa novo e não os pais da minha pequena.

 

 

 

“Se tiver alguma força me ouvindo, por favor, tira todo mundo daqui e deixa eu me viro porque com esses seres aqui eu tô fudido” Penso tendo uma vontade súbita de chorar de desespero.

 

 

 

— A gente trouxe tudo o que estava no armário e que é comestível... que programa é esse? Acho que passei tanto tempo só assistindo jornal que não sei mais a programação.

Diz Kyungsoo distribuindo alguns pacotes de salgadinho que tinha em mãos, arrastando uma cadeira da sala de jantar e se sentando próximo ao sofá.

 

 

— Sei lá... também nunca vi..., acho que é um documentário sobre o Brasil, porque lá está de noite e tem umas coisas escritas em português na blusa daquele homem ali.

Fala Kai arrastando duas cadeiras, se sentando ao lado do D.O e deixando Xiumin, que estava quase que devorando um saco enorme de bolacha sozinho, se sentar no lugar vago.

 

 

— Meninos? Já estão aqui logo cedo? — Pergunta Hana voltando para me salvar e eu agradeço a todos os deuses existentes em todas as religiões por isso — Sehun... você está muito pálido. O que acontec... Mãe? Pai?! Que saudade de vocês dois — Diz sorrindo e dando um jeito de sentar entre mim e Byun, que pareceu não gostar muito quando ela o empurrou para o lado — Não faz essa cara Tina, eu senti sua falta também — Fala piscando para sua irmã mais nova e fazendo todos na tela sorrirem... menos uma pessoa.

 

 

— Opa. Pera lá! E eu?! É claro que tu sentiu minha falta também, né maninha?

Perguntou Fernando com um sorriso convencido enquanto eu e os meninos ficávamos ali tentando entender alguma coisa e Jongin ria por saber falar português.

 

 

—... Não — Responde e Kai solta uma gargalhada alta enquanto meu cunhado fecha a cara — Mas qual é o motivo da ligação?... Ninguém morreu, né? — Questiona prendendo a respiração, mas logo à solta quando todos negam com a cabeça.

 

 

— Kai, traduz pra gente.

Pede Chanyeol quase no fim do Saco de pipoca que roubou de Chen que passou perto dele olhando para o celular e não percebeu até agora que está sem mantimentos.

 

 

— Até agora nada de importante...

Diz comendo frango de sei lá de onde.

 

 

Que nada filha. Foi só para te desejar tudo de bom. Dizer que eu tô morrendo de saudades por aqui. Que quero fotos. Que quero presentes e...

Começa dizendo senhora Laura, mas é interrompida.

 

 

Além de todas essas coisa importantes — Revira os olhos, mas, assim que lembra que sua esposa está bem ao seu lado ele tenta amenizar a situação — Lembra da garota que deu que te livrou do Kiho? Então... ela sumiu, na verdade estão dizendo que ela foi sequestrada, mas, pelo visto não foi só isso... só estou dizendo isso para sua mãe parar de falar — Sussurra a última parte fazendo a mim, que por milagre entendi, Kai e Hana rir.

 

 

Bom... acho que é só isso mesmo. Não quero conversar com uma ingrata. Não sentiu minha falta. Ata. É a mesma coisa que dizer que não sou o ser mais lindo da família e... — Fala mas se cala ao ver a cara se tédio de seus familiares — O que?! Só disse verdades — Diz dando de ombros enquanto Hana pegava o controle e quase desligava a ligação... quase.

 

 

— Espera...  — Digo a fazendo parar o que iria fazer e me olhar — Eu posso pedir permissão para eles?... Achei melhor perguntar para você primeiro.

Pergunto comprimindo meus lábios e sentindo meu rosto um pouco mais quente.

 

 

— Pode, mas não precisa ficar tenso desse jeito... são só meus pais.

Diz balançando sua cabeça em sinal de negação e com um sorriso nos lábios como se se divertisse com meu nervosismo ao mesmo tempo que os meninos continuavam observando tudo e comendo como se estivessem assistindo um filme.

 

 

— E-Então... Meu nome é Oh Sehun e eu sou o colega de quarto da filha de vocês — Digo me surpreendendo comigo mesmo, pois, de repente, minha voz ficou firme e eu encarava meus sogros nos olhos fora que, por incrível que pareça, estou falando português— Há algum tempo atrás eu a pedi em namoro porque me apaixonei por ela há bastante tempo e estou contando tudo isso porque quero fazer as coisas do jeito certo e pedir permissão para ficar com ela — Digo pegando a mão de minha pequena e desviando o olhar de seus pais para ela e sorrindo ao ver que ela estava orgulhosa de mim.

 

 

— Se eu falar não a minha mulher me mata e eu não posso fazer muita coisa do outro lado do mundo, não é mesmo?!

Pergunta sério, mas logo sorri... pela primeira vez.

 

 

COMO É?! VOCÊS VÃO LIBERAR ASSIM?! DE MÃO BEIJADA?! A MINHA PEQUENA?! QUE TIPO DE PAIS SÃO VOCÊS?!

Pergunta Fernando tendo um surto.

 

 

Mana, te amo... fiz esse desenho pra você — Diz Valentina ignorando o irmão quase se matando ali no fundo e dando um novo significado à palavra aegyo enquanto mostrava seu desenho — Feliz aniversário e, quando você voltar, trás um monte de maquiagem para a mamãe, porque ela fica reclamando todo o dia que as daqui estão muito caras, tá bom? Vou desligar porque os únicos que sabem mexer na TV nova são o Fefe e eu, mas, como ele parece estar com vontade de destruir a casa então eu mesma desligo... tchau pra você e... pra vocês também — Se despede mandando um beijo para todos de um jeito extremamente fofo e, por fim, deligando a chamada.

 

 

 

— Que menininha mais fofa — Fala Lay com os olhos brilhando e com a boca aberta — Você era assim também? — Pergunta olhando para Hana.

 

 

— Er... estamos atrasados. De novo.

Choraminga ao olhar as horas em seu celular.

 

 

— Há! Esqueci de avisar que meu pai disse que algo muito bom vai acontecer com a turma de Comércio Exterior hoje então se anime — Fala Suho e, ao invés de eu ficar feliz com a notícia, me senti angustiado —... Eu disse isso para você ficar feliz e não mais triste ainda — Diz assim que percebe que ela também não se animou muito.

 

 

— Sei lá... só senti uma coisa estranha..., mas deve ser só coisa da minha cabeça mesmo, não é?

Pergunta e todos concordam se levantando e indo em direção a porta.

 

 

— Hey! Cadê a pipoca que eu peguei?

Questiona Chen, após deligar seu celular, sem receber nenhuma resposta já que Chanyeol começou a assobiar como se não fosse o responsável.

 

 

 

“Só queria entender porque sinto que algo vai dar muito errado hoje”

 

 

 

 

Povs Vivi

 

 

 

 

“Hotel para cães”

 

 

Esse é outro nome para uma prisão macabra de tortura. Tô morrendo aqui porque meu dono é um desmiolado e foi fazer uma “surpresa” para minha dona. Ele acha que eu nasci ontem?! Qualquer idiota sabe que eles foram cruzar e ao invés de me deixarem ver (porque eu tenho esse direito já que sou o maior shipper desse casal na face da Terra) me jogaram aqui nesse muquifo e...

 

 

 

— Vamos sair da hidromassagem senhor Vivi? Seu dono acabou de chegar para te buscar e parece que ele está morrendo de saudades suas.

Fala minha cuidadora exclusiva nas últimas horas me tirando do meu quarto particular.

 

 

 

“Tá... eu posso ter exagerado um pouco quando disse que era um muquifo..., mas é porque fiquei muito estressado nos últimos tempos. Principalmente por causa daquela gata”.

 

 

 

— Você ainda está aqui? Jogaram o lixo fora e te esqueceram aqui?... Lamentável.

Diz e eu rosno.

 

 

 

“É incrível. Até mesmo quando eu tô quieto no meu canto brota essa criatura para me infernizar”.

 

 

 

— O que é agora? Vai encher o saco do seu dono e me deixa aqui em paz... sua vida é tão descartável que você tem que ficar curtindo com a cara dos outros por aí?! Se você não fosse tão podre eu sentiria dó.

Digo entediado, pois tá todo mundo na festa da Senhora Oh enquanto eu tenho que ficar aqui comendo e deitado olhando para o nada.

 

 

— Não preciso da dó de nenhum pulguento — Diz virando o rosto e fazendo pose como é de costume da espécie — Minha dona não pensa isso. Foi ela quem me adotou, sabe? Ela te adotou? Pufff, claro que não. Quem em sã consciência iria querer um cachorro sem classe igual a você?

Pergunta e começa a correr assim que percebe que se eu alcançá-la não sairá ilesa.

 

 

 

Se eu já estava puto fiquei dez vezes mais quando ela saiu sem nenhum arranhãozinho por ter pedido arrego para a Hana... quer apostar quanto que aquele demônio vai ficar me cercando na universidade também?

 

 

 

— Aqui está ele e todas as coisas que o senhor trouxe — Diz a minha cuidadora me entregando para meu dono na porta do estabelecimento — Ele foi o melhor cliente que cuidei até agora. Você tem muita sorte, pois ele é muito comportado... tchau Vivi — Se despede e eu volto meu olhar para o traíra que me carrega.

 

 

— Viu? Eu disse que viria te buscar hoje... tenho certeza que nem deu tempo de você sentir minha falta — Fala para o ar ao mesmo tempo que me colocava em seu carro e eu o ignorava — Se isso te deixa mais feliz... a Hana e eu sentimos muito a sua falta — revela ligando o carro e começando a dirigir enquanto eu alimentava meu ego que já é bem grande.

 

 

 

Depois desse nosso “dialogo” me distraí olhando para a janela e ponderando sobre a capacidade dos animais conseguirem entender o que os seres humanos falam, mas eles acharem que nós só fazemos barulho entre nós.

 

 

 

“Aí eles ainda vêm dizer que são seres racionais quando defendem a guerra, deixas os seus morrerem de fome frio e doenças por aí” Penso tentando achar alguma lógica no raciocínio deles.

 

 

 

— Então, hoje vou te levar até o auditório porque o Diretor iria fazer um anúncio importante ou coisa do tipo.

Fala estacionando o carro e abrindo minha porta de dentro do carro mesmo para que eu pudesse sair e curtir minha liberdade.

 

 

 

Um anúncio... será que ele vai deixar todo mundo de folga durante a copa do ano que vem? Mesmo que eu não estude fico cansado olhando meus donos quase se matando por causa das provas e se lamentando por não terem estudado mais.

 

 

 

“Bem... boa coisa não deve ser para todos estarem quietos desse jeito” Penso depois de seguir Sehun e ir parar num salão enorme onde parecia que o povo estava treinando para encenar o minuto de silêncio de um velório.

 

 

 

— Oi meu amor, tudo bom? Como foi lá? Comeu bastante?

Pergunta sorrindo e me tomando de Sehun, mas quem sou eu para reclamar, não é mesmo?!

 

 

 

— Atenção — Pede o diretor bem no centro do palco, mas, do nada, uns começam a conversar com os outros, produzindo um barulho ensurdecedor — Atenção — Diz um pouco mais alto sem muito enfeito — ATENÇÃO! — Berra e todos se calam. “Aí fica a pergunta: Suho puxou o pai ou o Pai puxou o Suho? Porque mais idênticos que isso é impossível.” — Então... pedi para todos se reunirem aqui hoje assim que as aulas acabaram porque não estava a fim de comprometer o cronograma e... — Diz e todos reclamam, pois sempre querem um motivo para não ter aula — Enfim, ontem recebi uma ligação de uma pessoa que se interessa muito pela formação e conhecimento de vocês... essa pessoa — Fala puxando saco me fazendo passar os olhos pelo lugar encontrando Kiho junto de Roxy sentado do outro lado do auditório, porém, dessa vez, ele não parecia bravo ou possuía seu sorriso idiota estampado na cara. Ele e Roxy pareciam estar desanimados e Kiho olhava para o diretor com um olhar melancólico... estranho — ... e para concluir com tudo o que disse anteriormente vou revelar o que essa pessoa ofereceu. Onde está a turma de Comércio Exterior? — Pergunta, me fazendo voltar a prestar atenção em seu discurso extremamente longo chato e desnecessário enquanto Hana, Baekhyun e o resto da turma se levantavam de suas poltronas e se olhavam confusos sem saber exatamente o que esperar — Parabéns para toda a turma, vocês ganharam uma bolsa na EBC Hochschule com tudo pago... se vocês conseguirem notas altas para continuarem lá... é isso e — Antes de falar o resto todo mundo sai quase que correndo, isto é, exceto os doze, minha dona e os dois depressivos lá do outro lado.

 

 

 

“Bacana... nem consegui ver o acasalamento e o mundo já conspira para separar o casal que demorei a merda de um ano para juntar... Ô vida injusta”.


Notas Finais


E... foi isso. A fancic acabou aqui. Não quero os dois junto e pronto.

















Zueira (ADORO FAZER ISSO)



Enfim... fiz isso porque (do meu ponto de vista de uma pessoa retardada) a vida desses dois estava muito fácil e eu tinha que dar um jeitinho de complicada um pouquinho...

Tá. Eu fodi com a vida deles, mas vai ser um coiso legal de se ver no final das contas.



Bora para as perguntinhas básicas:


1 - Que capítulo curto foi esse mulher?!
Há! Deixei todo mundo mal acostumado, não foi? Infelizmente, não tenho como fazer aqueles capítulos enormes porque descobri que tenho que estudar muito mais do que estudo agora se quero ser alguém na vida, ou seja, tenho que dedicar bastante tempo a isso.

2 - Tá... e por que demorou tanto para postar?
Por que eu não estava satisfeita com aquele hentai... convenhamos que ficou muito mal feito então eu fui lá (junto com a opinião de uma pessoinha muito especial que está no meu coração e que não vou citar porque já puxo muito o saco dela diariamente) e refiz o coiso quase que todo... não sei se está realmente bom, mas ela gosto então eu já tô feliz fora que, agora, está um coiso mais legível... também tenho que agradecer a Esther porque ela sempre lê todos os meus capítulos e me dá suas opiniões que são sempre muito boas.

3 - Como foi o enem? É fácil, não é?
Claro que é fácil..., mas só para o povo inteligente. Eu quase dormi na prova, o povo ficava comendo de boca aberta bem do meu lado, minha mente só conseguia pensar no exo e tudo o que eu queria era voltar pra casa, mas né?! Eu fiz... o que me resta é fazer das tripas e coração para passar ano que vem (eu tava lá só de treineira mesmo) depois de estudar igual uma condenada.


Acho que foi isso.


Eu tenho um monte de fanfic para panfletar hoje *rindo que nem uma louca


https://spiritfanfics.com/historia/contrastes-10872875
(Eu passo quase o dia inteiro no spirit esperando um novo capítulo... viciada é pouco para descrever o meu estado)

https://spiritfanfics.com/historia/the-eleventh-floor-10781472
(Eu tento não ficar muito tempo pensando nela, mas quando vou ver já estou pensando de novo.... enfim ela é maravilhosa)

https://spiritfanfics.com/historia/amor-ou-odio-chanyeol-imagine-9908192
(Tô panfltetando de novo porque amo ela. AMO MESMO! Tá na minha listinha do coração)

https://spiritfanfics.com/historia/nevando-em-seul-9378239
(Fanfic terminada que quase me fez visitar Deus mais cedo que o planejado)

https://spiritfanfics.com/historia/como-lidar-com-seus-vizinhos-famosos-9857931
(Vou ser sincera... eu nunca shippei tanto o Suho quanto nessa história)

https://spiritfanfics.com/historia/finding-love-through-a-forced-marriage-9767239
(E aqui temos a fanfic que da minha marida que me deixou sedenta por muito tempo para uma atualização (já tô indo ler e deixar meu comentário))



Agora sim eu acabei.



Espero que tenham gostado.
Até a próxima.
Beijos e Annyeong!


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